Instruções para Habilitação aos Auxílios e Apoios do PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA-UFU PROEX-PPG-EM-UFU

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1 Instruções para Habilitação aos Auxílios e Apoios do PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA-UFU PROEX-PPG-EM-UFU Documento Básico de Orientações do Programa de Excelência Acadêmica PROEX PROGRAMA DE PÓS-GRAUDAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA Uberlândia, abril de 2011

2 APRESENTAÇÃO Com este MANUAL DO USUÁRIO, o PPG-EM-UFU procura aperfeiçoar os seus mecanismos de interação com a comunidade do Programa, facilitando o seu acesso às modalidades de apoio instituídas pelo PROEX-PPG-UFU. O Manual contém as informações essenciais para esclarecer aos usuários do Programa quanto à forma de encaminhamento dos pleitos, aos critérios de seleção, aos itens financiáveis e a outros aspectos considerados úteis aos pesquisadores no seu relacionamento com o Programa. A Comissão Gestora (CG/PPG-EM), que analisa as solicitações recebidas pela SECRETARIA DO PPG-EM, recomendando ou não o apoio solicitado baseiam-se no disposto neste Manual. Assim, seguir rigorosamente o que nele está estabelecido favorece a tramitação dos processos e a análise das demandas, abreviando o tempo necessário para a avaliação de cada solicitação. No Capitulo 1 são fornecidas informações institucionais sobre O PROEX. Elas esclarecem quais são suas finalidades e políticas de atuação. As normas e procedimentos gerais, que se aplicam à maioria das modalidades de apoio, são objeto do Capitulo 2 e cada grupo de modalidade de apoio é objeto de um capítulo especial, onde são relacionados os objetivos, as normas específicas, os itens financiáveis, a documentação exigida e a indicação do formulário de solicitação. Uberlândia, 25 de abril de 2011 Coordenação do Programa

3 SUMÁRIO CAPÍTULO I PROGRAMA DE EXCELÊNCIA ACADÊMICA PROEX-PPG-EM-UFU 1.1 Características e Finalidade 1.2 Requisitos para o ingresso do programa de pós-graduação no PROEX CAPÍTULO II NORMAS OPERACIONAIS E MODALIDADES DE APOIO 2.1 NORMAS 2.2 MODALIDADES DE APOIO CAPÍTULO III ITENS FINANCIÁVEIS 3.1. Manutenção de Equipamentos 3.2 Funcionamento de Laboratórios de Ensino e Pesquisa: aquisição de materiais e prestação de serviços 3.3. Produção de Material Didático-Instrucional e Publicação de Artigos Científicos 3.4 Aquisição de novas tecnologias em Informática 3.5 Realização de Eventos Técnico-Científicos promovidos pelo Programa de pósgraduação 3.6 Participação de professores convidados em Bancas Examinadoras de dissertações, teses e exames de qualificação 3.7 Participação de professores em eventos no exterior 3.8 Participação de alunos em eventos no país 3.9 Participação de alunos de doutorado em eventos no exterior 3.10 Participação de professores visitantes nos Programas 3.11 Participação de professores e alunos em trabalhos de campo e coleta de dados no país

4 QUADRO SINÓPTICO Modalidades de Apoio/Prazos/Tipos de Formulários MODALIDADES DE APOIO PRAZOS MÍNIMOS p/ APRESENTAÇÃO DAS PROPOSTAS FORM. N Aquisição de materiais / Funcionamento de laboratórios de ensino e pesquisa Fluxo contínuo 1.0 Aquisição de novas tecnologias de informática 15 dias antes do evento 1.0 Produção de material didático-instrucional e publicação de artigos científicos 30 dias antes do evento 1.0 Manutenção de equipamentos 15 dias antes do evento 2.0 Participação de alunos de doutorado em eventos no exterior 60 dias antes do evento 2.0 Participação de alunos em eventos no país 60 dias antes do evento 2.0 Participação de professores e alunos em trabalhos de campo e coleta de dados no país Participação de professores em eventos no exterior 30 dias antes do evento dias antes do evento 2.0 Participação de professores em eventos no país 60 dias antes do evento 2.0 Participação de professores visitantes nos programas Realização de eventos, técnico-científicos promovidos pelo programa de pós-graduação Participação de professores convidados em bancas examinadoras de dissertações, teses e exame de qualificação 90 dias antes do evento dias antes do evento dias antes do evento NÃO SE APLICA

5 5 CAPÍTULO I PROGRAMA DE EXCELÊNCIA ACADÊMICA PROEX-PPG-EM-UFU 1.1 Características e Finalidade Objetivos do PROEX e critérios para a aplicação dos recursos O Programa de Excelência Acadêmica-PROEX tem como objetivo manter o padrão de qualidade dos programas de pós-graduação strictu sensu, avaliado(s) pela CAPES com nota 6 ou 7, atendendo adequadamente as suas necessidades e especificidades. O PROEX contempla programas de pós-graduação strictu sensu, pertencentes a instituições jurídicas de direito público e ensino gratuito, ou de direito privado. O apoio do PROEX tem seus termos de concessão fixados mediante um plano de metas acadêmicas, elaborado pelo programa de pós-graduação em compromisso direto com a CAPES. (plano: clique aqui) 1.2 Requisitos para o ingresso do programa de pós-graduação no PROEX O programa de pós-graduação strictu sensu participante do PROEX deverá: ter sido conceituado pelo Sistema de Avaliação da CAPES com nota 6 ou 7 há pelo menos duas avaliações consecutivas; instituir Comissão de Gestão (clique aqui)- CG/PROEX específica para esta finalidade, composta por um mínimo de três membros, quais sejam, o coordenador do programa de pós-graduação strictu sensu em questão, representantes de seu corpo docente e um representante de seu corpo discente, eleitos por seus pares; a CG/PROEX poderá ser a própria Comissão de pós-graduação ou outra equivalente, desde que obedecida a composição e regra exigidas no item acima; comprometer-se com a implementação de um plano de metas acadêmicas, proposto à CAPES pelo programa de pós-graduação e aprovado pela Comissão Coordenadora - CCD/PROEX instituída pela CAPES. Os programas de pós-graduação que porventura, em resultados futuros do processo de avaliação da CAPES, não mantenham o nível de qualidade correspondente às notas 6 ou 7, ou que, a juízo da CCD/PROEX apresentem injustificado

6 descumprimento das metas de seu plano de metas acadêmicas, serão desvinculados do referido Programa, e todos os apoios a eles disponibilizados, retornarão ao(s) Programa(s) da CAPES, originariamente correspondentes a seu caso específico, ou seja, Demanda Social, PROSUP e PROF. 6

7 7 CAPÍTULO II NORMAS OPERACIONAIS E MODALIDADES DE APOIO 2.1 NORMAS As bolsas/proex obedecerão valores, prazos, condições de concessão e de auxíliotese fixados em diretrizes normativas, anualmente informadas pela CAPES, sendo vedada a cobrança de encargos educacionais relativos a seus bolsistas. A inobservância por parte do coordenador do programa de pós-graduação às normas operacionais (Portaria 034/2006, de 30 de maio de regulamento do PROEX (clique aqui), acarretará a imediata interrupção dos repasses, e a restituição à CAPES dos recursos aplicados irregularmente (orientações proex clique aqui) A realização do estágio de docência é obrigatória para todos os bolsistas do PROEX, que deverão obedecer às diretrizes normativas da CAPES. 2.2 MODALIDADES DE APOIO As aplicações de recursos do PROEX, para implementar ações apresentadas no plano de metas acadêmicas, poderão ser direcionadas para itens de custeio e capital, essenciais ao atendimento das finalidades relacionadas e descritas a seguir: 1. A aquisição de equipamentos destinados às atividades de ensino e pesquisa, específicas dos programas de pós-graduação, assim como, a aquisição de livros e periódicos, desde que não estejam disponibilizados no Portal CAPES; 2. O apoio ao funcionamento de laboratórios mediante aquisição de materiais de consumo e serviços de terceiros (pessoa jurídica); 3. As despesas com passagens e diárias para docentes e técnicos que se deslocarem para realizar treinamento em novas técnicas de pesquisa e utilização de novos equipamentos laboratoriais, vinculados com o desenvolvimento das dissertações ou teses dos alunos do programa de pósgraduação; 4. As despesas com passagens e diárias para docentes visitantes em missões de trabalho por um período máximo de 14 (catorze) dias, observadas

8 diretrizes normativas do valor das diárias anualmente informadas pela CAPES; 5. A produção de material didático-instrucional e publicação de artigos científicos no país e no exterior mediante aquisição de material de consumo e pagamento de serviços de terceiros (pessoa jurídica) para sua confecção, editoração gráfica e divulgação; 6. As aquisições de novas tecnologias em informática; 7. A realização de eventos técnico-científicos, incluindo aquisição de material de consumo, aluguel de espaço físico e de equipamentos, serviços de terceiros de tradução e apoio; 8. A participação de professores convidados em bancas e exames de qualificação e em eventos técnico-científicos no país e no exterior, incluindo despesas para pagamento de passagens, diárias e taxas, observadas diretrizes normativas da CAPES; 9. A participação de alunos de doutorado, regularmente matriculados, em eventos científicos no país e no exterior, incluindo despesas para pagamento de passagens, diárias e taxas, observadas diretrizes normativas da CAPES; 10. A participação de professores visitantes, nacionais ou estrangeiros, em atividades acadêmicas, com duração de 30 (trinta) dias, consecutivos ou não, pelo período de um ano, mediante recursos destinados ao custeio de diárias e passagens, observadas diretrizes normativas da CAPES; 11. A participação de professores e alunos em trabalhos de campo e coleta de dados no país, mediante recursos destinados à cobertura das seguintes despesas: locação de veículos, serviços, material de consumo necessário ao desenvolvimento das atividades de campo, passagens e diárias para os professores (visitantes ou da própria IES); passagens, hospedagem, alimentação e locomoção urbana para os alunos. Os gastos com combustível para proporcionar a locomoção de professores e alunos na participação em trabalhos de campo somente se o veículo for da própria IES, alugado, ou formalmente cedido por pessoa jurídica para essa finalidade; A aquisição de passagens para todos os alunos regularmente matriculados, que realizarem estágio em instituição nacional. 8

9 Quando houver pagamento de diárias com a participação de professores nos eventos previstos neste documento, não será permitido custear outras despesas como hospedagem, alimentação e locomoção urbana. 9 Na utilização dos recursos concedidos pelo PROEX devem ser respeitadas as determinações da Legislação Federal em vigor (particularmente a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a Lei Complementar nº101 de 04 de maio de 2000, a Lei de 21 de junho de 1993 e a Instrução Normativa nº1 de 15 de janeiro de 1997), além das condições estabelecidas no Termo de Compromisso de Auxílio Financeiro, firmado entre a CAPES e a coordenação do programa de pós-graduação, e o estabelecido no Plano de Metas Acadêmicas, apresentado pela CG/PROEX, e aprovado pelo CCD/PROEX, bem como todas as orientações específicas estabelecidas pela Diretoria Executiva da CAPES. Não serão permitidos, em nenhuma hipótese, os pagamentos de pro labore, consultoria, gratificação, assistência técnica ou qualquer outro tipo de remuneração, para professores, visitantes ou não, ministrarem cursos, seminários ou aulas, apresentarem trabalhos, participarem de bancas examinadoras ou de trabalhos de campo, com recursos deste Programa, assim como pagamentos de serviços de terceiros (pessoa física), para cobrir despesas que caracterizem contratos de longa duração com vínculo empregatício, ou quaisquer contratações incompatíveis com as atividades-fim da pós-graduação, ou contratações em desacordo com a Lei nº 8.666/93 e a Lei nº 9.648/98 e IN/STN001 DE Visando resguardar os direitos sobre a Produção Científica e seus direitos autorais, que poderão ser gerados a partir de apoio financeiro, a CG/PROEX deverá observar a Lei 8.010/90, que trata de importações de equipamentos para pesquisa científica-isenções (Decreto nº de 16 de abril de 1998), Portaria nº88 de 23 de abril de 1998, e Portaria nº de abril de 1998).

10 10 CAPÍTULO III ITENS FINANCIÁVEIS O Plano de Metas Acadêmicas apresentado poderá financiar despesas nas rubricas de custeio e capital essenciais ao atendimento das finalidades relacionadas, garantido o atendimento ao disposto na Lei n /1993, e descritas a seguir: 3.1. Compra e Manutenção de Equipamentos I - compra de equipamentos e material permanente, quando permitido aos programas de pós-graduação nas atividades-fim; II - aquisição de materiais de reposição, contratação de serviço de pessoa jurídica, com ou sem fornecimento de peças, livros e periódicos, direcionados ao custeio das atividades acadêmicas e de pesquisa dos programas de pós-graduação relacionadas aos estudos de dissertação e tese dos estudantes de pós-graduação, e à manutenção e desenvolvimento desses programas; III - assinatura de contratos de prestação de serviços e assistência técnica desde que não configurem situação de vínculo empregatício. 3.2 Funcionamento de Laboratórios de Ensino e Pesquisa I - aquisição de materiais de consumo e serviços de terceiros pessoa jurídica -, necessários ao funcionamento do laboratório; II - despesas com passagens e diárias para docentes e técnicos que se deslocarem para realizar treinamento em novas técnicas de laboratório e utilização de novos equipamentos, vinculados com o desenvolvimento das dissertações ou teses dos alunos de pós-graduação; III - as despesas com os docentes visitantes convidados para ministrar o treinamento poderão ser financiadas com recursos para a aquisição das passagens e diárias de acordo com a tabela vigente na IES, vedada a contratação desses docentes pelo período total do auxílio.

11 3.3. Produção de Material Didático-Instrucional e Publicação de Artigos Científicos 11 I - material de consumo e serviços de terceiros pessoa jurídica -, para à confecção de materiais didático-instrucionais, editoração gráfica e material de divulgação das atividades apoiadas pela CAPES; II - publicação de artigos científicos no país e no exterior; III - manutenção do acervo de periódicos, desde que não esteja previsto no Portal de Periódicos da CAPES; 3.4 Aquisição de novas tecnologias em Informática I - financiamento de aquisição de programas de novas tecnologias em informática, aplicativos, suprimentos, periféricos e up grade, classificados como itens de custeio, serviços de terceiros para treinamento de alunos, professores e técnicos das instituições. 3.5 Realização de Eventos Técnico-Científicos promovidos pelo Programa de pósgraduação I - material de consumo, aluguel de espaço físico e de equipamentos necessários à realização dos eventos, serviços de terceiros de tradução e apoio a outros serviços relacionados à consecução do evento programado. As despesas com os docentes convidados poderão ser financiadas com recursos do inciso XII deste artigo. 3.6 Participação de professores convidados em Bancas Examinadoras de dissertações, teses e exames de qualificação I - despesas para pagamento de passagens e diárias, estabelecidas conforme legislação em vigor, para os professores convidados a participar de bancas examinadoras de dissertações, teses e exames de qualificação. 3.7 Participação de professores em eventos no exterior Poderá ser complementada participação de professores em eventos no exterior de curta duração com recursos para cobrir despesas com diárias e taxa de inscrição estabelecida conforme legislação em vigor autorizada pela autoridade competente, na forma da lei.

12 Participação de alunos em eventos no país A coordenação do curso poderá destinar aos alunos recursos para participação em eventos científicos no país, tais como congressos, seminários e cursos destinados a cobrir as seguintes despesas: I - taxas de inscrição, passagem, hospedagem, alimentação e locomoção urbana; sendo vedado o pagamento de diárias. II - nos casos de participação em congressos e seminários a cobertura destas despesas será exclusiva para os alunos que fizerem apresentação de trabalhos e o seu valor não poderá ser superior à quantia equivalente em diárias para um professor que venha a participar do mesmo evento; III a participação em cursos ou disciplinas que inexistam na grade curricular obrigatória das instituições, será permitida desde que estejam necessariamente vinculados às dissertações e teses destes alunos. Parágrafo Único. Havendo vantagem econômica, será possível substituir passagens dos alunos que fizerem apresentação desses trabalhos, por locação de veículo coletivo (pessoa jurídica), o que possibilitará, eventualmente, a participação de outros alunos, sem a cobertura de suas despesas pelo PROEX. 3.9 Participação de alunos de doutorado em eventos no exterior A coordenação do curso poderá destinar aos melhores alunos regularmente matriculados no curso de doutorado recursos para cobrir despesas para participação em eventos científicos no exterior, tais como: I - taxa de inscrição; II - passagem aérea (com tarifa promocionais), alimentação, hospedagem e locomoção urbana até o valor máximo estabelecido na tabela vigente na IES. 1º O financiamento das despesas para a participação de alunos de doutorado em congressos ou conferências no exterior somente será autorizado mediante o cumprimento das seguintes exigências: I - o doutorando deverá ser o autor principal do artigo a ser apresentado no evento; II - apresentar trabalho em sessão oral ou sessão de pôsteres em evento de reconhecida relevância internacional na área do conhecimento; III - apresentar ao programa de pós-graduação, onde está regularmente matriculado documento comprobatório de aceitação e/ou comunicação oficial para participar em congresso/conferência.

13 Participação de professores visitantes nos Programas A participação de professores visitantes, nacionais ou estrangeiros, nos programas em atividades acadêmicas, de acordo com a necessidade do curso e aprovada para CG/PROEX será apoiada com recursos destinados ao custeio de diárias de acordo com a legislação vigente Participação de professores e alunos em trabalhos de campo e coleta de dados no país A participação de professores e alunos em trabalhos de campo e coleta de dados no país será contemplada com os recursos destinados à cobertura das seguintes despesas: I - locação de veículos, serviços, material de consumo necessário ao desenvolvimento das atividades de campo, passagens e diárias para os professores (visitantes ou da própria IES); II - passagens, hospedagem, alimentação e locomoção urbana para os alunos. 1º Poderão ser custeados os gastos com combustível para proporcionar o deslocamento de professores e alunos na participação em trabalhos de campo somente se o veículo for da própria IES, alugado, ou formalmente cedido por pessoa jurídica. 2º Poderá ser financiada também a aquisição de passagens para todos os alunos regularmente matriculados que realizarem estágio em instituição nacional conforme estabelecido no Regulamento do PROEX (Clique aqui).

14 14 IV - DISPOSIÇÕES FINAIS 4.1 Trabalhos publicados em decorrência das atividades apoiadas pela CAPES deverão, necessariamente, fazer referência ao apoio recebido, com as seguintes notas: a) Se publicado individualmente: O presente trabalho foi realizado com o apoio da CAPES, entidade do Governo Brasileiro voltada para a formação de recursos humanos ; b) Se publicado em co-autoria: beneficiário de auxílio financeiro da CAPES Brasil. 4.2 Na aquisição de materiais e bens ou na contratação de serviços, o beneficiário deve seguir o princípio da economia de recurso, através do menor preço, efetuando pesquisa de mercado em no mínimo três estabelecimentos, observados os princípios da impessoalidade, moralidade e economicidade, objetivando o melhor aproveitamento possível do dinheiro público.

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