Centro de Observação das Dinâmicas Regionais

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1 A Região de Lisboa e Vale do Tejo em Números Centro de Observação das Dinâmicas Regionais CCDR LVT Dezembro de 2009

2 ÍNDICE 1. Introdução 3 2. Enquadramento 5 3. Análise por domínios estratégicos Território Pessoas Organizações Execução Estratégica do PORLisboa 15 Índice de Figuras 25 2

3 1. Introdução A Região de Lisboa e Vale do Tejo em Números, que aqui se apresenta, pretende fazer um retrato actualizado da realidade da Região, tendo por base um conjunto de indicadores de contexto seleccionados e disponibilizados pelas fontes oficiais (entenda-se Sistema Estatístico Nacional), bem como informação com origem em procedimentos administrativos do Programa Operacional Regional de Lisboa (PORLisboa), no âmbito do Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN). Apesar da configuração territorial para efeitos estatísticos e de QREN, em vigor desde 2007, fazer corresponder a NUTSII Região de Lisboa à Área Metropolitana de Lisboa (AML) - composta apenas pelas NUTSIII Grande Lisboa e Península de Setúbal - a área de intervenção da CCDR-LVT (Região de Lisboa e vale do Tejo) continua a ser composta pelas 5 NUTSIII (Sub-regiões: Grande Lisboa, Península de Setúbal, Médio Tejo, Oeste e a Lezíria do Tejo). A RLVT em Números privilegiou uma análise à escala das NUTSIII, destacando sempre a AML, e encontrase estruturada em torno de três domínios de monitorização: Território, Pessoas e Organizações. Este documento pretende ser mais um contributo na promoção de iniciativas de análise e reflexão estratégica sobre o desenvolvimento económico, social e territorial da Região, na senda dos trabalhos de reflexão estratégica desenvolvidos nos últimos anos e dos trabalhos no âmbito do Centro de Observação das Dinâmicas Regionais. 1 Região 5 NUTS III 51 Concelhos 526 Freguesias Tendo em conta que o grande desafio que se coloca à Região de Lisboa é o da renovação do seu modelo competitivo como forma de afirmação internacional do território, importa realizar reformas e ajustamentos ao nível do ensino e da formação, da qualificação, da inovação e da diferenciação das actividades tradicionais, apostar em novas actividades intensivas em tecnologias avançadas, com novas competências em recursos humanos e em Investigação e Desenvolvimento (I&D), promover a coesão social e a qualificação do 3

4 território, com especial atenção à sustentabilidade social e ambiental, procurando uma maior eficiência da governação. Para a concretização da Estratégia Regional Lisboa 2020, a execução do novo Programa Operacional Regional constitui um instrumento fundamental, ao qual não pode deixar de estar associado um robusto sistema de informação estatística para a sua permanente monitorização (operacional e estratégica) e análise das dinâmicas regionais, contribuindo decisivamente no apoio à decisão. Desta forma, revela-se pertinente conhecer a distribuição dos fundos comunitários a nível sub-regional, bem como a tipologia dos projectos financiados. 4

5 2. Enquadramento Figura 1 Indicadores gerais 2008 Portugal LVT AML Área (km 2 ) Densidade populacional (hab./km 2 ) População Residente (milhares) População anos (milhares) Proporção de população anos (%) 67,1 66,5 66,8 PIB (milhões de euro)¹ Peso no PIB nacional (%) VAB (milhões de euro)² Proporção do VAB nas actividades de Serviços* (%) ¹informação preliminar ²dados para 2007 Fontes: INE Anuário Estatístico; INE Contas Regionais O território da Região de Lisboa e Vale do Tejo corresponde a 13% do todo nacional, e concentra 34% da população do país. A Área Metropolitana de Lisboa (AML) corresponde a 3,2 % do território nacional e a sua população representa 27%. Assim, nos territórios em presença atingem-se em 2008 valores elevados de densidade populacional no caso da AML o valor era superior em 8 vezes à média nacional. A AML corresponde em 2008 a 37% do PIB nacional, com 27% da população em idade activa aí residente e com uma elevada participação do sector dos serviços no VAB gerado - dez pontos percentuais acima do valor nacional. 5

6 3. Análise por Domínios Estratégicos 3.1. Território A Região LVT e, particularmente a AML, mantém o efeito polarizador no território nacional com valores de densidade populacional elevados. A RLVT encerra, porém, realidades díspares no seu interior: enquanto a densidade populacional verificada na Grande Lisboa corresponde a hab/km², na sub-região da Lezíria do Tejo é apenas 58,4 hab/km². Figura 2 Indicadores do território 2008 Densidade populacional (Hab/km2) Variação da População Residente 2001/2008 (%) Alojamentos familiares clássicos (estimativas) variação (%) Portugal 115,4 2,8 7,2 AML 959,0 5,6 5,7 Grande Lisboa 1.475,0 4,0 5,1 Península de Setúbal 505,0 9,9 7,2 Oeste 163,9 6,8 8,3 Médio Tejo 100,2 2,4 6,0 Lezíria do Tejo 58,4 3,7 7,8 De acordo com as estimativas, a população continua a crescer nesta Região, com uma variação entre 2001 e 2008 bastante superior à média nacional. Apenas o Médio Tejo viu a sua população crescer a níveis inferiores aos nacionais. Fonte: INE, Anuário Estatístico É nas NUTSIII Península de Setúbal e Oeste que se evidencia uma maior variação do crescimento populacional nos últimos anos (9,9% e 6,8%), como também na variação do nº de alojamentos familiares clássicos: 7,2% e 8,3%, respectivamente. Destaque-se ainda uma variação populacional baixa na Lezíria do Tejo (3,7% em 7 anos), acompanhada de um crescimento significativo a nível regional do n.º de alojamentos familiares (7,8% em 5 anos). A representação cartográfica, à escala concelhia, da variação da população entre 2001 e 2008, revela dinâmicas diferenciadas dentro de cada subregião. Em termos gerais, os concelhos com ganhos de população mais acentuados correspondem àqueles localizados numa segunda coroa em torno do centro/lisboa. Lisboa e alguns dos concelhos na fronteira regional encontram-se em perda de população residente. Figura 3 Variação da População Residente 2001/2008 por concelhos da RLVT Fonte: INE, Anuário Estatístico Tratamento CCDR 6

7 A Região LVT tem vindo a consolidar a sua cobertura por infra-estruturas de abastecimento domiciliário de água, pelos sistemas de drenagem de águas residuais e pelas estações de tratamento de águas residuais (ETAR). Os níveis de cobertura da população são superiores na AML face ao total do país e situam-se já muito perto dos 100%. Essa situação não se verifica em termos uniformes nas restantes NUTS III, com destaque para a Lezíria do Tejo que regista valores abaixo da referência nacional nos três indicadores seleccionados. Figura 4 Embora as melhorias sejam significativas, haverá ainda algum esforço a fazer, em especial no sentido do alargamento da cobertura das populações por estações de tratamento de águas residuais na Região. Fonte: INE Anuário Estatístico Figura 5 No que respeita à recolha selectiva de resíduos urbanos, a evolução tem sido muito positiva em todas as sub-regiões de LVT. A AML destaca-se pelos níveis de recolha selectiva por habitante muito superiores aos nacionais e o Oeste pela melhoria significativa da sua posição relativa no contexto regional. 40,0 35,0 30,0 25,0 20,0 15,0 10,0 5,0 0,0 Resíduos urbanos recolhidos selectivamente por habitante (kg / hab.) Portugal AML Grande Lisboa P. de Setúbal Oeste Médio Tejo Lezíria do Tejo Fonte: INE Anuário Estatístico 7

8 3.2. Pessoas Figura 6 Contexto demográfico e social 2008 Portugal AML Grande Lisboa P. de Setúbal Oeste Médio Tejo Lezíria do Tejo Índice de Envelhecimento 115,5 108,1 110,7 101,4 124,1 160,8 147,8 Índice de dependência de idosos 26,3 25,9 26,6 24,1 28,3 33,4 32,2 Médicos por 1000 habitantes 3,7 5,3 6,4 2,3 1,3 1,5 1,7 Pop. estrangeira que solicitou o estatuto de residente por 100 habitantes* Proporção de casamentos entre portugueses e estrangeiros (%) Percentagem de beneficiários do Rendimento Social de Inserção 0,57 0,52 0,55 0,44 0,35 0,36 0,29 13,0 20,8 21,6 18,7 12,9 9,7 11,5 3,9 3 2,9 3,1 1,7 2,3 2,9 Poder de Compra per capita (PT=100)* ,9 147,9 108,3 88,1 83,0 90,5 Taxa de criminalidade* 37,7 46,7 47,1 45,5 5,9 8,2 15,2 Taxa de pré-escolarização** 79,8 68,9 72,9 58,7 85,7 95,4 89,3 Nº médio de alunos por computador no ensino básico** 7,9*** 9,1 8,9 9,9 8,6 6,1 7,6 Taxa de transição/conclusão do Ensino Secundário** 79,0 76,5 77,0 75,0 78,3 84,0 80,2 Diplomados em áreas científicas e Tecnológicas (por mil hab.) 16,3 20,3 24,2 10,5 1,2 9,4 3,7 Fonte: INE, Anuário Estatístico * dados para 2007 ** dados para ano lectivo 2007/08 *** Continente A Região de Lisboa e Vale do Tejo continua a apresentar um crescimento demográfico com algum significado, atraindo população nacional e estrangeira para o seu território. O processo de envelhecimento tem sido diferenciado no seu interior, com menor peso na Península de Setúbal (101,4), e maior no Médio Tejo (160,8). No entanto, o índice de dependência de idosos é na AML muito próximo do nacional - 25,9 e 26,3 - respectivamente. Nas sub-regiões do Oeste e, sobretudo, do Médio Tejo e da Lezíria do Tejo regista-se um envelhecimento importante, muito acima do registado no País e na AML. Para esse envelhecimento contribuíram, em parte, as baixas taxas brutas de natalidade. No ano de 2008, em termos nacionais, as taxas brutas de natalidade e de mortalidade são equivalentes. Na AML a natalidade é ainda superior à mortalidade, mas em situação oposta encontram-se as restantes sub-regiões de LVT, onde a mortalidade ultrapassa os valores da natalidade. Figura 7 8

9 Avaliando a oferta de serviços de saúde, através do indicador parcial médicos por 1000 habitantes (ver figura 6), a posição (mais) favorável globalmente apresentada para a AML incorpora porém desigualdades internas. Se a Grande Lisboa apresenta em 2008 um valor de 6,4 médicos por 1000 habitantes, já a situação na Península de Setúbal é inferior à do País (2,3 médicos por 1000 habitantes contra 3,7 em Portugal). A Grande Lisboa apresenta também os valores mais elevados de casamento entre portugueses e estrangeiros, onde essa percentagem no total dos casamentos celebrados é, em 2008, de cerca de 22%. No país esses casamentos representam apenas 13% do total. Na AML o índice de poder de compra per capita, em 2007, é superior ao valor de referência (Portugal =100). A Grande Lisboa apresenta um índice de 147,9 e a Península de Setúbal, situase bastante abaixo, apesar de se encontrar 8 pontos acima do valor nacional. As demais regiões de LVT revelam índices inferiores ao nacional. Comparando com o mesmo índice registado dois anos antes, verifica-se uma descida do índice na Península de Setúbal (115,7 em 2005) e alguma subida na Grande Lisboa (145,6 em 2005) face ao todo nacional. A título ilustrativo, a figura 8 revela diferenças significativas à escala concelhia. Figura 8 Poder de Compra per capita em 2007 por concelhos da RLVT Fonte: INE, Anuário Estatístico Tratamento CCDR A percentagem de beneficiários do Rendimento Social de Inserção (face à população residente) é, em 2008, e em todas as sub-regiões da LVT, inferior à percentagem verificada para o todo nacional. A sub-região com maior taxa é a Península de Setúbal (3,1%), com um valor ainda inferior à registada em Portugal (3,9%). A taxa de criminalidade, que relaciona o número de crimes e a população residente, é na AML (46,7) superior à taxa nacional (37,7). A criminalidade verificada nas demais regiões da LVT é relativamente baixa, em especial no Oeste, não atingindo sequer os 6%. 9

10 A AML apresenta, em 2008, valores superiores à média nacional no número de diplomados em áreas científicas e tecnológicas (20,3%), em termos relativos, considerando a população residente. Este valor deve-se sobretudo à Grande Lisboa, com 24,2%. As taxas de transição/conclusão no ensino secundário no ano lectivo de 2007/08 são, na AML, inferiores à taxa registada no Pais, 76,5% e 79%, respectivamente. As outras subregiões da LVT, apresentam taxas idênticas às nacionais. Quanto ao número de alunos por computador no ensino básico, os valores regionais são superiores ao valor médio de referência para o continente (7,9 alunos por computador), excepto no Médio Tejo e na Lezíria do Tejo. Em 2009, a AML concentra um pouco mais de um quarto da população activa do país, e apresenta também, no 3º trimestre de 2009, uma taxa de desemprego ligeiramente superior à média: 10,3% de desempregados. Figura 9 Indicadores do mercado de trabalho 3º trimestre 2009 Portugal AML População activa (milhares) 5.565, ,5 Taxa de actividade (15 e mais anos) 61,7 59,6 População empregada (milhares) 5.017, ,0 Taxa de emprego (15 e mais anos) 55,6 53,5 População desempregada (milhares) 547,7 145,5 Taxa de desemprego 9,8 10,3 Fonte: INE, Estatísticas do Emprego, Inquérito ao Emprego. A taxa de desemprego trimestral registada pelo Instituto Nacional de Estatística revela um aumento global dos níveis de desemprego (embora com oscilações) desde o quarto trimestre de 2000 até ao 3º trimestre de A AML registou taxas sempre superiores à taxa verificada para Portugal. Figura 10 * * Dada indisponibilidade de dados para o 4.º trimestre de 2009 optou-se pela última informação disponível à data (3º trimestre 09) 10

11 A análise dos dados produzidos pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) N.º de desempregados que se registaram nos Centros de Emprego na RLVT - embora seja informação diferente e parcelar da informação obtida através do INE, é útil por permitir uma caracterização do desemprego ao nível das NUTS III. A subida do nº de desempregados registados no IEFP de 2008 para 2009 acompanha a subida da taxa de desemprego do INE. Figura 11 * * Dada indisponibilidade de dados para Dezembro de 2009 optou-se pela última informação disponível à data (Setembro 09) O quadro seguinte permite caracterizar o conjunto dos desempregados inscritos nos Centros de Emprego, e reter que quase metade dos que se encontram nessa situação tinham entre os 25 e os 44 anos de idade, sem grandes diferenças entre as NUTS III analisadas. Destaque-se o nº de desempregados com ensino superior na Grande Lisboa (11%) e também no Médio Tejo (11,6%). Figura 12 Desemprego registado nos Centros de Emprego em LVT 3ºT09 LVT AML Grande Lisboa P. de Setúbal Oeste Médio Tejo Lezíria do Tejo Proporção dos desempregados que têm o ensino superior (%) 9,6 9,9 11,0 7,5 8,0 11,6 6,5 Proporção dos desempregados com habilitações inferiores ao ensino secundário (%) 66,8 65,8 64,0 69,9 70,5 65,7 74,2 Proporção do desemprego feminino (%) 5,1 5,0 5,0 5,2 5,5 5,7 5,1 Proporção do desemprego até 24 anos (%) 11,8 10,8 10,6 11,1 15,6 17,9 12,6 Proporção do desemprego anos (%) 48,5 48,9 48,7 49,3 48,0 48,5 44,6 Proporção do desemprego mais 45 anos (%) 39,7 40,3 40,6 39,6 36,4 33,7 42,8 Fonte: IEFP 11

12 3.3. Organizações A taxa de natalidade das empresas - que relaciona o número de empresas criadas com o número de empresas activas - é na AML em 2007 próxima da média nacional, embora o mesmo rácio, referido ao encerramento apresente valores um pouco superiores. Tal situação é reforçada com o valor inferior à média nacional para a taxa de sobrevivência ao fim de dois anos. Figura 12 Demografia empresarial 2007 Tx. Natalidade das empresas Tx. Mortalidade empresarial* Taxa de Sobrevivência (a 2 anos) Portugal 15,2 15,98 53,8 AML 16,9 18,1 48,8 Grande Lisboa 16,6 17,8 48,8 Península de Setúbal 18,1 18,9 48,7 Oeste 14,3 14,6 55,9 Médio Tejo 13,1 13,9 56,5 Lezíria do Tejo 15,0 15,7 53,7 Fonte: INE, Anuários Estatísticos * dados para 2006 Importa ter presente outros factores quando se analisam os rácios apresentados, designadamente: o elevado número de empresas localizadas no território; a sua importância no PIB nacional; a presença de sectores de actividade tecnologicamente mais avançados. São exemplos deste último aspecto a Proporção do VAB das empresas em sectores de alta e média-alta tecnologia e a Proporção dos nascimentos de empresas em sectores de alta e média-alta tecnologia, relativamente aos quais a AML se destaca com valores, para todos os indicadores, acima da média nacional. Figura 13 Dimensão económica 2007 Proporção do VAB das empresas em sectores de alta e média-alta tecnologia (%) Proporção do VAB das indústrias transformadoras com factores competitivos avançados (%) Proporção dos nascimentos de empresas em sectores de alta e média-alta tecnologia (%) Proporção de pessoal ao serviço em actividades de tecnologias da informação e da comunicação (%) Portugal 11,9 55,0 1,8 2,1 AML 16,2 63,9 2,6 3,7 Grande Lisboa 16,4 61,5 2,7 3,9 Península de Setúbal 14,6 72,3 2,2 2,4 Oeste 5,3 56,1 1,7 0,9 Médio Tejo 6,5 52,7 1,4 0,7 Lezíria do Tejo 5,7 44,1 1,6 0,7 Fonte: INE, Anuário Estatístico 12

13 Figura 14 Produto Interno Bruto, 2008 (preliminares) Em % do total de Portugal Em valor (milhares de euros) PIB per capita Índice de disparidade (Portugal=100) Portugal 100,0 15,7 100,0 AML 36,6 21,6 137,7 Grande Lisboa 31,0 25,5 162,2 Península de Setúbal 5,5 11,7 74,6 Oeste 3,2 14,7 93,4 Médio Tejo 1,8 12,8 81,3 Lezíria do Tejo 2,0 13,5 85,7 Fonte: INE, Contas Regionais A percentagem do PIB com origem na AML representa, em 2008, quase 37% do total, embora com uma grande diferença entre as contribuições da margem norte e da margem sul da AML para esse todo. O valor do PIB na Grande Lisboa é, nesse ano, 25,5 mil euros enquanto que o valor médio do país é 15,7 mil euros per capita. Quanto ao indicador da produtividade, medida pelo rácio VAB/Emprego, é na Grande Lisboa e na Península de Setúbal, em 2007, superior ao valor de referência nacional. Figura 15 Figura 15 mil euros 2,00 1,60 1,20 0,80 0,40 0,00 Figura 16 Evolução da % da Despesa em I&D no total do PIB Figura Portugal AML Grande Lisboa P ení nsula de Setúbal Oeste Médio Tejo Lezíria do Tejo A proporção da despesa em Investigação e Desenvolvimento (I&D) no total do PIB permite avaliar o esforço de investimento que tem sido feito nas actividades de investigação. Fonte: INE, AnuarioEstatístico Tem sido verificada uma evolução positiva deste esforço de investimento, tanto no contexto nacional, como no contexto específico da AML - bem acima da média nacional - embora com ritmos e valores diferenciados entre a Grande Lisboa e a Península de Setúbal. 13

14 Figura 17 A importância do turismo receptor na AML é superior à média nacional, a avaliar pela proporção de hóspedes estrangeiros registada em A Grande Lisboa constituiu um dos principais destinos turísticos do Pais o que também se pode comprovar pelo indicador dormidas em estabelecimentos hoteleiros por 100 habitantes. Turismo 2008 Proporção de hóspedes estrangeiros (%) Dormidas em estabelecimentos hoteleiros por 100 habitantes (n.º) Portugal 52,8 369,1 AML 62,3 298,3 Grande Lisboa 65,0 378,1 Península de Setúbal 36,9 93,3 Oeste 2,8 33,7 Médio Tejo 1,6 28,7 Lezíria do Tejo 23,0 41,6 Fonte: INE, Anuário Estatístico No que respeita ao comércio internacional verifica-se no seio da AML discrepâncias na relação entre a exportação e importação de mercadorias. Em 2008, a cobertura das importações pelas exportações na Grande Lisboa é de 25% enquanto que na Península de Setúbal regista claramente um sinal oposto (uma taxa de cobertura de 141%). Figura 18 Comércio Internacional, 2008 Taxa de cobertura das entradas pelas saídas (%) Proporção das saídas de bens de alta tecnologia no total das saídas (%) Portugal 62 6,4 AML 33 4,5 Grande Lisboa 25 5,1 Península de Setúbal 141 3,0 Oeste 66,6 0,38 Médio Tejo 69,4 0,48 Lezíria do Tejo 46,6 0,85 Fonte: INE, Anuário Estatístico 14

15 4. Execução Estratégica do PORLisboa O Programa Operacional Regional de Lisboa, para o período de programação , assenta nas grandes recomendações da política de coesão, do desígnio estratégico do QREN e ancora-se na Estratégia Regional Lisboa Para a CCDR-LVT importa avaliar o contributo do PORLisboa, enquanto instrumento financeiro, para a concretização dos principais desafios de desenvolvimento que se colocam à Região capital do país. Neste sentido, e tendo em conta a preocupação em reforçar a integração e a coesão entre as duas NUTSIII (Grande Lisboa e Península de Setúbal), torna-se aqui relevante regionalizar a apresentação dos dados relativos aos fundos estruturais. A monitorização e acompanhamento estratégico do PORLisboa devem articularse directamente com os Eixos Prioritários, Programas e Projectos da Estratégia Regional Lisboa Figura 19 Articulação entre os Eixos do PORLisboa e os Eixos da Estratégia Lisboa

16 Acompanhamento da execução estratégica do PORLisboa e seu contributo para a concretização da Estratégia Regional - Lisboa 2020 Ao longo dos últimos 2 anos, e à data de 30 de Setembro de 2009, o PORLisboa tinha aprovado 339 candidaturas, com um total FEDER no valor ,8 e um Investimento Elegível de ,3, com a seguinte repartição territorial: Grande Lisboa 233 Candidaturas aprovadas ,7 (FEDER) ,0 (Tot. Elegível) Não Regionalizáveis 24 Candidaturas aprovadas ,8 (FEDER) ,9 (Tot. Elegível) Península de Setúbal 82 Candidaturas Aprovadas ,1 (FEDER) ,3 (Tot. Elegível) 16

17 Eixo 1 Competitividade, Inovação e Conhecimento Objectivo 1 Qualificar o sistema científico e tecnológico e potenciar o acesso de instituições e empresas a recursos/programas internacionais de I&D Concursos: Sistema de incentivos de apoio à I&DT ; Economia digital e sociedade do conhecimento ; Sistema de apoio a infra-estruturas científicas e tecnológicas. PPrrooggrraamaa 11 LLi issbbooaa,, meet trróóppool lee ddee innoovvaaççããoo i ee ccoonnhheecci imeennt too Apostar na inovação e no conhecimento como factores competitivos a nível internacional. Criar redes institucionais entre diferentes agentes regionais, articular universidades, centros de investigação, parques empresariais e de ciência e tecnologia e, organismos da administração central No sentido de aumentar o volume de despesas e os recursos humanos em I&D, de forma a aproximar a AML dos níveis médios da UE, bem como procurar uma maior eficiência na transferência de tecnologia e aumentar os níveis de colaboração entre empresas e universidades, o PORLisboa tem canalizado financiamentos para qualificar o sistema científico e tecnológico e apoiar instituições e empresas em recursos de I&D. No âmbito do Plano Tecnológico da Educação, o PORLisboa tem também procurado apoiar a generalização da utilização das tecnologias de informação e comunicação, bem como das redes que as suportam, possibilitando que as mesmas sejam integradas nos processos de ensino e aprendizagem. Nº de candidaturas aprovadas: 94 Montante financeiro: ,1 (Feder) ,9 (Tot. Elegível) Distribuição Regional: 75 Candidaturas aprovadas ,0 (FEDER) ,2 (Tot. Elegível) Não Regionalizáveis 8 Candidaturas aprovadas ,9 (FEDER) ,5 (Tot. Elegível) 11 Candidaturas aprovadas ,1 (FEDER) ,2 (Tot. Elegível) 17

18 Eixo 1 Competitividade, Inovação e Conhecimento Objectivo 2 Apoiar a instalação de start-ups de base tecnológica e indústrias criativas e o desenvolvimento de PME em sectores estratégicos para a competitividade regional Concursos: Sistema de incentivos de apoio à inovação ; Sistema de incentivos de apoio à qualificação e internacionalização de PME ; Engenharia Financeira (SAFRI) PPrrooggrraamaa 11 LLi issbbooaa,, meet trróóppool lee ddee innoovvaaççããoo i ee ccoonnhheecci imeennt too Apostar na inovação e no conhecimento como factores competitivos a nível internacional. Criar redes institucionais entre diferentes agentes regionais, articular universidades, centros de investigação, parques empresariais e de ciência e tecnologia e, organismos da administração central De forma a apoiar a integração no mercado de trabalho de pessoas com qualificações médias e superiores, em especial no domínio das novas tecnologias e em I&D, procurando reforçar as industrias criativas e de média e alta tecnologia, e permitir aos agentes económicos enveredar por estratégias inovadoras que contribuam para direccionar a região para a economia do conhecimento, o PORLisboa tem apoiado a instalação de start-ups de base tecnológica e industrias criativas, bem como o desenvolvimento de PME em sectores estratégicos para a competitividade regional. Nº de candidaturas aprovadas: 102 Montante financeiro: ,2 (FEDER) ,8 (Tot. Elegível) Distribuição Regional: 84 Candidaturas aprovadas ,9 (FEDER) ,4 (Tot. Elegível) Não Regionalizáveis 3 Candidaturas aprovadas ,9 (FEDER) ,3 (Tot. Elegível) 15 Candidaturas aprovadas ,4 (FEDER) ,2 (Tot. Elegível) 18

19 Eixo 1 Competitividade, Inovação e Conhecimento Objectivo 3 Promover o processo de projecção competitiva da Região à escala internacional Concurso: Redes urbanas para a competitividade e inovação PPrrooggrraamaa 11 LLi issbbooaa,, meet trróóppool lee ddee innoovvaaççããoo i ee ccoonnhheecci imeennt too Apostar na inovação e no conhecimento como factores competitivos a nível internacional. Criar redes institucionais entre diferentes agentes regionais, articular universidades, centros de investigação, parques empresariais e de ciência e tecnologia e, organismos da administração central PPrrooggrraamaa 66 LLi issbbooaa,, meet trróóppool lee ddee tuurri t issmoo,, ppaat trri imóónni ioo ee ccuul ltuurraa Apostar em estratégias que promovam a competitividade da região através de um turismo alargado, diversificado e enriquecido, alicerçado na atractividade natural, patrimonial e cultural da região. Apoiar espectáculos e eventos culturais e desportivos para todos e com projecção internacional Reforçar a competitividade das cidades através de redes entre parceiros regionais, nacionais e internacionais, bem como promover uma maior colaboração entre empresas e universidades na transferência de tecnologia, conhecimento e inovação, ou ainda, no sentido de aumentar e qualificar a oferta de ensino profissional e tecnológico, através de uma maior articulação e financiamento da rede de escolas de ensino profissional, o PORLisboa tem apoiado redes que procuram promover o processo de projecção competitiva da Região à escala nacional e internacional. Nº de candidaturas aprovadas: 3 Montante financeiro: ,0 (FEDER) ,0 (Tot. Elegível) Distribuição Regional: 0 Programas Estratégicos aprovados Não Regionalizáveis 2 Programas Estratégicos aprovados ,0 (FEDER) ,0 (Tot. Elegível) 1 Programa Estratégico aprovado ,0 (FEDER) ,0 (Tot. Elegível) 19

20 Eixo 1 Competitividade, Inovação e Conhecimento Objectivo 5 Reforçar a governance regional Concurso: SAMA (modernização da administração pública) e Promoção e capacitação institucional PPrrooggrraamaa 11 LLi issbbooaa,, meet trróóppool lee ddee innoovvaaççããoo i ee ccoonnhheecci imeennt too Apostar na inovação e no conhecimento como factores competitivos a nível internacional. Criar redes institucionais entre diferentes agentes regionais, articular universidades, centros de investigação, parques empresariais e de ciência e tecnologia e, organismos da administração central PPrrooggrraamaa 55 LLi issbbooaa,, meet trróóppool lee qquuaal lificcaaddaa Apostar na reabilitação e revitalização das áreas desqualificadas e problemáticas, onde os problemas sócio-urbanísticos se concentram. Avançar com intervenções integradas e inclusivas, com a participação de De forma a combater a insuficiente flexibilidade de gestão da administração pública, contribuir para a sua modernização e para a redução dos custos públicos de contexto, e promover a criação de parcerias, o PORLisboa tem apoiado o reforço da governance regional. Nº de candidaturas aprovadas: 42 Montante financeiro: ,5 (FEDER) ,2 (Tot. Elegível) Distribuição Regional: 27 Candidaturas aprovadas ,5 (FEDER) ,5 (Tot. Elegível) Não Regionalizáveis 3 Candidaturas aprovadas ,1 (FEDER) ,3 (Tot. Elegível) 12 Candidaturas aprovadas ,8 (FEDER) ,4 (Tot. Elegível) 20

21 Eixo 2 Sustentabilidade Territorial Objectivo 6 Melhorar a sustentabilidade e as condições de mobilidade urbana e metropolitana de forma a garantir ganhos de produtividade total dos factores Concurso: Mobilidade territorial PPrrooggrraamaa 33 LLi issbbooaa,, meet trróóppool lee ccoonneecct taaddaa Apostar em projectos que contribuam para uma alteração dos equipamentos, processos e gestão da mobilidade, tornando-a mais inteligente, mais eficiente, amiga do ambiente e das pessoas Tendo em conta a forte desarticulação e ineficiência do sistema de transportes, com uma clara intensificação e crescente amplitude dos movimentos pendulares diários, com aumento da utilização do transporte individual a par da diminuição proporcional do transporte público, bem como o elevado nível das emissões de poluentes atmosféricos com origem no sistema de transportes, os esforços devem centrar-se na implementação de soluções inovadoras ao nível da mobilidade e dos transportes, recorrendo a sistemas inteligentes através da utilização sofisticada de tecnologias de informação, através de experiências piloto de reordenamento viário, de projectos à escala local, suportados em planos de mobilidade que promovam a transferência modal a favor da marcha a pé e dos transportes colectivos, e reforço dos transportes ecológicos. Neste sentido o PORLisboa tem contribuído para melhorar a sustentabilidade e as condições de mobilidade urbana e metropolitana. Nº de candidaturas aprovadas: 3 Montante financeiro: ,1 (FEDER) ,2 (Tot. Elegível) Distribuição Regional: 2 Candidaturas aprovadas ,1 (FEDER) ,1 (Tot. Elegível) 1 Candidatura aprovada ,0 (FEDER) ,1 (Tot. Elegível) 21

22 Eixo 2 Sustentabilidade Territorial Objectivo 7 Promover a eficiência e a sustentabilidade ambientais Concurso: Acções de valorização e qualificação ambiental ; Prevenção e gestão de riscos naturais e tecnológicos ; Acções de valorização do litoral ; Gestão activa de espaços protegidos e classificados PPrrooggrraamaa 22 LLi issbbooaa,, meet trróóppool lee aambbi ieennt taal lmeennt tee innt i teel liggeennt tee Apostar nos recursos ambientais enquanto factor de atractividade e competitividade. Salvaguardar, valorizar e criar riqueza. Destaque para a água e a natureza, valorizando os estuários do Tejo e do Sado. Promover projectos e acções que alterem os hábitos e comportamentos das pessoas e das organizações, apostando na eficiência energética e uso de energias alternativas A necessidade de adoptar metodologias, instrumentos e práticas que permitam elevar os padrões regionais de eficiência ambiental na actividade da administração pública, ou ainda reforçar a capacidade de monitorizar, vigilar e implementar mecanismos de prevenção ambiental e de riscos, salvaguardando os recursos naturais, os habitats e as espécies protegidas, e contribuir para a consolidação da estrutura metropolitana de protecção e valorização ambiental, o PORLisboa tem apoiado um vasto número de projectos que contribuem promover a eficiência e a sustentabilidade ambientais da AML. Nº de candidaturas aprovadas: 31 Montante financeiro: ,8 (FEDER) ,6 (Tot. Elegível) Distribuição Regional: 15 Candidaturas aprovadas ,1 (FEDER) ,1 (Tot. Elegível) Não Regionalizáveis 8 Candidaturas aprovadas ,9 (FEDER) ,8 (Tot. Elegível) 8 Candidaturas aprovadas ,8 (FEDER) ,6 (Tot. Elegível) 22

23 Eixo 2 Sustentabilidade Territorial Eixo 3 Coesão Social Objectivo 8 Promover parcerias para a regeneração urbana Concurso: Parcerias para a Regeneração Urbana para as áreas Bairros Críticos, Frentes Ribeirinhas e Marítimas e, Centros Históricos PPrrooggrraamaa 44 LLi issbbooaa,, meet trróóppool lee ppaarraa aass ppeessssooaass Apostar na qualificação do capital humano numa perspectiva integrada, tendo em conta as várias dimensões da vida. Garantir a educação como direito, reforçar o ensino tecnológico e profissionalizante, e incentivar o empreendedorismo PPrrooggrraamaa 55 LLi issbbooaa,, meet trróóppool lee qquuaal lificcaaddaa Apostar na reabilitação e revitalização das áreas desqualificadas e problemáticas, onde os problemas sócio-urbanísticos se concentram. Avançar com intervenções integradas e inclusivas, com a participação de todos Reconhecendo o acentuado desordenamento urbanístico e territorial, a existência de zonas pouco qualificadas e de grande número de bairros clandestinos, bem como a degradação do parque habitacional dos bairros sociais mais antigos, e tendo em conta o aumento das condições de vida degradadas, o agravamento das condições de acesso a alguns dos serviços básicos (em especial na saúde), o PORLisboa, em sintonia com as orientações da Politica de Cidades XXI, tem apoiado projectos integrados de parcerias para a regeneração urbana. Nº de candidaturas aprovadas: 18 Montante financeiro: ,1 (FEDER) ,7 (Tot. Elegível) Distribuição Regional: 7 Programas de Acção aprovados ,1 (FEDER) ,8 (Tot. Elegível) 11 Programas de Acção aprovados ,0 (FEDER) ,8 (Tot. Elegível) 23

24 Eixo 3 Coesão Social Objectivo 9 Apoiar a criação e desenvolvimento de serviços de proximidade dirigidos à população com necessidades especiais de apoio e promover a qualidade de vida e o bem-estar urbano Concurso: Requalificação da Rede Escolar do 1º Ciclo do Ensino Básico e da Educação Pré-Escolar PPrrooggrraamaa 44 LLi issbbooaa,, meet trróóppool lee ppaarraa aass ppeessssooaass Apostar na qualificação do capital humano numa perspectiva integrada, tendo em conta as várias dimensões da vida. Garantir a educação como direito, reforçar o ensino tecnológico e profissionalizante, e incentivar o empreendedorismo O insucesso escolar e o abandono em todos os níveis de ensino, o deficiente apetrechamento e qualidade das escolas públicas, exigem uma forte intervenção nesta área. Na AML, onde os problemas da inclusão e da coesão social estão muito presentes, torna-se necessário intervir ao nível do desenvolvimento e da criação de serviços de proximidade dirigidos às populações mais desfavorecidas e com necessidades especiais, de forma a promover uma maior qualidade de vida e bem-estar urbano. Nº de candidaturas aprovadas: 46 Montante financeiro: ,0 (FEDER) ,9 (Tot. Elegível) Distribuição Regional: 23 Candidaturas aprovadas ,0 (FEDER) ,9 (Tot. Elegível) 23 Candidaturas aprovadas ,0 (FEDER) ,0 (Tot. Elegível) 24

25 ÍNDICE DE FIGURAS N.º Designação Pág. 1 Indicadores Gerais Indicadores do Território Variação da População Residente por Concelhos da RLVT População Servida por Infra-estruturas RSU Recolhidos Selectivamente p/habitante Contexto Demográfico e Social Natalidade e Mortalidade Poder de Compra Concelhio / RLVT Indicadores do Mercado de Trabalho - 3º Trim Evolução da Taxa de Desemprego Evolução do Nº de Desempregados Registados nos Centros de Emprego Desemprego Registado nos Centros de Emprego da RLVT 3º Trim Demografia Empresarial Dimensão Económica Produto Interno Bruto Produtividade Evolução em % da Despesa em I&D no Total do PIB Turismo Comércio Internacional Articulação entre os Eixos do PORLisboa e os Eixos da Estratégia Regional Lisboa NOTA: Para uma análise mais detalhada e conhecimento da meta informação associada sugere-se a consulta dos sites das entidades indicadas: Instituto de Emprego e Formação Profissional Instituto Nacional de Estatística 25

26 A Região de Lisboa e Vale do Tejo em Números Centro de Observação das Dinâmicas Regionais

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