Relatório de Actividade RP&A 2012

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1 Relatório de Actividade RP&A 2012 Versão 24/06/2013

2 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO 2 EUROPEAN RECYCLING PLATFORM 3 PILHAS, ACUMULADORES E UTENTES DO SIGRP&A 4 REDE DE RECOLHA E TRATAMENTO DE RP&A 5 DESEMPENHO NA GESTÃO DO FLUXO RP&A 6 SENSIBILIZAÇÃO E COMUNICAÇÃO 7 INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO 8 DADOS FINANCEIROS 9 PROGRAMA PLURIANUAL PARA O BIÉNIO 2013/2014 2

3 INTRODUÇÃO O presente relatório anual resume toda a actividade levada a cabo em 2012 pela ERP Portugal, enquanto entidade gestora de RP&A (Resíduos de Pilhas e Acumuladores) no contexto social, ambiental, logístico, científico e financeiro. Estando licenciada para um Sistema Integrado de Gestão de Resíduos de Pilhas e Acumuladores (SIGRP&A) pelo Despacho 3862/2010 de 3 de Março, a ERP Portugal superou, mais uma vez, e de acordo com o estabelecido em sede de licença, as suas metas de recolha, demonstrando assim o sucesso da sua política de recolha, como forma de captação mais eficiente de RP&A, e complementando como veículo transmissor de um comportamento ambientalmente correcto. Em 2012 foram recolhidas 142 toneladas de RP&A, tendo sido atingidas as seguintes taxas de recolha 31,91% e 100%, RP&A Portáteis e Industriais, respectivamente. De salientar que a nível Europeu a ERP recolheu cerca de toneladas de RP&A desde Os resultados alcançados em 2012, e descritos ao longo deste relatório de actividades, consideram-se positivos, quer pelas quantidades de RP&A recolhidos, quer pela capacidade de gestão do sistema integrado, quer ainda no aumento de 20% no número de produtores de P&A que transferiram a responsabilidade pela gestão das suas obrigações em matéria de RP&A. 3

4 European Recycling Platform 4

5 2 EUROPEAN RECYCLING PLATFORM A European Recycling Platform (ERP) foi criada em 2002 como a primeira plataforma pan Europeia de reciclagem para implementar a Directiva da União Europeia em matéria de REEE. Os seus sócios fundadores (Electrolux, Hewlett Packard, Procter&Gamble e Sony) procuraram assegurar a implementação da Directiva Europeia de REEE, através de um modelo de custo eficiente, em benefício dos seus membros, utilizadores, clientes, e tendo sempre em consideração politicas com benefício para o ambiente e sociedade. Mais tarde, em 2009, este modelo foi aplicado também à gestão de RP&A. A ERP oferece os seus serviços, de uma forma directa, em treze países (Áustria, Alemanha, Dinamarca, Eslováquia, Espanha, Finlândia, França, Irlanda, Itália, Noruega, Polónia, Portugal e Reino Unido) em diversas fileiras, nomeadamente EEE, Pilhas e Acumuladores e mais recentemente Embalagem, fig.1. Áustria (desde 8/2005); Irlanda (desde 8/2005); Espanha (desde 12/2005); Polónia (desde 1/2006); Alemanha (desde 3/2006); Portugal (desde 5/2006); França (desde 11/2006); Reino Unido (desde 7/2007); Itália (desde 2/2008); Dinamarca (desde 7/2008); Finlândia (desde 1/2009); Noruega (desde 1/2011); Eslováquia (desde 6/2012) Figura 1 Países onde opera a Plataforma ERP 5

6 Ao fim de 9 anos de existência, a ERP enquanto modelo de desenvolvimento comum de gestão de resíduos, confirma as vantagens ao nível da excelência da qualidade do serviço prestado às entidades com quem colabora no processo de recolha de resíduos, aos utentes do seu sistema integrado, na interacção com os municípios e outras entidades públicas, e também na relação com os distribuidores. Possibilita ainda uma maior eficiência de custos, potenciando o desenvolvimento de estratégias de gestão de resíduos inovadores e possibilita novas oportunidades para dinamizar mercados de serviços de reciclagem, fomentando competências no mercado de gestão de resíduos. A ERP é gerida com a mesma visão dos seus fundadores no sentido de afirmar uma posição de liderança de mercado. O modelo de funcionamento da ERP, obedece a um conjunto de princípios fundamentais em matéria de gestão de resíduos, protecção da saúde e do ambiente e segurança, que são monitorizados regularmente, com base em dados (volume recolhido e tratado) e Indicadores chave de desempenho (recuperação e reciclagem), e sujeitos a processos de auditoria para avaliar o nível de desempenho do serviço. A European Recycling Platform foi responsável por mais de toneladas de Pilhas e Acumuladores (Portáteis e Industriais) recolhidos até ao final de A sua estrutura organizacional assenta numa hierarquia de departamentos, cuja derivação se faz a partir de um Conselho Central Europeu, fig 2. Figura 2 Estrutura Organizacional ERP 6

7 2.1 Actividade da ERP Portugal A ERP está operacional em Portugal desde 2006, tendo sido atribuída a licença para exercer actividade de Gestão de REEE a 27 de Abril desse ano pelo despacho conjunto nº 353 do Ministério da Economia e Inovação e do Ministério do Ambiente e Ordenamento do Território (prorrogada pelo Despacho 1650/2012 de 3 de Fevereiro). A 3 de Março de 2010 através do Despacho n.º 3862/2010 do Gabinete do Secretário de Estado do Ambiente, obteve a licença para a gestão de um sistema integrado de RP&A. A sua sede situa-se no Cento Empresarial Ribeira da Penha Longa, no concelho de Cascais. O objectivo da actividade é, entre outros, a redução da quantidade e do carácter nocivo de resíduos a eliminar, contribuindo para melhorar o comportamento ambiental de todos os intervenientes, em especial dos associados e utentes do seu sistema integrado, no ciclo de vida das pilhas e acumuladores. A ERP Portugal promove ainda a realização de estudos de I&D, campanhas de comunicação e de informação. 2.2 Órgãos Sociais da ERP Portugal Os órgãos sociais da ERP Portugal são compostos por um conjunto de 8 membros entre o Conselho de administração, Assembleia Geral, Conselho Fiscal. Figura 3 Composição Conselho Administração A Assembleia-Geral da ERP Portugal é constituída pelos Associados Fundadores e demais Associados, no pleno exercício dos seus direitos associativos e que tenham em dia o pagamento de todos os montantes devidos à ERP Portugal, fig. 4. Figura 4 Composição Assembleia Geral 7

8 A fiscalização da ERP Portugal compete a um Conselho Fiscal, que é composto por três membros efectivos eleitos pela Assembleia- Geral, fig 5. Figura 5 Composição Conselho Fiscal 2.3 Estrutura Executiva da ERP Portugal No decorrer de 2012 a ERP Portugal à semelhança do que aconteceu em mais 5 países da Plataforma, consolidou a internalização dos serviços de operações de cadeia de abastecimento iniciada em 2011, apresentando a sua estrutura executiva o seguinte modelo, fig 6: Figura 6 Composição Estrutura Executiva 8

9 Pilhas, Acumuladores e Utentes do SIGRP&A 9

10 3 PILHAS, ACUMULADORES E UTENTES DO SIGRP&A A ERP Portugal é responsável pela gestão de pilhas ou acumuladores portáteis e industriais (incorporáveis em Equipamentos Eléctricos e Electrónicos). A classificação de P&A é transversal a todas as entidades gestoras desta fileira, fig. 7: Figura 7 Tipos de P&A As P&A Portáteis definem-se como qualquer pilha, pilha botão, bateria de pilhas ou acumulador que seja fechado hermeticamente, possa ser transportado à mão e não seja uma bateria ou acumulador industrial, nem uma bateria ou acumulador para veículos automóveis, nomeadamente as pilhas constituídas por um elemento único, como, por exemplo, as pilhas AA e AAA, bem como as pilhas e acumuladores utilizados em telemóveis, computadores portáteis, ferramentas eléctricas sem fios, brinquedos e aparelhos domésticos. No que respeita às baterias ou acumuladores industriais, são as baterias concebidas exclusivamente para fins industriais ou profissionais ou utilizados em qualquer tipo de veículos eléctricos, designadamente os utilizados como fonte de energia de emergência ou de reserva nos hospitais, aeroportos ou escritórios, os concebidos exclusivamente para terminais de pagamento portáteis em lojas e restaurantes e para leitores de código de barras em lojas, os utilizados em instrumentação ou em diversos tipos de aparelhos de medição, os utilizados em ligação com aplicações de energias renováveis como os painéis solares e os utilizados em veículos eléctricos, como, por exemplo, carros, cadeiras de rodas, bicicletas, veículos utilizados nos aeroportos e veículos automáticos de transporte; 10

11 As P&A apresentam diversas vertentes que as caracterizam, sendo as principais apresentadas na tab 1. Tabela 1 Principais Características das P&A Química Chumbo Ácido Níquel Cádmio Níquel-metal hidreto Características Tecnologia simples e barata, em termos produtivos; Recarga simples e rápida; Baixos níveis de auto-descarga; Baixas densidades energéticas; A nova tecnologia SDA não requer manutenção dos dispositivos; Capazes de elevados níveis de descarga; Podem ocorrer fenómenos de instabilidade térmica resultando em incêndios se não forem recarregados correctamente; Permitem apenas um reduzido número de ciclos de carga e descarga, o que as torna úteis para aplicações estacionárias em que só raramente ocorrem descargas completas; Restrições de transporte das baterias de tecnologia mais antiga (aquosas) devido à probabilidade de derrame de ácido sulfúrico no meio ambiente. Recarga simples e rápida; Tempos de vida em prateleira elevados; Até 2000 ciclos de carga/descarga; Bons desempenhos a baixas temperaturas; A química com a melhor relação qualidade/preço actual, do mercado; Bons desempenhos de carga (a mobilidade iónica da química de NiCd permite recargas mesmo a abaixas temperaturas); Probabilidade de auto-descarga. Quando armazenada por longos períodos de tempo, necessita de ser recarregada; Sensíveis ao fenómeno de memória química se não descarregadas completamente, de forma periódica; Densidades energéticas relativamente baixas; Fácil acondicionamento e transporte (a maioria das companhias aéreas não requer condições de transporte especiais para esta química); Disponível em várias formas e dimensões sendo o formato mais frequente o cilíndrico. Recarga simples e rápida; Tempos de vida em prateleira elevados; Fácil acondicionamento e transporte (a maioria das companhias aéreas não requer condições de transporte especiais para esta química); Bons desempenhos a baixas temperaturas; Até 1500 ciclos de carga/descarga; Disponível em várias formas e dimensões sendo o formato mais frequente o cilíndrico; Densidades energéticas relativamente baixas; Sensíveis ao fenómeno de memória química se não descarregadas completamente, de forma periódica; Probabilidade de auto-descarga. Quando armazenada por longos períodos de tempo, necessita de ser recarregada; Bons desempenhos de carga (a mobilidade iónica da química de NiCd permite recargas mesmo a abaixas temperaturas); A química com a melhor relação qualidade/preço actual, do mercado. Iões de Lítio Recarga simples e rápida; 11

12 Química Características Disponível em várias formas e dimensões sendo o formato mais frequente o prismático; Densidades energéticas elevadas; Custo elevado. Cerca de 40% mais elevado do que as baterias homólogas de NiCd; Zinco- Carbono Alcalinas Zinco-óxido de Prata Probabilidade de auto-descarga. Quando armazenada por longos períodos de tempo, necessita de ser recarregada; Até 500 ciclos de carga/descarga; Bons desempenhos de carga; Sensível ao envelhecimento mesmo se não for usada. Este fenómeno pode ser minimizado com o armazenamento a baixas temperaturas; Sujeita a regulamentações especiais de transporte. O transporte de grandes quantidades de acumuladores de iões de Li pode ser sujeito a regulamentações em alguns países; Requer um circuito de protecção. Este circuito é limitador da voltagem e da corrente; Tecnologia ainda não inteiramente desenvolvida. Testes efectuados à mesma tipologia de baterias ainda não garantem a inteira reprodutibilidade de resultados; Menores impactos ambientais mas algumas considerações de segurança. A ruptura do invólucro de uma bateria de iões de Lítio pode causar projecção de chamas. Preço acessível variedade e disponibilidade; Ambientalmente mais segura (não utilizam materiais tóxicos); Ideais para utilização intermitente; A melhor relação custo/beneficio para pilhas primárias no mercado; Baixas taxas de auto descarga; Utilização limitada a um conjunto de aplicações portáteis de baixos requisitos energéticos. Preço acessível, variedade e disponibilidade; Ambientalmente mais segura (não usam metais tóxicos); Uso limitado a um conjunto de aplicações portáteis de baixos requisitos energéticos; Tempos de vida em prateleira elevados (10 anos); Baixas taxas de auto-descarga. Baixas taxas de auto-descarga; Elevado custo e baixa disponibilidade; Uso limitado a um conjunto de aplicações portáteis de baixos requisitos energéticos; Ideal para aplicações miniaturizadas. Utentes do SIGRP&A da ERP Portugal No ano de 2012 a ERP Portugal firmou contrato com 12 novos produtores de P&A, totalizando no final do ano cerca de 62 produtores que transferiram a responsabilidade pela gestão de acordo com o disposto legalmente, verificando-se um aumento de 20% face ao ano transacto. Os utentes do SIGRP&A gerido pela ERP Portugal encontram-se repartidos pelos tipos de P&A da seguinte forma graf. 1: 12

13 Gráfico 1 Distribuição dos utentes do SIGRP&A pelos tipos de P&A No Anexo I são identificados os produtores, bem como a data a que produz efeitos a transferência de responsabilidade. No capítulo Desempenho na Gestão do Fluxo RP&A apresentam-se, entre outras, as quantidades de P&A colocadas no mercado nacional por tipo de P&A. O montante das prestações financeiras a que deram lugar é apresentado no capítulo Dados Financeiros. As quantidades declaradas à ERP Portugal, apuradas após 31/12/2012, são apresentadas por tipologia e química na tab 2. Tabela 2 Quantidades Declaradas por Tipologia e Química Tipologia Composição Química Total (Ton) Zinco-Carbono 0,92 Alcalinas 3,73 Lítio 147,91 P&A Portáteis Iões de Lítio 0,60 Níquel-cádmio (NiCd) 11,92 Níquel-metal-hidreto (NiMH) 0,06 Óxido de prata 12,10 Chumbo-ácido 0,47 Total 177,70 P&A Industriais Chumbo-ácido 87,11 OUT 0,06 Total 87,18 13

14 Rede de e Tratamento de RP&A 14

15 4 REDE DE RECOLHA E TRATAMENTO DE RP&A No final de 2012 a rede recolha da ERP Portugal era composta por um total de 805 pontos de recolha de RP&A portáteis, que incluíam instalações de SMAUT s, distribuidores e operadores privados. Relativamente a 2011, o referido total de pontos de recolha conduziu a uma ligeira diminuição (cerca de 0,6%) no rácio médio nacional de habitantes por pontos de recolha, como demonstra a seguinte distribuição por distrito obtida em 2012, graf. 2. Gráfico 2 Rácio Habitantes por em Dezembro 2012 Em 2012 verificou-se na Região Autónoma dos Açores um aumento de 45% no número de pontos de recolha face a Na Região Autónoma da Madeira não existiu rede de recolha implementada por se aguardar contrato com a Valor Ambiente de REEE para podermos também recolher RP&A de acordo com os números 6.3 e 6.4 do Apêndice C da Licença concedida à ERP Portugal. No Anexo II apresentam-se os 805 pontos de recolha que constituíram a rede de recolha de RP&A portáteis da ERP Portugal em

16 Quanto aos centros de recepção de RP&A portáteis e industriais, a ERP Portugal consolidou a sua actividade na rede de recolha através das seguintes instalações, tab 3. Tabela 3 Centros de Recepção Dezembro 2012 Centro de Recepção A Socorsul - Comércio e Revalorização de Embalagens, Lda. Ambitrena - Valorização e Gestão de Resíduos, S.A. Constantino Fernandes Oliveira & Filhos, SA ECO.PATROL, Lda ECOBEIRÃO - Sociedade de Tratamento de Resíduos do Planalto Beirão S.A. G.A.R. - Valorização e Gestão de Resíduos, Lda. LIPOR - Serviço Intermunicipalizado de Gestão de Resíduos do Grande LNB CAR- Carmo Benta, Lda. Metas & Prioridades, Lda. Mirapapel, Lda. Resulima - Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos, S.A. Varela & Ca Lda. - Faial Varela & Ca Lda. - S. Miguel Varela & Ca Lda. - Terceira Tipologia de RP&A RP&A Portáteis e Industriais RP&A Portáteis RP&A Industriais RP&A Portáteis e Industriais RP&A Portáteis RP&A Portáteis RP&A Portáteis RP&A Portáteis e Industriais RP&A Portáteis e Industriais RP&A Portáteis e Industriais RP&A Portáteis RP&A Portáteis RP&A Portáteis RP&A Portáteis Localidade Loures Pontinha Pedroso Setúbal Campo de Besteiros Oliveira de Azeméis Gondomar Póvoa de Varzim Sintra Mirandela Vila Nova de Anha Horta Ponta Delgada Angra do Heroísmo No que respeita às actividades de recolha e transporte durante 2012, foi utilizada a seguinte rede de operadores de transporte de RP&A, tab 4. Tabela 4 Operadores de Transporte Operador de Transporte Tipologia de RP&A Localidade Metas & Prioridades, Lda. RP&A Portáteis Sintra Luís Simões, S.A. RP&A Portáteis Loures Varela & Ca Lda. RP&A Portáteis Ponta Delgada Constantino Fernandes Oliveira & Filhos, S.A. RP&A Industriais Pedroso 16

17 Na tab 5 apresentam-se as instalações de destino de tratamento dos RP&A portáteis e industriais recolhidos. De salientar que a rede de operadores de tratamento, reciclagem e eliminação evoluiu de uma unidade de RPA Industriais em 2011, para duas unidades em 2012, uma de RPA industriais e outra de RPA portáteis. Tabela 5 Operadores de Tratamento Operadores de Tratamento Tipologia de RP&A Localidade Exide Technologies Recycling II, Lda. RP&A Industriais Azambuja Recypilas, S.A. RP&A Portáteis Asua-Erandio (Espanha) 17

18 Desempenho na Gestão do Fluxo RP&A 18

19 5 DESEMPENHO NA GESTÃO DO FLUXO RP&A Em 2012 foram recolhidas 53,34 toneladas de RP&A portáteis e 83,33 toneladas de RP&A industriais, tendo-se superado as metas de recolha impostas em sede de licença e considerando a fórmulas de cálculo prevista no DL 6/2009 de 6 de Janeiro, tab 6 e 7. Tabela 6 de RP&A Portáteis P&A Portáteis Colocadas no Mercado (t) 196,88 134,10 170* (t) 53,34 Taxa de recolha** 31,91% *Estimativa **Devendo ser aplicada a fórmula do DL 6/2009: Taxa de recolha = 3 R3/(V1 + V2 + V3) Tabela 7 de RP&A Industriais 2012 P&A Industriais Colocadas no Mercado (t) 87,18 (t) 88,33 Taxa de recolha** >100% As recolhas de RP&A apresentaram a seguinte distribuição em termos de canais de recolha, tab 8 e 9. Tabela 8 s de RP&A Portáteis Canal RP&A Portáteis Quantidades (Ton) SMAUT Recicladores 3.98 Escolas 7.84 Distribuição 5.00 Centros Recepção Total Tabela 9 s de RP&A Industriais Canal RP&A Industriais Quantidades (Ton) Centros de Recepção Total

20 Na tab 10 apresentam-se os quantitativos de RP&A portáteis e industriais recolhidos por sistema químico. Tabela 10 Quantitativos de RP&A recolhidos por química PORTÁTEIS Chumbo - Ácido Niquel - Cádmio Restantes Total Unid. Ton Unid Ton Unid Ton Unid Ton 149 0, , , ,34 INDUSTRIAIS Chumbo - Ácido Niquel - Cádmio Restantes Total Unid. Ton Unid Ton Unid Ton Unid Ton , ,33 Em 2012 foram encaminhados para tratamento e reciclagem Kg de RP&A portáteis e KG de RP&A industriais, respectivamente, para as instalações da Recypilas e da Exide. No tratamento dos referidos volumes, os operadores de tratamento asseguraram o cumprimento dos rendimentos mínimos de reciclagem legalmente exigidos para cada tipologia química de RP&A, tendo atingido valores de rendimento apresentados na tab 11 calculados de acordo com a metodologia descrita na tab 12. Tabela 11 Quantitativos de RP&A tratados por química RP&A Portáteis RP&A Industriais Tipologia Química Chumbo- Ácido Niquel- Cádmio Restantes Total 1 Chumbo- Ácido Niquel- Cádmio Restantes Total 2 Quantidade Total Enviada a Tratamento (KG) Rendimento de Reciclagem Legal Mínimo Rendimento de Reciclagem Atingido % 75% 50% - 65% 75% 50% - 66,45% 75,00% 59,64% - 68,80% A totalidade das RP&A Portáteis foram enviadas para a REcypilas S.A. toneladas que foram sujeitas a operações R4 2 A totalidade das RP&A Portáteis foram enviadas para a Exide Technologies Recycling II, Lda que foram sujeitas a operações R4 e R13 Tabela 12 Metodologia de cálculo de rendimentos de reciclagem 20

21 Composição Química Unidade de Tratamento Metodologia/fórmula de cálculo usada Chumbo-ácido (Portáteis) Níquel-cádmio (Portáteis) Outros resíduos (Portáteis) Recypilas Recypilas Recypilas Rendimento de Reciclagem (Pb-ácido) = Quantidade de Pb-Ácido X Rendimento Reciclagem Rendimento de Reciclagem (Ni Cd) = Quantidade de Ni Cd X Rendimento Reciclagem Rendimento Reciclagem = n i=1 Composição (química) i X Rendimento reciclagem (química) Chumbo-ácido Exide Regulamento da Comissão 493/2012 de 11/06/2012 (Industriais) 1 -Onde "n" é o tipo de química com excepção de Ni cd e Chumbo Acido Tabela 13 - Materiais resultantes do tratamento 21

22 Sensibilização e Comunicação 22

23 6 SENSIBILIZAÇÃO E COMUNICAÇÃO As campanhas desenvolvidas no âmbito da comunicação e sensibilização durante o ano de 2012 caracterizam-se por um forte investimento em dinâmicas implementadas no terreno, envolvendo os diversos públicos-alvo na mensagem e provocando comportamentos correctos utilização do Depositrão como canal de encaminhamento de REEE e pilhas usadas, por exemplo. Podendo os RP&A fazer parte integrante de diversos REEE recolhidos e tratados pela ERP Portugal, é evidente a associação e relação de ambos os fluxos específicos de resíduos, o que se reflecte, também, nas acções conduzidas em matéria de sensibilização ambiental. Deste modo, em todos os esforços comunicacionais que compõem o ano em análise, a nossa mensagem remete para REEE e RP&A (sinergias entre acções/campanhas). Entre campanhas que já integram o nosso portfólio (Geração Depositrão) e outras que nascem com o objectivo de informar e alertar a população para a temática (ERP Remember Cascais ou ERP Green Run), a directriz da sensibilização continua a revelar-se importante para a actividade da entidade gestora. As páginas que se seguem descrevem as iniciativas de comunicação e sensibilização do ano de Geração Depositrão A campanha Geração Depositrão é desenvolvida em parceria com a ABAE (Associação Bandeira Azul da Europa), dirigindo-se, às Eco-Escolas nacionais, de todos os níveis de ensino (Jardins de Infância até Ensino Superior). O ano de 2012 abraça a 4ª edição (iniciada em 2011 e concluída em 2012) e a 5ª edição que terminará em 2013, participando mais de 600 escolas e alunos, graf. 3. Gráfico 3: Balanço do total de escolas inscritas nas edições 4 e 5 da campanha Geração Depositrão. 23

24 Na Geração Depositrão todas as escolas participam na recolha de REEE e RP&A (actividade obrigatória), podendo, também, responder a enunciados de trabalhos criativos sobre ambos os fluxos de resíduos. A única excepção verifica-se na região autónoma da Madeira, em que as escolas apenas se dedicam aos trabalhos criativos. Em matéria de patrocinadores, as marcas Orima e Worten estão associadas a ambas as edições, sendo que na última juntou-se a marca Pingo Doce, agradecendo a ERP Portugal a participação da Electrolux e do Grupo Os Mosqueteiros na 4ª edição, Fig 8. Figura 8 - Imagem da 4ª e 5ª Edição geração depositrão Actividade de Na 4ª edição, a recolha de pilhas e baterias usadas e de REEE de pequenas dimensões foi transversal a todo o ano lectivo. Contudo, e na 2ª fase, foi possível às escolas apuradas recolher, também, REEE de maior porte, tais como máquinas de lavar ou frigoríficos, Fig 9. Figura 9: Fases de apuramento das escolas na 4ª edição da campanha actividade de recolha Durante esta edição foram recolhidos mais de kg de resíduos (7.840 kg de RP&A), dando lugar a várias cerimónias de entrega dos prémios respectivos, nas escolas em questão, entre os dias 22 e 30 de Outubro. Assim, os prémios contemplados nesta edição foram: 24

25 1ª fase - apuramento de 70 escolas 10 escolas Açorianas, 20 escolas de cada uma das regiões Norte, Centro e Sul Prémio diciopédias oferecidas pelo Grupo Os Mosqueteiros 2ª fase selecção de 8 escolas 2 escolas de cada uma das 4 regiões (Açores, Norte, Centro e Sul) Prémios máquina de café Orima e 1000 em equipamentos das lojas Worten Na 5ª edição resultarão 6 escolas vencedoras, a nível nacional - 3 escolas em créditos totais e 3 escolas em créditos por aluno. Nesta edição, introduzimos um sistema de créditos que, por sua, vez, divergem com base nas categorias recolhidas. No que respeita às pilhas usadas, 100 quilogramas de pilhas em fim de vida equivale a 70 créditos. Actividades Criativas As actividades criativas estão incluídas no projecto Geração Depositrão, motivando o conhecimento mais aprofundado do tema da gestão de REEE e RP&A. Decorrendo paralelamente à recolha de resíduos, alunos e professores empenham-se na elaboração destes trabalhos, de acordo com o nível de escolaridade, graf. 4. Gráfico 4: Percentagem de escolas participantes nas actividades criativas 4ª e 5ª edições da campanha Geração Depositrão. Nesta edição foram atribuídos os seguintes prémios: 1º escalão (EB1 e EB2) - kit campismo (saco-cama, tenda e mochila) e miniatura EEE 2º escalão (EB3, Ensino Secundário e Superior) - bilhetes Festival Sudoeste TMN (com estadia ZMAR) Alguns exemplos de trabalhos vencedores: Figura 10 - EB1/JI Prof. Dr. Ferrer Correia e EB23 Gafanha da Nazaré 25

26 Peças de Comunicação Para além do site dedicado à campanha (descrição e objectivos, actualização do ranking das recolhas, entre outros conteúdos), as escolas têm acesso a diversas peças de comunicação que auxiliam na divulgação da campanha, entre as quais: Figura 11 - Brochura informação mais desenvolvida sobre a ERP Portugal e a gestão de REEE e RP&A Figura 12 - Flyer distribuição à comunidade escolar e população envolvente 6.2 ERP Remember Cascais Enquadrado na estratégia de comunicação e sensibilização da ERP Portugal, surge o patrocínio do ERP Remember Cascais, Festival de música dos anos 80 que decorreu em Cascais, nos dias 7 e 8 de Setembro. Este evento foi fortemente divulgado nos mass media levando a mensagem da ERP Portugal a milhões de portugueses. Figura 13 - Imagem da 4ª e 5ª Edição geração depositrão Os dias do festival foram uma oportunidade de excelência para sensibilizar o target para a correcta gestão de REEE e RP&A, a ERP Portugal apostou na activação da marca em diversos pontos de contacto com o público, nomeadamente através de photopoints, lonas decorativas, acções no relvado, entre outras dinâmicas, patentes nas imagens abaixo: 26

27 Figura 14 - Imagens da do ERP Remember Cascais Às pessoas que marcaram presença e tiveram contacto directo com a mensagem, deveremos acrescentar o target visado através de peças noticiosas sobre o evento e, consequentemente, sobre a missão da ERP Portugal (ROI superior a ). Para além do patrocínio da ERP Portugal, o espectáculo contou com o apoio da Câmara Municipal de Cascais, ficando a organização a cabo da empresa Palco Primavera. 6.3 ERP Green Run A iniciativa ERP Green Run foi organizada pela ERP Portugal reforçando o tema da saúde ambiental (reciclagem) e associando-lhe a componente social. Este evento desafiou corredores profissionais (percurso de 10km) e amadores/famílias (percurso de 3,5km), premiando os melhores desempenhos em ambas as categorias. A condição base para a participação implicava a entrega de pequenos electrodomésticos e pilhas em fim de vida, validando a inscrição previamente registada online ou através dos parceiros sociais Associação Apoio Social Nossa Senhora das Neves e CADIn (Cascais). Como reconhecimento do empenho notório destas duas instituições locais (inscrições na corrida), foram doados a cada uma, valor a utilizar na gestão das suas actividades. Cerca de 1000 corredores coloriram os percursos sugeridos, dando a mão aos dois pilares da sustentabilidade ambiente (reciclagem de REEE e RP&A) e social (donativo às instituições). 27

28 Figura 15 - Imagens da ERP Green Run Mais uma vez, o envolvimento activo do target foi factor de destaque, incutindo comportamentos correctos no conjunto de preocupações a considerar. 6.4 Campanhas de Semana do Ambiente PT Sendo a recolha o objectivo máximo das campanhas de comunicação e sensibilização (comportamento ambiental despertado), algumas iniciativas foram lançadas, entre as quais destacamos a comemoração da semana do Ambiente, nos edifícios da PT. Esta acção de comunicação (17 a 28 de Setembro) estimulou a participação dos colaboradores do grupo que utilizaram o Depositrão para encaminhar as suas pilhas usadas e/ou pequenos REEE. As recolhas realizadas nas lojas durante o mesmo período também foram consideradas nesta dinâmica. Protocolo CNE No dia 8 de Agosto, a ERP Portugal assinou um protocolo de colaboração com o CNE (Corpo Nacional de Escutas), integrando os seus seguidores na recolha activa de REEE e RP&A. Consequentemente, os diversos pontos Depositrão serão premiados de acordo com o peso recolhido destes tipos de resíduos, a partir de O Grupo Os Mosqueteiros também participa nesta iniciativa e será responsável pela atribuição de cabazes de bens essenciais, de acordo com o peso conseguido por cada ponto Depositrão. 28

29 6.5 Eventos de Educação Ambiental A educação ambiental define o posicionamento da ERP Portugal, materializando-se em acções calendarizadas, nas quais o eixo da mensagem incide no fluxo dos REEE e RP&A, sobretudo no que respeita aos canais de encaminhamento. Posteriormente, enumeramos as acções desta natureza que decorreram em 2012: Dia Mundial do Ambiente jogo sobre a reciclagem de ambos os fluxos de resíduos, no Jardim Municipal de Miraflores (parceria com a Câmara Municipal de Oeiras), em que participaram mais de 500 crianças de escolas do 1º Ciclo; Verão Depositrão em Julho e Agosto, cerca de 600 crianças das escolas de Mafra jogaram no areal de duas praias do Concelho, aprendendo a reciclar (parceria com a Câmara Municipal de Mafra); Sessões de esclarecimento para escolas entre Abril e Junho, participámos em diversas acções informativas, dirigidas a cerca de 1000 participantes, distribuídos por alunos do Ensino Básico e Secundário (por exemplo Colégio Vasco da Gama, EB23/Secundária Gama Barros). 6.6 Centro de Sensibilização Ambiental Este espaço recebe visitas de escolas de todos os níveis de escolaridade, tendo-se verificado uma maior adesão de escolas do 1º e 2º Ciclos do Ensino Básico. Com um total de 72 visitas oriundas, acima de tudo, dos concelhos vizinhos como Sintra ou Oeiras, os participantes conhecem a realidade da gestão de REEE e RP&A, ou seja: a. O que são estes tipos de resíduos b. Canais correctos de encaminhamento c. Fases do fluxo de gestão d. O que resulta da sua reciclagem Figura 16 - Imagens do Centro de Sensibilização 29

30 A interacção com os participantes é um dos requisitos da visita, promovendo uma aprendizagem mais direccionada para o target (adaptação do formato da mensagem às características e necessidades de informação). 6.7 Comunicação Institucional A ERP Portugal tem investido em ferramentas de comunicação que incluem conteúdos sobre a gestão de REEE e RP&A. O Boletim trimestral e o postal mensal são exemplos destas ferramentas, dirigidas aos nossos Utentes, parceiros e entidades de relevo no sector. Figura 17 e 18- Boletim Trimestral e Postal Mensal 6.8 Comunicação online A comunicação online permite a actualização permanente da informação que pretendemos transmitir. Logo, os canais utilizados para o efeito são: Website A juntar à informação residente, de cariz institucional (legislação e pontos de recolha, entre outros), as notícias são introduzidas para completar as dinâmicas implementadas no terreno, ampliando o leque de pessoas visadas. Este suporte serve, também, para direccionar os cibernautas para conteúdos específicos (micro-sites), tais como campanhas especiais (Geração Depositrão). Facebook A plataforma Facebook já conquistou cerca de 300 fãs. Através desta rede social é possível divulgar as iniciativas da ERP Portugal, promovendo a sua disseminação e constante actualização. 30

31 6.9 Resultados Os resultados dos investimentos em comunicação e sensibilização são medidos segundo duas avaliações: Target directamente envolvido nas acções número de participantes; ROI (Return on Investment) valor do espaço de notícias sobre a ERP Portugal. A tab 14 decompõe target atingido directamente pelas acções levadas a cabo, relacionadas coma gestão de RP&A: Tabela 14 Distribuição do target directamente atingido com as acções de comunicação e sensibilização gestão de RP&A Acção/Campanha Target (directo) ERP Remember Cascais ERP Green Run Geração Depositrão CNE Centro de Sensibilização Ambiental Acções diversas Website visitas Facebook 300 "amigos" Em matéria de ROI, o maior valor regista-se nas notícias sobre o ERP Remember Cascais (mais de ), tal como podemos observar, tab 15. Tabela 15: Distribuição do ROI, de acordo com os temas comunicados no âmbito da gestão de RP&A. Acção/Campanha ROI ( ) ERP Remember Cascais Geração Depositrão Corporate Depositrão CNE ERP Green Run 587 Centro de Sensibilização Ambiental 57 O trabalho dos órgãos de comunicação social é o espelho das iniciativas da ERP Portugal, revelando-se fundamental para projectar a mensagem e ampliar o seu efeito. 31

32 Investigação e Desenvolvimento 32

33 7 INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO 7.1 Projecto Prémio Anual Universitário ERP Portugal Eco Sustainability Award. O ERP Eco Sustainablity Award 12 foi um dos projectos de I&D promovidos pela ERP Portugal. Tendo como target as Universidades nacionais (33 estabelecimentos do Ensino Superior receberam a apresentação e divulgação desta iniciativa), foram avaliados diversos trabalhos sobre o tema da gestão de RPA e REEE, nomeadamente em áreas de investigação como operações, engenharia, ambiente ou marketing. Num total de 19 projectos apresentados a concurso, que se encontram disponíveis para consulta em venceu o trabalho Quantas pilhas tenho nos meus brinquedos e jogos e para onde vão?, da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, tendo recolhido a unanimidade do júri, composto por: Inês Diogo Sub-Directora Geral da APA (Agência Portuguesa do Ambiente) Matias Rodrigues Director Geral ERP Espanha Ricardo Neto Director Ibérico ERP Rosa Peres Directora Comercial ERP Portugal Telmo Vieira Partner PremiValor Consulting Considerando as regras do concurso foram entregues a titulo de bolsa à Professora responsável e distribuídos pelos membros do grupo (4 alunos). A Faculdade de Engenharia da Universidade do recebeu a menção honrosa, resultado da exploração da dissertação acerca da Avaliação de uma Metodologia para a Recuperação de Metais de Placas de Circuitos Impressos. Na cerimónia de entrega dos prémios (21 de Novembro, Casa das Histórias Museu Paula Rego, em Cascais), contámos com as apresentações dos grupos. 33

34 Dados Financeiros 34

35 8 DADOS FINANCEIROS 8.1 Demonstração de Rendimento e Gastos 2012 Rendimentos ECORP&A - Portáteis ECORP&A - Industriais Outros Total Gastos Custos Gerais e Administrativos RP&A Gestão RP&A-, Consolidação, Armazenagem Gestão RP&A- Transporte Gestão RP&A- Tratamento Sensibilização e Comunicação RP&A Investigação e DesenvolvimentoRP&A Amortizações Total Resultado À data de 31 de Dezembro de 2012, a actividade de gestão de RP&A apresenta um resultado (antes de impostos) de Contribuições Recebidas dos Produtores No decorrer do ano de 2012, as contribuições recebidas dos produtores relativas a P&A ascenderam a Deste montante, 62% refere-se a P&A portáteis, sendo os restantes 38% relativos a P&A industriais: 35

36 2012 Tipo P&A Alcalinas Zinco Carbono 451 Litio e Outras 369 Botão 420 NIMH NiCd 22 Iões de Litio Chumbo ácido P&A Portáteis Chumbo ácido e outras P&A Industriais Total Custos Incorridos com a Gestão de RP&A A actividade de gestão de resíduos de pilhas e acumuladores por parte da ERP Portugal, beneficia da partilha de custos com a actividade de gestão de resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos. Em 2012, os custos incorridos com a gestão de P&As ascenderam a Custos Custos Gerais e Administrativos RP&A Gestão RP&A-, Consolidação, Armazenagem Gestão RP&A- Transporte Gestão RP&A- Tratamento Sensibilização e Comunicação RP&A Investigação e DesenvolvimentoRP&A Amortizações Total Deste valor global, (37%) respeitam a actividades de recolha, armazenagem e consolidação, transporte e tratamento de resíduos. Os custos administrativos e de estrutura ascenderam a (34% dos custos totais). Estes valores referem-se, essencialmente, a custos com pessoal, renda, comunicações, despesas jurídicas, despesas de contabilidade e auditoria, apoio prestado pela ERP SAS e taxas legais. Em 2012 foram despendidos em acções de sensibilização e comunicação. Estas acções resultam de uma partilha de actividades com a gestão de REEE, sendo de destacar: 36

37 As campanhas desenvolvidas pela ERP Portugal incluem acções específicas relativas a pilhas e acumuladores, bem como a adaptação das peças de comunicação já existentes. No que respeita à rubrica de Investigação e Desenvolvimento, foram despendidos cerca de 1.612, sendo este montante relativo ao desenvolvimento e promoção dos Eco Sustainability Awards As amortizações, no montante de cerca de 6.953, são relativas a despesas de instalação e ao sistema informático desenvolvido para a gestão comercial e financeira do fluxo de P&A. Para dar cumprimento ao ponto 15.1 do Apêndice F da licença, apresenta-se abaixo os custos incorridos de acordo com a estrutura requerida: 2012 Custos Custos Estrutura RP&A Gestão RP&A- Transporte Gestão RP&A- Outros Sensibilização e Comunicação RP&A Investigação e DesenvolvimentoRP&A Total Balanço da ERP Portugal De seguida, e tal como mencionado no Relatório entregue em 15 de Fevereiro relativo à actividade de gestão de REEE, anexa-se informação relativa ao Balanço da ERP Portugal, em 31 de Dezembro de De referir que esta peça financeira inclui os dados financeiros relativos à gestão de REEE e RP&A. 37

38 No que se refere ao primeiro pedido do ponto 15.1 do Apêndice F da licença, há que salientar: - sendo a ERP Portugal uma associação sem capital social, não tem uma estrutura accionista. - as entidades privadas estão, desde 2008, isentas da obrigação de produção do Balanço Social 38

39 Certificação Legal das Contas 39

40 40

41 Balanço em 31 de Dezembro de

42 Demonstração de Resultados 42

43 . Programa Plurianual para o Biénio 2013/14 43

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