Orientadora: Danielle Dias Sant Anna Martins

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Orientadora: Danielle Dias Sant Anna Martins"

Transcrição

1 REGINALDO ARLINDO CUPERTINO DA SILVA PLANEJAMENTO DO CONSUMO E DA COMPRA DA FARINHA DE TRIGO ATRAVÉS DA INTEGRAÇÃO DOS SETORES DE COMPRA, PRODUÇÃO, ESTOQUE E VENDAS DE UMA PEQUENA EMPRESA INDUSTRIAL Trabalho apresentado ao Departamento de Engenharia Elétrica e de Produção da Universidade Federal de Viçosa como parte das exigências para a conclusão do curso de Engenharia de Produção. Orientadora: Danielle Dias Sant Anna Martins VIÇOSA MINAS GERAIS BRASIL 2006

2 $RVPHXVSDLV0DQRHO5DIDHOH-RDQD'DUNSHODHGXFDomR FXLGDGRHGHGLFDomRDRORQJRGDPLQKDYLGD PLQKDLUPm*LVpOLDSHODSUHVHQoDHDSRLR $R/XLJ\SHODDPL]DGHFDULQKRHLQFHQWLYR %HOSHORFDULQKRHDSRLR VPLQKDVDPLJDV-DQDtQDH0DULQDSHORVViELRVFRQVHOKRV DSRLRHSHODYHUGDGHLUDDPL]DGH $RVDPLJRVGH9LoRVDSHORVPRPHQWRVLQHVTXHFtYHLV ii

3 $JUDGHFLPHQWRV *RVWDULDGHH[SUHVVDURVPHXVVLQFHURVDJUDGHFLPHQWRV 'HXVSRUHVWDUVHPSUHSUHVHQWHHPPLQKDYLGDHDRPHXODGR SURIHVVRUD 'DQLHOOH 'LDV SHOD DPL]DGH H SHOR FRQKHFLPHQWR WUDQVPLWLGR $RVSURIHVVRUHVGD8)9HGR'HSDUWDPHQWRGH(QJHQKDULDGH3URGXomR SHODGHGLFDomRHSHORVHQVLQDPHQWRV 8)9SHODSUHSDUDomRSDUDDYLGD iii

4 Índice Resumo...vi 1. Introdução Justificativa Revisão de Literatura A importância da micro e pequena empresa no cenário econômico brasileiro A importância da tecnologia da informação dentro da organização Objetivos Materiais e Métodos Sistemas de Administração da Produção SAP MRP Excel Estudo de caso Apresentação da empresa objeto de estudo Problema encontrado e solução proposta Resultados e discussão Conclusão Referências bibliográficas Apêndice Apêndice A: Planilha Matéria-prima Apêndice B: Planilha Estoque iv

5 Apêndice C: Planilha Compras Apêndice D: Planilha Vendas Apêndice E: Planilha Itens Apêndice F: Planilha Produção v

6 SILVA, R. A. C. da. Planejamento do consumo e da compra da farinha de trigo através da integração dos setores de compra, produção, estoque e vendas de uma pequena empresa industrial. 2006, 19 f.. Trabalho de Graduação (Curso de Engenharia de Produção) Universidade Federal de Viçosa. Resumo Um dos grandes problemas enfrentados pelas empresas é saber lidar com as constantes mudanças que ocorrem no cenário mundial. Para as micros e pequenas empresas (MPE s) processadoras, principalmente no que diz respeito à aquisição de novas tecnologias, isso se torna mais difícil. É demandado por elas, muitas vezes, um bom investimento em softwares modernos, para que auxiliem no controle da produção e integrem os seus setores produtivos. Portanto, este trabalho é direcionado a esse tipo de empresa e tem como objetivo o desenvolvimento de um método prático, alternativo e acessível, que possa auxiliar na administração da matéria-prima farinha de trigo em uma empresa do ramo alimentício e possibilitar a integração dos setores de compra, produção, estoque e vendas da empresa. Buscou-se uma MPE da Zona da Mata Mineira, para a coleta de dados e variáveis necessárias à programação das planilhas eletrônicas no Excel 97. Foram utilizadas as funções do software, aliadas ao conceito da Lógica MRP (Planejamento das Necessidades de Materiais), de forma a desenvolver um modelo que, através de vínculos entre as planilhas, ligasse os setores. A implementação do modelo na empresa possibilitará um controle mais simples e eficiente das vendas, do estoque de matéria-prima e produtos acabados, assim como um planejamento semanal do volume a ser produzido e da quantidade de matéria-prima a ser adquirida e consumida, através do melhor intercâmbio de informações entre os mesmos. É importante ressaltar que, para que o modelo funcione corretamente, os funcionários devem estar comprometidos e atualizar constantemente os campos de entrada de dados toda vez que houver a solicitação de uma venda. Com os devidos estudos e adaptações, este trabalho poderá ser aplicado a qualquer outra MPE. Palavras-chave: MRP, tecnologia da informação, integração e micro e pequenas empresas. vi

7 1. Introdução Vivemos em mundo globalizado e de alta complexidade nos negócios. A aceleração dos aspectos competitivos pode ser observada em um âmbito mundial (DAVIS et al., 2001). Dessa forma, a informação correta e na hora certa faz o diferencial entre as empresas e acarreta numa vantagem competitiva. As organizações estão inseridas em um contexto em que elas precisam ser cada vez mais ágeis e eficientes. Segundo Gaither & Frazier (2005), à medida que as empresas ocupam posições de liderança, elas se tornam cada vez mais ágeis. O problema mais comum enfrentado pelos administradores dessas organizações é justamente lidar com as rápidas mudanças ocorridas no cenário mundial, o que os levam a desafiarem pressupostos e práticas ultrapassadas para criarem organizações prontas para mudanças. Neste cenário, a competitividade dá margens à busca freqüente de novos recursos tecnológicos e exige cada vez mais das empresas, um maior esforço em relação à diferenciação dos seus processos produtivos (otimização dos recursos e processos) e, conseqüentemente, dos seus produtos e serviços (maior agregação de valor). Para tentar amenizar o problema, novas tecnologias são constantemente desenvolvidas e introduzidas no mercado. Porém, elas não são financeiramente acessíveis à micro e pequena empresa como são para a média ou grande empresa. A micro e pequena empresa (MPE) é, portanto, carente de tecnologia barata e eficaz, principalmente no que diz respeito à integração dos seus setores internos. Gonçalves (2001) afirma que para que essas empresas possam continuar competitivas nesse mercado, investimentos devem ser feitos em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias que possam atender suas necessidades, sem que para isso elas precisem dispor de muitos recursos financeiros. O presente trabalho visa contribuir com uma pequena empresa do setor alimentício que atua num mercado de grande concorrência, proporcionando uma forma alternativa e mais econômica de controlar a produção e consumo de matéria-prima (farinha de trigo) com o auxílio de planilhas eletrônicas e utilizando o conceito da lógica MRP para integrar seus setores produtivos, melhorando assim, o fluxo de informações entre eles. 1

8 1.1 Justificativa A capacidade das MPE s atuarem de forma crítica e competitiva junto à cadeia produtiva está relacionada à formulação de estratégias de negócios, nas quais, são levadas em consideração não apenas as ações e reações dos concorrentes diretos, mas também a existência de fornecedores, clientes e produtos alternativos que satisfaçam as necessidades dos mercados onde estas empresas atuam. Além disso, a integração entre os setores internos das empresas contribui de maneira significativa para a redução dos custos e, conseqüentemente, para o aumento da competitividade. Várias pequenas empresas vivem com uma renda apertada, que não permite grandes gastos e investimentos. Muitas vezes, sem que elas percebam, passam a ter um patrimônio cada vez maior em estoque, seja de matéria-prima, de produtos acabados ou até mesmo de produtos em elaboração. Isso se deve, na maioria das vezes, pela má integração e conseqüente má administração dos setores de compra, estoque, produção e vendas (BARBOSA, 1997). Assim, a micro e pequena empresa acaba, muitas vezes, fazendo compras desnecessárias e vendas erradas, o que prejudica diretamente seu crescimento e desenvolvimento. O ideal é que os setores componentes dessas empresas estejam diretamente interligados, uma vez que são totalmente dependentes do fluxo contínuo de informações corretas e atualizadas. De acordo com o IBGE (2005), 93% das empresas que fecharam suas portas em 2004 eram micros ou pequenas empresas. Para cada 10 (dez) novas empresas criadas no país, 5 (cinco) não sobrevivem aos três primeiros anos de vida. A deficiência do fluxo de informação entre os setores produtivos prejudica a boa administração da empresa, dificulta o planejamento e controle da produção, diminuem a sua eficiência, prejudica a saúde financeira e deixa a empresa numa situação de risco frente à crescente competitividade do mercado. Existem muitos Softwares que se propõem a resolver tais problemas, mas em geral são inacessíveis à MPE pelo seu alto custo de aquisição e manutenção. Diante disso, o presente trabalho se justifica na intenção de demonstrar que é possível a utilização de tecnologia barata pelas micro e pequenas empresas como uma forma alternativa e acessível de integração dos setores de compra, estoque, produção e vendas, possibilitando, de forma mais econômica, um bom controle do seu sistema produtivo. 2

9 2. Revisão de Literatura 2.1 A importância da micro e pequena empresa no cenário econômico brasileiro É inegável a importância social e econômica das micro e pequenas empresas (MPE s) em nosso país. De acordo com o SEBRAE (2004), 99% das firmas são micro e pequenas empresas e apenas 0,3% são de grande porte. As MPE s empregam 14,5 milhões de pessoas, ou seja, 56% do total de empregados no Brasil. Segundo José Tarcísio da Silva, presidente da Federação das Micro e Pequenas Empresas do Estado de Pernambuco (FEAMEPE), o segmento é responsável pelo crescimento econômico e desenvolvimento das nações, sendo um dos principais pilares de sustentação da economia nacional, tanto pelo número de estabelecimentos, quanto pela capacidade de gerar empregos. As micro e pequenas empresas representam 98% das 4,1 milhões de empresas formais na indústria, comércio e serviços, respondendo por 21% do PIB nacional e empregando 45% da força de trabalho que possui carteira assinada. Além disso, as MPE s constituem uma alternativa de ocupação para uma pequena parcela da população que tem condição de desenvolver seu próprio negócio e é uma alternativa de emprego formal para uma grande parcela da força de trabalho excedente, que, em geral, possui pouca qualificação e não encontra emprego nas empresas de maior porte (IBGE, 2001). As MPE s podem ser classificadas segundo o número de funcionários ou de acordo com o faturamento bruto anual (Veja Quadros 1 e 2). Quadro 1: Classificação das MPE s em relação ao número mínimo e máximo de empregados Porte/Setor Comércio / Serviço Indústria Agropecuária Micro empresa Até 09 empregados Até 19 empregados De 10 a 50 empregados Empresa de Pequeno porte De 10 a 49 empregados De 20 a 99 empregados De 50 a 100 empregados Fonte: Sebrae-nacional,

10 Quadro 2: Classificação das MPE s segundo o faturamento bruto anual Porte Estatuto das MPEs Imposto Simples Federal Exportações Micro empresa Até R$ 244 mil Até R$120 mil Até US$ 400 mil na Indústria De US$ 400 mil a Empresa de De R$ 244 mil a R$ De R$120 mil a R$ 1,2 US$ 3,5 milhão Pequeno Porte 1,2 milhão milhão na Indústria Fonte: Lei Federal 9.841/99 (Estatuto), Lei Federal 9.317/96 (Simples federal atualizado), Lei estadual /00 (Simples paulista) e Resolução Grupo Mercado Comum 59/98 (exportações). Nota: Tabela atualizada em 14/10/ A importância da tecnologia da informação dentro da organização Um dos grandes vetores das transformações no cenário competitivo é a contínua evolução da tecnologia que, em virtude de sua grande disseminação, afetou de modo significativo todas as atividades humanas e fez crescer o grau de incerteza e imprevisibilidade do futuro. Dentre as novas tecnologias, destaca-se a tecnologia da informação, que passou a ser um importante componente competitivo para as organizações (ALBANO, 2001). Segundo Rezende (2000), tecnologia da informação (TI) quer dizer o conjunto de recursos computacionais e tecnológicos para a criação e uso da informação. Ao esclarecerem a ligação entre tecnologia e estratégia, Torquato & Silva (2000) afirmam que, na criação e renovação de vantagens competitivas, fatores necessários à sobrevivência das empresas, a tecnologia surge como um elemento-chave na busca de peculiaridades que as distingam favoravelmente de seus concorrentes. Para que as organizações se mantenham competitivas em ambientes caracterizados por constantes mudanças, precisam acompanhar eventos e tendências que estão ocorrendo no ambiente externo. Esta necessidade pode implicar em um estudo para monitoramento ambiental, entendido como um processo de busca e utilização de informações externas para subsidiar decisões estratégicas (BARBOSA, 1997). A turbulência no ambiente empresarial, que gera um clima de incerteza para a tomada de decisões, estimula os profissionais a procurarem entender de modo mais amplo as contribuições que as tecnologias podem oferecer à gestão estratégica da informação. Normalmente, no setor das micro e pequenas empresas, não se registra o conhecimento amplo de suas informações úteis nem de suas respectivas fontes. 4

11 De acordo com Morais et al. (2004), a TI apresenta-se como suporte à gestão da informação na micro e pequena empresa a partir dos seguintes aspectos: 9 Disponibiliza informações para a tomada de decisões e gerenciamento estratégico do negócio; 9 Possibilita a automatização de tarefas rotineiras; 9 Auxilia o controle interno das operações; 9 Aumenta a capacidade de reconhecer antecipadamente os problemas; 9 Pode ser utilizada como ferramenta estratégica no processo de planejamento, direção e controle. Apesar do aumento do número de pequenas organizações que utilizam a TI no gerenciamento de seus negócios, percebe-se que poucas conseguem efetivar o potencial que esta ferramenta proporciona em relação à vantagem competitiva, pois o seu uso está voltado às tarefas operacionais e rotineiras e não a atividades do processo estratégico (BERALDI, 2000). De acordo com Beraldi (2000), é de suma importância que as tecnologias da informação implementadas nas pequenas empresas considerem suas especificidades, com o intuito de suplantar barreiras e entraves inerentes a este ambiente, como: 9 Limitações financeiras; 9 Dificuldades em usar tecnologias complexas; 9 Resistência dos funcionários, que temem serem substituídos pela tecnologia; 9 Dúvidas referentes às principais vantagens que a TI pode proporcionar e, até mesmo, a falta de percepção de sua real necessidade para o processo gerencial nessas organizações. Há dez anos, Antonialli (1996), que cita Lesca & Almeida (1994), já afirmava que a informação tem importância crescente para o desempenho da empresa e do país. Além disso, também afirmava que as informações apoiam a decisão e exercem influências sobre o comportamento das pessoas. Informações e conhecimento que fluem pela organização em tempo hábil permitem que tomadas de decisões mais lucrativas sejam realizadas e com maior margem de acerto. Isso facilita o controle dos meios de produção e possibilita a plena automação da produção, 5

12 eliminando assim, paradas intermediárias. Portanto, a velocidade da disseminação das informações torna-se fundamental para a sobrevivência da empresa. De acordo com Foina (2001), as empresas relacionam-se umas com as outras e com o mundo externo por meio de trocas de informações, insumos e produtos em geral, ficando claro a importância da informação para uma operação bem sucedida nas empresas. O mercado moderno exige das empresas preços competitivos, com custos mais baixos e sob controle, além de alta qualidade de seus produtos ou serviços. Tais exigências tornam a TI parceira estratégica para as organizações que querem estar entre as primeiras em seus respectivos nichos de mercado (FOINA, 2001). É de suma importância que as empresas tenham consciência de que a TI deve ser entendida como uma poderosa ferramenta que, quando usada corretamente, permite grandiosas mudanças na organização. No entanto, essa ferramenta, por si só, não é capaz de provocar nenhuma vantagem. Segundo Beth Queiroga da TIDBIT Informática Ltda., alguns motivos para as empresas utilizarem a TI são: 9 Aumento da produtividade; 9 Melhoria da qualidade; 9 Melhoria no atendimento; 9 Melhoria de processos internos; 9 Redução de custo; 9 Agregar valor ao produto oferecido; 9 Melhoria dos controles; 9 Aproveitamento das oportunidades. Rosendo (2004), em seu trabalho final de graduação, utilizou a Tecnologia da Informação como instrumento para a realização de uma proposta de gestão de estoques para o setor varejista de pequeno porte. Pôde-se verificar neste trabalho que o uso da TI trouxe enormes benefícios para a empresa estudada, já que, segundo ele, reduziu o grau de incertezas e possibilitou o aumento do controle sobre os produtos da empresa. 6

13 De acordo com Alecrim (2004), sendo a informação um bem que agrega valor a uma organização, é essencial fazer o uso de recursos de TI de maneira apropriada. Dessa forma, é necessário a utilização de ferramentas, sistemas ou outros meios que façam das informações um diferencial competitivo para a organização em relação aos seus concorrentes. Alecrim (2004) afirma ainda que é necessário achar soluções que tragam bons resultados aliados ao menor custo possível e que não existe "receita" para determinar como utilizar da melhor forma as informações. Tudo isso dependerá da cultura, do mercado, do segmento e de outras características da organização. Conclui-se que as escolhas devem ser bem feitas para que não ocorram gastos desnecessários ou até mesmo perda no desempenho da empresa. Cunha & Oliveira (2005), em seu trabalho final de graduação, propuseram um modelo de Sistema de Informação (SI) que padroniza a troca de informações entre a empresa Pif-Paf Alimentos e a Associação Avizom de acordo com as necessidades específicas de cada uma delas. Além de otimizar o repasse das informações, o SI também aumenta o desempenho de cada uma das empresas em questão. A utilização da TI foi de fundamental importância para a informatização do SI proposto e criado no trabalho de graduação. Taurion (2004), consultor da IBM Business Consulting Services, afirma que a empresa deve ser vista de forma integrada e que o mundo está caminhando para ser um grande sistema interconectado, ou seja, a comunicação eletrônica não faz distinções entre um cliente que se encontra localizado a dez quadras ou em outro continente. Estamos diante de um cenário onde não existem distâncias físicas. 3. Objetivos O objetivo geral desse trabalho é a criação de um sistema baseado em planilhas eletrônicas, que integre os setores de compra, produção, estoque e vendas de uma pequena empresa, e que administre o consumo e a necessidade diária de compra da farinha de trigo. Especificamente, pretende-se desenvolver um modelo de baixo custo e de fácil utilização que, com a devida adaptação e ampliação, possibilite a qualquer micro e pequena empresa: 9 Planejar a produção de forma mais econômica; 9 Melhorar o aproveitamento dos recursos produtivos; 9 Auxiliar na gestão da empresa e em suas tomadas de decisões; 9 Possibilitar um fluxo de informações mais eficiente; e 7

14 9 Aumentar a competitividade a médio e longo prazo. 4. Materiais e Métodos 4.1 Sistemas de Administração da Produção SAP De acordo com Corrêa & Gianesi (2001), os Sistemas de Administração da Produção (SAP) são sistemas de informação que auxiliam na tomada de decisões táticas e operacionais referentes a questões básicas da logística, tais como: o que produzir e comprar, quanto produzir e comprar, quando produzir e comprar e com que recursos produzir; com o intuito de atingir os objetivos estratégicos da empresa. Esses sistemas permitem o planejamento das compras e da produção dos itens componentes para que ocorram nas quantidades e momentos necessários, objetivando a mínima formação de estoques e o cumprimento dos prazos de entrega (CORRÊA & GIANESI, 1996). Os SAP s mais utilizados são o MRP (Material Requeriments Planning ou cálculo das necessidades de materiais) e o MRP II (Manufacturing Resources Planning ou planejamento dos recursos de manufatura), os quais vêm sendo implantados pelas empresas desde os anos MRP Atualmente, o conceito de MRP apoia o planejamento de todas as necessidades de recursos de um negócio, como um sistema corporativo que foca a gestão de operações. O papel do MRP é dar suporte às decisões que relacionam a demanda com a quantidade e momento do fluxo de materiais. A utilização desse sistema tem mostrado que é possível diminuir os níveis dos estoques com conseqüente redução do espaço físico e liberação de capital de giro, permitindo a implementação de novas linhas de produção com estes recursos (GCI IFORMÁTICA, 2004). Forma-se assim, a cadeia representada na Figura 1 a seguir. Aumento da capacidade de produção Aumento dos lucros Redução dos níveis de estoques Maior capacidade de investimento Fonte: CGI Informática, 2004 Figura 1 - Formação da cadeia em conseqüência da utilização do MRP. 8

15 Corrêa & Gianesi (2001) propõem uma conceituação para cálculo das necessidades, partindo da idéia de que, tendo conhecimento dos componentes de um certo produto e os tempos para obtê-los, pode-se calcular as quantidades e os momentos em que eles devem ser obtidos, com base na disponibilidade futura do produto, para não faltar nem sobrar nenhum dos componentes necessários à produção do mesmo. A Figura 2, abaixo, representa as abrangências da lógica MRP. O Que Quando Quanto MRP Produzir? Fonte: CORRÊA & GIANESI, Figura 2 - Abrangências do MRP (Adaptado pelo autor). Ruy (2004), aplicou a metodologia MRP em seu trabalho final de graduação, a fim de desenvolver um sistema de planejamento das necessidades de materiais para a produção de lanches servidos por unidades de alimentação e nutrição empresariais. Através de uma pequena simulação, utilizando a lógica MRP, foi possível a criação de uma planilha que, além de ter adaptado bem ao planejamento da produção, apresentou-se como uma ferramenta capaz para o auxílio do planejamento dos materiais utilizados. Além disso, Ruy (2004) apontou o MRP como um importante sistema para a gestão de materiais e a utilização de ferramentas computacionais como uma grande vantagem para o controle da produção, possibilitando economia de tempo para o planejamento, redução dos custos de produção e melhoria na qualidade dos produtos. 4.2 Excel O Excel é um software produzido pela Microsoft Corporation, para os sistemas operacionais Windows 9x, NT, XP ou 200x, caracterizado-se como um dos mais importantes aplicativos de planilhas eletrônicas para uso em microcomputadores. Uma planilha eletrônica é definida como uma folha de cálculo, em forma de tabela, onde poderão ser efetuados com extrema rapidez, diferentes tipos de cálculos matemáticos, sejam estes simples ou complexos (MANZANO, 1996). 9

16 Está incorporado no conteúdo do programa, os recursos contidos em uma calculadora com funções estatísticas, matemáticas, trigonométricas e lógicas, além da criação de gráficos diversos. Com esse software, torna-se fácil criar fórmulas, inserir funções diversas, corrigir, formatar, alterar e movimentar fórmulas, funções e texto (KANAAN & SIQUEIRA, 1997). Neste trabalho serão utilizadas planilhas eletrônicas criadas no Microsoft Excel 97. Serão utilizados os recursos existentes neste Software para auxiliar na contribuição do processo de integração e intercâmbio de informações de uma indústria do ramo alimentício. 4.3 Estudo de caso O levantamento e estudo de caso foram feitos junto à empresa através de entrevistas individuais não estruturadas e observações no processo de produção. As entrevistas não estruturadas, ou seja, entrevistas sem o uso de questionários, foram realizadas esporadicamente com funcionários da empresa estudada, sempre com o objetivo de adequar o sistema de integração dos setores às suas necessidades Apresentação da empresa objeto de estudo A empresa em estudo é de pequeno porte e atua no setor alimentício. Ela está situada na região sul do estado de Minas Gerais, produzindo, entre outros, massas, congelados e doces. Fundada em 1992, a empresa conta com 25 funcionários e sua produção é toda realizada em sua unidade industrial. Atualmente, além da unidade industrial, a empresa possui uma área comercial independente situada em um supermercado da cidade. Ela possui também serviços de buffet. A estrutura organizacional da empresa é bastante simples. Ela possui um gerente que cuida da administração geral da empresa; um auxiliar de produção, que é um funcionário experiente que atua no controle de qualidade e no planejamento da produção; um auxiliar administrativo, que realiza procedimentos burocráticos em geral; alguns cargos relacionados com a parte comercial e de vendas e os funcionários de chão de fábrica. A Figura 3 abaixo representa o organograma simplificado da empresa. 10

17 Diretoria/Presidência Gerência Administrativa Encarregado de Produção Aux. Administrativo Área Comercial Funcionários de Fábrica Fonte: Empresa Figura 3 - Organograma simplificado da empresa estudada. Como dito anteriormente, a empresa além de atuar no ramo industrial e comercial, também presta serviços de buffet. Este tipo de serviço demanda uma grande variedade de produtos, principalmente em pequena escala, pois muitos são produzidos temporariamente. Somados os produtos utilizados no buffet e atacado, a empresa conta cerca de 200 modelos somando doces, salgados e massas. O Quadro 3 apresenta os produtos da empresa que utilizam farinha de trigo. Quadro 3: Produtos que possuem farinha de trigo em sua composição Produtos que possuem farinha de trigo Ameixa c/ bacon Esfirra sabores Bolo G. Massa de pizza (25cm) Bolo M. Massa de pizza (27cm) Bolo P. Pastel de Frango Bolo Xadrez Pizza M. Cachorro quente Pizza P. Croq. Milho c/ catupiry Torta de frango Empada de frango Torta Grande Empada de queijo Torta Média Empadão de frango M. Torta mini Empadão de frango P. Torta pequena Esfirra Fonte: Elaboração do autor Problema encontrado e solução proposta Atualmente, o maior problema da empresa, que é o objeto desse estudo, é a administração da compra e do consumo da matéria-prima farinha de trigo. Esta é base para a fabricação de 23 produtos, e é a matéria-prima mais consumida pela empresa. 11

18 De acordo com Corrêa & Gianesi (2001), o registro básico do MRP pode ser disposto na forma de uma matriz. Deste modo, utilizou-se o programa Excel 97 para o desenvolvimento de um sistema composto por seis planilhas eletrônicas. Utilizando-se os recursos disponíveis no Microsoft Excel 97, aliados aos conhecimentos da lógica MRP, buscou-se desenvolver funções que exerçam a administração de produtos acabados e da matéria-prima farinha de trigo. Para a solução deste caso, foi criada uma planilha para Matéria-prima e uma planilha para Estoque, esta dividida em estoque de matéria-prima e estoque de produtos acabados. Uma para Compras, uma para Vendas, uma para Itens produzidos e outra para Produção. 9 Planilha Matéria-prima: A planilha Matéria-prima foi desenvolvida para contabilizar todos os gastos da matériaprima farinha de trigo. Deste modo, a mesma pode gerar ordens de pedido quando necessário. Os dados de entrada para essa planilha vêm das planilhas, Estoque de matéria-prima, Produção, Vendas e Itens, além da necessidade de informar qual é o Estoque de Segurança (ES) 1, Lote 2 e se há algum Recebimento programado a chegar. Os dados de saída alimentam a planilha Estoque, parte de matéria-prima e a planilha de Compras. Os registros básicos dessa planilha são Necessidades brutas do produto, Necessidades líquidas do produto, Necessidades brutas da farinha de trigo, Necessidades líquidas da farinha de trigo, Necessidades líquidas totais da farinha de trigo, Recebimentos programados, Estoque disponível, Liberação de ordens, Ordens planejadas, além do ES, Lote mínimo e Lead Time (LT) 3, que pode ser 1, 2 ou 3 dias (Apêndice A). 9 Planilha Estoque: A planilha Estoque foi criada para a administrar os estoques e foi dividida em estoque de matéria-prima e estoque de produtos acabados. A entrada e saída da planilha Estoque, parte de matéria-prima, estão relacionadas com a planilha Matéria-prima. Da mesma forma, a planilha Estoque parte de produtos acabados interage apenas com a planilha Produção. É desta planilha que vêm os dados de entrada e vão os de saída para estoque de produtos (Apêndice B). 1 Estoque que garantirá o nível de atendimento do produto. 2 Quantidade mínima de matéria-prima que pode ser comprada. 3 Tempo de ressuprimento. É o Tempo de Compra mais o Tempo de transporte. 12

19 9 Planilha Compras: É a planilha para administrar o setor de compras (Apêndice C). Ela indica qual dia da semana será necessário gerar o pedido de compra da matéria-prima. Possui apenas duas entradas: uma é o Lead Time (LT) da matéria-prima, e a outra é uma entrada que vem da planilha Matéria-prima. A planilha Compras não alimenta nenhuma outra. 9 Planilha Vendas: É uma planilha só de entrada de dados, e o setor de vendas tem a função de alimentá-la (Apêndice D) de acordo com os pedidos de produtos realizados pelos clientes. Ela alimenta as planilhas de Matéria-prima e de Produção. 9 Planilha Itens: A função dessa planilha (Apêndice E) é especificar as quantidades de matéria-prima farinha de trigo necessária à fabricação unitária de cada um dos 23 produtos. Ela funciona como um dado de entrada para a planilha Matéria-prima. 9 Planilha Produção: A planilha Produção (Apêndice F) fornece, para o setor produtivo, na linha Necessidades Líquidas, as quantidades necessárias de cada produto que devem ser produzidas no dia de trabalho. As entradas de dados para essa planilha vêm da planilha Estoque de produtos e da planilha de Vendas, além do Lote mínimo de produção e o estoque de segurança (ES). Ela fornece dados para as planilhas de Matéria-prima e Estoque de produtos. A planilha possui como registros básicos: Necessidades brutas do produto, Necessidades líquidas do produto, Estoque disponível, ES e Lote. Todas as planilhas foram vinculadas entre si, embora em algumas, existam apenas entradas para os dados. Para facilitar os locais específicos de entrada de dados, foi usado a cor cinza para diferenciar tais locais. A Figura 4, abaixo, exemplifica o vínculo criado entre as planilhas. Os quadros com linhas preenchidas representam as planilhas criadas. Os quadros com linhas pontilhadas, representam, excetuando na planilha de vendas, que é uma entrada, saídas de cada planilha. 13

20 Quanto de Matéria-prima há em estoque Quanto e qual dia comprar matéria-prima Compras Estoque de Matériaprima Estoque de Produtos Quanto de produtos há em estoque Itens Matériaprima Produção Quanto de produtos produzir diariamente Quanto foi consumido de matéria-prima Vendas Solicitação de vendas Fonte: Elaboração do autor Figura 4 - Representação esquemática da ligação e fluxo de informações entre as planilhas eletrônicas desenvolvidas, assim como sua respectiva entrada ou saída. Registros básicos da planilha Segundo Corrêa & Gianesi (2001), as colunas do registro básico representam o período de planejamento que é dividido em um número finito de períodos. O tempo é tratado pelo MRP como uma variável discreta. De modo semelhante as linhas do registro básico representam as seguintes definições: - Necessidades brutas: são as necessidades de disponibilidade do componente representado em cada período futuro. - Recebimentos programados: representa as chegadas de materiais no estoque que não foram contabilizadas formalmente no pedido. - Estoque disponível: essa linha representa as quantidades do componente que se espera estar disponíveis em estoque ao final dos períodos. Para o cálculo do estoque disponível, é necessário realizar a soma da quantidade em estoque ao final do período anterior 14

21 com o recebimento programado e a ordem planejada, ambos do período atual, e posteriormente subtrair essa soma da necessidade bruta do período atual. - Liberação de ordens: o valor encontrado nesta linha é o resultado de quando e quanto se deve pedir dos itens para que os mesmos sejam encontrados em estoque, no dia em que são necessários para o processamento. O cálculo dessa linha é importante, pois quando calculada corretamente, dificilmente ocorrerá atrasos na produção devido à falta de materiais por culpa da empresa processadora que utiliza o MRP. - Chegada de ordens planejadas: Tal linha corresponde a quantidade de material que deve complementar o estoque e estar disponível no início do período. Todas as planilhas estão, pelo menos em parte, carregadas de funções e/ou vinculadas com outras planilhas. Portanto, para evitar a alteração acidental dessas células, houve a necessidade de protegê-las por meio do uso de senhas. Assim, usou-se o seguinte recurso do Microsoft Excel 97: Procedimento 1: Especificar quais células podem ser alteradas em uma planilha protegida. 1. Selecionar com o mouse o intervalo de células que não poderá ser bloqueado (células para entrada de dados ); 2. No menu Formatar, clicar em Células e depois clicar na guia Proteção ; 3. Desmarcar a caixa de seleção Travada e clicar em OK. Procedimento 2: Proteção da planilha. 1. Clicar no menu Ferramentas com o mouse e depois clicar no submenu proteger ; 2. Na janela Proteger planilha que irá se abrir, manter as caixas de seleção Conteúdo, Objetos e Cenários marcadas; 3. Digitar uma senha e clicar em OK ; 4. Confirmar a senha e clicar em OK. Foi realizado um procedimento para cada uma das planilhas que se desejava proteger. Dessa forma, as células que foram destravadas no procedimento 1 serão as únicas células que poderão ser alteradas, ou seja, só poderão ser alteradas as células que se destinam à entrada de dados. Assim, nenhuma fórmula e vínculo irá se perder. 15

22 5. Resultados e discussão Foi possível desenvolver um modelo de baixo custo e de fácil utilização, o que possibilitará, de forma mais rápida, um planejamento da produção, melhorando o aproveitamento dos recursos produtivos e possibilitando um fluxo de informações mais contínuo. A planilha Matéria-prima (Figura 4), na linha Necessidades líquidas, fornece o consumo diário da farinha de trigo na produção de cada produto fabricado, além de fornecer, na linha Necessidades Líquidas Totais, o gasto total diário com a mesma. Fonte: Elaboração do autor Figura 4 - representação parcial da configuração final da planilha Matéria-prima. A necessidade de realização de compra de matéria-prima, pode ser acompanhada pela planilha Compras (Figura 5). Ela fornece o dia em que deve ser realizado o pedido, assim como a quantidade que deve ser pedida. 16

23 Fonte: Elaboração do autor Figura 5 - Representação da configuração final da planilha Compras. O arquivo com as planilhas deve ficar disponível em rede de computadores da empresa, de forma que cada setor tenha acesso ao arquivo com todas as planilhas. A planilha de vendas é a principal planilha de entrada de dados. Portanto, ela deve ser preenchida diariamente e cuidadosamente pelo setor de vendas ao final de cada dia de trabalho. Esse procedimento fará com que no dia seguinte, a produção tenha exatamente, a partir da consulta na planilha Produção, o que deve ser produzido. De modo similar, o setor de compras, através da planilha Compras, poderá verificar se há algum pedido de matéria-prima a ser realizado no dia. Por sua vez, o setor de estoque poderá consultar quanto de produto acabado e de matéria-prima há no estoque, assim como os dias de chegada da farinha de trigo. Para que o modelo funcione corretamente, é importante que algumas recomendações sejam seguidas: O setor de vendas tem que estar envolvido e realizar a entrada de dados ao final de cada expediente; O setor de produção deve consultar todos os dias, antes de iniciar a produção, o que deve ser produzido e quanto deve ser produzido; O setor de estoque deve acompanhar a planilha. E ao final do último dia de produção, sexta-feira, deve digitar o valor encontrado na coluna Sexta, da planilha Estoque, parte de matéria-prima, para a coluna Anterior (esse valor é o estoque final de farinha de trigo, existente ao final da semana, que será o estoque inicial de matéria-prima para a próxima semana). Na planilha Estoque, parte de produtos acabados, deve ser feito o mesmo; 17

24 O setor de compras deve ficar atento ao dia e à quantidade de matéria-prima que deve ser pedida ao seu fornecedor. Deve-se realizar o pedido todos os dias em que a planilha mostrar; Se o Lead Time da matéria-prima, Estoque de Segurança (dos produtos acabados ou Matéria-prima) ou Lote mínimo de produção forem alterados, os seus valores devem ser atualizados na planilha. 6. Conclusão O modelo desenvolvido possibilitou a integração dos setores de compra, produção, estoque e vendas, de uma micro empresa, com a utilização de uma ferramenta computacional, o Microsoft Excel 97, associada aos conceitos da lógica MRP. Com o sistema criado, foi possível saber o consumo diário de farinha de trigo, assim como a necessidade diária de realização de compras da mesma. Além disso, foi possível responder para o setor de produção o que deve ser produzido em cada dia de trabalho, e para o setor de estoque saber, diariamente, quanto de produto e quanto de farinha de trigo estão em estoques. O Microsoft Excel 97 é um Software conhecido e versátil, que para o seu fim, é o mais indicado. O seu uso, em qualquer micro ou pequena empresa, é bastante comum. Sem dúvida, isso é um fator positivo que vem contribuir na utilização do modelo, proposto e desenvolvido em forma de planilha eletrônica, por qualquer funcionário da empresa sem grandes dificuldades. Quanto à coleta de dados, foram percebidas, ao longo deste trabalho, algumas dificuldades: A empresa ainda não realizou nenhum tipo de trabalho de quantificação do Estoque de Segurança dos seus produtos. O mesmo constitui uma importante entrada para o modelo. O estoque de segurança utilizado foi empiricamente quantificado pela empresa; A falta de mensuração do consumo da matéria-prima farinha de trigo que é utilizada no balcão de fabricação do produto. Dessa forma, esse consumo não pôde ser levado em consideração no modelo. Com o intuito de ampliar e melhorar a resposta do modelo, alguns trabalhos futuros podem ser sugeridos: 18

25 A empresa pode realizar trabalhos que quantifiquem o seu estoque de segurança de produtos acabados, assim como o seu estoque de farinha de trigo; Trabalhos como a mensuração da farinha de trigo gasta no balcão de fabricação dos produtos, podem ser realizados para cada tipo de produto. Isso contribuirá para uma melhor resposta do modelo; Pode ser ampliado o número de matéria-prima componente do produto e integrante do modelo. Esse trabalho usou a farinha de trigo. Próximos trabalhos podem incluir outras matérias-primas como: ovo, óleo, açúcar etc. O trabalho realizado na empresa processadora de alimentos, pode ser aplicado a qualquer outra micro ou pequena empresa. Para isso basta realizar o estudo da empresa escolhida e dos seus setores, assim como as suas variáveis determinantes e sua especificidade. 19

26 7. Referências bibliográficas ALBANO, C. S. Adoção de novas tecnologias da informação: um estudo de problemas e ações nas Cooperativas Agropecuárias do Rio Grande do Sul BARBOSA, R. R. Monitoração ambiental: uma visão interdisciplinar. Revista de Administração, São Paulo: v.32, n.4, p , out./dez BERALDI, C.L.; ESCRIVÃO FILHO, E. Impacto da tecnologia da informação na gestão de pequenas empresas. Revista Ciência da Informação. Brasília, v.29, n.1, p , jan./abr CORRÊA, Henrique L.; GIANESI, Irineo G.N. Just in Time, MRPII e OPT: um enfoque estratégico. 2ªed. São Paulo: Atlas, CORRÊA, Henrique L.; GIANESI, Irineu G.N.; CAON, Mauro. Planejamento, Programação e Controle da Produção: MRPII / ERP: Conceitos, Uso e Implantação. 4ª ed. São Paulo: Atlas, CUNHA, V. S. da & OLIVEIRA, E. T. M. Desenvolvimento de um Sistema de Padronização na Troca de Informações Logísticas: o caso Pif-Paf Avizom. Trabalho de Graduação. Viçosa MG: UFV, DAVIS, Mark M.; AQUILANO, Nicholas J.; CHASE, Richard B. Fundamentos da Administração da Produção. 3ª ed. Porto Alegre: Bookman Editora, FOINA, P. A. Tecnologia de Informação: Planejamento e Gestão. São Paulo: Atlas, FREITAS, Luciano de. Metodologia para avaliação e Implantação de uma Camada de Conhecimento Baseada em Prototipagem em Empresas que Possuam Sistemas de Erp. Tese. Florianópolis: UFSC, GAITHER, Norman & FRAZIER, Greg. Administração da Produção e Operações. 8ª ed. São Paulo: Thonson Learning LTDA, GCI INFOMÁTICA. Artigo: O que é MRP?. Postado em 28 de Abril de Disponível no site: Acessado em 12 de Agosto de

27 GONÇALVES JR, Cleber; PAMPLONA, Edson de O. Obtenção de Dados para Cálculo de Custos em Micro e Pequenas Empresas: uma Aplicação em uma Pequena Empresa do Setor Eletrônico. XXI Encontro Nacional de Engenharia de Produção, 2001.Salvador, Bahia. INFOWESTER. Artigo: O que é Tecnologia da Informação. ALECRIM, Emerson. Escrito em 15/08/2004. Disponível no site: Acessado em 17 de agosto de KANAAN, João Carlos & SIQUEIRA, José de O. Microsoft Excel 7 para Windows 95 : introdução ao Windows 95. Rio de Janeiro : Pioneira,1997. MORAES, G. D. A., TERENCE, A. C. F., FILHO. E. E. A tecnologia da informação como suporte à gestão estratégica da informação na pequena empresa. Revista de Gestão da Tecnologia e Sistemas de Informação. Vol. 1, No. 1, 2004, pp REZENDE, Denis A., Abreu, Aline F. Tecnologia da Informação Aplicada a Sistemas de Informação Empresariais. São Paulo: Atlas, ROSENDO, F. dos R. Proposta de um Modelo de Gerenciamento de Estoques Utilizando Planilhas Eletrônicas para um Supermercado de Pequeno Porte. Trabalho de Graduação. Viçosa MG: UFV, RUY, Felipe Bollis. Proposta de um modelo de planejamento das necessidades de materiais para o setor de preparo de lanches de uma empresa. Trabalho de Graduação. Viçosa MG: UFV, sítios consultados: SEBRAE. Disponível no site: Acessado em 17 de agosto de SEBRAE-NACIONAL. Disponível no site: Acessado em 22 de Agosto de TIDBIT INFORMÁTICA. Artigo: A Tecnologia Da Informação Pode Ajudar Seu Empreendimento? QUEIROGA, Beth. Disponível no site: Acessado em 09 de setembro de

28 TORQUATO, P.R.G.; SILVA, G. P. Tecnologia e estratégia: uma abordagem analítica e prática. São Paulo: Revista de Administração, v. 35, n.1, p.72-85, jan./mar TTCA NEWSLETTER. Artigo: Importância Da Ti: Ferramenta para Mudanças Organizacionais. TAURION, Cezar. Postado em 29 Dezembro Disponível no site: Acessado em 23 de Agosto de

29 8. Apêndice APÊNDICE A: PLANILHA MATÉRIA-PRIMA PLANILHA DESENVOLVIDA QUE RETORNA QUANTIDADES DIÁRIAS CONSUMIDAS DE FARINHA DE TRIGO, ASSIM COMO QUANDO E QUANTO PEDIR DA MESMA. Figura 1 A - Representação parcial da configuração final da planilha Matéria-prima. APÊNDICE B: PLANILHA ESTOQUE PLANILHA DESENVOLVIDA PARA O ACOMPANHAMENTO DO ESTOQUE DE MATÉRIA- PRIMA. Figura 1 B - Representação final da planilha Estoque, parte de matéria-prima. 23

30 PLANILHA DESENVOLVIDA PARA CONTROLE DE ESTOQUE DE PRODUTOS ACABADOS Figura 2 B - Representação final da planilha Estoque, parte de produtos acabados. APÊNDICE C: PLANILHA COMPRAS PLANILHA DESENVOLVIDA PARA AUXILIAR O SETOR DE COMPRAS NA REALIZAÇÃO DE PEDIDOS DA FARINHA DE TRIGO. Figura 1 C - Representação da configuração final da planilha Compras. 24

31 APÊNDICE D: PLANILHA VENDAS PLANILHA DESENVOLVIDA PARA POSSIBILITAR QUE O SETOR DE VENDAS REALIZE A ENTRADA DE PEDIDOS DOS PRODUTOS. Figura 1 D - Representação da configuração final da planilha Vendas. 25

32 APÊNDICE E: PLANILHA ITENS PLANILHA DESENVOLVIDA PARA RETORNAR A QUANTIDADE DE FARINHA DE TRIGO QUE É NECESSÁRIA NA FABRICAÇÃO DE UMA UNIDADE DE CADA PRODUTO. Figura 1 E - Representação parcial da configuração final da planilha Itens. 26

33 APÊNDICE F: PLANILHA PRODUÇÃO PLANILHA DESENVOLVIDA PARA RETORNAR, DIARIAMENTE, A QUANTIDADE QUE SE DEVE FABRICAR DE CADA PRODUTO. Figura 1 F - Representação parcial da configuração final da planilha Produção. 27

Desenvolvimento de uma ferramenta voltada para o planejamento do consumo e da compra de farinha de trigo em uma pequena empresa industrial

Desenvolvimento de uma ferramenta voltada para o planejamento do consumo e da compra de farinha de trigo em uma pequena empresa industrial Desenvolvimento de uma ferramenta voltada para o planejamento do consumo e da compra de farinha de trigo em uma pequena empresa industrial Reginaldo Arlindo Cupertino da Silva (UFV) reginaldo.cupertino@gmail.com

Leia mais

A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO COMO SUPORTE À GESTÃO ESTRATÉGICA DA INFORMAÇÃO NA PEQUENA EMPRESA

A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO COMO SUPORTE À GESTÃO ESTRATÉGICA DA INFORMAÇÃO NA PEQUENA EMPRESA A tecnologia da informação como suporte à gestão estratégica da informação na pequena empresa 1 Revista de Gestão da Tecnologia e Sistemas de Informação Journal of Information Systems and Technology Management

Leia mais

Evolução dos sistemas ERP nas empresas

Evolução dos sistemas ERP nas empresas Evolução dos sistemas ERP nas empresas Aloísio André dos Santos (ITA) aloisio@mec.ita.br João Murta Alves (ITA) murta@mec.ita.br Resumo Os sistemas ERP são considerados uma evolução dos sistemas de administração

Leia mais

Planejamento, Programação e Controle da Produção

Planejamento, Programação e Controle da Produção Planejamento, Programação e Controle da Produção Aula 01 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina oferecida pela UNINOVE. O acesso

Leia mais

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning ERP Enterprise Resources Planning A Era da Informação - TI GRI Information Resource Management -Informação Modo organizado do conhecimento para ser usado na gestão das empresas. - Sistemas de informação

Leia mais

ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO*

ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO* ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO* RESUMO Marilia Costa Machado - UEMG - Unidade Carangola Graciano Leal dos Santos

Leia mais

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO @ribeirord FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Rafael D. Ribeiro, M.Sc,PMP. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br Sistemas de Informação Sistemas de Apoio às Operações Sistemas

Leia mais

ESTUDO DA VIABILIDADE ECONÔMICA DE IMPLANTAÇÃO DO SOFTWARE MRP I EM UMA MICRO-EMPRESA MOVELEIRA LOCALIZADA NO VALE DO PARAIBA

ESTUDO DA VIABILIDADE ECONÔMICA DE IMPLANTAÇÃO DO SOFTWARE MRP I EM UMA MICRO-EMPRESA MOVELEIRA LOCALIZADA NO VALE DO PARAIBA ESTUDO DA VIABILIDADE ECONÔMICA DE IMPLANTAÇÃO DO SOFTWARE MRP I EM UMA MICRO-EMPRESA MOVELEIRA LOCALIZADA NO VALE DO PARAIBA Tiago Augusto Cesarin 1, Vilma da Silva Santos 2, Edson Aparecida de Araújo

Leia mais

SISTEMAS INTEGRADOS P o r f.. E d E uar a d r o Oli l v i e v i e r i a

SISTEMAS INTEGRADOS P o r f.. E d E uar a d r o Oli l v i e v i e r i a SISTEMAS INTEGRADOS Prof. Eduardo Oliveira Bibliografia adotada: COLANGELO FILHO, Lúcio. Implantação de Sistemas ERP. São Paulo: Atlas, 2001. ISBN: 8522429936 LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane Price. Sistemas

Leia mais

ERP. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning -Sistema de Gestão Empresarial -Surgimento por volta dos anos 90 -Existência de uma base de dados

Leia mais

Sistema de Administração da Produção

Sistema de Administração da Produção Sistema de Administração da Produção (Extraído do livro Planejamento, Programação e Controle da Produção Enrique Correa e Irineu Gianesi e Mauro Caon Ed Atlas, 2001) 1. Definição São sistemas de Informação

Leia mais

Diferenciais do ERP TECNICON: Um caso da área de manufatura

Diferenciais do ERP TECNICON: Um caso da área de manufatura Diferenciais do ERP TECNICON: Um caso da área de manufatura Juliano Hammes (FAHOR) jh000697@fahor.com.br Gustavo Gerlach (FAHOR) gg000675@fahor.com.br Édio Polacinski (FAHOR) edio.pk@gmail.com.br Resumo

Leia mais

INFORMAÇÃO E VANTAGEM COMPETITIVA EM ORGANIZAÇÃO DE MÓVEIS E ELETROS

INFORMAÇÃO E VANTAGEM COMPETITIVA EM ORGANIZAÇÃO DE MÓVEIS E ELETROS INFORMAÇÃO E VANTAGEM COMPETITIVA EM ORGANIZAÇÃO DE MÓVEIS E ELETROS Elane de Oliveira, UFRN 1 Max Leandro de Araújo Brito, UFRN 2 Marcela Figueira de Saboya Dantas, UFRN 3 Anatália Saraiva Martins Ramos,

Leia mais

Uma visão abrangente dos negócios. Solução para superar barreiras e otimizar recursos na sua empresa

Uma visão abrangente dos negócios. Solução para superar barreiras e otimizar recursos na sua empresa Uma visão abrangente dos negócios Solução para superar barreiras e otimizar recursos na sua empresa Negócios sem barreiras O fenômeno da globalização tornou o mercado mais interconectado e rico em oportunidades.

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos Bloco Suprimentos Controle de Produção PCP Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Controle de Produção PCP, que se encontra no Bloco Suprimentos. Todas informações aqui disponibilizadas

Leia mais

Tecnologias e Sistemas de Informação

Tecnologias e Sistemas de Informação Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Administração Tecnologia e Sistemas de Informação - 02 Prof. Jorge Cavalcanti jorge.cavalcanti@univasf.edu.br www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti

Leia mais

LOGÍSTICA GLOBAL. Sistemas de Logística EDI, MRP e ERP.

LOGÍSTICA GLOBAL. Sistemas de Logística EDI, MRP e ERP. LOGÍSTICA GLOBAL Sistemas de Logística EDI, MRP e ERP. EDI Intercâmbio Eletrônico de Dados Introdução O atual cenário econômico é marcado por: a) intensa competitividade, b) pela necessidade de rápida

Leia mais

Plano Estratégico de Tecnologia de Informação - PETI

Plano Estratégico de Tecnologia de Informação - PETI Plano Estratégico de Tecnologia de Informação - PETI Hercio M. Ferraro Neto Pós-Graduando em Adm. De Sistemas de Informação Neste artigo iremos tratar de uma ferramenta da administração de sistemas de

Leia mais

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO * César Raeder Este artigo é uma revisão de literatura que aborda questões relativas ao papel do administrador frente à tecnologia da informação (TI) e sua

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa,

Leia mais

MRP II. Planejamento e Controle da Produção 3 professor Muris Lage Junior

MRP II. Planejamento e Controle da Produção 3 professor Muris Lage Junior MRP II Introdução A lógica de cálculo das necessidades é conhecida há muito tempo Porém só pode ser utilizada na prática em situações mais complexas a partir dos anos 60 A partir de meados da década de

Leia mais

Introdução sobre Implantação de Sistema ERP em Pequenas Empresas. Prof Valderi R. Q. Leithardt

Introdução sobre Implantação de Sistema ERP em Pequenas Empresas. Prof Valderi R. Q. Leithardt Introdução sobre Implantação de Sistema ERP em Pequenas Empresas Prof Valderi R. Q. Leithardt Objetivo Esta apresentação tem por objetivo mostrar tanto os benefícios como as dificuldades da implantação

Leia mais

ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial

ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial Prof. Pedro Luiz de O. Costa Bisneto 14/09/2003 Sumário Introdução... 2 Enterprise Resourse Planning... 2 Business Inteligence... 3 Vantagens

Leia mais

A IMPORTANCIA DO CUSTEIO NA CADEIA DE SUPRIMENTOS COMO VANTAGEM COMPETITIVA: CASO LOGÍSTICO EM MORRINHOS/CE.

A IMPORTANCIA DO CUSTEIO NA CADEIA DE SUPRIMENTOS COMO VANTAGEM COMPETITIVA: CASO LOGÍSTICO EM MORRINHOS/CE. A IMPORTANCIA DO CUSTEIO NA CADEIA DE SUPRIMENTOS COMO VANTAGEM COMPETITIVA: CASO LOGÍSTICO EM MORRINHOS/CE. Jander Neves 1 Resumo: Este artigo foi realizado na empresa Comercial Alkinda, tendo como objetivo

Leia mais

27/10/2011. Visão do Papel Integrado dos SI Dentro de uma Organização

27/10/2011. Visão do Papel Integrado dos SI Dentro de uma Organização Visão do Papel Integrado dos SI Dentro de uma Organização 1 Tipos de SI Depende do tipo de apoio a ser oferecido Deve-se levar em consideração: Usuários operações (entrada +processamento + saída) destino

Leia mais

MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12)

MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12) MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12) As siglas MRP, MRP II e ERP são bastante difundidas e significam: MRP Materials Requirements Planning Planejamento das Necessidades de Materiais; MRP II Resource

Leia mais

ERP. Agenda ERP. Enterprise Resource Planning. Origem Funcionalidades Integração Projeto Caso de Sucesso Projeto ERP em Números

ERP. Agenda ERP. Enterprise Resource Planning. Origem Funcionalidades Integração Projeto Caso de Sucesso Projeto ERP em Números ERP Enterprise Resource Planning 1 Agenda Origem Funcionalidades Integração Projeto Caso de Sucesso Projeto ERP em Números ERP Com o avanço da TI as empresas passaram a utilizar sistemas computacionais

Leia mais

PROGRAMA DE TREINAMENTO

PROGRAMA DE TREINAMENTO Jogo de Empresa POLITRON Tutorial para Uso da Planilha PROGRAMA DE TREINAMENTO EM MRP II Tutorial para o uso da Planilha do POLITRON Direitos Reservados - Reprodução Proibida Janeiro/2001 Versão Demonstrativa

Leia mais

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 141 A LOGÍSTICA COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Douglas Fernandes 1, Josélia Galiciano Pedro 1 Docente do Curso Superior

Leia mais

Objetivos da Produção

Objetivos da Produção Objetivos da Produção Aula 3 Profª. Ms. Eng. Aline Soares Pereira Sistemas Produtivos I Objetivos da aula 1. Apresentar os objetivos e estratégias da produção 2 Produção: É o processo de obtenção de qualquer

Leia mais

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010 Enterprise Resource Planning - ERP Objetivo da Aula Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 2 1 Sumário Informação & TI Sistemas Legados ERP Classificação Módulos Medidas

Leia mais

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos Denis Alcides Rezende Do processamento de dados a TI Na década de 1960, o tema tecnológico que rondava as organizações era o processamento de

Leia mais

A CONSOLIDAÇÃO DOS TRÊS NÍVEIS DE PLANEJAMENTO E CONTROLE DE PRODUÇÃO

A CONSOLIDAÇÃO DOS TRÊS NÍVEIS DE PLANEJAMENTO E CONTROLE DE PRODUÇÃO A CONSOLIDAÇÃO DOS TRÊS NÍVEIS DE PLANEJAMENTO E CONTROLE DE PRODUÇÃO Marcos Donizete de Souza (G-UEM) Priscilla Borgonhoni (UEM) REFERÊNCIA SOUZA, M. D. e BORGONHONI, P. A consolidação dos três níveis

Leia mais

O PAPEL DO CONTROLE DE ESTOQUE NA CENTRALIZAÇÃO DE COMPRAS

O PAPEL DO CONTROLE DE ESTOQUE NA CENTRALIZAÇÃO DE COMPRAS O PAPEL DO CONTROLE DE ESTOQUE NA CENTRALIZAÇÃO DE COMPRAS Mauricio João Atamanczuk (UTFPR) atamanczuk@hotmail.com João Luiz Kovaleski (UTFPR) kovaleski@pg.cefetpr.br Antonio Carlos de Francisco (UTFPR)

Leia mais

O controle de produção usado por empresas madeireiras de pequeno e médio porte da cidade de Ponta Grossa PR

O controle de produção usado por empresas madeireiras de pequeno e médio porte da cidade de Ponta Grossa PR O controle de produção usado por empresas madeireiras de pequeno e médio porte da cidade de Ponta Grossa PR Marcos Aurélio Zoldan (CEFETPR) mazo@pg.cefetpr.br Drª Magda Lauri Gomes Leite (CEFETPR) magda@pg.cefetpr.br

Leia mais

CRM - gestão eficiente do relacionamento com os clientes

CRM - gestão eficiente do relacionamento com os clientes CRM - gestão eficiente do relacionamento com os clientes Mais que implantação, o desafio é mudar a cultura da empresa para documentar todas as interações com o cliente e transformar essas informações em

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA Capítulo 2 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 2.1 2003 by Prentice Hall OBJETIVOS Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? Como os sistemas de informação apóiam

Leia mais

MRP, MRPII, ERP... Oracle, SAP, Microsiga... MRP MRP II - ERP. MRP Material Requirement Planning. MRP II Manufacturing Resources Planning

MRP, MRPII, ERP... Oracle, SAP, Microsiga... MRP MRP II - ERP. MRP Material Requirement Planning. MRP II Manufacturing Resources Planning MRP, MRPII, ERP... Oracle, SAP, Microsiga... MRP MRP II - ERP MRP Material Requirement Planning MRP II Manufacturing Resources Planning ERP Enterprise Resource Planning 1 O MRP é um software que auxilia

Leia mais

Fundamentos de Sistemas de Informações: Exercício 1

Fundamentos de Sistemas de Informações: Exercício 1 Fundamentos de Sistemas de Informações: Exercício 1 Fundação Getúlio Vargas Estudantes na Escola de Administração da FGV utilizam seu laboratório de informática, onde os microcomputadores estão em rede

Leia mais

Marketing. Gestão de Produção. Gestão de Produção. Função Produção. Prof. Angelo Polizzi

Marketing. Gestão de Produção. Gestão de Produção. Função Produção. Prof. Angelo Polizzi Marketing Prof. Angelo Polizzi Gestão de Produção Gestão de Produção Objetivos: Mostrar que produtos (bens e serviços) consumidos, são produzidos em uma ordem lógica, evitando a perda ou falta de insumos

Leia mais

Tecnologia da Informação

Tecnologia da Informação Tecnologia da Informação Gestão Organizacional da Logística Sistemas de Informação Sistemas de informação ERP - CRM O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para

Leia mais

E t n erpr p ise R sou o r u ce Pl P ann n i n ng Implant nt ç a ã ç o ã de de S ist s e t m e a a E RP

E t n erpr p ise R sou o r u ce Pl P ann n i n ng Implant nt ç a ã ç o ã de de S ist s e t m e a a E RP Enterprise Resource Planning Implantação de Sistema ERP Jorge Moreira jmoreirajr@hotmail.com Conceito Os ERP s (Enterprise Resource Planning) são softwares que permitem a existência de um sistema de informação

Leia mais

Professor: Disciplina:

Professor: Disciplina: Professor: Curso: Esp. Marcos Morais de Sousa marcosmoraisdesousa@gmail.com Sistemas de informação Disciplina: Introdução a SI 19/04 Recursos e Tecnologias dos Sistemas de Informação Turma: 01º semestre

Leia mais

MRP COMO SISTEMA PROPULSOR DE MELHORIAS NA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS

MRP COMO SISTEMA PROPULSOR DE MELHORIAS NA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS ISSN 1984-9354 MRP COMO SISTEMA PROPULSOR DE MELHORIAS NA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS Jamile Pereira Cunha Rodrigues (UESC) Resumo Diante do atual cenário competitivo empresarial, as empresas estão buscando

Leia mais

Gerenciamento simultâneo de produção e processo

Gerenciamento simultâneo de produção e processo Gerenciamento simultâneo de produção e processo Leonardo Werncke Oenning - Departamento de Engenharia de Materiais UNESC, wo.leo@hotmail.com Leopoldo Pedro Guimarães Filho UNESC, lpg@unesc.net; Dino Gorini

Leia mais

De onde vieram e para onde vão os sistemas integrados de gestao ERP

De onde vieram e para onde vão os sistemas integrados de gestao ERP Artigo 02 De onde vieram e para onde vão os sistemas integrados de gestao ERP Este documento faz parte do material que compõe o livro: Planejamento, Programação e Controle da Produção MRP II / ERP: Conceitos,

Leia mais

Apresentação da Empresa

Apresentação da Empresa Apresentação da Empresa Somos uma empresa especializada em desenvolver e implementar soluções de alto impacto na gestão e competitividade empresarial. Nossa missão é agregar valor aos negócios de nossos

Leia mais

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Competitividade Perenidade Sobrevivência Evolução Orienta na implantação e no desenvolvimento de seu negócio de forma estratégica e inovadora. O que são

Leia mais

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 1: Fundamentos dos SI. Resposta do Exercício 1

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 1: Fundamentos dos SI. Resposta do Exercício 1 Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 1: Fundamentos dos SI Resposta do Exercício 1 Fundação Getúlio Vargas Leia o texto e responda o seguinte: a) identifique os recursos de: Hardware: microcomputadores,

Leia mais

Sistema de Gestão Ambiental

Sistema de Gestão Ambiental Objetivos da Aula Sistema de Gestão Ambiental 1. Sistemas de gestão ambiental em pequenas empresas Universidade Federal do Espírito Santo UFES Centro Tecnológico Curso de Especialização em Gestão Ambiental

Leia mais

Sistemas de Informação Empresarial. Gerencial

Sistemas de Informação Empresarial. Gerencial Sistemas de Informação Empresarial SIG Sistemas de Informação Gerencial Visão Integrada do Papel dos SI s na Empresa [ Problema Organizacional ] [ Nível Organizacional ] Estratégico SAD Gerência sênior

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Adriana Beal, Eng. MBA Maio de 2001

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Adriana Beal, Eng. MBA Maio de 2001 INTRODUÇÃO À GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, Eng. MBA Maio de 2001 Apresentação Existe um consenso entre especialistas das mais diversas áreas de que as organizações bem-sucedidas no século XXI serão

Leia mais

Discente da Universidade do Oeste Paulista UNOESTE. Docente do Curso de Ciências Contábeis da UNOESTE. E mail: irene@unoeste.br

Discente da Universidade do Oeste Paulista UNOESTE. Docente do Curso de Ciências Contábeis da UNOESTE. E mail: irene@unoeste.br Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 425 FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA NA MICRO E PEQUENA EMPRESA Cassia de Matos Ramos 1, Dayane Cristina da Silva 1, Nathana

Leia mais

OS IMPACTOS DE IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO (ENTERPRISE RESOURCE PLANNING - ERP) EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

OS IMPACTOS DE IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO (ENTERPRISE RESOURCE PLANNING - ERP) EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS OS IMPACTOS DE IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO (ENTERPRISE RESOURCE PLANNING - ERP) EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS SELMA MARIA DA SILVA (IFG) profasms@hotmail.com Sandrerley Ramos Pires (UFG)

Leia mais

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057 INTRODUÇÃO SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057 Há algum tempo, podemos observar diversas mudanças nas organizações,

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 1 OBJETIVOS 1. Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? 2. Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL

SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL 1. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL (SIG) Conjunto integrado de pessoas, procedimentos, banco de dados e dispositivos que suprem os gerentes e os tomadores

Leia mais

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Competividade Perenidade Sobrevivência Evolução Orienta na implantação e no desenvolvimento de seu negócio de forma estratégica e inovadora. O que são palestras

Leia mais

GESTÃO DA PRODUÇÃO E ESTOQUES. George Paulus Pereira Dias

GESTÃO DA PRODUÇÃO E ESTOQUES. George Paulus Pereira Dias GESTÃO DA PRODUÇÃO E ESTOQUES George Paulus Pereira Dias George Paulus Pereira Dias paulus@proage.com.br 1998: Consultor em projetos na área de logística e planejamento com a utilização de técnicas de

Leia mais

PROJETO INTERDISCIPLINAR O TRABALHO NA SOCIEDADE CONTEMPORÃNEA TECNOLOGIA E TRABALHO

PROJETO INTERDISCIPLINAR O TRABALHO NA SOCIEDADE CONTEMPORÃNEA TECNOLOGIA E TRABALHO PROJETO INTERDISCIPLINAR O TRABALHO NA SOCIEDADE CONTEMPORÃNEA TECNOLOGIA E TRABALHO ORIENTADORA: Mariana Vilas Boas Mendes ACADÊMICOS: Daiane Graziele da Silva Labelijur Maria Fernandes Rafaela Viana

Leia mais

Clóvis Luiz Galdino 1 clovis.galdino@metodista.br

Clóvis Luiz Galdino 1 clovis.galdino@metodista.br Como a Estratégia e Gestão de Competências Pode Impactar o Desenho a Construção e a Implementação de Sistemas de Informações em Pequenas e Médias Empresas no Brasil Clóvis Luiz Galdino 1 clovis.galdino@metodista.br

Leia mais

O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES

O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES 1 O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES Cesar Paulo Lomba (Discente do 4º período de Tecnologia de Gestão Financeira das Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS) Maria Luzia

Leia mais

IMPACTOS DA LOGÍSTICA DE SERVIÇOS NA ECONOMIA BRASILEIRA E A CONTRIBUIÇÃO DAS FACULDADES

IMPACTOS DA LOGÍSTICA DE SERVIÇOS NA ECONOMIA BRASILEIRA E A CONTRIBUIÇÃO DAS FACULDADES IMPACTOS DA LOGÍSTICA DE SERVIÇOS NA ECONOMIA BRASILEIRA E A CONTRIBUIÇÃO DAS FACULDADES Ednilson Zanini 1 O serviço logístico tornou-se uma ferramenta importante para o desenvolvimento de relacionamentos

Leia mais

Sistemas ERP. A Interdisciplinaridade dos

Sistemas ERP. A Interdisciplinaridade dos A Interdisciplinaridade dos Sistemas ERP CLEBER DE CARVALHO OLIVEIRA CLEVER LOPES RODRIGUES LEANDRO SILVA CAMPOS LILIANE VERÔNICA MICHELLE GOMES SAINÇA UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL INSTITUTO LUTERANO

Leia mais

Escolha os melhores caminhos para sua empresa

Escolha os melhores caminhos para sua empresa Escolha os melhores caminhos para sua empresa O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Competitividade Perenidade Sobrevivência Evolução Orienta na implantação e no desenvolvimento de seu negócio

Leia mais

Gestão Estratégica de Estoques um Estudo em Grupo de Empresas do Setor de Móveis

Gestão Estratégica de Estoques um Estudo em Grupo de Empresas do Setor de Móveis Gestão Estratégica de Estoques um Estudo em Grupo de Empresas do Setor de Móveis Hélio José Reis Aguiar arthouse@hotmail.com Faculdade de Guaçuí Simone de Souza simones@ifes.edu.br IFES Guarapari Flávio

Leia mais

O SISTEMA ERP E AS ORGANIZAÇÕES

O SISTEMA ERP E AS ORGANIZAÇÕES O SISTEMA ERP E AS ORGANIZAÇÕES André Luís da Silva Pinheiro * Resumo: Este trabalho discutirá o impacto da implantação de um sistema do tipo ERP em uma empresa. Apresentaremos uma breve introdução de

Leia mais

Sistemas e Sistemas de Informação

Sistemas e Sistemas de Informação Sistemas e Sistemas de Informação 1) Defina pensamento sistêmico. É pensar na empresa como um sistema. A empresa não é vista como um conjunto de partes independentes, buscando alcançar objetivos isolados,

Leia mais

www.portaldoaluno.info GERENCIAMENTO EM TI Professor: André Dutton

www.portaldoaluno.info GERENCIAMENTO EM TI Professor: André Dutton GERENCIAMENTO EM TI Professor: André Dutton 1 BASES TECNOLÓGICAS Direcionadores do uso de tecnologia da informação. Uso de Tecnologia da Informação nas organizações. Benefícios do uso de Tecnologia de

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAIS

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAIS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAIS O PODER DA INFORMAÇÃO Tem PODER quem toma DECISÃO Toma DECISÃO correta quem tem SABEDORIA Tem SABEDORIA quem usa CONHECIMENTO Tem CONHECIMENTO quem possui INFORMAÇÃO (Sem

Leia mais

TÍTULO: CADEIA DE SUPRIMENTOS DA KEIPER DO BRASIL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO

TÍTULO: CADEIA DE SUPRIMENTOS DA KEIPER DO BRASIL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: CADEIA DE SUPRIMENTOS DA KEIPER DO BRASIL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS

Leia mais

PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DE MATERIAIS DE DEMANDA DEPENDENTE - MELHORIAS DESENVOLVIDAS PARA UMA EMPRESA DO RAMO PLÁSTICO.

PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DE MATERIAIS DE DEMANDA DEPENDENTE - MELHORIAS DESENVOLVIDAS PARA UMA EMPRESA DO RAMO PLÁSTICO. ! "#$ " %'&)(*&)+,.- /10.2*&4365879&4/1:.+58;.2*=?5.@A2*3B;.- C)D 5.,.5FE)5.G.+ &4- (IHJ&?,.+ /?=)5.KA:.+5MLN&OHJ5F&4E)2*EOHJ&)(IHJ/)G.- D - ;./);.& PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DE MATERIAIS DE DEMANDA DEPENDENTE

Leia mais

COMO O INVESTIMENTO EM TI PODE COLABORAR COM A GESTÃO HOSPITALAR?

COMO O INVESTIMENTO EM TI PODE COLABORAR COM A GESTÃO HOSPITALAR? COMO O INVESTIMENTO EM TI PODE COLABORAR COM A GESTÃO HOSPITALAR? Descubra os benefícios que podem ser encontrados ao se adaptar as novas tendências de mercado ebook GRÁTIS Como o investimento em TI pode

Leia mais

Sistemas de Informação Gerenciais Primeira Aula

Sistemas de Informação Gerenciais Primeira Aula Faculdade Pitágoras de Uberlândia Pós-graduação Sistemas de Informação Gerenciais Primeira Aula Prof. Me. Walteno Martins Parreira Júnior www.waltenomartins.com.br Maio -2013 Bibliografia básica LAUDON,

Leia mais

ERP: Pacote Pronto versus Solução in house

ERP: Pacote Pronto versus Solução in house ERP: Pacote Pronto versus Solução in house Introdução Com a disseminação da utilidade e dos ganhos em se informatizar e integrar os diversos departamentos de uma empresa com o uso de um ERP, algumas empresas

Leia mais

Avaliação da implantação de um sistema ERP para controle de processos

Avaliação da implantação de um sistema ERP para controle de processos Instituto de Educação Tecnológica Pós Graduação Gestão de Tecnologia da Informação Turma 24 16 de Outubro de 2014 Avaliação da implantação de um sistema ERP para controle de processos Felipe Rogério Neves

Leia mais

SISTEMAS INTEGRADOS Pedro Schubert

SISTEMAS INTEGRADOS Pedro Schubert SISTEMAS INTEGRADOS Pedro Schubert Vamos abordar os tópicos para a implantação da contabilidade moderna nas empresas. A contabilidade é legalmente utilizada nas empresas para atender aos enfoques legal

Leia mais

Gestão orçamentária na Construção Civil

Gestão orçamentária na Construção Civil Um retrato dos desafios, práticas e resultados do planejamento orçamentário Maio, 2014 Agenda Metodologia e amostra Desafios e cultura da organização na gestão orçamentária Processos e riscos do planejamento

Leia mais

Reflexos das customizações na implantação de sistemas ERP: uma comparação entre dois estudos de caso

Reflexos das customizações na implantação de sistemas ERP: uma comparação entre dois estudos de caso Reflexos das customizações na implantação de sistemas ERP: uma comparação entre dois estudos de caso José Henrique de Andrade (EESC-USP) jandrade@sc.usp.br José Renato Munhoz (UFSCAR) renato.munhoz@citrovita.com.br

Leia mais

Ementário do Curso de Administração Grade 2008-1 1 Administração da Produção I Fase: Carga Horária: Créditos: Ementa:

Ementário do Curso de Administração Grade 2008-1 1 Administração da Produção I Fase: Carga Horária: Créditos: Ementa: 1 da Produção I Ementário do Curso de Introdução à administração da produção; estratégias para definição do sistema de produção; estratégias para o planejamento do arranjo físico; técnicas de organização,

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE O SANGUE E A CONTABILIDADE NAS EMPRESAS ( * )

A RELAÇÃO ENTRE O SANGUE E A CONTABILIDADE NAS EMPRESAS ( * ) A RELAÇÃO ENTRE O SANGUE E A CONTABILIDADE NAS EMPRESAS ( * ) A Contabilidade é o sangue que circula no Sistema Integrado de Gestão. Implanta e integra controles em todos os órgãos da empresa e retorna

Leia mais

Título: Gestão dos custos em Micro e Pequenas empresas

Título: Gestão dos custos em Micro e Pequenas empresas Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Gestão de Projetos - Turma nº150 31/08/2015 Título: Gestão dos custos em Micro e Pequenas empresas Geanderson Geraldo Silva Oliveira geandersongg@yahoo.com.br

Leia mais

Desenvolvimento de um sistema de gestão para pequenas empresas utilizando planilhas eletrônicas. Aplicação em uma empresa do setor moveleiro

Desenvolvimento de um sistema de gestão para pequenas empresas utilizando planilhas eletrônicas. Aplicação em uma empresa do setor moveleiro Desenvolvimento de um sistema de gestão para pequenas empresas utilizando planilhas eletrônicas. Aplicação em uma empresa do setor moveleiro Márcio André Araújo Gonçalves 1 Elinelson Pinheiro de Souza

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAS Aula 3: Tipos de Sistemas informatizados.

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAS Aula 3: Tipos de Sistemas informatizados. MRP l SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAS Aula 3: Tipos de Sistemas informatizados. Material Requirement Planning Planejamento de requisição de materiais. Tecnológica e Organizacional décadas de 60 e 70

Leia mais

Sistemas de Administração da Produção. Sistema produtivo. Sistema produtivo. Estimativas de vendas de longo prazo 24/11/2015

Sistemas de Administração da Produção. Sistema produtivo. Sistema produtivo. Estimativas de vendas de longo prazo 24/11/2015 Sistemas de Administração da Produção Segundo Giannesi & Correia (1993) A sobrevivência e o sucesso das organizações dependem da eficiência com a qual produz seus bens e serviços, sendo os custos determinante

Leia mais

Modelo de sistema de informação para apoio ao processo decisório em micro e pequenas empresas.

Modelo de sistema de informação para apoio ao processo decisório em micro e pequenas empresas. Modelo de sistema de informação para apoio ao processo decisório em micro e pequenas empresas. Francisco Ignácio Giocondo César (UNIMEP) giocondo@merconet.com.br Osvaldo Elias Farah (UNIMEP) oefarah@unimep.br

Leia mais

GESTÃO EMPRESARIAL AO SEU ALCANCE

GESTÃO EMPRESARIAL AO SEU ALCANCE GESTÃO EMPRESARIAL AO SEU ALCANCE ERP: prioridade número 1 das empresas brasileiras A demanda é clara: os software de gestão empresarial, os ERPs (Enterprise Resources Planning) se mantêm como prioridade

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação

Estratégias em Tecnologia da Informação Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 6 Sistemas de Informações Estratégicas Sistemas integrados e sistemas legados Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados Material de apoio 2 Esclarecimentos

Leia mais

Tecnologia Aplicada à Gestão

Tecnologia Aplicada à Gestão Tecnologia Aplicada à Gestão Parte 4 Aula 11 Fundamentos de SI Prof. Walteno Martins Parreira Jr www.waltenomartins.com.br Introdução O que são e para que servem os Sistemas de Suporte Gerencial? Como

Leia mais

O APS (ADVANCED PLANNING SYSTEMS) APLICADO AO ERP TECNICON: PRINCÍPIOS DE USABILIDADE

O APS (ADVANCED PLANNING SYSTEMS) APLICADO AO ERP TECNICON: PRINCÍPIOS DE USABILIDADE O APS (ADVANCED PLANNING SYSTEMS) APLICADO AO ERP TECNICON: PRINCÍPIOS DE USABILIDADE Robson Pache (FAHOR) rp000705@fahor.com.br Juliano Hammes (FAHOR) jh000697@fahor.com.br Vilmar Boeno Silva (FAHOR)

Leia mais

Aula 1 Conceitos básicos de Sistemas de Informação.

Aula 1 Conceitos básicos de Sistemas de Informação. Aula 1 Conceitos básicos de Sistemas de Informação. Dados X Informações O que são Dados? São materiais brutos que precisam ser manipulados e colocados em um contexto compreensivo antes de se tornarem úteis

Leia mais

Modelagem e Decisão Planilhas Eletrônicas

Modelagem e Decisão Planilhas Eletrônicas Modelagem e Decisão Planilhas Eletrônicas Modelagem e Decisão (07181) Instituto de Ciências Econômicas, Administrativas e Contábeis (ICEAC) Universidade Federal do Rio Grande (FURG) Introdução Objetivo

Leia mais

GERENCIANDO INCERTEZAS NO PLANEJAMENTO LOGÍSTICO: O PAPEL DO ESTOQUE DE SEGURANÇA

GERENCIANDO INCERTEZAS NO PLANEJAMENTO LOGÍSTICO: O PAPEL DO ESTOQUE DE SEGURANÇA GERENCIANDO INCERTEZAS NO PLANEJAMENTO LOGÍSTICO: O PAPEL DO ESTOQUE DE SEGURANÇA Eduardo Saggioro Garcia Leonardo Salgado Lacerda Rodrigo Arozo Benício Erros de previsão de demanda, atrasos no ressuprimento

Leia mais

Entendendo custos, despesas e preço de venda

Entendendo custos, despesas e preço de venda Demonstrativo de Resultados O empresário e gestor da pequena empresa, mais do que nunca, precisa dedicar-se ao uso de técnicas e instrumentos adequados de gestão financeira, para mapear a situação do empreendimento

Leia mais

Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE. Prof. Luís Rodolfo

Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE. Prof. Luís Rodolfo Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Luís Rodolfo Vantagens e desvantagens de uma rede para a organização Maior agilidade com o uso intenso de redes de computadores; Grandes interações

Leia mais

Aula 15. Tópicos Especiais I Sistemas de Informação. Prof. Dr. Dilermando Piva Jr.

Aula 15. Tópicos Especiais I Sistemas de Informação. Prof. Dr. Dilermando Piva Jr. 15 Aula 15 Tópicos Especiais I Sistemas de Informação Prof. Dr. Dilermando Piva Jr. Site Disciplina: http://fundti.blogspot.com.br/ Conceitos básicos sobre Sistemas de Informação Conceitos sobre Sistemas

Leia mais

O conceito de CIM e a integração de processos. Evolução da Manufatura

O conceito de CIM e a integração de processos. Evolução da Manufatura O conceito de CIM e a integração de processos Prof. Breno Barros Telles do Carmo Evolução da Manufatura Integração.A evolução da manufatura segundo reportado em Russell e Taylor III (1995) se deu em quatro

Leia mais

ERP Enterprise Resource Planning

ERP Enterprise Resource Planning ERP Enterprise Resource Planning Sistemas Integrados de Gestão Evolução dos SI s CRM OPERACIONAL TÁTICO OPERACIONAL ESTRATÉGICO TÁTICO ESTRATÉGICO OPERACIONAL TÁTICO ESTRATÉGICO SIT SIG SAE SAD ES EIS

Leia mais