O ESTÁGIO COMO PRÁTICA EDUCATIVA: ANÁLISE DE EXPERIÊNCIAS NOS ESTÁGIOS EXTRACURRICULARES DOS ACADÊMICOS DA UFPI

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1 O ESTÁGIO COMO PRÁTICA EDUCATIVA: ANÁLISE DE EXPERIÊNCIAS NOS ESTÁGIOS EXTRACURRICULARES DOS ACADÊMICOS DA UFPI Resumo Simone de Jesus Sena da Silva Sousa Universidade Federal do Piauí UFPI Carmen Lúcia de Oliveira Cabral Universidade Federal do Piauí UFPI Este artigo analisa o estágio como prática educativa no processo de formação dos acadêmicos do Curso de Licenciatura em Pedagogia da Universidade Federal do Piauí, em suas experiências nos estágios extracurriculares nos espaços escolares. O interesse pela temática surgiu da necessidade de compreender como o estágio contribui para a formação dos acadêmicos. Acreditamos ser relevante e de interesse de todos os acadêmicos do Curso, a discussão da prática de estágio, fator indispensável em nossa formação profissional e acadêmica. A pesquisa é de natureza qualitativa, descritiva e exploratória, na qual utilizamos para a coleta de dados os seguintes instrumentos: o questionário para o levantamento do perfil dos acadêmicos e a entrevista autobiográfica na modalidade semi-estruturada, caracterizada por alguns eixos temáticos como: experiência no estágio extracurricular; contribuição do estágio extracurricular para sua formação acadêmica e profissional. Para o nosso embasamento teórico buscamos alguns autores que abordam os estágios supervisionados e extracurriculares, dentre os quais mencionamos Faingold (2001), Paquay; Wagner, (2001) Ghedin (2006). O estudo revelou que o estágio extracurricular possibilita aprendizagens enriquecedoras para o processo de formação dos acadêmicos, uma vez que proporciona experiências, aprendizagens e novos olhares, acerca da dimensão educativa do curso de Pedagogia. Palavras-chave: Pedagogo. Estágio extracurricular. Formação. Prática educativa. Curso de Pedagogia. Introdução A realidade em que vivemos hoje é marcada pela era do conhecimento, das novas tecnologias que exigem uma sociedade atualizada e preparada para viver e sobreviver a todas as transformações. Sabemos ainda que a educação se constitui no meio que retemos para conduzir nossa prática no interior dessa sociedade com a possibilidade de escolher e optar de forma consciente e crítica, definindo uma atuação politicamente diferente na busca de uma vida digna. Destacamos, nesse estudo, o espaço escolar, no qual o processo educacional se desenvolve de forma sistematizada, com ênfase nos conhecimentos da pedagogia no processo educacional na perspectiva de uma educação de qualidade e democrática. A partir desse contexto e da função social dada à educação apresentamos como tema da nossa pesquisa O estágio extracurricular como prática educativa no processo de formação dos acadêmicos do Curso de Pedagogia da Universidade Federal do Piauí. Livro 3 - p

2 Levamos em consideração os aspectos da formação e das experiências dos acadêmicos, pois sabemos que a pedagogia está ligada a todas as dimensões educativas desde a Educação Infantil até a Educação Superior, elaborando e reelaborando as ações educativas, em busca de melhoria para o processo educativo. Com base em leituras e experimentações em estágios curriculares e extracurriculares, caracterizaremos a temática em discussão a partir do seguinte problema: Como os estágios extracurriculares contribuem para a formação dos acadêmicos do Curso de Pedagogia da UFPI? Discutimos essa situação com o desenvolvimento dos objetivos: Analisar como os acadêmicos do curso de pedagogia realizam as experiências nos estágios extracurriculares em espaços escolares; caracterizar o espaço de atuação dos acadêmicos estagiários; sistematizar a compreensão dos acadêmicos estagiários do curso de pedagogia acerca da prática de estágio para sua formação profissional. Para a realização desse trabalho buscamos subsídios teóricos na área das ciências da educação, no campo teórico da pedagogia, na formação do pedagogo e dos estágios supervisionados e extracurriculares, entre eles os estudos de: Faingold (2001), Paquay; Wagner, (2001) Ghedin (2006), lidos e articulados para uma compreensão melhor da temática. A organização desse trabalho segue a ordem das discussões gerais sobre os estágios nos cursos de formação de professores, em particular no curso de pedagogia, em seguida, expomos como realizamos o estudo junto aos acadêmicos do Curso, caracterizando a natureza da pesquisa e os instrumentos utilizados para contata os interlocutores. Fechamos com as considerações finais expondo uma síntese do estudo realizado. Contextualizando os Estágios Supervisionados e Extracurriculares no Curso de Pedagogia Diante do problema da pesquisa Como os estágios extracurriculares contribuem para a formação dos acadêmicos do Curso de Pedagogia da UFPI? Discorremos acerca do estágio supervisionado que deve ser realizado durante o Curso de Pedagogia como carga horária obrigatória, bem como do estágio extracurricular não obrigatório, realizado pelos acadêmicos do Curso. Discutimos o componente estágio como prática, processo e ação, que está presente na formação do pedagogo. Observamos que os dois tipos de estágios mencionados são importantes no processo de formação dos acadêmicos do Curso, cada um com suas características Livro 3 - p

3 trazem de alguma forma conhecimentos profissionais por intermédio das práticas cotidianas, das relações com alunos e professores e com a realidade do espaço escolar. São práticas que oportunizam a apreciação da aplicabilidade dos conhecimentos, das teorias e das informações assimiladas de uma forma mais discursiva na trajetória da formação. Faingold (2001, p.126) relata que: Não é a partir do modelo a priori de um aluno epistêmico dificilmente encontrável que os professores estagiários apropriam-se de seu ofício, mas através de contextos variados, na interação com crianças dotadas de um nome, de um rosto, de um corpo, de uma história. É importante que, durante a formação, a relação intersubjetiva entre o estagiário e o aluno possa ser analisada sem que sejam abandonadas suas respectivas vivências, sua relação com o saber, seu desejo de reconhecimento. Diante dessa citação podemos inferir que os acadêmicos estagiários necessitam de interação, vivências, contatos com a realidade dos alunos em diferentes contextos para que possam apropriar-se de seu ofício. Nas relações entre alunos e estagiários devem ser consideradas suas respectivas vivências cotidianas para uma compreensão recíproca com relação ao ensinar e o aprender. No atual contexto educacional nos deparamos com diversos paradigmas pelos quais se caracterizam os educadores. Poderíamos mencionar alguns como professores técnicos, professores reflexivos, professores cultos, professores pesquisadores dentre outros. Tais paradigmas de professores trazem conseqüências para a formação inicial, visto que [...], as contribuições teóricas quanto às disciplinas a ensinar e quanto aos princípios didáticos e os estágios reportam-se, consequentemente, ao final da formação (PAQUAY; WAGNER, 2001, p. 38). Daí a necessidade que os acadêmicos tem de buscar outras maneiras de apreender o oficio o estágio extracurricular. Na proposta Curricular do Curso de Pedagogia da UFPI, encontramos uma orientação no que diz respeito à prática do estágio supervisionado, para o meio do Curso e não deixando somente para o final da formação. Segundo o Projeto Político Pedagógico do Curso de Pedagogia da UFPI (2009), o componente curricular Prática de Ensino, enquanto Estágio Supervisionado, é regulamentado, no âmbito da Universidade, através de documento próprio, específico do Curso de Pedagogia oferecido pela UFPI, e no âmbito específico do Curso. O Estágio Supervisionado está organizado em quatro disciplinas, assim distribuídas: Estágio Supervisionado I (Planejamento e Gestão da Educação: espaços Livro 3 - p

4 escolares e não-escolares); Estágio Supervisionado II (Planejamento e Gestão da Educação: espaços escolares e não-escolares); Estágio Supervisionado III Educação Infantil: espaços escolares e não-escolares e Estágio Supervisionado IV Ensino Fundamental Anos Iniciais: espaços escolares e não-escolares. (PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO CURSO DE PEDAGOGIA DA UFPI, 2009, p. 35). Com relação ao estágio extracurricular, regulamentado pela Lei , de , e pela Resolução n. 26/09 CEPEX, não constitui elemento obrigatório curricular, podendo ser desenvolvido pelos acadêmicos do Curso de Pedagogia como atividade opcional, de acordo com normas estabelecidas internamente pela Instituição (PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO CURSO DE PEDAGOGIA DA UFPI, 2009). Vejamos a importância dos estágios supervisionados para a formação dos acadêmicos, segundo Paquay e Wagner (2001, p. 139): Os estágios constituem o lugar privilegiado da formação prática. Eles permitem aos iniciantes adquirir as habilidades do ofício na companhia de práticos experientes. É nos estágios que se aprende mais!, dizem inanimemente os futuros professores. Certamente, é nos estágios que os esquemas de análise e de ação necessários para organizar a classe e dirigir os aprendizados. Destacamos que o estágio supervisionado é o momento mais esperado da formação inicial, devido ser por intermédio dos estágios supervisionados que temos um contato direto com a instituição escolar, professores e alunos, que surge a oportunidade de observar a prática de professores experientes, além de receber orientação antes, durante e no final do estágio. Diferentemente, no que diz respeito à observação e orientação por parte de professores já experientes durante o estágio extracurricular não ocorre o acompanhamento. Apesar dessa diferença, os acadêmicos durante o estágio, seja ele supervisionado ou extracurricular, encontram oportunidades de crescer enquanto profissionais, adquirindo conhecimentos para realizar uma prática educativa de qualidade e com compromisso. Não podemos deixar de mencionar que durante o estágio supervisionado ou extracurricular, encontramos pontos não necessariamente negativos, mas algumas dificuldades, que podem até ajudar os estagiários a apreender e compreender a dinâmica do processo educativo, até mesmo por que a partir dos erros aprendemos muito. Acreditamos que o estagiário tenha sim o direito de errar, uma vez que tais erros venham contribuir para a aquisição de experiências estratégicas de diferentes Livro 3 - p

5 dimensões, aprofundando seus conhecimentos no campo da docência, objetivando a melhoria em sua prática docente. Independente do paradigma adotado pela instituição superior e ou escola percebemos a importância dos estágios supervisionado e extracurricular para a formação dos acadêmicos e concordamos com Ghedin (2006, p. 233) quando menciona que: A experiência de estágio na formação de professores representa, para o aluno estagiário, uma primeira aproximação de seu campo de atuação profissional. Tal experiência o obriga a realizar um trabalho de síntese entre teoria e prática educativa, algo que nem sempre se resolve de maneira equilibrada, sem que haja perdas em uma ou em outra dimensão. No momento em que o acadêmico estagiário tem um contato direto com o espaço escolar e de certa forma com a realidade educacional, ele necessariamente relaciona a teoria que estudou e que ainda esta estudando com a prática vivenciada. Em outras palavras, articula o saber teórico com o saber prático da instituição escolar, movimento com o qual acreditamos que, mesmo que possam ter alguns problemas, ganharão aprendizagens para a vida toda, tomando a experiência como fundamental nesse processo de formação inicial da construção de sua identidade docente. Os professores estagiários em sala de aula têm a oportunidade de desenvolver e adquirir um conhecimento prático que só será possível por meio da prática, do exercício da prática pedagógica em contato direto com os alunos e situações escolares. Silva (2004, p. 373) menciona que [...] a epistemologia da prática docente carrega em si elementos da natureza do trabalho docente que, por sua vez, sofre influencias do eu pessoal de quem o pratica. Entretanto, para uma compreensão sólida da docência consideramos necessária a articulação entre os planos teórico, metodológico e instrumental com o plano da prática. O estágio supervisionado e ou extracurricular é um momento em que temos a oportunidade de relacionar a teoria com a prática estudada na formação, ou seja, durante o Curso, mas algumas vezes não é possível fazer essa relação logo no início. Ghedin (2006, p. 225), discutindo sobre esse momento, coloca que: O estágio nos cursos de formação de professores tem sido desenvolvido como o momento de operacionalizar o exercício da unidade prática-teoria-prática, buscando atingir a práxis, como possibilidade de interferência no processo educativo por meio do ensino. Vejamos a importância do estágio supervisionado para e na formação inicial de educadores com a proposta apresentada por Ghedin (2006, p. 226): Livro 3 - p

6 O estágio [...] toma por base e assume como princípio formativo a reflexão na ação e sobre a reflexão na ação, em que o conhecimento faz parte da ação, em uma apropriação de teorias que possam oferecer uma perspectiva de análise e compreensão de contextos históricos, sociais, culturais, éticos, políticos, estéticos, técnicos, organizacionais e dos próprios sujeitos como profissionais, a fim de transformar a escola em espaço de construção da identidade profissional vinculada à produção do conhecimento com autonomia do professor. O estágio supervisionado, conforme a citação deve ser caracterizado pela reflexão na ação, como princípio formativo, com o qual percorremos um caminho que necessitamos para crescer enquanto profissionais intelectuais e transformadores, em busca de uma identidade profissional. A dimensão da prática do estágio é significativa uma vez que está, intrinsecamente, ligada a produção de conhecimentos. Faingold (2001) e Ghedin (2006) também destacam a importância da relação intersubjetiva e a parceria entre universidade e escola, situando a interação entre professores universitários, professores estagiários, professores da escola e alunos. Consideram que essas relações possibilitam aos acadêmicos estagiários saberes e conhecimentos que enriquecem sua prática enquanto futuros profissionais da educação. O acadêmico em formação inicial de professor está se preparando para realizar atividades praticas de ser professor, como forma de desenvolvimento profissional, o que, de alguma maneira, gera oportunidade para investigar qual a contribuição do estágio supervisionado e ou extracurricular para sua formação, tornando-se um pesquisador da pratica educativa na formação inicial. É considerando o estágio como uma atividade de pesquisa, com o estabelecimento de vínculos entre pesquisadores da universidade, estagiários e professores da escola, que buscamos mudanças pelos professores e acadêmicos que estejam engajados numa mesma causa, no caso, o estágio supervisionado e ou extracurricular na formação de professores. Da mesma forma que Ghedin (2006), Souza (2006, p. 586) vê o momento do estágio como processo formativo, indo além, A idéia construída sobre a formação e o estágio como práticas de iniciação me faz entendê-los como um processo vinculado a uma prática institucionalizada e formativa, marcados por experiências e aprendizagens construídas ao longo da vida, implicando com o desenvolvimento pessoal, a preparação para a realização profissional de uma prática educativa contextualizada, reflexiva, crítica e transformadora. Livro 3 - p

7 Percebemos que, enquanto um processo formativo, o estágio é caracterizado pelas experiências e aprendizagens desenvolvidas pelos acadêmicos em sua trajetória de formação, o que contribui para uma prática educativa profissional crítica e reflexiva, que possa transformar a realidade educacional. É interessante mencionar que as primeiras experiências docentes estão articuladas às práticas de estágio, sejam supervisionadas ou extracurriculares, nas quais, geralmente, percebemos dificuldades, medo, angústias acerca da realidade do espaço escolar. Focando esse aspecto, Souza (2006, p. 589) relata que: Os sentimentos anunciados nas narrativas sobre o início da docência expressam angústia, medo, insegurança e apropriações sobre a cultura escolar. Uma das dificuldades no processo do estágio, refere-se às questões didáticas, especificamente no que concerne ao planejamento, à utilização e à adequação ao tempo pedagógico e, também, à realidade das escolas, à violência e à indisciplina dos alunos. Com essas observações do autor, destacamos que o choque do acadêmico estagiário com a realidade escolar, os processos de socialização e aprendizagens da docência na formação inicial produzem estruturas insólidas, frágeis, intrinsecamente ligadas ao cotidiano escolar. As vivencias, de alguma forma, nos ajudam a diferenciar paradigmas e princípios que estruturam os discursos pedagógicos, que compõem o agir da prática pedagógica do professor em sala de aula com o acadêmico estagiário. Metodologia Para a realização da pesquisa utilizamos a abordagem qualitativa, descritiva e exploratória, apropriada para ingressarmos neste campo dos estágios na formação dos futuros professores. Optamos, para a aquisição de dados, pelo questionário com questões abertas e fechadas, objetivando a aquisição de informações sobre o perfil dos acadêmicos do curso de pedagogia por serem interlocutores da pesquisa. O uso de questionário se fez necessário para que pudéssemos saber quais eram os acadêmicos estagiários de instituições públicas, ou seja, aqueles que já tinham experiência no espaço escolar. Utilizamos, também, a entrevista autobiográfica para compreender como se caracteriza o espaço de atuação dos acadêmicos enquanto estagiários e como os mesmos realizam a prática de estágio nos espaços escolares. A pesquisa realizou-se nos Campus Universitário Ministro Petrônio Portela, bloco 06 Bairro Ininga, no Centro de Ciências da Educação (CCE), da Universidade Federal do Piauí, onde tivemos contato com os interlocutores, ou seja, os acadêmicos do Livro 3 - p

8 Curso de Pedagogia para a aquisição de informações sobre a sua atuação junto aos estágios extracurriculares. Os interlocutores da pesquisa foram acadêmicos do Curso de Pedagogia do turno da manhã que se encontravam, no momento da pesquisa, entre o 5 e 8 período. A escolha é porque geralmente os alunos do 5 período em diante já têm um contato com a escola através de estágios extracurriculares em instituições públicas e privadas. Conhecendo os objetivos dessa pesquisa. Os sujeitos participaram na pesquisa de forma livre e espontânea, a fim de que pudéssemos compreender melhor sua prática em sala de aula. A análise dos dados ocorreu em dois momentos, o primeiro foi à análise das informações obtidas através dos questionários, que nos orientou na seleção dos interlocutores para participarem das entrevistas; e, o segundo foi à análise das entrevistas autobiográficas que oferecem relatos das experiências nos estágios extracurriculares. O que revelam as experiências dos acadêmicos estagiários do Curso de Pedagogia da UFPI Através da analise das falas dos interlocutores da pesquisa foi possível entender alguns conceitos e crenças presentes internalizados em sua trajetória formativa. Diante do que buscamos compreender as concepções que os acadêmicos fazem sobre eles mesmos e como se projetam no futuro enquanto profissionais da educação. Por meio das entrevistas percebemos algumas marcas vivenciadas no Curso e no estágio extracurricular que contribuem para a formação profissional dos acadêmicos do Curso de Pedagogia da UFPI. Contribuição do Curso para a prática nos estágios A grande maioria dos interlocutores relata que a formação recebida no Curso contribui para a realização de sua prática no estágio, para alguns contribuiu muito e logo podemos confirmar com o relato de alguns interlocutores: Contribuem sim, há muita teoria que embasa a prática (I57). Sim, porque serve de base para a gente entender algumas teorias, alguns problemas que acontece em sala de aula (I17). Sim, fez eu gostar (I56). Sim, bastante, a questão da prática contribui muito. Não concordo com a teoria não ter nada a ver com a prática (I40). Livro 3 - p

9 Diante das falas dos interlocutores percebemos que o Curso proporciona aos acadêmicos grandes contribuições na realização da prática nos estágios, a ponto de fazer com que alguns gostem do curso como no caso do I56, além de contribuir para uma compreensão melhor da pratica pedagógica do pedagogo, daí percebemos como o processo de formação dos acadêmicos contribuem para a construção de sua identidade enquanto futuro pedagogo. Caracterização da atuação dos estagiários no espaço escolar Dos interlocutores entrevistas 50% caracterizam sua atuação como boa, satisfatória, muito aprendizado, isso é interessante porque geralmente quando realizamos o estágio extracurricular ainda não temos experiência em sala de aula. Mas vejamos alguns relatos: Muito satisfatório, porque respondi as expectativas das crianças e da escola. Recebi dois prêmios (professor alfabetizador-semec) (I38). Muito aprendizado, cotidianamente, nós faz refletir a prática do ser professor, e as competências que temos que realizar para atuar na área (I22). Atuação boa, por conta da base teórica que a Universidade me proporciona (I59). É interessante perceber que realmente existem profissionais competentes, sábios, críticos e reflexivos que são capazes de transformar a realidade de seu ambiente de trabalho e de sua vida profissional. Não desmerecendo aqueles que encontram dificuldades, porque compreendemos que não é fácil, nem é correto um acadêmico do Curso de Pedagogia assumir uma sala de aula como professoro titular. Contribuição do estágio extracurricular para a formação acadêmica e profissional No que diz respeito a essa contribuição percebemos que teve grande significância para os acadêmicos uma vez que todos reconheceram tal importância, para sua formação tanto acadêmica como profissional. A participação no estágio proporcionou além do contato direto com a escola, uma visão mais ampla da realidade educacional, ampliou os conhecimentos com relação à didática, dentre outros aspectos. Vejamos como está explicitado na fala dos interlocutores: Grande contribuição, aprendi muito para crescer enquanto profissional, aprendi com as experiências com outros professores, está sendo importante para mim. (I31) Deixou-me mais segura na Universidade, porque é isso que eu quero. No momento em que temos contato com a escola temos certeza se é o que queremos. (I17) Livro 3 - p

10 Porque vê o processo educativo em sua totalidade, aliar os conhecimentos teóricos e a prática, perceber realmente o que queremos seguir. (I40) Dando ênfase à fala do I40 o estágio extracurricular proporciona uma visão ampla do processo educacional, ajuda a conciliar teoria e a pratica e descobrir se é realmente o que quer para si. Por meio da experiência com o estágio podemos continuar no Curso ou não. Cabe lembrar que existem casos de pessoas que não gostam da prática, mas mesmo assim concluir o Curso, apenas para receber o diploma e ter uma formação superior. Orientação no estágio extracurricular Pelos relatos constatamos que alguns dos acadêmicos estagiários tiveram a oportunidade e privilegio de receber orientação no decorrer de suas práticas, enquanto outros só receberam tal orientação apenas no início do estágio conforme os relatos que se segue: Sim, no início com orientações da pedagoga e de alguns professores, depois caminhei sozinha. (I38) Sim, o pedagogo me orienta. (I27) De 15 em 15 dias a pedagoga senta comigo para planejar. (I22) Recebi só no inicio, às vezes, a pedagoga pergunta como estava a turma, se tenha alguma dificuldade. (I36) Sabemos que a orientação educacional para quem está iniciando sua prática em sala de aula é indispensável para que possam pensar e refletir sobre suas ações, planejar os conteúdos a serem estudados e organizar atividades extras para os alunos. Avaliação do estágio Percebemos a contribuição do estágio para a grande maioria dos interlocutores que avaliou o mesmo da seguinte forma, a saber: Perfeito (I38); Um aprendizado para vida toda (I57); Foi fundamental para eu perceber que é necessário primeiramente ter uma formação sólida (I49). Diante dessas falas, percebemos que mesmo sem um acompanhamento contínuo os acadêmicos reconhecem que o estágio foi importante e contribuiu para sua formação e para toda a vida, esses levarão essas experiências para o futuro. Livro 3 - p

11 Construção da identidade profissional dos acadêmicos nos estagiários extracurriculares Todos os interlocutores afirmaram que está construindo sua identidade profissional no decorrer da sua prática no estágio, através das experiências, vivências, relação com os demais profissionais da educação, o contato direto com a realidade da escola, o que confirmamos nos relatos abaixo: Sim, porque todo dia aparecem situações diferentes que me faz refletir, amadurecer, engrandecendo assim não só profissionalmente, mas pessoalmente. (I38) Sim, porque ao longo do período a teoria e prática estão me ajudando a entender melhor as situações vivenciadas no espaço escolar. (I17) Estou, por causa das experiências, pois tudo gira em torno das experiências. (I36) Estou sim, o estágio foi o que mais me proporcionou identidade como futuro pedagogo. (I56) Na fala dos interlocutores presenciamos a firmeza de como o estágio extracurricular contribuiu e contribui para a construção da identidade dos mesmos, com várias aprendizagens, novas descobertas, entendimentos, experiências, visões diferentes do processo educativo dentre outros aprendizados. Considerações Reflexivas Com a realização desse trabalho tivemos a oportunidade de fazer uma relação entre os estágios supervisionados e os estágios extracurriculares, e perceber as contribuições para a construção da identidade profissional dos acadêmicos. O primeiro diz respeito ao estágio caracterizado pela orientação de um professor universitário e acompanhamento do professor da escola, no qual o acadêmico estagiário desenvolve sua prática. Enquanto que, o segundo está relacionado ao estágio que é desenvolvido por grande parte dos acadêmicos, não sendo orientado nem supervisionado. Nesse último, o acadêmico estagiário enfrenta os desafios que a instituição escolar impõe, apenas com o conhecimento adquirido na Universidade. Constatamos que a maioria dos acadêmicos entre 5 e 8 período tem contato direto com a escola por meio do estágio extracurricular, o que proporciona vantagens e desvantagens na formação dos acadêmicos. Sabemos que um estágio sem acompanhamento é um desafio para estes acadêmicos, pois se deparam com uma realidade escolar desconhecida, sem experiência para a tomada de decisões. Ao mesmo tempo, proporciona aos acadêmicos a oportunidade de conhecer e conviver com esta Livro 3 - p

12 realidade escolar por meio das interações com professores, alunos, famílias, funcionários, diretores e supervisores, descobrindo novas aprendizagens. Referências FAINGOLDE, Nadine. De estagiário a especialista: construir as competências profissionais. In: PARQUAY, L. et al.(org.). Formando professores profissionais. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2001.p GHEDIN, Evandro. A articulação entre estágio-pesquisa na formação do professorpesquisador e seus fundamentos. In: BARBOSA, Raquel Lazzari Leite (Org.). Formação de educadores: artes e técnicas-ciências e políticas. São Paulo: Ed. UNESP, p PARQUAY, Léopold; WAGNER, Marie-Cécile. Competências profissionais privilegiadas nos estágios e na vídeo formação. In: PARQUAY, Léopold. et al.(org.). Formando professores profissionais. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, p PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO CURSO DE PEDAGOGIA DA UFPI, Teresina, SILVA, Marilda da. Narrativas de formação e estagio supervisionado: reflexão sobre uma parceria pedagógica para ser aproveitada na formação de professores. In: BARBOSA, Raquel Lazzari Leite (Org.). Trajetórias e perspectivas da formação de educadores. São Paulo: Ed. UNESP, p SOUZA, Elizeu Clementino de. Narrativas, estagio supervisionado e formação inicial de professores. In: BARBOSA, Raquel Lazzari Leite (Org.). Formação de educadores: artes e técnicas-ciências e políticas. São Paulo: Editora UNESP, p Livro 3 - p

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