UTILIZAÇÃO DA TERMOGRAFIA NA MANUTENÇÃO DE LOCOMOTIVAS E INSPEÇÃO DE VAGÕES.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UTILIZAÇÃO DA TERMOGRAFIA NA MANUTENÇÃO DE LOCOMOTIVAS E INSPEÇÃO DE VAGÕES."

Transcrição

1 UTILIZAÇÃO DA TERMOGRAFIA NA MANUTENÇÃO DE LOCOMOTIVAS E INSPEÇÃO DE VAGÕES.

2 Atualmente no Brasil estão em operação diversos modelos de locomotivas diesel-elétricas, desde locomotivas mais antigas e de grande simplicidade até as de fabricação mais recente que dispõe de alta tecnologia como computadores que gerenciam o funcionamento de seus sistemas. Há uma grande diferença tecnológica entre elas, porém esta diferença é menor em algo comum a ambas: sua manutenção. Em uma manutenção preventiva, por exemplo, a maioria das atividades requer uma única ação: a de observar. Minuciosamente o equipamento é inspecionado. São observados vários componentes para conferir seu desgaste, níveis, se há peças quebradas ou fora do lugar, além de serem executados diversos testes para se observar o funcionamento do equipamento, tudo isso com a intenção de garantir a confiabilidade do mesmo. Confiabilidade e algo que a área de manutenção de qualquer empresa busca. Os melhores mantenedores não são aqueles que diagnosticam e corrigem uma avaria rapidamente, e sim aqueles que a impedem de ocorrer. Muitas vezes um componente ou uma peça, antes de falhar, apresenta indícios de que isto irá ocorrer. Em locomotivas, antigas ou modernas, tanto no sistema elétrico ou mecânico um desses indícios é a alteração na temperatura, porém alterações de temperatura em sua maioria não podem ser vistas ou sentidas pelo ser humano. Visando modernizar a atividade de manutenção de nossas locomotivas, adicionamos em nossas revisões o uso da termografia. Com a utilização de uma câmera termográfica é possível ver as alterações de temperatura que anteriormente não eram percebidas pelo mantenedor e que evidenciam uma futura falha no equipamento. Foram significativos os benefícios desta prática e este trabalho tem por finalidade demonstrá-los nas páginas a seguir. A principio o foco deste é a utilização da termografia na manutenção de locomotivas, porém será também demonstrada a utilização da termografia nas inspeções de vagões em virtude dos bons resultados obtidos com esta prática.

3 UTILIZAÇÃO DA TERMOGRAFIA EM SISTEMAS ELÉTRICOS Com uso da termografia é possível detectar pontos de mau contato nos circuitos elétricos da locomotiva, principalmente no de alta tensão onde os danos causados por mau contato são mais severos aos equipamentos em virtude da corrente elevada. Em alguns casos esses danos resultam em incêndio, colocando vidas em risco e podendo causar grandes prejuízos. A potência dissipada em uma conexão é calculada pela resistência do contato multiplicado pelo quadrado da corrente que circula pelo mesmo, logo uma conexão com mau contato dissipará mais calor do que uma mesma conexão que apresente um bom contato. Por esta razão uma das formas de se realizar a termografia é a de se comparar temperaturas já que em muitas partes do circuito a corrente que circula é a mesma, por exemplo, as conexões entre os motores de tração e a locomotiva quando a mesma traciona. CURCUITO SIMPLIFICADO LIGAÇÃO DOS MOTORES DE TRAÇÃO Quando em tração o motor tem sua armadura (A, AA) ligada em série com o campo (F, FF) e a corrente que circula pelas conexões é a mesma, então a temperatura nos terminais de ligação é muito próxima. Uma diferença entre as temperaturas indica anormalidade como veremos no termograma na próxima página.

4 A conexão a esquerda está aquecida enquanto as demais estão praticamente com a mesma temperatura. A diferença de temperatura é de aproximadamente 10ºC. Este exame foi realizado com a locomotiva em tração ponto um. Deve se levar em consideração que a corrente vai ser mais elevada quando em operação a plena carga (ponto oito) Este tipo de anomalia requer correção imediata. Outro ponto onde também pode se fazer comparação são os contatores e chaves no circuito de alta tensão como no exemplo abaixo: O contator mostrado acima apresentava um diferencial de temperatura de mais de trinta graus em relação a outro contator por onde circulava uma corrente de valor próximo. Após intervenção constatou-se que a causa do aquecimento foi uma falta de aperto nos parafusos que fixam o contato fixo. Chaves reversoras e BKT também têm seus contatos examinados. Um mau contato em uma chave BKT, por exemplo, pode causar a destruição da chave, pois seus contatos estão muito próximos e em frenagem dinâmica existem pontos com grande diferencial de potencial. Abaixo são mostrados pontos de aquecimento. Um em uma chave reversora (à esquerda) onde em seus contatos circulam correntes de valores

5 praticamente iguais. Os contatos circulados em preto estão frios enquanto o circulado em vermelho está quente. O termograma à direita mostra uma conexão de um barramento com a chave BKT onde o aquecimento tem origem no parafuso. Mais uma vez é utilizada a comparação. Abaixo é mostrado outro ponto de aquecimento em uma chave BKT (GM) A grande vantagem de se utilizar a termografia é que se pode ver a propagação do calor pelo corpo que esta sendo examinado e assim saber exatamente onde é o ponto que esta ocorrendo o aquecimento. No termograma abaixo é possível ver esta vantagem. No barramento de saída dos retificadores estão ligados três cabos. No cabo à direita (circulado em vermelho na foto) existe um aquecimento. Este aquecimento não

6 parte do contato do barramento com terminal e sim do cabo com o terminal. Esta avaria se deve a uma falha na prensagem do terminal no cabo. Resistores de freio dinâmico e seus barramento costumam apresentar avarias decorrentes de aquecimento. Com a câmera termográfica é possível detectar tais aquecimentos e sanar os pontos de mau contato evitando assim que venham a ocorrer avarias nestes componentes Este exame nos resistores é realizado após a locomotiva funcionar alguns minutos em auto carga. O teste auto carga tem a finalidade de conferir a potência produzida pela locomotiva, para isso o alternador de tração é colocado em funcionamento é a potência produzida por ele é dissipada nos resistores de freio dinâmico. O termograma a seguir mostra um aquecimento na junção do resistor com o barramento. Durante exames neste tipo de equipamento foi encontrada uma média de 50 graus centígrados nos barramentos. Quando é encontrada uma temperatura acima de 65 graus é preciso investigar a conexão. No exemplo acima onde foi encontrada a temperatura de 153 graus centígrados. Outro componente crítico ao calor que pode ser observado com uso da termografia é a bancada retificadora. Nela estão diversos diodos e pode se observar o funcionamento destes através de sua temperatura. Um diodo mais aquecido que os demais pode estar com problemas na transferência de calor para o dissipador. Um diodo frio é indicação que o mesmo pode estar aberto. Observando se os equipamentos eletro-rotativos foram encontradas diversas anomalias. O termograma seguinte mostra um gerador principal durante um teste de carga. Foi possível constatar que em um dos porta escovas havia uma escova sem pressão pois a mesma estava com temperatura muito inferior em relação as demais escovas. Uma escova sem pressão não encosta no coletor e conseqüentemente por ela não circula corrente portanto ela não aquece.

7 Na imagem abaixo é mostrado um aquecimento na conexão de um gerador auxiliar com os circuitos da locomotiva. Os circuitos de baixa tensão também são examinados com o uso da termografia. Durante o exame geralmente são encontrados pontos de aquecimento, pois estes circuitos possuem um grande numero de contatos e conexões. As réguas de terminais quando são do tipo de encaixe fatalmente apresentam problemas, as do tipo de olhal são menos suscetíveis a ocorrência de mau contato. Vejamos os exemplos a seguir. Aquecimento de 84.8 graus em contato auxiliar de chave BKT, uma falha neste contato iria causar problemas com o freio dinâmico da locomotiva.

8 Acima é mostrado um aquecimento em contato auxiliar em um contator de potência. Uma falha neste contato poderia causar perca de tração da locomotiva. Abaixo é mostrada uma régua de terminais de encaixe com um ponto de aquecimento. A temperatura é de 110 graus centígrados, é um exemplo de um mau contato que requer uma correção imediata. Uma das vantagens do uso da termografia em locomotivas é a rapidez do exame e de seus resultados. Em virtude do seu uso muitas falhas que poderiam ocorrer no sistema elétrico de nossas locomotivas foram evitadas, o que vem reforçar que vale o investimento nesta técnica de inspeção, porém há alguns pontos de atenção: a escolha do equipamento correto e o treinamento dos operadores de termografia que devem conhecer bem o sistema elétrico das locomotivas que serão inspecionadas.

9 UTILIZAÇÃO DA TERMOGRAFIA EM SISTEMAS MECÂNICOS A inspeção termográfica em componentes mecânicos pode mostrar anomalias que irão causar a falha dos mesmos. O termograma abaixo mostra um aquecimento incomum em um dos mancais de suspensão de um motor de tração. Uma falha na lubrificação do mancal está ocorrendo e elevando a temperatura deste devido ao aumento do atrito. Um travamento no rodeiro pode ocorrer e gerar muitos transtornos. Também se pode utilizar a câmera termográfica para medição de temperatura em exames realizados no motor diesel. Os termogramas abaixo mostram a temperatura medida nas bielas onde a diferença entre as medições não pode exceder a cinco graus centígrados. Os termogramas a seguir mostram um aquecimento anormal em um motor diesel GM. É possível notar que uma ponte de válvulas esta mais aquecida que as demais.

10 Além da avaria acima, também foi detectado outro aquecimento anormal.pode se observar abaixo que o rolete de um balancim de descarga está mais quente que os demais roletes. Após exames constatou-se que o rolete esta travando. Como demonstrado acima com um rápido exame em um motor diesel foi possível constatar varias anormalidades. Há outros componentes que podem ser observados e monitorados através da criação de parâmetros de temperatura, assim é possível acompanhar a evolução de uma anormalidade e corrigi-la quando a temperatura chegar ao ponto crítico. Abaixo são mostrados termogramas de uma tomada de força e um cabeçote de compressor de ar. O uso de imagens térmicas em sistemas mecânicos é menos comum do que o uso em sistemas elétricos e a intenção desta parte do trabalho é mostrar que há muito o que se explorar na área mecânica e com certeza há grandes resultados a serem obtidos.

11 INSPEÇÃO DE VAGÕES COM USO DE CÂMERA TERMOGRÁFICA Rodas e rolamentos são pontos monitorados durante a circulação de vagões. Um grimpamento em um rolamento pode causar acidentes graves. Medindo a temperatura do rolamento é possível detectar uma anomalia. A roda também deve ter sua temperatura observada, pois caso a temperatura esteja muito alta danos irão ocorrer à roda. Se a temperatura estiver baixa durante ou após a frenagem, o sistema de freio pode estar ineficiente ou inoperante. Em alguns casos os mantenedores utilizam o pirômetro ótico para fazer este tipo de monitoramento. Este pirômetro também funciona baseado na detecção da radiação infravermelha, porém somente é mostrado o valor da temperatura. A vantagem da câmera é que com ela é possível ver o calor e rapidamente definir se o problema está na roda ou no rolamento. No termograma abaixo possível ver um aquecimento no aro da roda em torno de 176 graus centígrados. A temperatura do rolamento também foi medida (circulada em preto) e estava em torno de 56.5 graus. Comparada com as rodas de outros vagões na mesma composição foi encontrada uma diferença superior a 120 graus centígrados. Abaixo um termograma mostrando um rodeiro com aquecimento normal.

12 O próximo termograma mostra que dois vagões de uma composição estão com aquecimento excessivo. Este termograma foi feito a uma certa distância e é possível observar um aquecimento no final da composição (ponto claro no centro da imagem). Ao aproximar do vagão foi feita uma nova observação e comparando com os demais vagões foi constatado aquecimento excessivo nos rodas (termograma abaixo). Causa do aquecimento: freio manual não estava totalmente solto. Durante os exames realizados nos vagões os problemas encontrados foram relacionados a aquecimento das rodas. Não foram constatados casos de rolamento quente. Como parâmetros foram adotadas as seguintes temperaturas limites: 85 graus centígrados para rolamentos e 400 graus centígrados para rodas, porém nos casos de roda quente encontrados utilizou-se a comparação com demais rodas da mesma composição. Concluindo: a utilização da termografia para realização de exames em rodas e rolamentos é uma pratica simples e rápida para garantir a confiabilidade dos vagões principalmente em ferrovias que não possuem detectores de caixa/roda quente ao longo de sua malha.

ANÉXO PADRÃO TERMO_130607 TERMOG RAFIA -

ANÉXO PADRÃO TERMO_130607 TERMOG RAFIA - ANÉXO PADRÃO TERMO_130607 TERMOG RAFIA - Técnica que estende a visão humana ao espectro infravermelho, sendo a aquisição e análise das informações térmicas feitas a partir de dispositivos de obtenção de

Leia mais

Nota Técnica 001/2010

Nota Técnica 001/2010 Nota Técnica 001/2010 Produto: Sistema Zyggot Temperatura Aplicação: Termografia sem Contato em Painéis Elétricos de Baixa Tensão Serão discutidos os tópicos a seguir: 1) Conceito de Termografia; 2) Análise

Leia mais

Análise Termográfica RELATÓRIO TÉCNICO 0714

Análise Termográfica RELATÓRIO TÉCNICO 0714 ANÁLISE TERMOGRÁFICA CODEN - Nova Odessa CODEN 1. OBJETIVO Apresentar ao CODEN a Inspeção Termográfica realizada nos equipamentos de suas unidades em Nova Odessa 2. INSTRUMENTAÇÃO UTILIZADA Termovisor

Leia mais

SPDA (Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas) É PROIBIDA a reprodução, total ou parcial, do texto e de todo o conteúdo sem autorização.

SPDA (Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas) É PROIBIDA a reprodução, total ou parcial, do texto e de todo o conteúdo sem autorização. SPDA (Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas) Desenvolvimento de projetos Instalação de sistema de proteção (SPDA) Manutenção do sistema de SPDA Laudo Técnico Medição da resistividade do solo

Leia mais

Necessidade de Equipamentos para MRS baseada em Estudos e Análise da Engenharia de Manutenção. Gerência Corporativa de Engenharia de Manutenção

Necessidade de Equipamentos para MRS baseada em Estudos e Análise da Engenharia de Manutenção. Gerência Corporativa de Engenharia de Manutenção Necessidade de Equipamentos para MRS baseada em Estudos e Análise da Engenharia de Manutenção Gerência Corporativa de Engenharia de Manutenção Seminário Negócio nos Trilhos 2009 - São Paulo - 11.nov.2009

Leia mais

Sistema de Gestão de Vagões

Sistema de Gestão de Vagões Sistema de Gestão de Vagões 2 Resumo Para os profissionais da área de programação, gerenciar a manutenção em mais de 3000 vagões por mês, não é tarefa fácil. O desafio é sistematizar cada informação a

Leia mais

12ª Conferência sobre Tecnologia de Equipamentos

12ª Conferência sobre Tecnologia de Equipamentos 12ª Conferência sobre Tecnologia de Equipamentos COTEQ2013-340 DETECÇÃO E CONTROLE DE POLUIÇÃO EM ISOLADORES DE ALTA TENSÃO ATRAVÉS DE TERMOGRAFIA Laerte dos Santos 1, Marcelo O. Morais Filho 2, Rodolfo

Leia mais

Motores de tração em corrente alternada: Estudo do desempenho na CPTM. Introdução

Motores de tração em corrente alternada: Estudo do desempenho na CPTM. Introdução Motores de tração em corrente alternada: Estudo do desempenho na CPTM Introdução Os motores de tração são os equipamentos responsáveis pela propulsão dos trens. Sua falha implica na diminuição do desempenho

Leia mais

Análise Termográfica RELATÓRIO TÉCNICO 0714

Análise Termográfica RELATÓRIO TÉCNICO 0714 ANÁLISE TERMOGRÁFICA SAAE - Atibaia SAAE 1. OBJETIVO Apresentar ao SAAE a Inspeção Termográfica realizada nos equipamentos de suas unidades em Atibaia 2. INSTRUMENTAÇÃO UTILIZADA Termovisor Flir Systems

Leia mais

INSPEÇÃO TERMOGRÁFICA

INSPEÇÃO TERMOGRÁFICA ESCOPO DA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO IMANTEL ENGENHARIA ELÉTRICA LTDA www.imantel.com.br RESPONSÁVEL: Eng. Edmilson Heitor Ferreira DESENVOLVIMENTO: Fernando A. de Assis SÃO JOÃO DEL-REI MG Prezados Srs, A Imantel

Leia mais

Manual Técnico. Transformadores de potência. Revisão 5 ÍNDICE

Manual Técnico. Transformadores de potência. Revisão 5 ÍNDICE Página 1 de 10 Manual Técnico Transformadores de potência Revisão 5 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO...2 2 RECEBIMENTO...2 3 INSTALAÇÃO...3 3.1 Local de instalação...3 3.2 Ligações...3 3.3 Proteções...7 4 MANUTENÇÃO...9

Leia mais

GERADORES MECÂNICOS DE ENERGIA ELÉTRICA

GERADORES MECÂNICOS DE ENERGIA ELÉTRICA GERADORES MECÂNICOS DE ENERGIA ELÉTRICA Todo dispositivo cuja finalidade é produzir energia elétrica à custa de energia mecânica constitui uma máquina geradora de energia elétrica. O funcionamento do

Leia mais

Soluções para Manutenção Preditiva e Identificação Industrial. Infraestrutura. Leonardo Vaz Melhado 27/10/2015

Soluções para Manutenção Preditiva e Identificação Industrial. Infraestrutura. Leonardo Vaz Melhado 27/10/2015 Soluções para Manutenção Preditiva e Identificação Industrial Infraestrutura Leonardo Vaz Melhado 27/10/2015 Agenda A importância da manutenção. Tipos de manutenção. Manutenção Preditiva. Soluções Ladder

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES DO MULTÍMETRO DIGITAL MODELO MD-1000

MANUAL DE INSTRUÇÕES DO MULTÍMETRO DIGITAL MODELO MD-1000 MANUAL DE INSTRUÇÕES DO MULTÍMETRO DIGITAL MODELO MD-1000 Leia atentamente as instruções contidas neste manual antes de iniciar o uso do instrumento =1= ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. REGRAS DE SEGURANÇA...

Leia mais

Análise Termográfica Relatório Técnico 0814

Análise Termográfica Relatório Técnico 0814 ANÁLISE TERMOGRÁFICA VALINHOS Valinhos DAEV 1. OBJETIVO Apresentar ao DAEV a Inspeção Termográfica realizada nos equipamentos de suas unidades em Valinhos 2. INSTRUMENTAÇÃO UTILIZADA Termovisor Flir Systems

Leia mais

Emprego da Termografia na inspeção preditiva

Emprego da Termografia na inspeção preditiva Emprego da Termografia na inspeção preditiva Rafaela de Carvalho Menezes Medeiros* Resumo A prática de manutenção preditiva corresponde hoje a um meio eficaz de antever uma parada do equipamento por motivo

Leia mais

Alarme de Tendência Hot Wheel

Alarme de Tendência Hot Wheel Alarme de Tendência Hot Wheel 1º Nilton de Freitas 1 *, º Eduardo Campolina Martins Siano 1, 3º Fellipe Castro Barbosa Costa 1 1 Gerencia de Engenharia de Material Rodante, Avenida Brasil, 1 366-1 Juiz

Leia mais

Segurança dos Pneus. Data de validade

Segurança dos Pneus. Data de validade Segurança dos Pneus Dirigimos diariamente e quase nunca prestamos atenção a uma das partes mais importantes do automóvel, O PNEU. Veja a seguir como ler e entender a fabricação e o uso correto de um pneu.

Leia mais

Análise Termográfica RELATÓRIO TÉCNICO 1014

Análise Termográfica RELATÓRIO TÉCNICO 1014 ANÁLISE TERMOGRÁFICA SAAE - Pedreira SAAE 1. OBJETIVO Apresentar ao SAAE a Inspeção Termográfica realizada nos equipamentos de suas unidades em Pedreira 2. INSTRUMENTAÇÃO UTILIZADA Termovisor Flir Systems

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES DO MULTÍMETRO DIGITAL MODELO IK-1000

MANUAL DE INSTRUÇÕES DO MULTÍMETRO DIGITAL MODELO IK-1000 MANUAL DE INSTRUÇÕES DO MULTÍMETRO DIGITAL MODELO IK-1000 Leia atentamente as instruções contidas neste manual antes de iniciar o uso do instrumento ÍNDICE 1. Introdução...01 2. Regras de segurança...01

Leia mais

RECEBIMENTO DEFINITIVO

RECEBIMENTO DEFINITIVO RECEBIMENTO DEFINITIVO HORÁRIO DE INÍCIO: LOCAL: LOCOMOTIVA Nº: HORÁRIO DE TÉRMINO: PAÍS: DATA: OK? OBS. COM O MOTOR DIESEL DESLIGADO: ITENS DO SISTEMA MECÂNICO, TRUQUE, HIDRÁULICO E PNEUMÁTICO: 1 - Inspecionar

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES DO MULTÍMETRO DIGITAL MODELO MD-1600

MANUAL DE INSTRUÇÕES DO MULTÍMETRO DIGITAL MODELO MD-1600 MANUAL DE INSTRUÇÕES DO MULTÍMETRO DIGITAL MODELO MD-1600 Leia atentamente as instruções contidas neste manual antes de iniciar o uso do instrumento ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO...3 2. REGRAS DE SEGURANÇA...3

Leia mais

CSR/Instruções de inspeção para técnicos

CSR/Instruções de inspeção para técnicos INSTRUÇÕES DE INSPEÇÃO Escavadeiras CSR/Instruções de inspeção para técnicos Esta instrução é um recurso técnico informal. Para obter especificações e procedimentos corretos, refira-se sempre às instruções

Leia mais

Sistema Básico de Inspeção Termográfica

Sistema Básico de Inspeção Termográfica Sistema Básico de Inspeção Termográfica Um novo patamar na relação custo / benefício em Termografia *Eng. Attílio Bruno Veratti Conceito geral A Inspeção Termográfica é a técnica de inspeção não destrutiva

Leia mais

9 Eletrônica: circuitos especiais

9 Eletrônica: circuitos especiais U UL L Eletrônica: circuitos especiais Um problema Um dos problemas com que se defrontava a eletrônica consistia no fato de que as válvulas, então empregadas nos sistemas, além de serem muito grandes,

Leia mais

MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA EM MÉDIA TENSÃO

MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA EM MÉDIA TENSÃO MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA EM MÉDIA TENSÃO TECNOLOGIA, QUALIDADE E ENERGIA A SERVIÇO DA ECONOMIA. Engelétrica Indústria, Comércio e Serviços Elétricos Ltda. Rua Xavier da Rocha, 10 Vila Prudente

Leia mais

Springer - Carrier. Índice

Springer - Carrier. Índice Índice Página 1 - Diagnóstico de Defeitos em um Sistema de Refrigeração... 8 1.1 - Falha: Compressor faz ruído, tenta partir, porém não parte... 8 1.2 - Falha: Compressor funciona, porém não comprime...

Leia mais

materiais ou produtos,sem prejudicar a posterior utilização destes, contribuindo para o incremento da

materiais ou produtos,sem prejudicar a posterior utilização destes, contribuindo para o incremento da Definição De acordo com a Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos, ABENDE, os Ensaios Não Destrutivos (END) são definidos como: Técnicas utilizadas no controle da qualidade, d de materiais ou

Leia mais

Ensaios Não Destrutivos END CONCRETO ARMADO

Ensaios Não Destrutivos END CONCRETO ARMADO Ensaios Não Destrutivos END CONCRETO ARMADO Engenharia de Diagnóstico A engenharia Diagnóstica é a disciplina da ciência que procura a natureza e a causa das anomalias patológicas das construções, com

Leia mais

Travas e vedantes químicos

Travas e vedantes químicos A U A UL LA Travas e vedantes químicos O mecânico de manutenção de uma empresa de caminhões tentava eliminar, de todas as formas, um vazamento de óleo que persistia na conexão de um manômetro de um sistema

Leia mais

Imprimir. Influência das Harmônicas na Alimentação de Dispositivos Eletrônicos: Efeitos, e como eliminá-los

Imprimir. Influência das Harmônicas na Alimentação de Dispositivos Eletrônicos: Efeitos, e como eliminá-los 1/ 9 Imprimir PROJETOS / Energia 20/08/2012 10:20:00 Influência das Harmônicas na Alimentação de Dispositivos Eletrônicos: Efeitos, e como eliminá-los Na primeira parte deste artigo vimos que a energia

Leia mais

Aplicação de aeronaves na manutenção do Sistema Elétrico de Potência

Aplicação de aeronaves na manutenção do Sistema Elétrico de Potência Aplicação de aeronaves na manutenção do Sistema Elétrico de Potência Agenda Dados gerais Histórico Principais aplicações Resultados Agenda Dados gerais Histórico Principais aplicações Resultados Dados

Leia mais

Engenharia Diagnóstica

Engenharia Diagnóstica Engenharia Diagnóstica Ensaios Não Destrutivos - END Concreto Armado e Instalações PATOLOGIAS, DANOS E ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL ENG. LEONARDO MEDINA ROSARIO,ESP,MBA Engenharia Diagnóstica

Leia mais

Termografia na Rede de Distribuição Subterrânea de Baixa Tensão da AES Eletropaulo na Manutenção Corretiva

Termografia na Rede de Distribuição Subterrânea de Baixa Tensão da AES Eletropaulo na Manutenção Corretiva Termografia na Rede de Distribuição Subterrânea de Baixa Tensão da AES Eletropaulo na Manutenção Corretiva Gerência de Redes Subterrâneas Diretoria Regional II Rafael Moreno Engenheiro Eletricista Campo

Leia mais

Concurso Público para Cargos Técnico-Administrativos em Educação UNIFEI 13/06/2010

Concurso Público para Cargos Técnico-Administrativos em Educação UNIFEI 13/06/2010 Questão 21 Conhecimentos Específicos - Técnico em Mecânica A respeito das bombas centrífugas é correto afirmar: A. A vazão é praticamente constante, independentemente da pressão de recalque. B. Quanto

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES DO MEGÔMETRO ANALÓGICO SK-1000

MANUAL DE INSTRUÇÕES DO MEGÔMETRO ANALÓGICO SK-1000 MANUAL DE INSTRUÇÕES DO MEGÔMETRO ANALÓGICO SK-1000 Leia atentamente as instruções contidas neste manual antes de iniciar o uso do instrumento ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 1 2. REGRAS DE SEGURANÇA... 1 3. ESPECIFICAÇÕES...

Leia mais

PLANO DE MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS DA PRODUÇÃO

PLANO DE MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS DA PRODUÇÃO Pág.: 1 de 10 Identificação do equipamento ELEVADOR DE PASSAGEIROS E CARGAS Com Relação às Torres: Prumo; Espessura da parede do tubo; Resistência e nivelamento da base; Estaiamento; Aterramento elétrico

Leia mais

BOLETIM DE GARANTIA. (N o 05 / 2013) LED do TIMER pisca frequência de 1Hz / segundo. LED do TIMER pisca freqüência de 1Hz / segundo.

BOLETIM DE GARANTIA. (N o 05 / 2013) LED do TIMER pisca frequência de 1Hz / segundo. LED do TIMER pisca freqüência de 1Hz / segundo. BOLETIM DE GARANTIA (N o 05 / 2013) Código de erro do Cassete e Piso-Teto No. TIPO DESCRIÇÃO Flash Blink Código Nota 1 Falha 2 Falha 3 Falha 4 Falha 5 Falha 6 Falha Placa acusa erro no sensor de temperatura

Leia mais

Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1

Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1 Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1 Aula 3 Disponibilidade em Data Center O Data Center é atualmente o centro nervoso

Leia mais

Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas. Alternadores Síncronos Linha AN10. Novo

Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas. Alternadores Síncronos Linha AN10. Novo Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas Alternadores Síncronos Linha AN10 Novo Alternadores Síncronos Linha AN10 Os alternadores da linha AN10 foram desenvolvidos para aplicação em

Leia mais

PLANO DE MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS DA PRODUÇÃO

PLANO DE MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS DA PRODUÇÃO Pág.: 1 de 9 Identificação do equipamento ELEVADOR DE PASSAGEIROS E CARGAS Com Relação às Torres: Prumo; Espessura da parede do tubo; Resistência e nivelamento da base; Estaiamento; Aterramento elétrico

Leia mais

INTRODUÇÃO. Os serviços de Inspeção Termográfica e Analise de Vibração, nas unidades de Pirassununga SAEP foram acompanhados pelos profissionais:

INTRODUÇÃO. Os serviços de Inspeção Termográfica e Analise de Vibração, nas unidades de Pirassununga SAEP foram acompanhados pelos profissionais: INTRODUÇÃO Os serviços de Inspeção Termográfica e Analise de Vibração, nas unidades de Pirassununga SAEP foram acompanhados pelos profissionais: Andre Dionísio Lourenço Eletricista Pleno Carlos Marincek

Leia mais

Conectores de derivação e distribuição de sinais e energia PRV e PPV

Conectores de derivação e distribuição de sinais e energia PRV e PPV Conectores de derivação e distribuição de sinais e energia PRV e PPV Conectores de derivação distribuição de sinais e energia PRV e PPV da Weidmüller, equipados com tecnologia de conexão "PUSH N". Os inovadores

Leia mais

Veja mais Ofereça mais com o Termovisor testo 880

Veja mais Ofereça mais com o Termovisor testo 880 Compromisso com o Futuro Veja mais Ofereça mais com o Termovisor testo 880 NOVO! VEJA MAIS... A radiação infravermelha não pode ser percebida pelo olho humano, entretanto, todos objetos cuja temperatura

Leia mais

Introdução à Manutenção O QUE VOCÊ ENTENDE POR MANUTENÇÃO?

Introdução à Manutenção O QUE VOCÊ ENTENDE POR MANUTENÇÃO? MANUTENÇÃO Introdução à Manutenção O QUE VOCÊ ENTENDE POR MANUTENÇÃO? Conceito de Manutenção segundo o dicionário Michaelis UOL 1. Ato ou efeito de manter (-se). 2. Sustento. 3. Dispêndio com a conservação

Leia mais

Com a globalização da economia, a busca da

Com a globalização da economia, a busca da A U A UL LA Introdução à manutenção Com a globalização da economia, a busca da qualidade total em serviços, produtos e gerenciamento ambiental passou a ser a meta de todas as empresas. O que a manutenção

Leia mais

DETEÇÃO DE INFRAESTRUTURAS ENTERRADAS INSPEÇÃO TERMOGRÁFICA POR INFRAVERMELHOS

DETEÇÃO DE INFRAESTRUTURAS ENTERRADAS INSPEÇÃO TERMOGRÁFICA POR INFRAVERMELHOS Geodetect, Lda. DETEÇÃO DE INFRAESTRUTURAS ENTERRADAS INSPEÇÃO TERMOGRÁFICA POR INFRAVERMELHOS Travessa do Governo Civil, Nº4 2ºDrt. Sala 5 3810-118 Aveiro PORTUGAL (+351) 967 085 701 (+351) 963 829 703

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção Curso de Engenharia de Produção Manutenção dos Sistemas de Produção Introdução: A manutenção preditiva é a primeira grande quebra de paradigma nos tipos de manutenção. No Brasil a aplicação é pequena apenas

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES DO MULTÍMETRO ANALÓGICO MODELO SK-20 rev. 01/2006

MANUAL DE INSTRUÇÕES DO MULTÍMETRO ANALÓGICO MODELO SK-20 rev. 01/2006 MANUAL DE INSTRUÇÕES DO MULTÍMETRO ANALÓGICO MODELO SK-20 rev. 01/2006 Leia atentamente as instruções contidas neste manual antes de iniciar o uso do instrumento ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 1 2. REGRAS DE

Leia mais

PROTEÇÃO CONTRA SOBRE CORRENTES

PROTEÇÃO CONTRA SOBRE CORRENTES 9 PROTEÇÃO CONTRA SOBRE CORRENTES 9.1 INTRODUÇÃO O aumento da temperatura nos condutores de uma instalação elétrica, devido a circulação de corrente (efeito Joule), projetada para o funcionamento normal,

Leia mais

SD70ACe Locomotiva Diesel-Elétrica

SD70ACe Locomotiva Diesel-Elétrica Potência, Desempenho e Inovação Alto desempenho, sistema de tração AC 4.500 BHP / 86.675 Kgf Esforço Trator de Partida 16-710G3C-T1/T2 Motor Diesel Eletrônico EPA Tier-1 ou 2 - Emissões EM2000 Sistema

Leia mais

Índice. 1. Advertência. 2. Características técnicas. 3. Aplicações. 4. Estrutura. 5. Instruções de uso e operação. 6. Manutenção.

Índice. 1. Advertência. 2. Características técnicas. 3. Aplicações. 4. Estrutura. 5. Instruções de uso e operação. 6. Manutenção. MODELO: BYG AR 1533 Índice 1. Advertência. 2. Características técnicas. 3. Aplicações. 4. Estrutura. 5. Instruções de uso e operação. 6. Manutenção. 7. Diagrama elétrico. 8. Diagrama hidráulico. 9. Peças

Leia mais

Manual Prensa Combo 8x1 JD INK JET

Manual Prensa Combo 8x1 JD INK JET Manual Prensa Combo 8x1 JD INK JET JD INK JET Apresentação. O desenvolvimento da prensa JD INK JET, foi criada e acompanhada por engenheiros Coreanos na China, e ao decorrer dos anos fomos aprimorando

Leia mais

SILISE SISTEMA LIMITE SEGURO

SILISE SISTEMA LIMITE SEGURO SILISE SISTEMA LIMITE SEGURO Resumo 2 Nós, alunos dos cursos Técnico em Sistemas Eletroeletrônicos de Transportes sobre Trilhos e Técnico em Sistemas Mecânicos de Transporte sobre Trilhos do Centro de

Leia mais

Administração de CPD Internet Data Center

Administração de CPD Internet Data Center Administração de CPD Internet Data Center Cássio D. B. Pinheiro pinheiro.cassio@ig.com.br cassio.orgfree.com Objetivos Apresentar os principais conceitos e elementos relacionados a um dos principais tipos

Leia mais

Unidade 12 - Capacitores

Unidade 12 - Capacitores Unidade 1 - Capacitores Capacidade Eletrostática Condutor Esférico Energia Armazenada em um capacitor Capacitor Plano Associação de Capacitores Circuitos com capacitores Introdução Os primeiros dispositivos

Leia mais

Atividades da Empresa

Atividades da Empresa Atividades da Empresa A ELsolutions atua no mercado oferecendo soluções de engenharia e montagem em equipamentos de acesso para execução de grandes obras na construção civil e manutenção de fábrica. Temos

Leia mais

Manutenção de Instalações Elétricas Como evitar trabalhos corretivos. Existem 4 fundamentos quando se trata da Manutenção de Instalações Elétricas:

Manutenção de Instalações Elétricas Como evitar trabalhos corretivos. Existem 4 fundamentos quando se trata da Manutenção de Instalações Elétricas: Manutenção de Instalações Elétricas Como evitar trabalhos corretivos Luiz Alberto Verri (1) 1.Introdução Existem 4 fundamentos quando se trata da Manutenção de Instalações Elétricas: Mantenha limpo Mantenha

Leia mais

Como utilizar um multímetro digital

Como utilizar um multímetro digital 1 Como utilizar um multímetro digital Um multímetro digital oferece a facilidade de mostrar diretamente em seu visor, que chamamos de display de cristal líquido, ou simplesmente display, o valor numérico

Leia mais

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil Patricia Viero Minussi Aes Sul Distribuidora Gaúcha de Energia patricia.minussi@aes.com

Leia mais

ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS - END Ensaios realizados em materiais, acabados ou semi acabados, para verificar a existência ou não de descontinuidades ou defeitos, através de princípios físicos definidos, sem

Leia mais

Mercedes-Benz Global Training. MANUTENÇÃO DE FREIOS DE CARRETA

Mercedes-Benz Global Training. MANUTENÇÃO DE FREIOS DE CARRETA Mercedes-Benz Global Training. Manutenção de Freios de Carreta.indd 1 23/10/2012 08:54:06 02 Veículos articulados são aqueles compostos de uma unidade motriz (cavalo mecânico) e um ou mais implementos

Leia mais

ORIENTAÇÕES SOBRE A PROVA DISCURSIVA

ORIENTAÇÕES SOBRE A PROVA DISCURSIVA IF SUDESTE MG REITORIA Av. Francisco Bernardino, 165 4º andar Centro 36.013-100 Juiz de Fora MG Telefax: (32) 3257-4100 CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGO EFETIVO ORIENTAÇÕES SOBRE A PROVA DISCURSIVA

Leia mais

Manual de instalação

Manual de instalação Manual de instalação Índice Condições do motor...2 Retirada do chicote original...2 Colocação do chicote novo...2 Identificação do chicote novo...3 Ligação do chicote na parte do motor...4 Fixação dos

Leia mais

Probabilidade. Distribuição Exponencial

Probabilidade. Distribuição Exponencial Probabilidade Distribuição Exponencial Aplicação Aplicada nos casos onde queremos analisar o espaço ou intervalo de acontecimento de um evento; Na distribuição de Poisson estimativa da quantidade de eventos

Leia mais

29 Recuperação de guias ou vias deslizantes I

29 Recuperação de guias ou vias deslizantes I A U A UL LA Recuperação de guias ou vias deslizantes I Uma máquina foi retirada do setor de produção e levada para o setor de manutenção porque havia atingido o seu ponto de reforma. A equipe de manutenção

Leia mais

Potência elétrica e consumo de energia

Potência elétrica e consumo de energia Potência elétrica e consumo de energia Um aparelho, submetido a uma diferença de potencial, tensão, percorrido por uma corrente elétrica desenvolve uma potência elétrica dada pelo produto entre a tensão

Leia mais

RESISTORES, TIPOS DE RESISTORES, IDENTIFICAÇÃO E PRÁTICA DE MEDIÇÃO.

RESISTORES, TIPOS DE RESISTORES, IDENTIFICAÇÃO E PRÁTICA DE MEDIÇÃO. RESISTORES, TIPOS DE RESISTORES, IDENTIFICAÇÃO E PRÁTICA DE MEDIÇÃO. O resistor normalmente é encontrado na forma cilíndrica onde temos um material cerâmico enrolado por uma camada espiral de material

Leia mais

DISPOSITIVO PARA REALIZAR A RETIRADA E INSTALAÇÃO DO CONJUNTO CHOQUE E TRAÇÃO DOS VAGÕES.

DISPOSITIVO PARA REALIZAR A RETIRADA E INSTALAÇÃO DO CONJUNTO CHOQUE E TRAÇÃO DOS VAGÕES. . DISPOSITIVO PARA REALIZAR A RETIRADA E INSTALAÇÃO DO CONJUNTO CHOQUE E TRAÇÃO DOS VAGÕES. RESUMO Com a evolução dos tempos a técnica ferroviária foi sendo aperfeiçoada de tal maneira que se formar homens

Leia mais

AJUSTADORES AUTOMÁTICOS DE FREIO JUNHO 2012

AJUSTADORES AUTOMÁTICOS DE FREIO JUNHO 2012 AJUSTADORES AUTOMÁTICOS DE FREIO JUNHO 2012 Conheça o funcionamento, diagnóstico e reparo do ajustador de freio automático, um componente primordial para segurança, aplicado em veículos pesados. Que a

Leia mais

TUDO SOBRE PNEUS. www.green-pai-energy.com

TUDO SOBRE PNEUS. www.green-pai-energy.com TUDO SOBRE PNEUS A maior parte das pessoas utiliza veículos a motor diariamente e raramente presta atenção a uma das partes mais importantes do veículo: os pneus. Infelizmente, quase ninguém altera este

Leia mais

INFORMATIVO DE PRODUTO

INFORMATIVO DE PRODUTO Sensor / Detector de Chama Convencional Tipo Ultravioleta Código: AFC9104. O detector de chama AFC9104 é um equipamento que deve ser instalado no teto ou na parede das edificações e tem como função enviar

Leia mais

AVALIAÇÃO DAS EMISSÕES DE HCFC-22 DOS SISTEMAS DE REFRIGERAÇÃO COMERCIAL EM SUPERMERCADOS

AVALIAÇÃO DAS EMISSÕES DE HCFC-22 DOS SISTEMAS DE REFRIGERAÇÃO COMERCIAL EM SUPERMERCADOS AVALIAÇÃO DAS EMISSÕES DE HCFC-22 DOS SISTEMAS DE REFRIGERAÇÃO COMERCIAL EM SUPERMERCADOS Eng. Eduardo Linzmayer RESUMO Avaliação e levantamento das emissões de fluidos nos sistemas de refrigeração; Importância

Leia mais

Barramento Elétrico Blindado KSL70

Barramento Elétrico Blindado KSL70 Barramento Elétrico Blindado KSL70 PG: 2 / 19 ÍNDICE PÁG. 1.0 DADOS TÉCNICOS 03 2.0 - MÓDULO 04 3.0 SUSPENSÃO DESLIZANTE 05 4.0 TRAVESSA DE SUSTENTAÇÃO 06 5.0 EMENDA DOS CONDUTORES E DOS MÓDULOS 07 6.0

Leia mais

-DJ MOTOR DIRECT-DRIVE

-DJ MOTOR DIRECT-DRIVE -DJ MOTOR DIRECT-DRIVE Manual de operação e manutenção- motor direct-drive...11~14 Encaixe o cabeçote na base e instale os cabos corretamente na caixa de controle MANUAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO-

Leia mais

M a n u a l d o M e c â n i c o

M a n u a l d o M e c â n i c o M a n u a l d o M e c â n i c o folder2.indd 1 20/11/2009 14 12 35 Manual do Mecânico GNV GÁS NATURAL VEICULAR Entenda o GNV e saiba quais os cuidados necessários para a manutenção de veículos que utilizam

Leia mais

Lubrificação III. Após a visita de um vendedor de lubrificante. Outros dispositivos de lubrificação

Lubrificação III. Após a visita de um vendedor de lubrificante. Outros dispositivos de lubrificação A U A UL LA Lubrificação III Introdução Após a visita de um vendedor de lubrificante ao setor de manutenção de uma indústria, o pessoal da empresa constatou que ainda não conhecia todos os dispositivos

Leia mais

FECHADURA SOLENOIDE FAIL SECURE COM CHAVE

FECHADURA SOLENOIDE FAIL SECURE COM CHAVE FECHADURA SOLENOIDE FAIL SECURE COM CHAVE VERSÃO DO MANUAL 2.1 de 04/02/2014 8037 Sumário 1. Apresentação... 3 2. Itens que Acompanham... 3 3. Especificações Técnicas... 4 4. Características Gerais...

Leia mais

Tabela de Funções Ansi

Tabela de Funções Ansi Tabela de Funções Ansi A ANSI visando a padronização dos códigos das funções de proteções, criou uma tabela de códigos com das funções de proteção. Na verdade, esta tabela veio da ASA e posteriormente

Leia mais

38ª ASSEMBLÉIA NACIONAL DA ASSEMAE

38ª ASSEMBLÉIA NACIONAL DA ASSEMAE 38ª ASSEMBLÉIA NACIONAL DA ASSEMAE PROTEÇÃO ELÉTRICA VISTA COMO EFICIÊNICA ENERGÉTICA RICARDO DANIELI ZANIN 1 RENATO PESSANHA SANTOS 1 EDISON LUIZ MENDES 1 (1) Endereço: TME SANASA Rua Abolição, 180 Bairro:

Leia mais

Aula 06. ASSUNTOS: Circuitos elétricos de corrente contínua; potência elétrica; leis de OHM; efeito Joule.

Aula 06. ASSUNTOS: Circuitos elétricos de corrente contínua; potência elétrica; leis de OHM; efeito Joule. ASSNTOS: Circuitos elétricos de corrente contínua; potência elétrica; leis de OHM; efeito Joule. 1. (CEFET CE 007) Na figura a seguir, a bateria E, o voltímetro V e o amperímetro A são ideais. Todos os

Leia mais

Sistema Remoto de Monitoramento On- Line das Pressões de Óleo de Cabos OF (Oil Fluid) da AES ELETROPAULO

Sistema Remoto de Monitoramento On- Line das Pressões de Óleo de Cabos OF (Oil Fluid) da AES ELETROPAULO Sistema Remoto de Monitoramento On- Line das Pressões de Óleo de Cabos OF (Oil Fluid) da AES ELETROPAULO Gerência de Redes Subterrâneas Diretoria Regional II Paulo Deus de Souza Técnico do Sistema Elétrico

Leia mais

Equipamentos Elétricos e Eletrônicos de Potência Ltda.

Equipamentos Elétricos e Eletrônicos de Potência Ltda. Equipamentos Elétricos e Eletrônicos de Potência Ltda. Confiança e economia na qualidade da energia. Recomendações para a aplicação de capacitores em sistemas de potência Antes de iniciar a instalação,

Leia mais

Filtros e Bombas. A Piscina dos seus Sonhos.

Filtros e Bombas. A Piscina dos seus Sonhos. Dúvidas Filtros e Bombas A Piscina dos seus Sonhos. - Filtros Água vazando para o esgoto. Nas opções filtrar e recircular, observo através do visor de retrolavagem que a água continua indo para o esgoto

Leia mais

Características Técnicas Série Quasar

Características Técnicas Série Quasar Descrição do Produto A Série Quasar é uma linha de painéis tipo CCMi (centro de controle de motores inteligente) para baixa tensão e correntes até 3150 A, ensaiados conforme a norma NBR/IEC 60439-1 - TTA

Leia mais

ATERRAMENTO ELÉTRICO 1 INTRODUÇÃO 2 PARA QUE SERVE O ATERRAMENTO ELÉTRICO? 3 DEFINIÇÕES: TERRA, NEUTRO, E MASSA.

ATERRAMENTO ELÉTRICO 1 INTRODUÇÃO 2 PARA QUE SERVE O ATERRAMENTO ELÉTRICO? 3 DEFINIÇÕES: TERRA, NEUTRO, E MASSA. 1 INTRODUÇÃO O aterramento elétrico, com certeza, é um assunto que gera um número enorme de dúvidas quanto às normas e procedimentos no que se refere ao ambiente elétrico industrial. Muitas vezes, o desconhecimento

Leia mais

SENSORES DISCIPLINA DE MATERIAIS ELÉTRICOS. ALUNOS: André Sato Érico Noé Leandro Percebon

SENSORES DISCIPLINA DE MATERIAIS ELÉTRICOS. ALUNOS: André Sato Érico Noé Leandro Percebon SENSORES DISCIPLINA DE MATERIAIS ELÉTRICOS ALUNOS: André Sato Érico Noé Leandro Percebon Indrodução SENSORES são dispositivos que mudam seu comportamento sob a ação de uma grandeza física, podendo fornecer

Leia mais

Ensaios termográficos

Ensaios termográficos 46 Capítulo VII Ensaios termográficos Por Gabriel Rodrigues de Souza, Igor Cavalheiro Nobre e Marcus Possi* Breve histórico da termografia no Brasil A radiação infravermelha foi descoberta no ano de 1800

Leia mais

Prof. Jener Toscano Lins e Silva

Prof. Jener Toscano Lins e Silva Prof. Jener Toscano Lins e Silva *É de fundamental importância a completa leitura do manual e a obediência às instruções, para evitar possíveis danos ao multímetro, ao equipamento sob teste ou choque elétrico

Leia mais

Aqui você encontra artigos que irão auxiliar seu trabalho a partir de informações relevantes sobre segurança e dicas de instalações elétricas.

Aqui você encontra artigos que irão auxiliar seu trabalho a partir de informações relevantes sobre segurança e dicas de instalações elétricas. Artigos técnicos 02 Aqui você encontra artigos que irão auxiliar seu trabalho a partir de informações relevantes sobre segurança e dicas de instalações elétricas. Instalação elétrica defasada é foco de

Leia mais

MANUTENÇÃO PREDITIVA 13.12.11

MANUTENÇÃO PREDITIVA 13.12.11 1 MANUTENÇÃO PREDITIVA conceito 2 É aquela que indica as condições reais de funcionamento das máquinas com base em dados que informam o seu desgaste ou processo de degradação. objetivos 3 determinar, antecipadamente,

Leia mais

Nobreak. 160 e 300 kva. senoidal on-line trifásico PERFIL PROTEÇÕES

Nobreak. 160 e 300 kva. senoidal on-line trifásico PERFIL PROTEÇÕES Nobreak senoidal on-line trifásico dupla convers o 60 a 300 kva 60 kva de 80 a 120 kva 160 e 300 kva PERFIL Os nobreaks on-line de dupla conversão da linha Gran Triphases foram desenvolvidos com o que

Leia mais

Inspeções termográficas de condutores em paralelo: proposta de método de diagnóstico

Inspeções termográficas de condutores em paralelo: proposta de método de diagnóstico 1 Inspeções termográficas de condutores em paralelo: proposta de método de diagnóstico M. A. Mendes, engenharia elétrica, IFES 1, e P.. Muniz, engenharia elétrica, IFES esumo-- A técnica de termografia

Leia mais

Probabilidade. Distribuição Exponencial

Probabilidade. Distribuição Exponencial Probabilidade Distribuição Exponencial Aplicação Aplicada nos casos onde queremos analisar o espaço ou intervalo de acontecimento de um evento; Na distribuição de Poisson estimativa da quantidade de eventos

Leia mais

Válvulas: Podem ser: -CONTROLADORAS DE DIREÇÃO. -CONTROLADORAS DE FLUXO. -CONTROLADORAS DE PRESSÃO. - DE BLOQUEIO.

Válvulas: Podem ser: -CONTROLADORAS DE DIREÇÃO. -CONTROLADORAS DE FLUXO. -CONTROLADORAS DE PRESSÃO. - DE BLOQUEIO. Válvulas: São os elementos utilizados para comando dos atuadores, exercendo função preponderante dentro dos circuitos fluídicos e são classificadas conforme suas funções. Podem ser: -CONTROLADORAS DE DIREÇÃO.

Leia mais

Manual de Instruções Vídeo Porteiro Prox

Manual de Instruções Vídeo Porteiro Prox Manual de Instruções Vídeo Porteiro Prox Sumário 1. Apresentação... 3 2. Itens que Acompanham... 3 3. Unidade Externa... 4 4. Unidade Interna... 4 5. Especificações Técnicas... 5 5.2. Unidade Externa...

Leia mais

Manual PORTA PLACAS. Rev 00-12/07/2012 pág - 1 de 21

Manual PORTA PLACAS. Rev 00-12/07/2012 pág - 1 de 21 Rev 00-12/07/2012 pág - 1 de 21 Manual PORTA PLACAS Rev 00-12/07/2012 pág - 2 de 21 Índice CERTIFICADO ISO 9001:2008 DESENHO DE OPERAÇÃO MANUAL DE OPERAÇÃO DESENHO DE CONJUNTO TABELAS DIMENSIONAIS Histórico

Leia mais

bambozzi Manual de Instruções SAG 1006E +55 (16) 33833818 S.A.B. (Serviço de Atendimento Bambozzi) 0800 773.3818 sab@bambozzi.com.

bambozzi Manual de Instruções SAG 1006E +55 (16) 33833818 S.A.B. (Serviço de Atendimento Bambozzi) 0800 773.3818 sab@bambozzi.com. A SSISTÊNCIAS T ÊCNICAS AUTORIZADAS acesse: www.bambozzi.com.br/assistencias.html ou ligue: +55 (16) 33833818 bambozzi Manual de Instruções BAMBOZZI SOLDAS LTDA. Rua Bambozzi, 522 Centro CEP 15990-668

Leia mais

SCHWEITZER ENGINEERING LABORATORIES, COMERCIAL LTDA.

SCHWEITZER ENGINEERING LABORATORIES, COMERCIAL LTDA. Nr Denominação 1 Elemento Principal 2 Relé de partida ou fechamento temporizado 3 Relé de verificação ou interbloqueio 4 Contator principal 5 Dispositivo de interrupção 6 Disjuntor de partida 7 Relé de

Leia mais

bambozzi Manual de Instruções +55 (16) 3383 S.A.B. (Serviço de Atendimento Bambozzi) 0800 773.3818 sab@bambozzi.com.br

bambozzi Manual de Instruções +55 (16) 3383 S.A.B. (Serviço de Atendimento Bambozzi) 0800 773.3818 sab@bambozzi.com.br A SSISTÊNCIAS T ÊCNICAS AUTORIZADAS acesse: www.bambozzi.com.br/assistencias.html ou ligue: +55 (16) 3383 3818 bambozzi Manual de Instruções BAMBOZZI SOLDAS LTDA. Rua Bambozzi, 522 Centro CEP 15990-668

Leia mais