DA INCUBAÇÃO À ACELERAÇÃO DE NEGÓCIOS: NOVAS ROTAS DE DESENVOLVIMENTO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DA INCUBAÇÃO À ACELERAÇÃO DE NEGÓCIOS: NOVAS ROTAS DE DESENVOLVIMENTO"

Transcrição

1 1 DA INCUBAÇÃO À ACELERAÇÃO DE NEGÓCIOS: NOVAS ROTAS DE DESENVOLVIMENTO Cesar Simões Salim Professor e Autor de livros de empreendedorismo Visite meu blog:

2 2 Estrutura da Apresentação 1. A importância do tema 2. Incubadoras de empresas atribuições - as universidades dificuldades sucesso das incubadoras

3 3 Estrutura da Apresentação 3. Etapas do desenvolvimento da empresa Os abismos que a empresa tem de atravessar Os fundos de capital semente Os anjos de negócios 4. Aceleradoras de empresas emergentes 5. A superposição entre incubadoras e aceleradoras 6. O futuro das incubadoras e das aceleradoras

4 4 Estrutura da Apresentação 7. O que pensam os investidores 8. As questões propostas para este evento

5 5 1. A importância do tema - A busca da INOVAÇÃO Criação de empresas de um modo eficaz e estimulante para os empreendedores. Diminuição da taxa de insucesso ou aumento do grau de sucesso. Organização da infraestrutura para que os empreendedores possam ser apoiados e suas ideias implementadas.

6 6 2. Incubadoras de empresas Atribuições As incubadoras foram criadas para prover infraestrutura de apoio à criação de empresas as startups - Fornecem espaço físico - Orientam os empreendedores no planejamento dos seus empreendimentos - Permitem aos empreendedores o uso do nome da incubadora para se apresentar ao mercado

7 7 2. Incubadoras de empresas Atribuições A infraestrutura de apoio à criação de empresas as startups - Fornecem mentores para as empresas incubadas - Ajudam os empreendedores a encontrar investidores - Cobram dos empreendedores o cumprimento de seus próprios planos

8 8 2. Incubadoras de empresas Atribuições A maior parte das incubadoras brasileiras são ligadas e mantidas por Universidades. Mas quem custeia? Então: Procuram reduzir os seus custos Buscam concorrer a projetos que tenham custeio feito por agencias governamentais Precisam de recursos contínuos para se manter em atividade normal.

9 2. Incubadoras de empresas Dificuldades no Brasil Como viabilizar a manutenção de um bom padrão de serviços de modo contínuo, sem que as Universidades sejam responsáveis por um custeio elevado eventualmente sem retorno? Os mecanismos adotados até então de associação das incubadoras com as empresas incubadas tem tido pouco sucesso. Os empreendedores não tem aceito recompensar as incubadoras com participação acionária em suas empresas e há dificuldades jurídicas para que Universidades participem da composição acionária de uma empresa. Este é um nó difícil de desatar! 9

10 10 2. Incubadoras de empresas Sucesso As dificuldades que apontamos poderiam ser suficientes para imaginarmos que as incubadoras não tem prestado um serviço importante para os empreendedores, mas isso não ocorre. As incubadoras no Brasil, apesar de todas as dificuldades de manter seus serviços em um nível alto, tem conseguido ser responsáveis pela criação de mais de empresas no país. Mesmo assim, muitas incubadoras (cerca de 40) fecharam suas portas ao longo dos últimos anos.

11 11 3. Etapas do desenvolvimento da empresa CLASSIFICAÇÃO DOS EMPREENDIMENTOS QUANTO À IDADE EMPREENDIMENTO TEMPO DE VIDA ORGANIZAÇÃO PRODUTOS E SERVIÇOS CLIENTELA OBJETIVO NASCENTE 0 a 3 anos em processo de criação NOVO ESTABELECIDO OU CONSOLIDADO entre 3 e 10 anos mais de 10 anos em fase de informatização e consolidação dos processos já estruturada sem perspectivas de evolução, mas com posição muito estável - diz-se que atingiu a PERPETUIDADE ou pode estar necessitando revisão, reinvenção, busca de outros mercados e nesse caso é uma CONSOLIDADA EM RECRIAÇÃO em construção e teste de mercado em fase de melhoria e manutenção ou em construção de produtos para segmentos especificos criando produtos e serviços continuamente e mantendo e/ou evoluindo os existentes - tirando produtos do mercado em constituição em fase de conquistar mais mercado e escalar para novos mercados estabilizada ou sempre que possível é crescente fazer a prova do conceito de empreendimento e buscando sua viabilização mostrar que é escalável e que pode conquistar mercados maiores e ganhar um espaço significativo em seu segmento manter sua posição no mercado, aumentar lucros e reduzir custos e sempre que possível ganhar posição no ranking das empresas de seu grupo ou buscar uma posição mais destacada no mercado

12 Os abismos 12

13 13 3. Etapas do desenvolvimento da empresa Abismo para sair da fase nascente e entrar na fase nova Criar e conseguir implantar seus produtos e serviços, aqueles que serão inicialmente oferecidos; Obter os primeiros clientes, fazer a prova de conceito de seus produtos e serviços, e do seu modelo de empreendimento. No caso de uma empresa será verificar a validade da sua forma de comercialização. Se tiver finalidade social, comprovar que o beneficio que será prestado provoca o resultado pretendido; Organizar o empreendimento por processos, pelo menos os mais importantes para seu funcionamento, definir o quadro de pessoal necessário para o funcionamento inicial, caracterizando as pessoas chave e seu perfil.

14 14 3. Etapas do desenvolvimento da empresa Reunir estas condições e passar a vivenciá-las é que vai determinar que o empreendimento esteja num caminho evolutivo, passando a ter a vida de um empreendimento novo. Quais são estas condições? Criar um plano definindo o objetivo a que se quer chegar num horizonte de tempo, sendo este objetivo voltado à conquista de maior clientela ou fatia de mercado, se for empresa e de autossustentação, se for empreendimento social. Os mecanismos típicos para atingir a esses objetivos consistem na criação ou melhoria dos produtos e serviços, organizar melhor o empreendimento para aprimorar seu desempenho e reduzir seus custos, estabelecer mecanismos que tragam receitas recorrentes.

15 15 3. Etapas do desenvolvimento da empresa Empreendimento nascente novo. Quais são estas condições? Ampliar o volume das receitas, vendendo mais, se for uma empresa ou atingindo a um público maior, no caso de empreendimento de caráter social. Reunir estas condições e passar a vivenciá-las é que vai determinar que o empreendimento esteja num caminho evolutivo, passando a ter a vida de um empreendimento novo.

16 16 3. Etapas do desenvolvimento da empresa Empreendimento nascente novo. Mais condições: Elaborar um plano de implantação para atingir o objetivo e definir prazos e recursos para sua execução. Obter os recursos necessários para colocar o plano em andamento, garantindo sua execução completa. Gerenciar a implantação do plano com competência.

17 17 3. Etapas do desenvolvimento da empresa Abismo para sair da fase novo e entrar na estabelecido completar a fase de novo empreendimento implantar completamente o plano de desenvolvimento e verificar que seus objetivos foram cumpridos inicia a recuperação dos investimentos feitos. passa a evoluir e para isso é necessário que sejam planejados e definidos seus objetivos e as condições para atingi-los. este estágio do empreendimento requer muitos recursos para a evolução pretendida ter possibilidade de ser alcançada. Este é mais um abismo o desafio de obter os recursos é muito grande.

18 18 3.Etapas do desenvolvimento da empresa Cada abismo só será superado se alguns requisitos forem atendidos: - Capacidade de criar um planejamento competente; - Existência e disponibilidade de mecanismos de financiamento; - Gerenciamento inteligente e persistência.

19 19 3. Os fundos de capital semente Para superar os abismos e avançar seu desenvolvimento, as empresas jovens necessitam ter: - Um plano para esta nova etapa de sua vida que mostra onde pretende chegar nesta etapa, com as características de mercado pretendido, produtos e serviços a serem desenvolvidos e os novos objetivos financeiros; - Recursos para realizar este plano, especialmente os financeiros que vão caracterizar uma nova fase de investimento. Os fundos de capital semente se destinam a serem investidores nestas etapas de uma empresa em que ela passa de seu estágio inicial para os de desenvolvimento superior.

20 20 3. Os fundos de capital semente No Brasil estes fundos apenas iniciam sua operação e tem sido apoiados pela Forma de operação? Empresas que mais interessam para direcionar seus investimentos? Investidores?... reticentes em relação a escolha desta opção, devido ao risco que avaliam ter as aplicações em empresas ainda tão jovens Histórico deste tipo de investimento?

21 21 3. Os anjos de negócios Nos países mais desenvolvidos, especialmente nos Estados Unidos, a existência de anjos de negócios está bem sedimentada na cultura local e muitos investidores assim preferem se posicionar. Os anjos de negócios não costumam ser apenas investidores, pois ajudam o empreendedor a vencer as dificuldades que este encontra em penetrar nos mercados, conceituar seus produtos e serviços, em gestão de pessoas e de finanças. MENTORES!!!

22 22 3. Os anjos de negócios No Brasil, ainda temos um número reduzido de anjos de negócios, mas essa atividade vem crescendo - Mais exemplos: Floripa Angels (em Florianópolis), Gávea Angels(no Rio de Janeiro), Bahia Angels (em Salvador), São Paulo Anjos (em São Paulo). Cada um dos grupos de investidores é focado em um segmento de negócio no qual busca investir.

23 23 3. Os anjos de negócios Seu papel no exterior e no Brasil Programas de formação de anjos de negócios deveriam ser promovidos para orientar e estimular as pessoas a exercerem este papel. Estes programas devem incluir um período de vivencia experimental da atividade de anjo sem que ainda haja a obrigação de fazer um investimento. Outro aspecto é a necessidade de se formular o contrato entre o empreendedor e os anjos de negócios de maneira a reduzir o risco do investidor e a limitação do que ele poderia perder na hipótese de falha do investimento.

24 24 4. Aceleradoras de empresas emergentes Incubadoras vieram cumprir o papel de favorecer a criação de empresas. Para vencer os abismos posteriores à criação da empresa, quando ela já tem alguns clientes e produtos e serviços, já tendo provado que viabilidade, ela passaria a se desenvolver numa aceleradora de empresas. A aceleradora exige um plano bem detalhado das empresas em aceleração e vai manter um acompanhamento bem próximo de seu desenvolvimento, agindo com mentores de alta capacitação e cobrando resultados intermediários planejados.

25 25 4. Aceleradoras de empresas emergentes O papel das aceleradoras é determinante para o sucesso das empresas que estão sob sua orientação. Por isso, as aceleradoras usualmente tem participação nas empresas aceleradas, como forma de sua própria motivação, pois o lucro que obterá ao vender suas cotas ao final do processo de aceleração é a única forma de se remunerar de modo viável. A aceleradora também participa do risco de sucesso de suas aceleradas. É muito importante perceber bem o significado desta condição.

26 26 4. Aceleradoras de empresas emergentes Vivemos hoje no Brasil uma febre de aceleradoras de empresas e é preciso ter muito cuidado com isso: - Em primeiro lugar, para que uma aceleradora de fato tenha uma influencia positiva no êxito de uma empresa em seu plano de desenvolvimento é necessário que ela disponha dos recursos de apoio, especialmente de mentoria, para resultar em vantagem para os empreendedores em terem aceitado contratá-la; - Em segundo lugar, talvez não haja uma quantidade tão grande de empresas nascentes com possibilidade de ganhar valor de modo substancial e rápido de modo a que as aceleradoras possam ter uma quantidade aceitável de bons negócios.

27 5. A superposição entre incubadoras e aceleradoras Em face das dificuldades por que passam as incubadoras e por falta de existência de programas integrados entre incubadoras e aceleradoras, é comum que esteja havendo uma superposição de atribuições entre elas. Podemos encontrar aceleradoras que estão desenvolvendo empresas desde o inicio de suas vidas, como forma de garantir que elas estejam com elas na fase de aceleração e pensando que a fase inicial possa também ser mais rápida se vivida na aceleradora. Podemos encontrar incubadoras que prologam a vida de empresas sob sua orientação para que saiam mais fortes da incubadora. 27

28 28 5. A superposição entre incubadoras e aceleradoras Assim teremos características das aceleradoras e das incubadoras que não serão as que devem existir nos processos que lhes são peculiares. É muito possível que esta situação se resolva no futuro com o amadurecimento das relações entre as incubadoras e as aceleradoras. Propomos que este ponto seja mais discutido neste seminário.

29 29 6. O futuro das incubadoras e das aceleradoras Indiscutivelmente, o surgimento das aceleradoras significa uma evolução positiva do movimento empreendedor para que as empresas cridas em seu âmbito possam conseguir maior desenvolvimento e de modo mais rápido. Necessitamos que seja melhor definido o processo de trabalho de cada uma e que haja um amadurecimento da atuação dessas aceleradoras, caminhando para um numero mais viável em cada local.

30 30 6. O futuro das incubadoras e das aceleradoras Com relação às incubadoras, estamos diante de um problema ainda não resolvido que consiste em encontrar uma forma de financiá-las que possa trazer retorno e valha a pena para as incubadoras. Elas não podem viver sempre na incerteza de ter ou não ter os recursos de que necessitam para sustentar seus programas e manter a qualidade do serviço prestado às empresas incubadas.

31 6. O futuro das incubadoras e das aceleradoras Esses dois temas parecem importantes e devem ter a atenção deste seminário: Caminhos sugeridos a serem seguidos pelas aceleradoras; Soluções para o financiamento das incubadoras Valeria a pena que as incubadoras e aceleradoras presentes pudessem mostrar suas experiências. 31

32 32 7. O que pensam os investidores - Os investidores anjos de negócios estes ainda não estão bem esclarecidos sobre os processos desta criação e crescimento das empresas e não sabem com clareza o que se espera deles e quais os riscos que correm ao exercer a função de anjos;

33 33 7. O que pensam os investidores Os fundos de investimento em empresas, - capital semente - níveis superiores - seus investidores Para esses fundos existe dificuldade de selecionar as empresas a investir e acompanhar o investimento durante sua execução.

34 34 7. O que pensam os investidores Entendemos que esse é mais um aspecto que precisa ser avaliado neste seminário, para encontrar os mecanismos de participação desses fundos em todo o processo e também a maneira de atrair novos investidores sejam na modalidade de investimento anjo ou como cotistas dos fundos existentes. A melhoria do entendimento e da participação desses atores vai ajudar bastante a desenvolver o empreendedorismo.

35 35 8. As questões propostas para este evento Fizemos um resumo com a descrição dos agentes do processo de criação e desenvolvimento de empresas e agora estamos lançando as questões que acreditamos devam ser aprofundadas pelos participantes deste seminário. MUITO OBRIGADO! BOM TRABALHO! Cesar Simões Salim Professor e Autor de livros de empreendedorismo Visite meu blog:

Recursos Próprios. Amigos e Familiares

Recursos Próprios. Amigos e Familiares Recursos Próprios Chamado de booststrapping, geralmente é a primeira fonte de capital utilizada pelos empreendedores. São recursos sem custos financeiros. O empreendedor tem total autonomia na tomada de

Leia mais

Pé na tábua. De olho em empreendimentos com potencial de crescimento rápido e ideias inovadoras, aceleradoras ganham espaço no cenário nacional

Pé na tábua. De olho em empreendimentos com potencial de crescimento rápido e ideias inovadoras, aceleradoras ganham espaço no cenário nacional Shutterstock Pé na tábua De olho em empreendimentos com potencial de crescimento rápido e ideias inovadoras, aceleradoras ganham espaço no cenário nacional POR CAMILA AUGUSTO Já existem dezenas delas nos

Leia mais

ABRAII ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMPRESAS ACELERADORAS DE INOVAÇÃO E INVESTIMENTO. Levantamento Aceleradoras 2012-2014

ABRAII ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMPRESAS ACELERADORAS DE INOVAÇÃO E INVESTIMENTO. Levantamento Aceleradoras 2012-2014 ABRAII ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMPRESAS ACELERADORAS DE INOVAÇÃO E INVESTIMENTO Levantamento Aceleradoras 2012-2014 LEVANTAMENTO 2012 a 2014 ACELERADORAS BRASILEIRAS Apresentaremos a seguir um levantamento

Leia mais

Empreendedorismo. Corporativo Start up

Empreendedorismo. Corporativo Start up Empreendedorismo Corporativo Start up Definindo e entendendo o conceito: empreendedorismo Significa fazer algo novo, diferente, mudar a situação atual, de forma incessante, novas oportunidades de negócio,

Leia mais

PROGRAMAS DE APOIO E INCENTIVO AO EMPREENDEDORISMO EDITAL DE SELEÇÃO - 01/2012

PROGRAMAS DE APOIO E INCENTIVO AO EMPREENDEDORISMO EDITAL DE SELEÇÃO - 01/2012 PROGRAMAS DE APOIO E INCENTIVO AO EMPREENDEDORISMO EDITAL DE SELEÇÃO - 01/2012 Seleção para o Programa de Aceleração de Startups da Incubadora da Fumsoft A FUMSOFT torna público que se encontra aberto

Leia mais

Título do Case: Departamento Comercial com foco nas expectativas do cliente Categoria: Projeto Interno

Título do Case: Departamento Comercial com foco nas expectativas do cliente Categoria: Projeto Interno Título do Case: Departamento Comercial com foco nas expectativas do cliente Categoria: Projeto Interno Resumo O presente case mostra como ocorreu o processo de implantação do Departamento Comercial em

Leia mais

SELEÇÃO DE EMPRESAS PARA INCUBAÇÃO NA MODALIDADE ASSOCIADA

SELEÇÃO DE EMPRESAS PARA INCUBAÇÃO NA MODALIDADE ASSOCIADA SELEÇÃO DE EMPRESAS PARA INCUBAÇÃO NA MODALIDADE ASSOCIADA EDITAL 04/2009 IDÉIA FLUXO CONTÍNUO INCUBADORA MULTI-SETORIAL DE BASE TECNOLÓGICA E INOVAÇÃO Novembro de 2009. PROCESSO DE SELEÇÃO DE EMPRESAS

Leia mais

UNIDADE 7 Fontes para obtenção de capital

UNIDADE 7 Fontes para obtenção de capital UNIDADE 7 Fontes para obtenção de capital Muitos empreendedores apontam como principal retardo para o crescimento das MPE s no Brasil a dificuldade em se obter financiamento, devido às exigências estabelecidas

Leia mais

ASSOCIATIVISMO. Fonte: Educação Sebrae

ASSOCIATIVISMO. Fonte: Educação Sebrae ASSOCIATIVISMO Fonte: Educação Sebrae O IMPORTANTE É COOPERAR A cooperação entre as pessoas pode gerar trabalho, dinheiro e desenvolvimento para toda uma comunidade COOPERAR OU COMPETIR? Cooperar e competir

Leia mais

MANUAL PARA O PROGRAMA DE INCUBAÇÃO INEAGRO-UFRRJ

MANUAL PARA O PROGRAMA DE INCUBAÇÃO INEAGRO-UFRRJ MANUAL PARA O PROGRAMA DE INCUBAÇÃO INEAGRO-UFRRJ 2009 Índice Introdução...3 O que é Base Tecnológica?...3 O que é o Programa de Incubação?...3 Para quem é o Programa de Incubação?...4 Para que serve o

Leia mais

Página 1 de 19 Data 04/03/2014 Hora 09:11:49 Modelo Cerne 1.1 Sensibilização e Prospecção Envolve a manutenção de um processo sistematizado e contínuo para a sensibilização da comunidade quanto ao empreendedorismo

Leia mais

DICIONÁRIO DO EMPREENDEDOR. Tenha na ponta da língua os termos que não podem faltar no vocabulário de quem almeja alcançar o sucesso ESPECIAL

DICIONÁRIO DO EMPREENDEDOR. Tenha na ponta da língua os termos que não podem faltar no vocabulário de quem almeja alcançar o sucesso ESPECIAL DICIONÁRIO DO EMPREENDEDOR DICIONÁRIO DO EMPREENDEDOR Tenha na ponta da língua os termos que não podem faltar no vocabulário de quem almeja alcançar o sucesso 54 TEXTO MARIA BEATRIZ VACCARI ARTE IVAN VOLPE

Leia mais

DECRETO Nº 55.461, DE 29 DE AGOSTO DE 2014

DECRETO Nº 55.461, DE 29 DE AGOSTO DE 2014 Secretaria de Documentação Equipe de Documentação do Legislativo DECRETO Nº 55.461, DE 29 DE AGOSTO DE 2014 Institui a Política Municipal de Estímulo à Inovação e ao Desenvolvimento de Startups na Cidade

Leia mais

Dicas para Empreendedores Como Conseguir Investimentos Fabiano Marques

Dicas para Empreendedores Como Conseguir Investimentos Fabiano Marques Dicas para Empreendedores Como Conseguir Investimentos Fabiano Marques Depois de vencer, aja como se não tivesse vencido. (Sun Tzu. A Arte da Guerra) Muitos empreendedores, quando conseguem vencer, sentem-se

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS. O QUE É?

PLANO DE NEGÓCIOS. O QUE É? NE- CACT O Núcleo de Empreendedorismo da UNISC existe para estimular atitudes empreendedoras e promover ações de incentivo ao empreendedorismo e ao surgimento de empreendimentos de sucesso, principalmente,

Leia mais

decisões tomadas. Euchner e Ries (2013) argumentam, entretanto, que é difícil implementar o planejamento tradicional e a previsão de resultados em

decisões tomadas. Euchner e Ries (2013) argumentam, entretanto, que é difícil implementar o planejamento tradicional e a previsão de resultados em 1 Introdução Não é recente a preocupação das empresas em buscar uma vantagem competitiva, de forma a gerar mais valor para os seus clientes do que os concorrentes por meio da oferta de produtos ou serviços

Leia mais

ADM 250 capítulo 3 - Slack, Chambers e Johnston

ADM 250 capítulo 3 - Slack, Chambers e Johnston ADM 250 capítulo 3 - Slack, Chambers e Johnston 1 Perguntas que se esperam respondidas ao final do capítulo 3 O que é estratégia? Estratégia da produção Qual a diferença entre as visões de cima para baixo

Leia mais

Para se tornar um FRANQUEADO. www.helpdigitalti.com.br

Para se tornar um FRANQUEADO. www.helpdigitalti.com.br OS PRIMEIROS PASSOS OS PRIMEIROS PASSOS Para se tornar um FRANQUEADO www.helpdigitalti.com.br PROCURO UMA FRANQUIA MAS NÃO SEI POR ONDE COMEÇAR Para se tornar um franqueado é necessário avaliar se OS SEUS

Leia mais

CONCEITOS DE INOVAÇÃO. Título da Apresentação

CONCEITOS DE INOVAÇÃO. Título da Apresentação CONCEITOS DE INOVAÇÃO Título da Apresentação Novo Marco Legal para Fomento à P,D&I Lei de Inovação. Nº 10.973 (02.12.04) Apresenta um conjunto de medidas de incentivos à inovação científica e tecnológica,

Leia mais

Factores Determinantes para o Empreendedorismo. Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008

Factores Determinantes para o Empreendedorismo. Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008 Factores Determinantes para o Empreendedorismo Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008 IAPMEI Instituto de Apoio às PME e à Inovação Principal instrumento das políticas económicas para Micro e Pequenas

Leia mais

PORTARIA Nº 185, DE 12 DE JULHO DE 2012

PORTARIA Nº 185, DE 12 DE JULHO DE 2012 PORTARIA Nº 185, DE 12 DE JULHO DE 2012 Torna públicas as teses e diretrizes para a elaboração de uma Política Nacional de Empreendedorismo e Negócios PNEN, e dá outras providências. O MINISTRO DO DESENVOLVIMENTO,

Leia mais

CompuStream Plano de Negócios COMPUSTREAM CONSULTORIA LTDA.

CompuStream Plano de Negócios COMPUSTREAM CONSULTORIA LTDA. CompuStream Plano de Negócios COMPUSTREAM CONSULTORIA LTDA. A CompuStream, empresa especializada em desenvolvimento de negócios, atua em projetos de investimento em empresas brasileiras que tenham um alto

Leia mais

Associação Nacional das Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores ANPROTEC

Associação Nacional das Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores ANPROTEC Associação Nacional das Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores Atua no segmento do empreendedorismo inovador, por meio do apoio a entidades promotoras de inovação e pela capacitação de empreendedores

Leia mais

GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS

GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS Sumário 1. APRESENTAÇÃO... 2 2. PLANO DE NEGÓCIOS:... 2 2.1 RESUMO EXECUTIVO... 3 2.2 O PRODUTO/SERVIÇO... 3 2.3 O MERCADO... 3 2.4 CAPACIDADE EMPRESARIAL... 4 2.5

Leia mais

O que os contratantes querem

O que os contratantes querem O que os contratantes querem Preços baixos, cumprimento de prazos e qualidade são exigências básicas de administradores e empreendedores de centros comerciais. Eficiência é palavra de ordem para construtor

Leia mais

XII Seminario Latino-Iberoamericano de Gestión Tecnológica - ALTEC 2007

XII Seminario Latino-Iberoamericano de Gestión Tecnológica - ALTEC 2007 XII Seminario Latino-Iberoamericano de Gestión Tecnológica - ALTEC 2007 Processo de Avaliação e Acompanhamento de Empreendimentos Pré-Incubados Utilizando Balanced Scorecard Perez, Celso Roberto Instituto

Leia mais

Metodologia e dinâmica do workshop O fim das vendas e do marketing da insistência

Metodologia e dinâmica do workshop O fim das vendas e do marketing da insistência Metodologia e dinâmica do workshop O fim das vendas e do marketing da insistência Como andam seus esforços em Prospecção, Follow-up e Networking? A forma como você faz hoje é a mais adequada? Será que

Leia mais

CARTILHAS DE CAPITAL EMPREENDEDOR

CARTILHAS DE CAPITAL EMPREENDEDOR Investimento ANJO BRASÍLIA DF 2015 CARTILHAS DE CAPITAL EMPREENDEDOR 2015 Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Sebrae Todos os direitos reservados A reprodução não autorizada desta

Leia mais

Introdução 01. José Roberto Marques

Introdução 01. José Roberto Marques Introdução 01 José Roberto Marques 9 Empreendedorismo & Coaching Pessoas Inovadoras Empreendem Tudo que você é capaz de imaginar, você pode conseguir. Walt Disney José Roberto Marques jrmcoaching 10 Instituto

Leia mais

Transcrição da Teleconferência Resultados do 3T09 - Inpar 18 de novembro de 2009

Transcrição da Teleconferência Resultados do 3T09 - Inpar 18 de novembro de 2009 Transcrição da Teleconferência Resultados do 3T09 - Inpar 18 de novembro de 2009 Bom dia, e obrigada por aguardarem. Sejam bem-vindos à teleconferência da Inpar para discussão dos resultados referentes

Leia mais

Resenha. Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.)

Resenha. Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.) Resenha Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.) Patrícia Morais da Silva 1 Superar as expectativas do mercado atendendo de forma satisfatória as demandas dos clientes

Leia mais

SELEÇÃO PÚBLICA INCUBADORA TECNOLÓGICA DE CAMPINA GRANDE ITCG/FUNDAÇÃO PARQUE TECNOLÓOGICO DA PARAÍBA 01/2013

SELEÇÃO PÚBLICA INCUBADORA TECNOLÓGICA DE CAMPINA GRANDE ITCG/FUNDAÇÃO PARQUE TECNOLÓOGICO DA PARAÍBA 01/2013 SELEÇÃO PÚBLICA INCUBADORA TECNOLÓGICA DE CAMPINA GRANDE ITCG/FUNDAÇÃO PARQUE TECNOLÓOGICO DA PARAÍBA 01/2013 PROGRAMA DE INCUBAÇÃO DE EMPRESAS INOVADORAS A Diretora Geral da Fundação Parque Tecnológico

Leia mais

EDITAL - INCUBADORA BASE-MISTA CEET VASCO COUTINHO PROGRAMA DE PRÉ-INCUBAÇÃO DE EMPRESAS

EDITAL - INCUBADORA BASE-MISTA CEET VASCO COUTINHO PROGRAMA DE PRÉ-INCUBAÇÃO DE EMPRESAS EDITAL - INCUBADORA BASE-MISTA CEET VASCO COUTINHO PROGRAMA DE PRÉ-INCUBAÇÃO DE EMPRESAS O CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TÉCNICA VASCO COUTINHO convida pessoas físicas ou jurídicas a apresentarem propostas

Leia mais

Posicionamento Estratégico e Fundo de Apoio ao Empreendedorismo

Posicionamento Estratégico e Fundo de Apoio ao Empreendedorismo Posicionamento Estratégico e Fundo de Apoio ao Empreendedorismo FUNDAÇÃO AEP Fomentar uma verdadeira cultura de empreendedorismo, da valorização e dignificação do papel social do empresário e da modernização

Leia mais

Empreendedorismo Tecnológico. Kleber Ken Teraoka kleber@ujima.com.br

Empreendedorismo Tecnológico. Kleber Ken Teraoka kleber@ujima.com.br Empreendedorismo Tecnológico Kleber Ken Teraoka kleber@ujima.com.br 1 Startups - contexto 2 Empresa de Base Tecnológica (EBT) Produtos/Serviços de alto valor agregado Uso de tecnologia nos produtos ou

Leia mais

SELEÇÃO PÚBLICA INCUBADORA TECNOLÓGICA DE CAMPINA GRANDE ITCG/FUNDAÇÃO PARQUE TECNOLOGICO DA PARAÍBA 01/2014

SELEÇÃO PÚBLICA INCUBADORA TECNOLÓGICA DE CAMPINA GRANDE ITCG/FUNDAÇÃO PARQUE TECNOLOGICO DA PARAÍBA 01/2014 SELEÇÃO PÚBLICA INCUBADORA TECNOLÓGICA DE CAMPINA GRANDE ITCG/FUNDAÇÃO PARQUE TECNOLOGICO DA PARAÍBA 01/2014 PROGRAMA DE INCUBAÇÃO DE EMPRESAS INOVADORAS 1. APRESENTAÇÃO A Fundação Parque Tecnológico da

Leia mais

Módulo 07 Gestão de Conhecimento

Módulo 07 Gestão de Conhecimento Módulo 07 Gestão de Conhecimento Por ser uma disciplina considerada nova dentro do campo da administração, a gestão de conhecimento ainda hoje tem várias definições e percepções, como mostro a seguir:

Leia mais

Prof. Dr. José Dornelas www.josedornelas.com. Manual do Professor

Prof. Dr. José Dornelas www.josedornelas.com. Manual do Professor Prof. Dr. José Dornelas www.josedornelas.com Manual do Professor Manual do professor Este manual deve ser usado em conjunto com o vídeo do autor disponível no site da editora: www.campus.com.br Maiores

Leia mais

Capital de risco: oportunidade de financiamento para as empresas de base tecnológica

Capital de risco: oportunidade de financiamento para as empresas de base tecnológica Capital de risco: oportunidade de financiamento para as empresas de base tecnológica Heloise das Neves Balan Nathalie Aparecida dos Santos Rôas RESUMO - O presente trabalho tem como principal objetivo

Leia mais

Titulo do Case: Transforme a sociedade com a força do empreendedorismo social Categoria: Prática Interna Temática: Sociedade

Titulo do Case: Transforme a sociedade com a força do empreendedorismo social Categoria: Prática Interna Temática: Sociedade Titulo do Case: Transforme a sociedade com a força do empreendedorismo social Categoria: Prática Interna Temática: Sociedade Resumo: Quanto custa um projeto? As possíveis respostas são inúmeras. Os números

Leia mais

SUPERE A CRISE E FORTALEÇA SEU NEGÓCIO.

SUPERE A CRISE E FORTALEÇA SEU NEGÓCIO. Workshop para empreendedores e empresários do Paranoá DF. SUPERE A CRISE E FORTALEÇA SEU NEGÓCIO. Dias 06 e 13 de Dezembro Hotel Bela Vista Paranoá Das 08:00 às 18:00 horas Finanças: Aprenda a controlar

Leia mais

O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO NA CONSTRUÇÃO DE UM NOVO PARADIGMA PARA A EFICIÊNCIA E EFICÁCIA NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA.

O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO NA CONSTRUÇÃO DE UM NOVO PARADIGMA PARA A EFICIÊNCIA E EFICÁCIA NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO NA CONSTRUÇÃO DE UM NOVO PARADIGMA PARA A EFICIÊNCIA E EFICÁCIA NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. INTRODUÇÃO A democratização da economia, as frequentes mudanças que se processam

Leia mais

Visão de Futuro (2022), Competitividade & Inovação

Visão de Futuro (2022), Competitividade & Inovação Visão de Futuro (2022), Competitividade & Inovação Roberto A. Paranhos do Rio Branco Vice-Presidente do CONIC-FIESP São Paulo, 29 de Abril de 2014 CONIC Conselho Superior de Inovação e Competitividade

Leia mais

PROGRAMA DE EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO

PROGRAMA DE EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Londrina Diretoria de Relações Empresariais e Comunitárias PROGRAMA DE EMPREENDEDORISMO

Leia mais

Respostas às perguntas frequentes: Chamada Pública MCT/FINEP/AT Inova Empresa PNI/Parques Tecnológicos 02/2013

Respostas às perguntas frequentes: Chamada Pública MCT/FINEP/AT Inova Empresa PNI/Parques Tecnológicos 02/2013 Respostas às perguntas frequentes: Chamada Pública MCT/FINEP/AT Inova Empresa PNI/Parques Tecnológicos 02/2013 Parte 1: Objetivos, instrumentos de apoio e quem pode participar Geral 1.1 Qual o objetivo

Leia mais

CONSELHO CIENTÍFICO-ADMINISTRATIVO DA FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA E INOVAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO RESOLUÇÃO Nº 113, DE 11 DE SETEMBRO DE 2014

CONSELHO CIENTÍFICO-ADMINISTRATIVO DA FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA E INOVAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO RESOLUÇÃO Nº 113, DE 11 DE SETEMBRO DE 2014 CONSELHO CIENTÍFICO-ADMINISTRATIVO DA FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA E INOVAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO RESOLUÇÃO Nº 113, DE 11 DE SETEMBRO DE 2014 Regulamenta a concessão de Auxílio para Apoio a Incubadoras

Leia mais

A pobreza é uma realidade ainda muito presente...

A pobreza é uma realidade ainda muito presente... A pobreza é uma realidade ainda muito presente... 4 bilhões de pessoas ganham $4/dia; 75% dos brasileiros dependem exclusivamente do SUS; 23% da população adulta completou ensino médio; A POBREZA AINDA

Leia mais

Cidadania Global na HP

Cidadania Global na HP Cidadania Global na HP Mensagem abrangente Com o alcance global da HP, vem sua responsabilidade global. Levamos a sério nossa função como ativo econômico, intelectual e social para as Comunidades em que

Leia mais

ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DO SETOR METAL MECÂNICO DO GRANDE ABC

ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DO SETOR METAL MECÂNICO DO GRANDE ABC ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DO SETOR METAL MECÂNICO DO GRANDE ABC TERMO DE REFERÊNCIA Nº 002/2009 SERVIÇOS DE CONSULTORIA DE COORDENAÇÃO DO PROJETO Contatos Luiz Augusto Gonçalves de Almeida (Relações Institucionais)

Leia mais

AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA. Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com.

AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA. Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com. AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com.br COM O SEBRAE, O SEU NEGÓCIO VAI! O Sebrae Goiás preparou diversas

Leia mais

EDITAL DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO Nº 01/2012

EDITAL DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO Nº 01/2012 EDITAL DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO Nº 01/2012 PROCEDIMENTOS DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE PROJETOS EMPRESARIAIS INOVADORES PARA INGRESSO E PARTICIPAÇÃO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DE SÃO JOSÉ IESJ. A INCUBADORA

Leia mais

O apoio do BNDES à Inovação por meio do Capital de Risco

O apoio do BNDES à Inovação por meio do Capital de Risco O apoio do BNDES à Inovação por meio do Capital de Risco CNI-MEI São Paulo, 19 de outubro de 2015 Agenda Atuação da BNDESPAR em Capital de Risco Participações diretas Participações por meio de Fundos de

Leia mais

Rumo à abertura de capital

Rumo à abertura de capital Rumo à abertura de capital Percepções das empresas emergentes sobre os entraves e benefícios 15º Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais 4 de julho de 2013 Pontos de partida

Leia mais

O Empreendedor Fabiano Marques

O Empreendedor Fabiano Marques O Empreendedor Fabiano Marques O interesse pelo empreendedorismo no mundo é algo recente. Neste sentido, podese dizer que houve um crescimento acentuado da atividade empreendedora a partir de 1990. Com

Leia mais

MODELO CMM MATURIDADE DE SOFTWARE

MODELO CMM MATURIDADE DE SOFTWARE MODELO CMM MATURIDADE DE SOFTWARE O modelo CMM Capability Maturity Model foi produzido pelo SEI (Software Engineering Institute) da Universidade Carnegie Mellon (CMU), em Pittsburgh, EUA, por um grupo

Leia mais

utilizando o catálogo de serviços para expandir seus negócios como provedor de serviços gerenciados

utilizando o catálogo de serviços para expandir seus negócios como provedor de serviços gerenciados DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA Setembro de 2012 utilizando o catálogo de serviços para expandir seus negócios como provedor de serviços gerenciados agility made possible sumário resumo executivo 3 Introdução 3 O

Leia mais

Fundo, Fórum e Projetos Sociais e Ambientais apoiados pelo Sapiens Parque

Fundo, Fórum e Projetos Sociais e Ambientais apoiados pelo Sapiens Parque Fundo, Fórum e Projetos Sociais e Ambientais apoiados pelo Sapiens Parque 1. Introdução O Sapiens Parque é um Parque de Inovação que visa implantar no Norte da Ilha de Santa Catarina / Florianópolis um

Leia mais

MSF- MICROSOFT SOLUTIONS FRAMEWORK. Cesar Eduardo Freitas Italo Alves

MSF- MICROSOFT SOLUTIONS FRAMEWORK. Cesar Eduardo Freitas Italo Alves MSF- MICROSOFT SOLUTIONS FRAMEWORK Cesar Eduardo Freitas Italo Alves A ORIGEM DO MSF (MICROSOFT SOLUTIONS FRAMEWORK) Baseado na experiência da empresa na construção de softwares como Office e Windows e

Leia mais

Empreendedorismo De uma Boa Ideia a um Bom Negócio

Empreendedorismo De uma Boa Ideia a um Bom Negócio Empreendedorismo De uma Boa Ideia a um Bom Negócio 1. V Semana Internacional A Semana Internacional é o evento mais carismático e que tem maior visibilidade externa organizado pela AIESEC Porto FEP, sendo

Leia mais

CARTA DO PARANÁ DE GOVERNANÇA METROPOLITANA

CARTA DO PARANÁ DE GOVERNANÇA METROPOLITANA CARTA DO PARANÁ DE GOVERNANÇA METROPOLITANA Em 22 e 23 de outubro de 2015, organizado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano SEDU, por meio da Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba COMEC,

Leia mais

Preparação para seleção do Projeto de Empreendimento. Da ideia à prática

Preparação para seleção do Projeto de Empreendimento. Da ideia à prática Preparação para seleção do Projeto de Empreendimento Da ideia à prática Informações Gerais Grandes ideias surgem há todo momento. Mas como colocá-las em prática? Será tão simples? Muitos ignoram o processo

Leia mais

Trabalho de Conclusão de Curso - TCC. Graduação em Administração

Trabalho de Conclusão de Curso - TCC. Graduação em Administração Trabalho de Conclusão de Curso - TCC Graduação em Administração Educação Presencial 2011 1 Trabalho de Conclusão de Curso - TCC O curso de Administração visa formar profissionais capacitados tanto para

Leia mais

Como o CERNE foi construído?

Como o CERNE foi construído? Por que CERNE? O movimento brasileiro de incubadoras vem crescendo a uma taxa expressiva nos últimos dez anos, alcançando uma média superior a 25% ao ano. Atualmente, as incubadoras brasileiras apóiam

Leia mais

Parceria de sucesso para sua empresa

Parceria de sucesso para sua empresa Parceria de sucesso para sua empresa A Empresa O Grupo Espaço Solução atua no mercado de assessoria e consultoria empresarial há 14 anos, sempre realizando trabalhos extremamente profissionais, pautados

Leia mais

A MOTIVAÇÃO COMO FATOR DE SUCESSO NA ORGANIZAÇÃO UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA MARF

A MOTIVAÇÃO COMO FATOR DE SUCESSO NA ORGANIZAÇÃO UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA MARF A MOTIVAÇÃO COMO FATOR DE SUCESSO NA ORGANIZAÇÃO UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA MARF Danilo Domingos Gonzales Simão 1 Fábio Augusto Martins Pereira 2 Gisele Maciel de Lima 3 Jaqueline de Oliveira Rocha 4

Leia mais

um anjo que é Entenda como pensam esses investidores e atraia-os para sua startup especial investidores

um anjo que é Entenda como pensam esses investidores e atraia-os para sua startup especial investidores O Investidor que é um anjo Entenda como pensam esses e atraia-os para sua startup Texto Maria Beatriz Vaccari arte ivan volpe No mundo digital, há diversas formas de dar vida a uma ideia e ganhar dinheiro

Leia mais

EDITAL SEDETEC Nº 04, DE 15 DE OUTUBRO DE 2011 UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA PROCESSO SELETIVO PARA A INCUBAÇÃO DE EMPRESAS

EDITAL SEDETEC Nº 04, DE 15 DE OUTUBRO DE 2011 UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA PROCESSO SELETIVO PARA A INCUBAÇÃO DE EMPRESAS EDITAL SEDETEC Nº 04, DE 15 DE OUTUBRO DE 2011 UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA PROCESSO SELETIVO PARA A INCUBAÇÃO DE EMPRESAS O SECRETÁRIO DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE

Leia mais

EMPREENDEDORISMO PASSOS PARA ABRIR UM NEGÓCIO

EMPREENDEDORISMO PASSOS PARA ABRIR UM NEGÓCIO EMPREENDEDORISMO PASSOS PARA ABRIR UM NEGÓCIO Odilio Sepulcri odilio@emater.pr.gov.br www.odiliosepulcri.com.br www.emater.pr.gov.br Telefone: (41) 3250-2252 ROTEIRO DA APRESENTAÇÃO 1. Perfil para empreender

Leia mais

PROCESSO DE SELEÇÃO DE EMPRESAS PARA INCUBAÇÃO. Modalidade Associada

PROCESSO DE SELEÇÃO DE EMPRESAS PARA INCUBAÇÃO. Modalidade Associada Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul PROCESSO DE SELEÇÃO DE EMPRESAS PARA INCUBAÇÃO Modalidade Associada Incubadora Multissetorial de Empresas de Base Tecnológica e Inovação da PUCRS RAIAR

Leia mais

Workshop sobre Apoio a Empresas de Base Tecnológica em SP Secretaria de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico FAPESP

Workshop sobre Apoio a Empresas de Base Tecnológica em SP Secretaria de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico FAPESP Workshop sobre Apoio a Empresas de Base Tecnológica em SP Secretaria de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico FAPESP Aluysio Asti Superintendente da Área de Planejamento- BNDES Abril/2006 Marcos

Leia mais

SOU UMA STARTUP, E AGORA? Descubra algumas respostas para o futuro da sua Startup baseado nas lições do Empreendedorismo

SOU UMA STARTUP, E AGORA? Descubra algumas respostas para o futuro da sua Startup baseado nas lições do Empreendedorismo SOU UMA STARTUP, E AGORA? Descubra algumas respostas para o futuro da sua Startup baseado nas lições do Empreendedorismo Empreendedor Empresas Micro e Pequenas Empreender Empreendedorismo Cultural Ação

Leia mais

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS WALLACE BORGES CRISTO 1 JOÃO CARLOS PEIXOTO FERREIRA 2 João Paulo Coelho Furtado 3 RESUMO A Tecnologia da Informação (TI) está presente em todas as áreas de

Leia mais

Unidade III FINANÇAS EM PROJETO DE TI. Prof. Fernando Rodrigues

Unidade III FINANÇAS EM PROJETO DE TI. Prof. Fernando Rodrigues Unidade III FINANÇAS EM PROJETO DE TI Prof. Fernando Rodrigues Quando se trabalha com projetos, é necessária a utilização de técnicas e ferramentas que nos auxiliem a estudálos, entendê-los e controlá-los.

Leia mais

SELEÇÃO PÚBLICA INCUBADORA TECNOLÓGICA DE CAMPINA GRANDE ITCG/FUNDAÇÃO PARQUE TECNOLÓGICO DA PARAÍBA ECONOMIA CRIATIVA - 01/2015

SELEÇÃO PÚBLICA INCUBADORA TECNOLÓGICA DE CAMPINA GRANDE ITCG/FUNDAÇÃO PARQUE TECNOLÓGICO DA PARAÍBA ECONOMIA CRIATIVA - 01/2015 SELEÇÃO PÚBLICA INCUBADORA TECNOLÓGICA DE CAMPINA GRANDE ITCG/FUNDAÇÃO PARQUE TECNOLÓGICO DA PARAÍBA ECONOMIA CRIATIVA - 01/2015 PROGRAMA DE INCUBAÇÃO DE EMPRESAS INOVADORAS 1. APRESENTAÇÃO A Fundação

Leia mais

S e g u r a n ç a. d a. I n f o r m a ç ã o 2007

S e g u r a n ç a. d a. I n f o r m a ç ã o 2007 S e g u r a n ç a d a I n f o r m a ç ã o 2007 Uma corrente não é mais forte do que seu elo mais fraco. Tem medo de ataques? Tranque sua rede numa sala!. Só gerenciamos aquilo que medimos, só medimos aquilo

Leia mais

Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento)

Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento) Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento) Nos dois últimos anos, vimos construindo as bases de um crescimento sustentável e socialmente benéfico para a grande maioria dos brasileiros.

Leia mais

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS O plano de negócios deverá conter: 1. Resumo Executivo 2. O Produto/Serviço 3. O Mercado 4. Capacidade Empresarial 5. Estratégia de Negócio 6. Plano de marketing

Leia mais

Connections with Leading Thinkers

Connections with Leading Thinkers Instituto de Alta Performance Connections with Leading Thinkers O investidor-anjo e acadêmico Antonio Botelho discute as barreiras ao empreendedorismo e à inovação colaborativa no Brasil, e as formas de

Leia mais

ECOSSISTEMAS DE INOVAÇÃO NOVO DESAFIO PARA GC

ECOSSISTEMAS DE INOVAÇÃO NOVO DESAFIO PARA GC ECOSSISTEMAS DE INOVAÇÃO NOVO DESAFIO PARA GC Prof. Luiz Márcio Spinosa Programa de Pós-Graduação em Gestão de Tecnologias Urbanas Pontifícia Universidade Católica do Paraná Instituto Brasileiro da Qualidade

Leia mais

Serviços de Assessoria Jurídica Internet e Transações Comerciais Online. Transações Estratégicas e Financiamentos de Capital

Serviços de Assessoria Jurídica Internet e Transações Comerciais Online. Transações Estratégicas e Financiamentos de Capital Serviços de Assessoria Jurídica Internet e Transações Comerciais Online Transações Estratégicas e Financiamentos de Capital Tecnologia e Serviços em Nuvem Startups e Empresas em Crescimento TRANSAÇÕES

Leia mais

Renova Energia Otimiza Gestão de Conhecimento e Projetos com CA Clarity PPM

Renova Energia Otimiza Gestão de Conhecimento e Projetos com CA Clarity PPM CUSTOMER SUCCESS STORY Maio 2014 Renova Energia Otimiza Gestão de Conhecimento e Projetos com CA Clarity PPM PERFIL DO CLIENTE Empresa: Renova Energia Indústria: Energia Funcionários: 182 (2012) Faturamento:

Leia mais

Rodrigo da Rocha Loures Presidente do CONIC-FIESP

Rodrigo da Rocha Loures Presidente do CONIC-FIESP Estratégias para a Inovação e Empreendedorismo Ecossistemas Regionais de Inovação, por meio do Empreendedorismo de Base Tecnológica e empresas Startups de Classe Mundial Visão de Futuro (2022), Competitividade

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS DE ECONOMIA SOLIDÁRIA

POLÍTICAS PÚBLICAS DE ECONOMIA SOLIDÁRIA POLÍTICAS PÚBLICAS DE ECONOMIA SOLIDÁRIA 1. Concepções e diretrizes políticas para áreas; Quando falamos de economia solidária não estamos apenas falando de geração de trabalho e renda através de empreendimentos

Leia mais

CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS INOVAÇÃO EM FINANCIAMENTO

CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS INOVAÇÃO EM FINANCIAMENTO CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS INOVAÇÃO EM FINANCIAMENTO FUNDO COMUM PARA OS PRODUTOS BÁSICOS (FCPB) BUSCA CANDIDATURAS A APOIO PARA ATIVIDADES DE DESENVOLVIMENTO DOS PRODUTOS BÁSICOS Processo de

Leia mais

Apostamos em quem acredita, confiamos em quem arrisca, e somos muito apaixonados por quem empreende. Por isso, criamos o B.I. Empreendedores!

Apostamos em quem acredita, confiamos em quem arrisca, e somos muito apaixonados por quem empreende. Por isso, criamos o B.I. Empreendedores! Empreendedores Apostamos em quem acredita, confiamos em quem arrisca, e somos muito apaixonados por quem empreende. Por isso, criamos o B.I. Empreendedores! Por meio de um método de aprendizagem único,

Leia mais

Governo do Estado de Mato Grosso Secretaria de Estado de Planejamento Unidade de Apoio a Projetos Especiais. durante o Estágio Probatório.

Governo do Estado de Mato Grosso Secretaria de Estado de Planejamento Unidade de Apoio a Projetos Especiais. durante o Estágio Probatório. Governo do Estado de Mato Grosso Secretaria de Estado de Planejamento Unidade de Apoio a Projetos Especiais REGULAMENTO 001, DE 10 DE OUTUBRO DE 2013. Regula o Monitoramento da Inserção e das Atividades

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. MEMÓRIA: Reunião Preparatória do Comitê Temático de Inovação e Crédito GT de Tecnologia e Inovação

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. MEMÓRIA: Reunião Preparatória do Comitê Temático de Inovação e Crédito GT de Tecnologia e Inovação PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria da Micro e Pequena Empresa Fórum Permanente de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte MEMÓRIA: Reunião Preparatória do Comitê Temático de Inovação e Crédito GT de

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca r f Considerei particularmente oportuno

Leia mais

MAC 5856 - Desenvolvimento de Software Livre Começando uma Startup de Sw

MAC 5856 - Desenvolvimento de Software Livre Começando uma Startup de Sw MAC 5856 - Desenvolvimento de Software Livre Começando uma Startup de Sw Vladimir Moreira Infomobile Roteiro Motivação de começar uma Startup Startup O que é um Startup Peças fundamentais Empreendedor

Leia mais

ALESSANDRO PEREIRA DOS REIS PAULO CESAR CASTRO DE ALMEIDA ENGENHARIA DE SOFTWARE - CAPABILITY MATURITY MODEL INTEGRATION (CMMI)

ALESSANDRO PEREIRA DOS REIS PAULO CESAR CASTRO DE ALMEIDA ENGENHARIA DE SOFTWARE - CAPABILITY MATURITY MODEL INTEGRATION (CMMI) ALESSANDRO PEREIRA DOS REIS PAULO CESAR CASTRO DE ALMEIDA ENGENHARIA DE SOFTWARE - CAPABILITY MATURITY MODEL INTEGRATION (CMMI) APARECIDA DE GOIÂNIA 2014 LISTA DE TABELAS Tabela 1 Áreas de processo por

Leia mais

No Brasil, a Shell contratou a ONG Dialog para desenvolver e operar o Programa, que possui três objetivos principais:

No Brasil, a Shell contratou a ONG Dialog para desenvolver e operar o Programa, que possui três objetivos principais: PROJETO DA SHELL BRASIL LTDA: INICIATIVA JOVEM Apresentação O IniciativaJovem é um programa de empreendedorismo que oferece suporte e estrutura para que jovens empreendedores de 18 a 30 anos desenvolvam

Leia mais

CHAMADA PARA PROCESSO DE SELEÇÃO DE EMPRESAS PARA INCUBAÇÃO

CHAMADA PARA PROCESSO DE SELEÇÃO DE EMPRESAS PARA INCUBAÇÃO CHAMADA PARA PROCESSO DE SELEÇÃO DE EMPRESAS PARA INCUBAÇÃO RAIAR Incubadora Multissetorial de Empresas de Base Tecnológica e Inovação da PUCRS TECNOPUC Parque Científico e Tecnológico da PUCRS Porto Alegre,

Leia mais

SINAENCO VIABILIZAÇÃO DE INOVAÇÃO EM OBRAS PÚBLICAS

SINAENCO VIABILIZAÇÃO DE INOVAÇÃO EM OBRAS PÚBLICAS SINAENCO VIABILIZAÇÃO DE INOVAÇÃO EM OBRAS PÚBLICAS 25 de março de 2010 Objetivo do projeto Desenvolver condições para incentivar as empresas executoras de obras públicas a promoverem inovações. Propor

Leia mais

Roteiro para planejamento de cenários na gestão financeira

Roteiro para planejamento de cenários na gestão financeira Roteiro para planejamento de cenários na gestão financeira Planejamento Performance Dashboard Plano de ação Relatórios Indicadores A sua empresa sabe como se preparar para as incertezas do futuro? Conheça

Leia mais

Principais Modelos de Negócios entre Startups e Grandes Empresas

Principais Modelos de Negócios entre Startups e Grandes Empresas Conexão entre Startups e Grandes Empresas Principais Modelos de Negócios entre Startups e Grandes Empresas Setembro 2015 NOSSA FIRMA ATUAMOS EM TRÊS ÁREAS Entregamos tudo o que uma empresa precisa para

Leia mais

PROCESSO DE SELEÇÃO DE EMPRESAS PARA INCUBAÇÃO

PROCESSO DE SELEÇÃO DE EMPRESAS PARA INCUBAÇÃO PROCESSO DE SELEÇÃO DE EMPRESAS PARA INCUBAÇÃO RAIAR Incubadora Multissetorial de Empresas de Base Tecnológica e Inovação da PUCRS TECNOPUC Parque Científico e Tecnológico da PUCRS Porto Alegre, dezembro

Leia mais

COMO ENTENDER O VALOR EMPRESARIAL DOS SISTEMAS E COMO GERENCIAR A MUDANÇA

COMO ENTENDER O VALOR EMPRESARIAL DOS SISTEMAS E COMO GERENCIAR A MUDANÇA COMO ENTENDER O VALOR EMPRESARIAL DOS SISTEMAS E COMO GERENCIAR A MUDANÇA 1 OBJETIVOS 1. Como nossa empresa pode medir os benefícios de nossos sistemas de informação? Quais modelos deveríamos usar para

Leia mais

FUMSOFT SOCIEDADE MINEIRA DE SOFTWARE PROGRAMAS DE APOIO E INCENTIVO AO EMPREENDEDORISMO ABERTO EM 10/02/2012

FUMSOFT SOCIEDADE MINEIRA DE SOFTWARE PROGRAMAS DE APOIO E INCENTIVO AO EMPREENDEDORISMO ABERTO EM 10/02/2012 FUMSOFT SOCIEDADE MINEIRA DE SOFTWARE PROGRAMAS DE APOIO E INCENTIVO AO EMPREENDEDORISMO EDITAL DE SELEÇÃO SELEÇÃO DE NOVOS EMPREENDIMENTOS E PROJETOS PARA OS PROGRAMAS DE PRÉ-INCUBAÇÃO DE PROJETOS E PROGRAMA

Leia mais

Renova Energia Otimiza Gestão de Conhecimento e Projetos com CA Project & Portfolio Management SaaS

Renova Energia Otimiza Gestão de Conhecimento e Projetos com CA Project & Portfolio Management SaaS CUSTOMER SUCCESS STORY Junho 2014 Renova Energia Otimiza Gestão de Conhecimento e Projetos com CA Project & Portfolio Management SaaS PERFIL DO CLIENTE Empresa: Renova Energia Indústria: Energia Funcionários:

Leia mais

Gestão de projetos. André Jun Nishizawa

Gestão de projetos. André Jun Nishizawa Gestão de projetos Características comuns empreendimentos independentes; propósito e objetivos distintos; têm duração limitada (começo, meio e fim); têm recursos limitados; estrutura única. Esforço temporário,

Leia mais