Poder Judiciário Tribunal Regional Federal da 5ª Região Gabinete do Desembargador Federal Vladimir Souza Carvalho

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1 AGTR 95997/SE ( ) AGRTE : UNIÃO AGRDO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL ORIGEM : 3ª Vara Federal de Sergipe (Competente p/ Execuções Penais) RELATOR : DESEMBARGADOR FEDERAL VLADIMIR SOUZA CARVALHO (Relatório) O desembargador federal Vladimir Souza Carvalho: Agravo da União Federal, com pedido de efeito suspensivo, contra provimento liminar, da lavra do douto juízo da 3ª Vara da Seção Judiciária de Sergipe, que lhe impôs o dever de incluir o autor, ora agravado, Manoel Souza Barros, no cadastro público para receber, imediata e gratuitamente, o remédio necessário ao tratamento em imunoterapia injetável. Aduz, em síntese, 1) sua ilegitimidade passiva; 2) não haver fundamento jurídico para determinação de fornecimento do remédio, e 3) porque isso ocasionaria desrespeito ao planejamento orçamentário do ente público. Indeferi o pedido de efeito suspensivo, f Contra essa decisão a União ingressou com agravo regimental, f O Ministério Público Federal, ora agravado, manifestou-se em contraminuta, f É o Relatório. AGTR 95997/SE MJDSM Pág. 1

2 AGTR 95997/SE ( ) AGRTE : UNIÃO AGRDO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL ORIGEM : 3ª Vara Federal de Sergipe (Competente p/ Execuções Penais) RELATOR : DESEMBARGADOR FEDERAL VLADIMIR SOUZA CARVALHO (Voto) O desembargador federal Vladimir Souza Carvalho: A preliminar de ilegitimidade passiva da própria União Federal não merece prosperar. do STJ. Trata-se de matéria sobre a qual já houve decisão em ambos os sentidos no âmbito O STF, porém, já se posicionou pela legitimidade da União para responder a ações de tal natureza. Destaco o entendimento consubstanciado no julgamento do RE-AgR , em 24 de novembro de 2000, da relatoria do min. Celso de Mello: Paciente com HIV/AIDS - Pessoa destituída de recursos financeiros - Direito à vida e à saúde - Fornecimento gratuito de medicamentos - Dever constitucional do poder público (CF, arts. 5º, caput, e 196) - Precedentes (STF) - Recurso de agravo improvido. - O direito à saúde representa conseqüência constitucional indissociável do direito à vida. - O direito público subjetivo à saúde representa prerrogativa jurídica indisponível assegurada à generalidade das pessoas pela própria Constituição da República (art. 196). Traduz bem jurídico constitucionalmente tutelado, por cuja integridade deve velar, de maneira responsável, o Poder Público, a quem incumbe formular - e implementar - políticas sociais e econômicas idôneas que visem a garantir, aos cidadãos, inclusive àqueles portadores do vírus HIV, o acesso universal e igualitário à assistência farmacêutica e médico-hospitalar. - O direito à saúde - além de qualificar-se como direito fundamental que assiste a todas as pessoas - representa conseqüência constitucional indissociável do direito à vida. O Poder Público, qualquer que seja a esfera institucional de sua atuação no plano da organização federativa brasileira, não pode mostrar-se indiferente ao problema da saúde da população, sob pena de incidir, ainda que por censurável omissão, em grave comportamento inconstitucional. A interpretação da norma programática não pode transformá-la em promessa constitucional inconseqüente. - O caráter programático da regra inscrita no art. 196 da Carta Política - que tem por destinatários todos os entes políticos que compõem, no plano institucional, a organização federativa do Estado brasileiro - não pode converter-se em promessa constitucional inconseqüente, sob pena de o Poder Público, fraudando justas expectativas nele depositadas pela coletividade, substituir, de maneira ilegítima, o cumprimento de seu impostergável dever, por um gesto irresponsável de infidelidade governamental ao que determina a própria Lei Fundamental do Estado. Distribuição gratuita de medicamentos a pessoas carentes. - O reconhecimento judicial da validade jurídica de programas de distribuição gratuita de medicamentos a pessoas carentes, inclusive àquelas portadoras do vírus HIV/AIDS, dá efetividade a preceitos fundamentais da Constituição da República (arts. 5º, caput, e 196) e representa, na concreção do seu alcance, um gesto reverente e solidário de apreço à vida e à saúde das pessoas, especialmente AGTR 95997/SE MJDSM Pág. 2

3 daquelas que nada têm e nada possuem, a não ser a consciência de sua própria humanidade e de sua essencial dignidade. Precedentes do STF. Acrescento que esta Terceira Turma trilha a linha de que, sendo a saúde pública no Brasil estruturada em forma de sistema, envolvendo as três esferas políticas, são a União, o estado-membro e o município partes legítimas para figurar no pólo passivo desses tipos de ações. Calcado neste pensamento, o qual adoto, ressalvado o meu entendimento contrário, já antes manifestado nesta Terceira Turma, não há ilegalidade da inclusão da União Federal no pólo passivo deste feito. mérito. Rejeito assim a preliminar de ilegitimidade passiva suscitada, e passo ao exame do A matéria é essencialmente nevrálgica, independentemente de o direito à saúde se constituir em norma constitucional. O ponto turbulento repousa, justamente, na escassez legislativa, ainda parcimoniosa no seu trato. Apenas a Lei 8.080, de 1990, a apregoar ser a saúde 1) direito fundamental do ser humano, 2), devendo o Estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno exercício, cf. art. 2º. O mesmo diploma, no 1º, do referido art. 2º, estatui os caminhos que o Estado, para tanto, deve trilhar, consistentes estes, na formulação e execução de políticas econômicas e sociais que 1) visem à redução dos riscos de doenças e de outros agravos, e 2) no estabelecimento de condições que assegurem acesso universal e igualitário às ações e aos serviços, tudo para a sua promoção, proteção e recuperação. O Estado, assim, deve adotar medidas que possam reduzir os riscos de doenças, como o combate a dengue, por exemplo, e outros problemas similares, de forma a manter a população afastada de qualquer perigo, como deve fixar condições que assegurem a todos o acesso às suas ações e aos seus serviços. O fornecimento de medicamentos se enquadraria em qual destes objetivos do Estado? O dever do Estado é, em princípio, nos termos da 1º, do art. 2º, do diploma em foco, é aquele ali estatuído, já mencionado, não vendo, pelo menos neste momento processual, como encaixar o fornecimento de medicamentos que não estão incluídos, ainda, em seus estoques. No entanto, o fornecimento de remédios é uma velha prática por parte do Estado, significando que, deveras, pelo menos na esfera estadual e municipal, a norma está sendo devidamente assimilado pelo Estado. Por outro lado, a jurisprudência vem adotando o entendimento de caber ao SUS o fornecimento de medicamentos, de que são exemplos os seguintes acórdãos: [I] Paciente com hiv/aids - Pessoa destituída de recursos financeiros - Direito à vida e à saúde - Fornecimento gratuito de medicamentos - Dever constitucional do poder público (CF, arts. 5º, caput, e 196) - Precedentes (STF) - Recurso de agravo improvido. O direito à saúde representa conseqüência constitucional indissociável do direito à vida. - O direito público subjetivo à saúde representa prerrogativa jurídica indisponível assegurada à generalidade das pessoas pela própria Constituição da República (art. 196). Traduz bem jurídico constitucionalmente tutelado, por cuja integridade deve velar, de maneira responsável, o AGTR 95997/SE MJDSM Pág. 3

4 Poder Público, a quem incumbe formular - e implementar - políticas sociais e econômicas idôneas que visem a garantir, aos cidadãos, inclusive àqueles portadores do vírus HIV, o acesso universal e igualitário à assistência farmacêutica e médico-hospitalar. - O direito à saúde - além de qualificar-se como direito fundamental que assiste a todas as pessoas - representa conseqüência constitucional indissociável do direito à vida. O Poder Público, qualquer que seja a esfera institucional de sua atuação no plano da organização federativa brasileira, não pode mostrar-se indiferente ao problema da saúde da população, sob pena de incidir, ainda que por censurável omissão, em grave comportamento inconstitucional. A interpretação da norma programática não pode transformá-la em promessa constitucional inconseqüente. - O caráter programático da regra inscrita no art. 196 da Carta Política - que tem por destinatários todos os entes políticos que compõem, no plano institucional, a organização federativa do Estado brasileiro - não pode converter-se em promessa constitucional inconseqüente, sob pena de o Poder Público, fraudando justas expectativas nele depositadas pela coletividade, substituir, de maneira ilegítima, o cumprimento de seu impostergável dever, por um gesto irresponsável de infidelidade governamental ao que determina a própria Lei Fundamental do Estado. Distribuição gratuita de medicamentos a pessoas carentes. - O reconhecimento judicial da validade jurídica de programas de distribuição gratuita de medicamentos a pessoas carentes, inclusive àquelas portadoras do vírus HIV/AIDS, dá efetividade a preceitos fundamentais da Constituição da República (arts. 5º, caput, e 196) e representa, na concreção do seu alcance, um gesto reverente e solidário de apreço à vida e à saúde das pessoas, especialmente daquelas que nada têm e nada possuem, a não ser a consciência de sua própria humanidade e de sua essencial dignidade. Precedentes do STF [RE AgR / RS, min. Celso de Mello, julgado em 12 de setembro de 2000]. [II] Recurso especial. Mandado de segurança. Fornecimento gratuito de medicamentos. SUS. Lei n /90. O v. acórdão proferido pelo egrégio Tribunal a quo decidiu a questão no âmbito infraconstitucional, notadamente à luz da Lei n.8.080, de 19 de setembro de O Sistema Único de Saúde pressupõe a integralidade da assistência, de forma individual ou coletiva, para atender cada caso em todos os níveis de complexidade, razão pela qual, comprovada a necessidade do medicamento para a garantia da vida da paciente, deverá ser ele fornecido. Recurso especial provido [RESP RJ, min. Franciulli Netto, julgado em 08 de outubro de 2001, publicado em 04 de fevereiro de 2002]. Parece-me, inclusive, que o julgado acima ataca e vence ainda dois outros pontos suscitados no recurso: 1) que o medicamento não se encontra na lista de fornecimento definida por Portaria do Ministério da Saúde; 2) que limitações de ordem legal orçamentária impedem o Poder Público de atender o pleito. Ante a magnitude de abrangência conferida, pelos julgados acima referidos e transcritos, aos dispositivos constitucionais e infraconstitucionais reguladores da matéria, o simples fato de o medicamento não estar incluído em lista de fornecimento, ou mesmo regras de direito orçamentário ou financeiro não podem se contrapor ao direito à saúde que, in casu, ante o grau da enfermidade, conforme laudo de f. 33, converte-se no próprio direito à vida. Por tudo o que dos autos consta, não enxergo razões de ordem jurídica ou científica capazes de conduzir-me, neste momento, à convicção de que a medida antecipatória concedida em primeiro grau merece retoque. Com essas considerações, não conheço do agravo regimental, por incabível (art. 527, parágrafo único, do CPC), e nego provimento ao agravo de instrumento. AGTR 95997/SE MJDSM Pág. 4

5 É como voto. AGTR 95997/SE MJDSM Pág. 5

6 AGTR 95997/SE ( ) AGRTE : UNIÃO AGRDO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL ORIGEM : 3ª Vara Federal de Sergipe (Competente p/ Execuções Penais) RELATOR : DESEMBARGADOR FEDERAL VLADIMIR SOUZA CARVALHO (Ementa) Processual Civil. Provimento liminar que impôs à União o dever de incluir o ora agravado no cadastro público para receber, imediata e gratuitamente, o remédio necessário ao tratamento em imunoterapia injetável. 1. Sendo a saúde pública no Brasil estruturada em forma de sistema, envolvendo as três esferas políticas, são a União, o estado-membro e o município partes legítimas para figurar no pólo passivo nas ações de fornecimento de medicação. Ressalva do ponto de vista do relator que entende legitimado apenas o município. 2. A saúde é direito de todos e dever do Estado, nas três esferas políticas, mediante ações que visem a redução dos riscos de doenças e de outros agravos, e no estabelecimento de condições que assegurem acesso universal e igualitário aos serviços, dentre eles o fornecimento de produtos farmacêuticos, tudo para a sua promoção, proteção e recuperação. Precedentes dos Tribunais, inclusive do STF. 3. O fato de o medicamento não estar incluído em lista de fornecimento, ou mesmo regras de direito orçamentário ou financeiro, não podem se contrapor ao direito à saúde. 4. Agravo regimental não conhecido, por incabível, e agravo de instrumento improvido. (Acórdão) Vistos, etc. Decide a Egrégia Terceira Turma do, por unanimidade, não conhecer do agravo regimental e negar provimento ao agravo de instrumento, nos termos do relatório, voto e notas taquigráficas constantes dos autos. Recife (PE), 18 de março de (Data do julgamento) Desembargador Federal Vladimir Souza Carvalho Relator AGTR 95997/SE MJDSM Pág. 6

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