RESOLUÇÃO CONAD Nº 01/2015

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RESOLUÇÃO CONAD Nº 01/2015"

Transcrição

1 RESOLUÇÃO CONAD Nº 01/2015 Regulment, no âmbito do Sistem Ncionl de Polítics Públics sobre Drogs (SISNAD), s entiddes que relizm o colhimento de pessos, em cráter voluntário, com problems ssocidos o uso nocivo ou dependênci de substânci psicotiv, crcterizds como comuniddes terpêutics. O CONSELHO NACIONAL DE POLÍTICAS SOBRE DROGAS (CONAD), com fundmento no rt. 19, inciso XII, d Lei nº /06, e rt. 2º, inciso I c.c. rt. 4º, inciso II, mbos do Decreto nº 5.912/06; CONSIDERANDO necessidde de regulmentção ds entiddes que relizm o colhimento de pessos com problems ssocidos o uso nocivo ou dependênci de substânci psicotiv, crcterizds como comuniddes terpêutics, sem prejuízo do disposto n Resolução RDC ANVISA nº 29/2011 ou outrs que vierem substituí-l; CONSIDERANDO necessidde de prever grntis às pessos colhids, com vists preservr seus direitos e evitr su institucionlizção; CONSIDERANDO que s entiddes que relizm o colhimento de pessos, em cráter voluntário, com problems ssocidos o uso nocivo ou dependênci de substânci psicotiv integrm o Sistem Ncionl de Polítics Públics sobre Drogs (SISNAD); CONSIDERANDO que s entiddes que relizm o colhimento de pessos com problems ssocidos o uso nocivo ou dependênci de substânci psicotiv não são estbelecimentos de súde, ms de interesse e poio ds polítics públics de cuiddos, tenção, trtmento, proteção, promoção e reinserção socil; CONSIDERANDO o disposto n Lei nº /01, no Decreto nº 7.179/10 e n Portri MS nº 3.088/11; CONSIDERANDO necessidde de rticulr s entiddes que promovem o colhimento de pessos com problems ssocidos o buso ou dependênci de substânci psicotiv com rede de cuiddos, tenção, trtmento, proteção, promoção e reinserção socil do sistem único de súde, do sistem único de ssistênci socil e ds demis polítics públics; RESOLVE:

2 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º As entiddes que relizm o colhimento de pessos, em cráter voluntário, com problems ssocidos o uso nocivo ou dependênci de substânci psicotiv, crcterizds como comuniddes terpêutics, serão regulmentds, no âmbito do Sistem Ncionl de Polítics Públics sobre Drogs (SISNAD), pel presente Resolução. DAS ENTIDADES Art. 2º As entiddes que relizm o colhimento de pessos com problems ssocidos o uso nocivo ou dependênci de substânci psicotiv, crcterizds como comuniddes terpêutics, são pessos jurídics, sem fins lucrtivos, que presentm s seguintes crcterístics: I desão e permnênci voluntáris, formlizds por escrito, entendids como um etp trnsitóri pr reinserção sócio-fmilir e econômic do colhido; II mbiente residencil, de cráter trnsitório, propício à formção de vínculos, com convivênci entre os pres; III progrm de colhimento; IV - ofert de tividdes prevists no progrm de colhimento d entidde, conforme previsão contid no rt. 12 dest Resolução; V promoção do desenvolvimento pessol, focdo no colhimento de pessos em situção de vulnerbilidde com problems ssocidos o buso ou dependênci de substânci psicotiv. 1º As entiddes que oferecerem serviços ssistenciis de súde ou executrem procedimentos de nturez clínic distintos dos serviços previstos nest Resolução não serão considerds comuniddes terpêutics e deverão, neste cso, observr s norms snitáris e os protocolos reltivos estbelecimentos de súde. 2º O colhimento de que trt presente resolução não se confunde com os serviços e progrms d rede de oferts do Sistem Único de Assistênci Socil. Art. 3º Somente devem ser colhids pessos que fçm uso nocivo ou estejm dependentes de substâncis psicotivs, com necessidde de proteção e poio socil e previmente vlids pel rede de súde.

3 Prágrfo único. As comuniddes terpêutics deverão possuir mecnismos de encminhmento e trnsporte à rede de súde dos colhidos que presentrem intercorrêncis clínics decorrentes ou ssocids o uso ou privção de substânci psicotiv, como tmbém pr os csos em que presentrem outros grvos à súde. Art. 4º A instlção e o funcionmento de entiddes que promovem o colhimento de pessos com problems ssocidos o buso ou dependênci de substânci psicotiv, crcterizds como comuniddes terpêutics, ficm condiciondos à concessão de lvrá snitário ou outro instrumento congênere de cordo com legislção snitári plicável esss entiddes. Art. 5º As entiddes deverão comunicr o início e o encerrmento de sus tividdes, bem como o seu progrm de colhimento, pr os seguintes órgãos: ) Secretri Ncionl de Polítics sobre Drogs - SENAD; b) Órgãos gestores de polítics sobre drogs estdul e municipl, se houver; c) Conselho Estdul de Polítics sobre Drogs; d) Conselho Municipl de Polítics sobre Drogs, se houver; e) Secretri e Conselho Estdul de Súde; f) Secretri e Conselho Municipl de Súde; g) Secretri e Conselho Estdul de Assistênci Socil; h) Secretri e Conselho Municipl de Assistênci Socil. Prágrfo único. A entidde deverá tur de form integrd, desde o início de seu funcionmento, à rede de serviços, situd em seu território, de tenção, cuiddo, trtmento, proteção, promoção, reinserção socil, educção e trblho, lém dos demis órgãos que tum diret ou indiretmente com tis polítics sociis. Art. 6º São obrigções ds entiddes que promovem o colhimento de pessos com problems ssocidos o buso ou dependênci de substânci psicotiv, crcterizds como comuniddes terpêutics, dentre outrs: I possuir e cumprir seu progrm de colhimento, que tmbém deverá conter s norms e rotins d entidde;

4 II somente colher pessos medinte vlição dignóstic prévi, emitid pel rede de súde ou por profissionl hbilitdo, que s considere pts pr o colhimento, em consonânci com o disposto no rt. 3º dest Resolução; III elborr plno de colhimento singulr (PAS), em consonânci com o progrm de colhimento d entidde; IV informr, de modo clro, os critérios de dmissão, permnênci e síd, bem como o progrm de colhimento d entidde, que devem receber nuênci prévi, por escrito, do colhido; V grntir prticipção d fmíli ou de pesso indicd pelo colhido no processo de colhimento, bem como ns ções de preprção pr reinserção socil; VI comunicr cd colhimento o estbelecimento de súde e os equipmentos de proteção socil do território d entidde, no przo de té cinco dis; VII comunicr o encerrmento do colhimento o estbelecimento de súde e os equipmentos de proteção socil do território do colhido; VIII oferecer espço comunitário e de tendimento individul, com compnhmento e suporte de equipe d entidde; IX incentivr, desde o início do colhimento, o vínculo fmilir e socil, promovendo-se, desde que consentido pelo colhido, busc d fmíli; X permitir visitção de fmilires, bem como cesso os meios de comunicção que permitm contto com fmilires; XI norter sus ções e qulidde de seus serviços com bse nos princípios de direitos humnos e de humnizção do cuiddo; XII não prticr ou permitir ções de contenção físic ou medicmentos, isolmento ou restrição à liberdde d pesso colhid; XIII mnter os mbientes de uso dos colhidos livres de trncs, chves ou grdes, dmitindo-se pens trvmento simples; XIV não prticr ou permitir cstigos físicos, psicológicos ou moris, nem utilizr expressões estigmtizntes com os colhidos ou fmilires; XV não submeter os colhidos tividdes forçds ou exustivs, sujeitndo-os condições degrdntes; XVI informr imeditmente os fmilires ou pesso previmente indicd pelo colhido e comunicr, no przo de té 24 (vinte e qutro) hors, às uniddes de referênci de súde e de ssistênci socil, intercorrênci grve ou flecimento d pesso colhid;

5 XVII observr s norms de segurnç snitári, de instlções prediis e de cessibilidde, lém de mnter tulizds s licençs emitids pels utoriddes competentes; XVIII fornecer limentção, condições de higiene e lojmentos dequdos; XIX rticulr junto à unidde de referênci de súde os cuiddos necessários com o colhido; XX rticulr junto à rede de proteção socil pr tendimento e compnhmento ds fmílis dos colhidos, qundo do seu ingresso, durnte su permnênci n instituição e, tmbém, pós o desligmento d entidde; XXI rticulr junto à rede intersetoril preprção pr o processo de reinserção socil do colhido; XXII promover, qundo necessário e com poio d rede locl, emissão dos documentos do colhido, incluindo certidão de nscimento ou csmento, cédul de identidde, CPF, título de eleitor e crteir de trblho; XXIII promover, com o poio d rede locl, lém ds ções de prevenção reltivs o uso de drogs, tmbém s referentes às doençs trnsmissíveis, como vírus HIV, heptites e tuberculose; XXIV mnter equipe multidisciplinr com formção condizente com s tividdes oferecids no Progrm de Acolhimento e pr o pleno funcionmento d entidde, sob responsbilidde de um profissionl de nível superior leglmente hbilitdo, bem como substituto com mesm qulificção; XXV promover, de form permnente, cpcitção dos membros d equipe que tum n entidde. 1º O colhimento não poderá exceder o limite de 12 (doze) meses no período de 24 (vinte e qutro) meses. 2º A fim de se evitr institucionlizção, no período de té seis meses subsequente o último desligmento, o novo colhimento deverá ocorrer medinte justifictiv fundmentd d equipe d entidde, em prceri com rede de cuiddos, decisão que deverá ser inserid no PIA. 3º Não se plic o disposto no 2º qundo o colhimento nterior tiver durção inferior 30 (trint) dis. 4º A vlição dignóstic de que trt o inciso II do presente rtigo deverá envolver vlição médic e crcterizção do uso nocivo ou dependênci de substânci psicotiv, relizd por profissionl hbilitdo, preferencilmente com cpcitção n bordgem de pessos com uso, buso ou dependênci de substânci psicotiv. 5º Em cso de flecimento do colhido n entidde, sem prejuízo ds providêncis contids no inciso XVI, deverão ser imeditmente comunicds s utoriddes policiis.

6 Art. 7º Cso o colhido possu rend própri ou receb lgum tipo de benefício, é veddo à entidde ou os membros d su equipe receber d fonte pgdor ou dministrr, diret ou indiretmente, tis recursos. Prágrfo único. Nesses csos deverá entidde, no Plno de Atendimento singulr (PAS), prever orientção o colhido no tocnte à dministrção responsável de seus recursos finnceiros, com prticipção d fmíli ou pesso por ele indicd, desde que com seu consentimento, como medid de reinserção socil. DOS ACOLHIDOS Art. 8º São direitos d pesso colhid: I interromper o colhimento qulquer momento; II receber trtmento respeitoso, bem como à su fmíli, independente de etni, credo religioso, ideologi, ncionlidde, orientção sexul, identidde de gênero, ntecedentes criminis ou situção finnceir; III privcidde, inclusive no tocnte o uso de vestuário, corte de cbelo e objetos pessois próprios, observds s regrs sociis de convivênci; IV prticipr ds tividdes prevists no rt. 12 dest Resolução, medinte consentimento expresso no PAS; V o sigilo, segundo norms étics e legis, incluindo o nonimto, sendo vedd divulgção de informção, imgem ou outr modlidde de exposição d pesso sem su utorizção prévi, por escrito; VI prticipr d elborção do PAS, em conjunto com fmíli ou pesso indicd pelo colhido, e em consonânci com o progrm de colhimento d entidde. Prágrfo único. A prestção de informções dministrtivs os órgãos de gestão e de controle de vgs finncids com recursos públicos não fere o sigilo de que trt o inciso V deste rtigo. Art. 9º Pr grntir hrmoni e convivênci n entidde, o colhido e tods s pessos envolvids deverão observr: I - o respeito interpessol; II s norms e rotins d entidde prevists no progrm de colhimento;

7 IV relizção ds tividdes contids no progrm de colhimento d entidde consentids expressmente pelo colhido no PAS. Art. 10. Não será dmitido o colhimento de crinçs, ssim considerds quels com té 12 nos de idde incompletos. Prágrfo único. Não se plic presente Resolução o colhimento de dolescentes, observdo o disposto no rt. 2º ds Disposições Trnsitóris d presente Resolução. DO PLANO DE ATENDIMENTO SINGULAR (PAS) Art. 11. O PAS é o instrumento que especific e monitor s ções de colhimento individul, devendo reunir tods s informções respeito do colhido, inclusive quels exigids pelos órgãos de controle e fisclizção, conforme modelo constnte do Anexo Único. 1º O PAS deverá necessrimente conter s seguintes informções: ) ddos pessois do colhido; b) indicção dos fmilires ou pessos indicds pelo colhido, os respectivos conttos, bem como evolução do vínculo fmilir durnte o período de colhimento; c) histórico de compnhmento psicossocil, incluindo eventuis internções, colhimentos e outrs forms de trtmento; d) indicção do profissionl de referênci d equipe d entidde pr o colhido; e) qul(is) (s) substânci(s) psicotiv(s) de que fz uso o colhido; f) motivção pr o colhimento; g) tods s tividdes serem exercids pelo colhido, dentre quels do rt. 12, e frequênci de sus relizções; h) período de colhimento e s intercorrêncis; i) todos os encminhmentos do colhido os serviços d rede do SUS, SUAS e demis órgãos; j) todos os encminhmentos visndo à reinserção socil, incluídos os projetos de educção, cpcitção profissionl e gerção de trblho e rend; k) evolução do colhimento, seus resultdos e o plnejmento de síd do colhido.

8 2º O PAS deverá ser periodicmente tulizdo e revisdo qulquer tempo, por inicitiv d entidde ou pedido do colhido, ficndo o documento sempre à su disposição pr consult, bem como ds utoriddes competentes pr fins de fisclizção. 3º Os critérios de dmissão, permnênci e síd, o progrm de colhimento d entidde e o PAS devem receber nuênci prévi, por escrito, do colhido e, qundo houver, de seu fmilir ou pesso por ele indicd. 4º O colhido e seu fmilir ou pesso por ele indicd deverão prticipr n construção e no cumprimento do PIA, sendo o protgonismo do colhido, o respeito e o diálogo os princípios nortedores do colhimento. 5º O PAS deverá ser elbordo no przo máximo de 20 (vinte) dis contr do colhimento. Art. 12. O progrm de colhimento d entidde poderá incluir relizção, dentre outrs, ds seguintes tividdes terpêutics: I recretivs; II de desenvolvimento d espiritulidde; III de promoção do utocuiddo e d socibilidde; IV de cpcitção, de promoção d prendizgem, formção e s tividdes prátics inclusivs. 1º O PAS deverá prever quis s tividdes que serão relizds pelo colhido. 2º As tividdes deverão ser relizds pelo colhido e, qundo houver, pel su fmíli ou pesso por ele indicd, medinte compnhmento d equipe d entidde. Art. 13. Atividdes recretivs são quels que estimulm o lzer e prátic de tividdes esportivs, rtístics e culturis. Art. 14. Atividdes de desenvolvimento d espiritulidde são quels que buscm o utoconhecimento e o desenvolvimento interior, prtir d visão holístic do ser humno, podendo ser prte do método de recuperção, objetivndo o fortlecimento de vlores fundmentis pr vid socil e pessol, ssegurdo o disposto nos incisos VI e VII do rt. 5º d Constituição Federl. Art. 15. Atividdes de promoção do utocuiddo e d socibilidde são quels que têm por objetivo, exclusivmente, prátic de tos d vid cotidin, tis como:

9 I higiene pessol; II rrumção e limpez dos pertences e ds comodções de repouso e bnheiro; III prticipção n elborção de refeições e limpez d cozinh e do refeitório de uso coletivo; IV prticipção n limpez e orgnizção de espços coletivos, como sls de recreção, jrdins e horts de consumo interno; V prticipção n orgnizção e relizção de eventos e progrms d entidde. Prágrfo único. As tividdes prevists neste rtigo não poderão ter cráter punitivo e deverão ser supervisionds por membros d equipe d entidde, quem cberá motivr os colhidos, dndo o crter terpêutico tis tividdes. Art. 16. Atividdes de cpcitção, de promoção d prendizgem, formção e s prátics inclusivs são quels que buscm inserção e reinserção socil, o resgte ou formção de novs hbiliddes profissionis, prátics ou pr vid, e o prendizdo de novos conhecimentos, de modo promover o empodermento e o desenvolvimento ds hbiliddes sociis do colhido. 1º As tividdes que se refere o cput deste rtigo deverão ser desenvolvids em mbiente ético e protegido, não podendo ser relizds em locis que exponhm o colhido à situção de constrngimento ou de vulnerbilidde, como ções em vis públics de vends de produtos ou de rrecdção de recursos, ou outrs tividdes congêneres. 2º As tividdes prátics inclusivs que se refere o cput poderão ser regids pel Lei 9.608/98, que trt do voluntrido, exceto qundo houver formção de vínculo empregtício, hipótese em que será plicd legislção trblhist. Art. 17. No cso de colhimento de mãe compnhd de seu filho, deverá entidde grntir tmbém os direitos d crinç. 1º O colhimento, nesses csos, deverá ser comunicdo o Conselho Tutelr, Ministério Público e Defensori Públic, com vists à mnutenção do vínculo fmilir. 2º Cso crinç não tenh registro civil, deverá entidde buscr, com o poio d rede locl, emissão de tl documento. DA ARTICULAÇÃO COM A REDE DE SERVIÇOS

10 Art. 18. A entidde deverá buscr, com o poio dos gestores locis e medinte pctução, rticulção com rede de tenção, cuiddo, trtmento, proteção, promoção, reinserção socil, educção e trblho, lém dos demis órgãos que tum diret ou indiretmente com tis polítics sociis. Art. 19. A entidde deverá buscr rede situd no território pr oferecer cuiddos integris com súde dos colhidos. Art. 20. A reinserção socil deverá constr no progrm de colhimento d entidde e ser promovid em rticulção com rede locl, incluídos progrms de educção, cpcitção profissionl e de gerção de rend e trblho, sem prejuízo ds inicitivs d própri entidde. Art. 21. A eventul inexistênci ou recus d ofert de serviços d rede de súde e de ssistênci socil no território deverá ser imeditmente comunicd o respectivo gestor e às instâncis de controle socil e, se necessário, o Ministério Público. Art. 22. Em cso de vg finncid com recursos públicos federis, cberá o órgão responsável pelo progrm de finncimento promover rticulção com rede estdul ou municipl pr regulr o processo de ingresso do colhido n entidde, respeitdos os mecnismos de colhimento de cd entidde, e com o poio do Conselho Ncionl de Polítics sobre Drogs. 1º Recomend-se os Estdos e Municípios, em cso de vg finncid com recursos públicos estduis ou municipis, que se promov regulção de que trt este rtigo, com o poio dos Conselhos Estduis ou Municipis de Polítics sobre Drogs. 2º Será de responsbilidde do órgão finncidor o monitormento d qulidde d prestção do serviço ds entiddes finncids. DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 23. Est Resolução deverá ser fixd, n entidde, em locl visível o público. Art. 24. O CONAD, por meio de su Secretri Executiv, dotrá medids pr dr mpl publicidde e grntir execução d presente Resolução.

11 Prágrfo único. Ao receber representção ou denúnci de descumprimento d presente Resolução, o CONAD oficirá os órgãos competentes pr doção ds medids cbíveis e drá ciênci à entidde interessd. Art. 25. As entiddes deverão encminhr o CONAD nulmente informções tulizds sobre o seu funcionmento, número de vgs e perfil ds pessos colhids. Prágrfo único. Deverá o CONAD, por meio de su Secretri Executiv, sistemtizr s informções repssds pels entiddes, em bnco de ddos próprio e público, com grnti de georreferencimento ds entiddes. Art. 26. No cso de finncimento de vgs com recursos públicos federis, o órgão responsável pelo progrm de finncimento deverá tornr públics s prestções de conts, grntindo trnsprênci. Art. 27. O descumprimento o disposto nest Resolução ensejrá doção ds medids cbíveis, podendo ser plicds s snções dministrtivs, pelos órgãos competentes, desde que obedecidos os princípios do contrditório e d mpl defes, sem prejuízo ds inicitivs no cmpo judicil. Art. 28. A presente Resolução entrrá em vigor n dt de su publicção. DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS Art. 1º As entiddes em funcionmento n dt d publicção dest Resolução terão o przo máximo de 12 (doze) meses pr se dptrem o disposto neste instrumento, sob pen de doção ds medids cbíveis. Art. 2º O CONAD deverá fomentr o fortlecimento d rede de cuiddos e trtmento pr dolescentes e editr, no âmbito de su competênci, norms própris sobre mtéri no przo de té 12 (doze) meses. 1º Pr os fins do disposto neste rtigo, o CONAD deverá rticulr-se com s instâncis competentes ds polítics públics pr dolescentes.

12 2º Enqunto não editds s norms própris dentro do przo estbelecido no cput, pr o colhimento de dolescentes deverão ser observds s grntis prevists no ECA, que lhes confere proteção integrl, e, em cráter subsidiário, o disposto nest Resolução, bem como ns demis norms plicds à espécie. Texto provdo pelo CONAD n reunião dos dis 05 e 06/05/2015, e que seguirá pr o Gbinete do Ministro d Justiç e, pós nálise d Consultori Jurídic do Ministério d Justiç, seguirá pr publicção pel Presidênci do CONAD

13 ANEXO ÚNICO 1. Identificção do colhido Nome: Dt de nscimento: / / Nome d mãe: CPF: RG: UF: Título de eleitor: UF: Crteir de trblho: Endereço: Birro: Município - UF: CEP: Telefones: Dt de colhimento: / / Possui rend própri: ( ) Sim ( ) Não Gru de escolridde: Responsável pelo compnhmento do colhido: 2. Fmilires Nome Gru de prentesco Contto

14 Conttos: Telefonems Visit tiv Visit receptiv Evolução do vínculo: 3. Qudro clínico Uso de substânci psicotiv: Álcool Mconh / Hxixe Cocín Crck Inlntes / Col / Solvente / Tiner Benzodizepínico / Dizepn Anfetmins / Remédios pr Emgrecer Ecstsy / MDMA LSD Heroín / Morfin / Metdon Outros: Observções:

15 Antecedentes de trtmento: ( ) Não ( ) Sim: Redução de dnos Abstinênci (Alcoólicos Anônimos e Nrcóticos Anônimos, inclusive) CAPS Comunidde terpêutic Internção Outros Observções: Comorbiddes: ( ) Não ( ) Sim:

16 Acompnhmento médico: ( ) Não ( ) Sim: Hospitl Posto de Súde Clínic CAPS Outros Observções: Exmes prévios relizdos: 4. Atividdes Atividdes terpêutics (incluir horários): nos termos do rt.12 d Resolução CONAD

17 5. Síd do colhido Plnejmento de síd: Atividdes de cpcitção profissionl Orgnizção finnceir Reinserção no mercdo de trblho A t i v i d d e s d e c p c i t ç ã o p r O r g n i z ç ã o f i n n c e i r R e i n s e r ç ã o n o m e r c d o d e t r Gerção de rend Mordi Outros

18 o f i s s i o n l b l h o Síd d comunidde: Síd terpêutic Síd dministrtiv Abndono 6. Demnds do colhido Tempo previsto pr término Demnds Tempo previsto pr início

19 Estou de cordo com s regrs d instituição e com o cráter voluntário do colhimento. Assintur do () colhido()

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS MATO GROSSO

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS MATO GROSSO PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS MATO GROSSO Objetivo 1: Grntir prioridde técnic, polític e finnceir pr ções de enfrentmento do HIV/DST voltds

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO PROCESSO SELETIVO DE PROVAS E TÍTULOS PARA CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA DE PROFESSOR DA EDUCAÇÃO SUPERIOR EDITAL N 004/2012 UNEMAT A, no uso de sus tribuições legis e em cumprimento ds norms prevists no rtigo

Leia mais

DECRETO Nº 27631. de 22 de abril de 2010.

DECRETO Nº 27631. de 22 de abril de 2010. DECRETO Nº 27631 de 22 de bril de 2010. Regulment Períci Médic e Ocupcionl dos servidores municipis d Prefeitur de Gurulhos. SEBASTIÃO DE ALMEIDA, PREFEITO DA CIDADE DE GUARULHOS, no uso de sus tribuições

Leia mais

Vo t a ç ão TEXTO DO CONGRESSO. PROPOSTA DO GOVERNO / Partidos da Base PROPOSTAS DAS BANCADAS DE OPOSIÇÃO E / OU ATEMPA / SIMPA

Vo t a ç ão TEXTO DO CONGRESSO. PROPOSTA DO GOVERNO / Partidos da Base PROPOSTAS DAS BANCADAS DE OPOSIÇÃO E / OU ATEMPA / SIMPA PROPOSTA DO GOVERNO / Prtidos d Bse PROPOSTAS DAS BANCADAS DE OPOSIÇÃO do Governo (Mensgem Retifictiv) E / OU ATEMPA / SIMPA Vo t ç ão TEXTO DO CONGRESSO Diverss estrtégis pr tingir s mets Emend 1- exclui

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE RECEÇÃO. DISCIPLINA: OPERAÇÕES TÉCNICAS DE RECEÇÃO (12º Ano Turma M)

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE RECEÇÃO. DISCIPLINA: OPERAÇÕES TÉCNICAS DE RECEÇÃO (12º Ano Turma M) ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE RECEÇÃO DISCIPLINA: (12º Ano Turm M) PLANIFICAÇÃO ANUAL Diretor do Curso Teres Sous Docente Teres Bstos Ano Letivo 2015/2016 Competêncis

Leia mais

Ter formação mínima em nível superior comprovada que atenda a formação acadêmica ou formação ou vinculação em programa de

Ter formação mínima em nível superior comprovada que atenda a formação acadêmica ou formação ou vinculação em programa de ANEXO II EDITAL Nº 04/2014 2 º PRORROGAÇÃO PARA VAGAS REMANESCENTES QUADRO DE VAGAS REMANESCENTES PARA O PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO DE PROFESSORES PESQUISADORES FORMADORES ÁREA DA PESQUISA EMENTA EIXO

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE FERREIRA DO ZÊZERE

CÂMARA MUNICIPAL DE FERREIRA DO ZÊZERE CAPITULO I VENDA DE LOTES DE TERRENO PARA FINS INDUSTRIAIS ARTIGO l. A lienção, trvés de vend, reliz-se por negocição direct com os concorrentes sendo o preço d vend fixo, por metro qudrdo, pr um ou mis

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PROJETOS DE INCLUSÃO PRODUTIVA

TERMO DE REFERÊNCIA PROJETOS DE INCLUSÃO PRODUTIVA TERMO DE REFERÊNCIA PROJETOS DE INCLUSÃO PRODUTIVA 1 - Ddos do Proponente 1.1- Nome d Entidde 1.2- CNPJ 1.3- Número de Sócios 1.4- Dt d Fundção 1.5- Endereço 20/09/2011 1.6- Município 1.7- CEP 1.8- U F

Leia mais

1.2- CNPJ 1.3- Número de Sócios 1.4- Data da Fundação. 1-10 - Nome do Presidente 1.11-C P F 1.12- RG

1.2- CNPJ 1.3- Número de Sócios 1.4- Data da Fundação. 1-10 - Nome do Presidente 1.11-C P F 1.12- RG 1 - DADOS DO PROPONENTE 1.1- Nome d Entidde 1.2- CNPJ 1.3- Número de Sócios 1.4- Dt d Fundção 1.5- Endereço 20/09/2011 1.6- Município 1.7- CEP 1.8- U F 1.9- Telefone 1-10 - Nome do Presidente 1.11-C P

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE COMÉRCIO. DISCIPLINA: ORGANIZAR E GERIR A EMPRESA (10º Ano Turma K)

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE COMÉRCIO. DISCIPLINA: ORGANIZAR E GERIR A EMPRESA (10º Ano Turma K) ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE COMÉRCIO DISCIPLINA: ORGANIZAR E GERIR A EMPRESA (10º Ano Turm K) PLANIFICAÇÃO ANUAL Diretor do Curso Celso Mnuel Lim Docente Celso Mnuel

Leia mais

Edital de Processo Seletivo Nº 21/2015

Edital de Processo Seletivo Nº 21/2015 Editl de Processo Seletivo Nº 21/2015 O SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL ADMINISTRAÇÃO REGIONAL NO ESTADO DO PIAUÍ, SENAC-PI, no uso de sus tribuições regimentis, torn público que estão berts

Leia mais

Plano de Gestão 2012-2015

Plano de Gestão 2012-2015 Plno de Gestão 202-205 - Cmpus UFV - Florestl - Grdução Missão: Promover polítics de incentivo à pesquis, pós-grdução, inicição científic e cpcitção de recursos humnos, objetivndo excelênci do Cmpus Florestl

Leia mais

ESTÁGIO PARA ESTUDANTE DA UFU

ESTÁGIO PARA ESTUDANTE DA UFU 1 ESTÁGIO PARA ESTUDANTE DA UFU EDITAL UFU/PREFE/044/2010 EDITAL DE PROCESSO SELETIVO PARA ESTAGIÁRIO(A) A Pró-reitori de Grdução d Universidde Federl de Uberlândi, mprd no rtigo 248 ds Norms de Grdução

Leia mais

Eleições Diretório Acadêmico Fisioterapia

Eleições Diretório Acadêmico Fisioterapia Eleições Está berto o período de inscrição pr s novs chps do Diretório Acdêmico - Gestão 2015 Inscrições: dos dis 17 29 de gosto de 2015 somente pelo e-mil: fisioufu.d.@gmil.com A votção será relizd nos

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÕES CONFIDENCIAIS

FICHA DE INFORMAÇÕES CONFIDENCIAIS SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DO PLANEJAMENTO E GESTÃO DO ESTADO DO CEARÁ POLÍCIA MILITAR DO CEARÁ CONCURSO PÚBLICO PARA INGRESSO NO CARGO DE SOLDADO PM

Leia mais

Serviços de Acção Social da Universidade de Coimbra

Serviços de Acção Social da Universidade de Coimbra Serviços de Acção Socil d Universidde de Coimbr Serviço de Pessol e Recursos Humnos O que é o bono de fmíli pr crinçs e jovens? É um poio em dinheiro, pgo menslmente, pr judr s fmílis no sustento e n educção

Leia mais

PROGRAMA SENAC DE GRATUIDADE - PSG 1º EDITAL DE PROCESSO SELETIVO SENAC/AL

PROGRAMA SENAC DE GRATUIDADE - PSG 1º EDITAL DE PROCESSO SELETIVO SENAC/AL PROGRAMA SENAC DE GRATUIDADE - PSG 1º EDITAL DE PROCESSO SELETIVO SENAC/AL 1. DO PROGRAMA 1.1. O PSG destin-se pessos de bix rend cuj rend fmilir mensl per cpit não ultrpsse 2 slários mínimos federis,

Leia mais

PLANO ANUAL DE TRABALHO

PLANO ANUAL DE TRABALHO PLANO ANUAL DE TRABALHO DE ARAUCÁRIA 06 smed@rucri.pr.gov.br 1 1. APRESENTAÇÃO O Conselho Municipl de Educção CME de Arucári, crido nos termos d Lei Municipl nº 1.527/04, de 02 de novembro de 04, é o órgão

Leia mais

II NÚMERO DE VAGAS: As vagas serão oferecidas em cada disciplina optativa de acordo com a disponibilidade institucional do Programa.

II NÚMERO DE VAGAS: As vagas serão oferecidas em cada disciplina optativa de acordo com a disponibilidade institucional do Programa. Av. Fernndo Ferrri, 514 Vitóri ES CEP: 29.075-910 Cmpus de Goibeirs Tel/Fx: +55 (27) 4009-7657 E-mil: ppghis.ufes@hotmil.com http://www.histori.ufes.br/ppghis EDITAL DE SELEÇÃO DE CANDIDATOS A ALUNO ESPECIAL

Leia mais

1.8 Não será permitida a inscrição simultânea em mais de 2 (dois) componentes curriculares a serem lecionados no mesmo período.

1.8 Não será permitida a inscrição simultânea em mais de 2 (dois) componentes curriculares a serem lecionados no mesmo período. VISO PÚBLICO Nº 04/UNOESC-R/2015 O Reitor d Universidde do Oeste de Snt Ctrin Unoesc, Unoesc Virtul, entidde educcionl, crid pel Lei Municipl nº 545/68 e estruturd de direito privdo, sem fins lucrtivos,

Leia mais

Oferta n.º 1274; 1275 e 1276

Oferta n.º 1274; 1275 e 1276 Procedimento de seleção pr recrutmento de Técnicos no âmbito do Progrm de Atividdes de Enriquecimento Curriculr do 1.º Ciclo de Ensino Básico Inglês Ofert n.º 1274; 1275 e 1276 A Câmr Municipl Mi procede

Leia mais

MINUTA DE RESOLUÇÃO CONAD Nº /2014

MINUTA DE RESOLUÇÃO CONAD Nº /2014 MINUTA DE RESOLUÇÃO CONAD Nº /2014 Regulamenta, no âmbito do Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas (SISNAD), as entidades que realizam o acolhimento de pessoas com problemas decorrentes do

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015 Ensino Técnico Código: ETEC ANHANQUERA Município: Sntn de Prníb Áre de Conhecimento: : Proteção e Prevenção Componente Curriculr: LNR Legislção e Norms Regulmentodors

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA CONSELHO NACIONAL DE POLÍTICAS SOBRE DROGAS

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA CONSELHO NACIONAL DE POLÍTICAS SOBRE DROGAS 0979631 08129023950201481 MINISTÉRIO DA JUSTIÇA CONSELHO NACIONAL DE POLÍTICAS SOBRE DROGAS Resolução do CONAD Nº 1, DE 19 DE agosto DE 2015 Regulamenta, no âmbito do Sistema Nacional de Políticas Públicas

Leia mais

GABINETE DO PREFEITO

GABINETE DO PREFEITO ESTDO D PRIB PREFEITUR MUNICIPL DE LGO SEC GBINETE DO PREFEITO Lei nº 117/20, de 31 de dezembro de 20 INSTITUI O CENTRO DE TENÇÃO PSICOSSOCIL NO MUNICÍPIO DE LGO SEC-PB, CRI CRGOS DE PROVIMENTO EFETIVO

Leia mais

Cartilha Explicativa. Segurança para quem você ama.

Cartilha Explicativa. Segurança para quem você ama. Crtilh Explictiv Segurnç pr quem você m. Bem-vindo, novo prticipnte! É com stisfção que recebemos su desão o Fmíli Previdênci, plno desenhdo pr oferecer um complementção de posentdori num modelo moderno

Leia mais

LEI Nº 5.580. Institui o Plano de Carreira e Vencimentos do Magistério Público Estadual do Espírito Santo O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

LEI Nº 5.580. Institui o Plano de Carreira e Vencimentos do Magistério Público Estadual do Espírito Santo O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO LEI Nº 5.580 Institui o Plno de Crreir e Vencimentos do Mgistério Público Estdul do Espírito Snto O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Fço sber que Assembléi Legisltiv decretou e eu snciono seguinte

Leia mais

TEMA CENTRAL: A interface do cuidado de enfermagem com as políticas de atenção ao idoso.

TEMA CENTRAL: A interface do cuidado de enfermagem com as políticas de atenção ao idoso. TERMO DE ADESÃO A POLITICA DE INSCRIÇÃO NOS EVENTOS DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM 9ª. JORNADA BRASILEIRA DE ENFERMAGEM GERIÁTRICA E GERONTOLÓGICA TEMA CENTRAL: A interfce do cuiddo de enfermgem

Leia mais

ESTADO DE RONDÔNIA PREFEITURA MUNICIPAL DE MINISTRO ANDREAZZA Lei de Criação 372 13/02/92

ESTADO DE RONDÔNIA PREFEITURA MUNICIPAL DE MINISTRO ANDREAZZA Lei de Criação 372 13/02/92 PROGRAMA FINALÍSTICO PROGRAMA FINALÍSTICO PROGRAMA : 15 Mnutenção e Revitlizção do Ensino Infntil FUNDEB 40% 1. Problem: O município possui pens dus escol que oferece ensino infntil e não tende tod demnd.

Leia mais

Regulamento Promoção Promo Dotz

Regulamento Promoção Promo Dotz Regulmento Promoção Promo Dotz 1. Empres Promotor 1.1 Est promoção é relizd pel CBSM - Compnhi Brsileir de Soluções de Mrketing, dministrdor do Progrm Dotz, com endereço n Ru Joquim Florino n. 533 / 15º

Leia mais

ESTADO DE RONDÔNIA PREFEITURA MUNICIPAL DE MINISTRO ANDREAZZA Lei de Criação 372 13/02/92 PROGRAMA FINALÍSTICO

ESTADO DE RONDÔNIA PREFEITURA MUNICIPAL DE MINISTRO ANDREAZZA Lei de Criação 372 13/02/92 PROGRAMA FINALÍSTICO PROGRAMA FINALÍSTICO PROGRAMA: 022 - Progrm Súde d Fmíli 1. Problem: Alto índice de pcientes que visitm unidde Mist de Súde pr trtr de problems que poderim ser resolvidos com visit do médico em su cs.

Leia mais

- NORMA REGULAMENTADORA Nº 5 COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES - CIPA

- NORMA REGULAMENTADORA Nº 5 COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES - CIPA - NORMA REGULAMENTADORA Nº COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES - CIPA Aprovd pel Portri GM/MTB nº. - DOU //. DO OBJETIVO Título do item. d NR crescido pelo rt. º d Portri SSMT nº - DOU //.. - Comissão

Leia mais

Oferta n.º 1260. Praça do Doutor José Vieira de Carvalho 4474-006 Maia Tel. 229 408 600 Fax 229 412 047 educacao@cm-maia.pt www.cm-maia.

Oferta n.º 1260. Praça do Doutor José Vieira de Carvalho 4474-006 Maia Tel. 229 408 600 Fax 229 412 047 educacao@cm-maia.pt www.cm-maia. Procedimento de seleção pr recrutmento de Técnicos no âmbito do Progrm de Atividdes de Enriquecimento Curriculr do 1.º Ciclo de Ensino Básico Inglês Ofert n.º 1260 A Câmr Municipl Mi procede à bertur do

Leia mais

MINUTA DE RESOLUÇÃO CONAD Nº /2014

MINUTA DE RESOLUÇÃO CONAD Nº /2014 MINUTA DE RESOLUÇÃO CONAD Nº /2014 Regulamenta, no âmbito do Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas (SISNAD), as entidades que realizam o acolhimento de pessoas com problemas decorrentes do

Leia mais

U04.6. Câmara Municipal da Amadora. Pág. 1 a. 00. Requerimento (Modelo 04.6/CMA/DAU/2009) 01. Documento comprovativo da legitimidade do requerente.

U04.6. Câmara Municipal da Amadora. Pág. 1 a. 00. Requerimento (Modelo 04.6/CMA/DAU/2009) 01. Documento comprovativo da legitimidade do requerente. Câmr Municipl d Amdor Deprtmento de Administrção U04.6 Urbnísitic EMISSÃO DE LICENÇA ESPECIAL OU COMUNICAÇÃO PRÉVIA PARA OBRAS INACABADAS LISTA DE DOCUMENTOS 00. Requerimento (Modelo 04.6/CMA/DAU/2009)

Leia mais

01. Documento comprovativo da legitimidade do requerente. Pág. a. 02. Termo de responsabilidade do técnico pela ocupação da via pública. Pág.

01. Documento comprovativo da legitimidade do requerente. Pág. a. 02. Termo de responsabilidade do técnico pela ocupação da via pública. Pág. Câmr Municipl d Amdor DAU - Deprtmento de Administrção Urbnístic OCUPAÇÃO DA VIA PÚBLICA 20 Assunto: Ocupção d Vi Públic. MOD. 20/CMA/DAU/2004 FOLHA 00 List de Documentos (Consultr instruções em nexo)

Leia mais

AGENTE ADMINISTRATIVO DO MP/RS DIREITO ADMINISTRATIVO DELEGAÇÃO DE SERVIÇOS NOTARIAIS E REGISTRAIS DO RS

AGENTE ADMINISTRATIVO DO MP/RS DIREITO ADMINISTRATIVO DELEGAÇÃO DE SERVIÇOS NOTARIAIS E REGISTRAIS DO RS 1 SUMÁRIO I. Administrção Públic... II. Atos Administrtivos... III. Poder de Políci... IV. Serviço Público... V. Responsbilidde Civil do Estdo... VI. Controle d Administrção Públic... 02 09 21 23 25 27

Leia mais

I AÇÕES DE AUDITORIA INTERNA PREVISTAS:

I AÇÕES DE AUDITORIA INTERNA PREVISTAS: PAINT 24 - I AÇÕES DE AUDITORIA INTERNA PREVISTAS: 1.1 - Auditoris de Conformidde Uniddes Orig d dnd: Intern com bse nos resultdos d Mtriz de Risco elbord pel Auditori Intern Nº UNIDADE OBJETIVOS ESCOPO

Leia mais

(FIA) R$ 995.841,99 (Novecentos e Noventa e Cinco mil, Oitocentos e Quarenta e Um reis e Noventa e nove centavos).

(FIA) R$ 995.841,99 (Novecentos e Noventa e Cinco mil, Oitocentos e Quarenta e Um reis e Noventa e nove centavos). 1 1. IDENTIFICAÇÃO Abrngênci do Projeto: Estdul Associção 1.1. Ddos Cdstris do Proponente ASSOCIAÇÃO PARA A VIDA E SOLIDARIEDADE - CNPJ 02.215.000/0001-34 Ru Sldnh Mrinho - 1266 Centro Curitib PR Fone/fx:

Leia mais

L E I Nº 6.969, DE 9 DE MAIO DE 2007

L E I Nº 6.969, DE 9 DE MAIO DE 2007 L E I Nº 6.969, DE 9 DE MIO DE 2007 Institui o Plno de rreirs, rgos e Remunerção dos Servidores do Poder Judiciário do Estdo do Prá e dá outrs providêncis. seguinte Lei: SSEMLÉI LEGISLTIV DO ESTDO DO PRÁ

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.768, DE 25 DE OUTUBRO DE 2005

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.768, DE 25 DE OUTUBRO DE 2005 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº.768, DE 5 DE OUTUBRO DE 005 O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso de sus tribuições legis, e considerndo o disposto n Portri MP no 08, de de julho

Leia mais

Edital 005/2017/CCB BOLSA DE AÇÕES EXTENSIONISTAS

Edital 005/2017/CCB BOLSA DE AÇÕES EXTENSIONISTAS Editl 005/2017/CCB BOLSA DE AÇÕES EXTENSIONISTAS 1 DA ABERTURA 1.1 A Universidde Estdul de Goiás (UEG), pesso jurídic de direito público, utrqui do poder executivo estdul, constituíd pel Lei Estdul n.

Leia mais

Oferta n.º Praça do Doutor José Vieira de Carvalho Maia Tel Fax

Oferta n.º Praça do Doutor José Vieira de Carvalho Maia Tel Fax Procedimento de seleção pr recrutmento de Técnicos no âmbito do Progrm de Atividdes de Enriquecimento Curriculr do 1.º Ciclo de Ensino Básico Atividdes Lúdico Expressivs Expressão Musicl Ofert n.º 3237

Leia mais

Recomendação sobre o HIV e a Aids e o mundo do trabalho

Recomendação sobre o HIV e a Aids e o mundo do trabalho Recomendção sobre o HIV e Aids e o mundo do trblho Recomendção sobre o HIV e Aids e o mundo do trblho, provd pel Conferênci Interncionl do Trblho em su Nongésim Non Sessão, Genebr, 17 de junho de 2010

Leia mais

GOVERNO REGIONAL SECRETARIA REGIONAL DA INCLUSÃO E ASSUNTOS SOCIAIS INSTITUTO DE EMPREGO DA MADEIRA, IP-RAM

GOVERNO REGIONAL SECRETARIA REGIONAL DA INCLUSÃO E ASSUNTOS SOCIAIS INSTITUTO DE EMPREGO DA MADEIRA, IP-RAM GOVERNO REGIONAL SECRETARIA REGIONAL DA INCLUSÃO E ASSUNTOS SOCIAIS INSTITUTO DE EMPREGO DA MADEIRA IP-RAM Proc. Nº 201 /FE/ Cndidtur o Progrm Formção Emprego (FE) (Portri 190/2014 de 6 de novembro) (O

Leia mais

a FICHA DE AVALIAÇÃO FORMATIVA 9.º ANO

a FICHA DE AVALIAÇÃO FORMATIVA 9.º ANO Cristin Antunes Mnuel Bispo Pul Guindeir FICHA DE AVALIAÇÃO FORMATIVA 9.º ANO Escol Turm N.º Dt Grupo I Documento I É um serviço de tendimento telefónico de Trigem, Aconselhmento e Encminhmento, Assistênci

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico Plno de Trblho Docente 2014 Ensino Técnico Etec: Professor Mário Antônio Verz Código: 164 Município: Plmitl Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Hbilitção Profissionl: Técnico em Contbilidde Qulificção:

Leia mais

6.1 Recursos de Curto Prazo ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO. Capital de giro. Capital circulante. Recursos aplicados em ativos circulantes (ativos

6.1 Recursos de Curto Prazo ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO. Capital de giro. Capital circulante. Recursos aplicados em ativos circulantes (ativos ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO 6.1 Recursos de curto przo 6.2 Administrção de disponibiliddes 6.3 Administrção de estoques 6.4 Administrção de conts 6.1 Recursos de Curto Przo Administrção Finnceir e

Leia mais

Carta Convite para Seleção de Preceptores. Desenvolvimento de Competência Pedagógica para a prática da Preceptoria na Residência Médica

Carta Convite para Seleção de Preceptores. Desenvolvimento de Competência Pedagógica para a prática da Preceptoria na Residência Médica ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MÉDICA (ABEM) Av. Brsil, 4036 sls 1006/1008 21040-361 Rio de Jneiro-RJ Tel.: (21) 2260.6161 ou 2573.0431 Fx: (21) 2260.6662 e-mil: rozne@bem-educmed.org.br Home-pge: www.bem-educmed.org.br

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Habilitação Profissional: Técnica de nível médio de Auxiliar de Contabilidade

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Habilitação Profissional: Técnica de nível médio de Auxiliar de Contabilidade Plno de Trblho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: Tupã Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Hbilitção Profissionl: Técnic de nível médio de Auxilir de Contbilidde

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente 2015. Etec Profª Ermelinda Giannini Teixeira

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente 2015. Etec Profª Ermelinda Giannini Teixeira Coorden http://www.etecermelind.com.br/etec/sis/ptd_tec_6.php 1 de 5 18/09/2015 12:45 Unidde de Ensino Médio e Técnico Cetec Ensino Técnico Integrdo o Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL Plno de Trblho Docente

Leia mais

Ofertas n.º 1187; 1188; 1189; 1190 e 1191

Ofertas n.º 1187; 1188; 1189; 1190 e 1191 Procedimento de seleção pr recrutmento de Técnicos no âmbito do Progrm de Atividdes de Enriquecimento Curriculr do 1.º Ciclo de Ensino Básico Atividdes Lúdico Expressivs Ligção d Escol o Meio Oferts n.º

Leia mais

ESTRATÉGIA e-sus ATENÇÃO BÁSICA

ESTRATÉGIA e-sus ATENÇÃO BÁSICA NOTA TÉCNICA 07 2013 ESTRATÉGIA e-sus ATENÇÃO BÁSICA E SISTEMA DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE DA ATENÇÃO BÁSICA - SISAB Brsíli, 19 de bril de 2013 (tulizd em julho de 2013 com Portri nº 1.412, de 10 de julho de

Leia mais

Revisão e Atualização das Políticas de Salvaguardas Ambientais e Sociais do Banco Mundial. Consulta sobre a 2ª Minuta Brasília, 1-2 de março de 2016

Revisão e Atualização das Políticas de Salvaguardas Ambientais e Sociais do Banco Mundial. Consulta sobre a 2ª Minuta Brasília, 1-2 de março de 2016 Revisão e Atulizção ds Polítics de Slvgurds Ambientis e Sociis do Bnco Mundil Consult sobre 2ª Minut Brsíli, 1-2 de mrço de 2016 Estudo de Cso Projeto de Desenvolvimento Regionl Objetivos do Projeto Melhorr

Leia mais

Nome/Designação Social: Nº Identificação do Registo Nacional de Pessoas Colectivas: Endereço: Concelho: Actividade Principal:

Nome/Designação Social: Nº Identificação do Registo Nacional de Pessoas Colectivas: Endereço: Concelho: Actividade Principal: GOVERNO REGIONAL SECRETARIA REGIONAL DOS ASSUNTOS SOCIAIS INSTITUTO DE EMPREGO DA MADEIRA IP RAM Cndidtur Progrm Formção/Emprego (FE) (Portri nº 19/2009 de 23 de Fevereiro) A preencher pelo Instituto de

Leia mais

PROGRAMA: ESTUDOS AVANÇADOS EM LIDERANÇA CRISTÃ (IGREJA BATISTA DO MORUMBI)

PROGRAMA: ESTUDOS AVANÇADOS EM LIDERANÇA CRISTÃ (IGREJA BATISTA DO MORUMBI) PROGRAMA: ESTUDOS AVANÇADOS EM LIDERANÇA CRISTÃ (IGREJA BATISTA DO MORUMBI) 1) Servo de Cristo e legislção vigente O Servo de Cristo respeitndo legislção vigente, ns orientções do MEC em seu Precer nº

Leia mais

A Activar centrará a sua ação em CINCO eixos de intervenção fundamentais:

A Activar centrará a sua ação em CINCO eixos de intervenção fundamentais: ACTIVAR EM 2015 PLANO DE INTERVENÇÃO ANUAL INTRODUÇÃO: A Animção de um território depende do conjunto de tores existentes e de cordo com missão de cd um deles. É fundmentl que exist um efetiv cooperção

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO - UEMA PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PPG COODERNAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO - CPG EDITAL Nº17/2014 PPG/CPG/UEMA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO - UEMA PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PPG COODERNAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO - CPG EDITAL Nº17/2014 PPG/CPG/UEMA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO - UEMA PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PPG COODERNAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO - CPG EDITAL Nº17/2014 PPG/CPG/UEMA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS

Leia mais

EDITAL 001/2017 SELEÇÃO DE BOLSISTAS

EDITAL 001/2017 SELEÇÃO DE BOLSISTAS EDITAL 001/2017 SELEÇÃO DE BOLSISTAS O coordendor dos projetos de pesquis e desenvolvimento institucionl nº 034280, 042571, 042576, torn públic bertur de inscrições pr seleção de lunos dos cursos de grdução

Leia mais

SIMPLES NACIONAL 2010 Relação dos Anexos com as Atividades Exercidas pela Pessoa Jurídica.

SIMPLES NACIONAL 2010 Relação dos Anexos com as Atividades Exercidas pela Pessoa Jurídica. SIMPLES NACIONAL 2010 Relção dos Anexos com s Atividdes Exercids pel Pesso Jurídic. Mtéri foi elbord como bse n legislção vigente em: 02/06/2010. SUMÁRIO: 1 INTRODUÇÃO 2 ANEXO I 3 ANEXO II 4 ANEXO III

Leia mais

EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL

EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL ISSN 1677-7042 Ano CXLV 243 Brsíli - DF, segund-feir, 15 de dezembro de 2008. Sumário PÁGINA Atos do Poder Judiciário... 1 Atos do Poder Executivo... 1 Presidênci d Repúblic... 104 Ministério d Agricultur,

Leia mais

EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL

EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL ISSN 1677-7042 Ano CXLVI N o - Brsíli - DF, quint-feir, 15 de jneiro de 09 Sumário. PÁGINA Atos do Poder Legisltivo... 1 Atos do Poder Executivo... 4 Presidênci d Repúblic... 8 Ministério d Agricultur,

Leia mais

Área de Conhecimento ARTES. Período de Execução. Matrícula. Telefone. (84) 8112-2985 / ramal: 6210

Área de Conhecimento ARTES. Período de Execução. Matrícula. Telefone. (84) 8112-2985 / ramal: 6210 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO PROGRAMA DE APOIO INSTITUCIONAL À EXTENSÃO PROJETOS DE EXTENSÃO EDITAL 01/014-PROEX/IFRN Os cmpos sombredos

Leia mais

Liberdade de expressão na mídia: seus prós e contras

Liberdade de expressão na mídia: seus prós e contras Universidde Estdul de Cmpins Fernnd Resende Serrdourd RA: 093739 Disciplin: CS101- Métodos e Técnics de Pesquis Professor: Armndo Vlente Propost de Projeto de Pesquis Liberdde de expressão n mídi: seus

Leia mais

Internação WEB BR Distribuidora v20130701.docx. Manual de Internação

Internação WEB BR Distribuidora v20130701.docx. Manual de Internação Mnul de Internção ÍNDICE CARO CREDENCIADO, LEIA COM ATENÇÃO.... 3 FATURAMENTO... 3 PROBLEMAS DE CADASTRO... 3 PENDÊNCIA DO ATENDIMENTO... 3 ACESSANDO O MEDLINK WEB... 4 ADMINISTRAÇÃO DE USUÁRIOS... 5 CRIANDO

Leia mais

EDITAL/SEE Nº 002/2014

EDITAL/SEE Nº 002/2014 EDITAL/SEE Nº 002/2014 PROCESSO DE SELEÇÃO SIMPLIFICADA PARA CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA DE MONITOR/A PROFESSOR/A INDÍGENA DO ENSINO FUNDAMENTAL E ENSINO MÉDIO PARA AS ESCOLAS INDÍGENAS DA REDE ESTADUAL DE

Leia mais

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Prof. Msc. Frncis Regis Irineu Coordenção Gerl de Estágio Prof. Izequiel Sntos de Arújo Coordendor de Estágio Cmpins, 2015 SUMÁRIO 1. Introdução...

Leia mais

Considerando a necessidade de contínua atualização do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores - PROCONVE;

Considerando a necessidade de contínua atualização do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores - PROCONVE; http://www.mm.gov.br/port/conm/res/res97/res22697.html Pge 1 of 5 Resoluções RESOLUÇÃO Nº 226, DE 20 DE AGOSTO DE 1997 O Conselho Ncionl do Meio Ambiente - CONAMA, no uso ds tribuições que lhe são conferids

Leia mais

1 de 8. Ofertas n.º 2842

1 de 8. Ofertas n.º 2842 1 de 8 Procedimento de seleção pr recrutmento de Técnicos no âmbito do Progrm de Atividdes de Enriquecimento Curriculr do 1.º Ciclo de Ensino Básico Atividdes Lúdico Expressivs Ligção d Escol com o Meio

Leia mais

Pacto pela Saúde 2010/2011 Valores absolutos Dados preliminares Notas Técnicas

Pacto pela Saúde 2010/2011 Valores absolutos Dados preliminares Notas Técnicas Pcto pel Súde 2010/ Vlores bsolutos Ddos preliminres Nots Técnics Estão disponíveis, nests págins, os vlores utilizdos pr o cálculos dos indicdores do Pcto pel Súde 2010/, estbelecidos prtir d Portri 2.669,

Leia mais

NORMA REGULAMENTADORA 1 - NR 1 DISPOSIÇÕES GERAIS

NORMA REGULAMENTADORA 1 - NR 1 DISPOSIÇÕES GERAIS NORMA REGULAMENTADORA 1 - NR 1 DISPOSIÇÕES GERAIS 1.1. As Norms Regulmentdors - NR, reltivs à segurnç e medicin do trblho, são de observânci obrigtóri pels empress privds e públics e pelos órgãos públicos

Leia mais

LLF MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA

LLF MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA LLF MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA RESOLUÇÃO Nº 2/CONSUP/IFRO, DE 5 DE MARÇO DE 2015. Dispõe sobre

Leia mais

COPEL INSTRUÇÕES PARA CÁLCULO DA DEMANDA EM EDIFÍCIOS NTC 900600

COPEL INSTRUÇÕES PARA CÁLCULO DA DEMANDA EM EDIFÍCIOS NTC 900600 1 - INTRODUÇÃO Ests instruções têm por objetivo fornecer s orientções pr utilizção do critério pr cálculo d demnd de edifícios residenciis de uso coletivo O referido critério é plicável os órgãos d COPEL

Leia mais

1. DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

1. DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Coordenção de Projetos Especiis Setor de Autrquis Sul - Qudr 01 - Bloco L, Edifício CFA, Brsíli/DF, CEP 70070-932 Telefone: (61) 3218-1809 e Fx: - www.cf.org.br Editl CFA/CFP/COPES nº 004/2017 - Sorteio

Leia mais

TARIFÁRIO 2016 Operadora Nacional SEMPRE PERTO DE VOCÊ

TARIFÁRIO 2016 Operadora Nacional SEMPRE PERTO DE VOCÊ TARIFÁRIO 2016 Operdor Ncionl SEMPRE PERTO DE VOCÊ 24 HOTÉIS PORTUGAL E BRASIL LAZER E NEGÓCIOS CIDADE, PRAIA E CAMPO Os Hotéis Vil Glé Brsil Rio de Jneiro VILA GALÉ RIO DE JANEIRO 292 qurtos 2 resturntes

Leia mais

Relatório de atividades. Abril / 2011 a Janeiro / 2014. A Coordenação de Convênios e Contratos da UFG/CAC está vinculada à direção do

Relatório de atividades. Abril / 2011 a Janeiro / 2014. A Coordenação de Convênios e Contratos da UFG/CAC está vinculada à direção do Reltório de tividdes Abril / 2011 Jneiro / 2014 A d UFG/CAC está vinculd à direção do Câmpus e, posteriormente, o Setor de Convênios e Contrtos do Gbinete d Reitori. Tem como função intermedir s relções

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente Etec Profª Ermelinda Giannini Teixeira

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente Etec Profª Ermelinda Giannini Teixeira 04/09/2015 Coorden Unidde de Ensino Médio e Técnico Cetec Ensino Técnico Integrdo o Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL Plno de Trblho Docente 2015 Etec Profª Ermelind Ginnini Teixeir Código: 187 Município: Sntn

Leia mais

Plano Curricular Plano Curricular Plano Curricular

Plano Curricular Plano Curricular Plano Curricular Áre de formção 523. Eletrónic e Automção Curso de formção Técnico/ de Eletrónic, Automção e Comndo Nível de qulificção do QNQ 4 Componentes de Socioculturl Durção: 775 hors Científic Durção: 400 hors Plno

Leia mais

Oferta n.º As funções serão exercidas nos Estabelecimentos de Ensino de 1º Ciclo Ensino Básico da rede pública do Concelho da Maia.

Oferta n.º As funções serão exercidas nos Estabelecimentos de Ensino de 1º Ciclo Ensino Básico da rede pública do Concelho da Maia. Procedimento de seleção pr recrutmento de Técnicos no âmbito do Progrm de Atividdes de Enriquecimento Curriculr do 1.º Ciclo de Ensino Básico Atividde Físic e Desportiv Ofert n.º 1257 A Câmr Municipl Mi

Leia mais

PLANO DE AÇÃO NEAD - ANO LETIVO 2014

PLANO DE AÇÃO NEAD - ANO LETIVO 2014 PLANO DE AÇÃO NEAD - ANO LETIVO 2014 APRENTAÇÃO: O NEAD, por meio de sus Coordenções de Cursos, Pedgógics de Tutori e de Polo é um unidde de gestão, com competênci pr executr s polítics e diretrizes d

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: TECNOLOGIA EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL MISSÃO DO CURSO O Curso Superior de Tecnologi em Automção Industril do Centro Universitário Estácio Rdil de São Pulo tem

Leia mais

EDITAL DE ABERTURA E PUBLICAÇÃO DO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO N.º 001/2011.

EDITAL DE ABERTURA E PUBLICAÇÃO DO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO N.º 001/2011. EDITAL DE ABERTURA E PUBLICAÇÃO DO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO N.º 001/2011. O PREFEITO DE NOVA MUTUM ESTADO DE MATO GROSSO no uso de sus tribuições legis, torn público pr conhecimento dos interessdos,

Leia mais

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AGRÍCOLA

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AGRÍCOLA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AGRÍCOLA Editl PPGEA 04/2016: http://portl.ufgd.edu.br/pos-grduco/mestrdo-engenhrigricol 1.1 Conttos: Horário de tendimento d secretri: d 8 s 11 h e ds 13 s 16 h;

Leia mais

Educação para a Convivência com o Semiárido Guia de Orientação para os Municípios

Educação para a Convivência com o Semiárido Guia de Orientação para os Municípios Educção pr Convivênci com o Semiárido Gui de Orientção pr os Municípios Selo UNICEF Município Aprovdo Edição 2009-2012 FUNDO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA A INFÂNCIA Educção pr Convivênci com o Semiárido Gui

Leia mais

1 de 8. Oferta n.º 2844

1 de 8. Oferta n.º 2844 1 de 8 Procedimento de seleção pr recrutmento de Técnicos no âmbito do Progrm de Atividdes de Enriquecimento Curriculr do 1.º Ciclo de Ensino Básico Atividdes Lúdico Expressivs Expressão Musicl Ofert n.º

Leia mais

TÍTULO: Métodos de Avaliação e Identificação de Riscos nos Locais de Trabalho. AUTORIA: Ricardo Pedro

TÍTULO: Métodos de Avaliação e Identificação de Riscos nos Locais de Trabalho. AUTORIA: Ricardo Pedro TÍTULO: Métodos de Avlição e Identificção de Riscos nos Locis de Trblho AUTORIA: Ricrdo Pedro PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 167 (Novembro/Dezembro de 2006) 1. Enqudrmento legl A vlição e identificção de

Leia mais

Escola SENAI Theobaldo De Nigris

Escola SENAI Theobaldo De Nigris Escol SENAI Theobldo De Nigris Conteúdos borddos nos cursos de Preservção 2011 1) CURSO ASSISTENTE DE CONSERVAÇÃO PREVENTIVA (362h) I Étic e históri n conservção (72h): 1. Étic e históri d Conservção/Resturo

Leia mais

GUIA PRÁTICO ABONO DE FAMILIA PARA CRIANÇAS E JOVENS

GUIA PRÁTICO ABONO DE FAMILIA PARA CRIANÇAS E JOVENS Mnul de GUIA PRÁTICO ABONO DE FAMILIA PARA CRIANÇAS E JOVENS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Deprtmento/Gbinete Pág. 1/26 FICHA TÉCNICA TÍTULO Gui Prático Abono de fmíli pr crinçs e jovens

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC. Ensino Técnico

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC. Ensino Técnico Administrção Centrl Unidde de Ensino Médio e Técnico - CETEC Plno de Trblho Docente 2014 Etec: Pulino Botelho Ensino Técnico Código: 091 Município: SÃO CARLOS Eixo Tecnológico: AMBIENTE E SAÚDE Hbilitção

Leia mais

Educação Ambiental na Comunidade Escolar no Entorno do Parque Natural Municipal do Paragem*

Educação Ambiental na Comunidade Escolar no Entorno do Parque Natural Municipal do Paragem* Educção Ambientl n Comunid Escolr no Entorno do Prque Nturl Municipl do Prgem* 1 ALMEIDA, Grciel Gonçlves ; ARENDT, Krine Sles; LIRA, Elinlv Silv ; MACEDO, Gbriel Zcris; VIEIRA, An Pul. Plvrs-chve: Meio

Leia mais

Data Tema Objetivos Atividades Recursos

Data Tema Objetivos Atividades Recursos Plno Anul de Atividdes do Pré-Escolr Dt Tem Objetivos Atividdes Recursos Setembro Integrção /dptção ds crinçs -Promover integrção/ (re) dptção ds crinçs á creche; -Proporcionr um mbiente que permit às

Leia mais

Ilha Solteira, 17 de janeiro de 2013. OFICIO OSISA 05/2013

Ilha Solteira, 17 de janeiro de 2013. OFICIO OSISA 05/2013 Nossos prceiros Pel trnsprênci e qulidde d plicção dos recursos públicos Ilh Solteir, 17 de jneiro de 2013. OFICIO OSISA 05/2013 Ao Exmo. Sr. Alberto dos Sntos Júnior Presidente d Câmr Municipl de Ilh

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente Etec Profª Ermelinda Giannini Teixeira

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente Etec Profª Ermelinda Giannini Teixeira Coorden http://www.etecermelind.com.br/etec/sis/ptd_tec_6.php 1 de 5 18/09/2015 13:29 Unidde de Ensino Médio e Técnico Cetec Ensino Técnico Integrdo o Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL Plno de Trblho Docente

Leia mais

EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA:

EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: CESUMAR CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: POLÍTICAS E NORMAS DE OPERACIONALIZAÇÃO MARINGÁ 2005 CESUMAR CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ REITOR Professor Wilson de Mtos Silv VICE-REITOR

Leia mais

E D I T A L N º 0 3 / 2 0 1 5

E D I T A L N º 0 3 / 2 0 1 5 E D I T A L N º 0 3 / 2 0 1 5 A FACULDADE DE TECNOLOGIA MACHADO DE ASSIS FAMA, trvés d Comissão do Processo Seletivo COPS, comunic os interessdos bertur ds inscrições o PROCESSO SELETIVO pr ingresso nos

Leia mais

Programa Currículo e Prática Docente 2014

Programa Currículo e Prática Docente 2014 Pr sber mis sobre s ções de formção ofertds pel EFAP, cesse: www.escoldeformco.sp.gov.br Progrm Currículo e Prátic Docente Progrm Currículo e Prátic Docente 2014 *Versão revisd e tulizd em 11/06/2014:

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE TECNOLOGIA - COPPE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE TECNOLOGIA - COPPE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE TECNOLOGIA - COPPE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA EDITAL COPPE-PEE/PÓS nº 01/2009 - PROCESSO SELETIVO DE INGRESSO NO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO

Leia mais

PLANO DE AÇÃO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS NA EDUCAÇÃO BÁSICA (versão Preliminar)

PLANO DE AÇÃO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS NA EDUCAÇÃO BÁSICA (versão Preliminar) PLANO DE AÇÃO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS NA EDUCAÇÃO BÁSICA (versão Preliminr) PLANO DE AÇÃO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DIREITOS HUMANOS NA EDUCAÇÃO BÁSICA Governo do Estdo de Rorim Secretri Estdul

Leia mais

INSS 2014 Regime Jurídico único e Ética no Serviço Público João Paulo

INSS 2014 Regime Jurídico único e Ética no Serviço Público João Paulo De vlidde de concurso público Pr o nomedo tomr posse Pr o servidor entrr em exercício De estágio probtório Pr dquirir estbilidde Pr o servidor em débito com o erário, que for demitido, exonerdo ou que

Leia mais

SITUAÇÃO ATUAL DA ESTRATÉGIA e-sus ATENÇÃO BÁSICA

SITUAÇÃO ATUAL DA ESTRATÉGIA e-sus ATENÇÃO BÁSICA NOTA TÉCNICA 08 2014 SITUAÇÃO ATUAL DA ESTRATÉGIA e-sus ATENÇÃO BÁSICA Avlição d situção tul e sugestões de encminhmento bseds ns discussões relizds em Reunião d Câmr Técnic de Informção e Informátic do

Leia mais