Os serviços públicos de água potável e de saneamento na França

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1 Os serviços públicos de água potável e de saneamento na França A experiência francesa Ministério da Ecologia, da Energia, do Desenvolvimento sustentável e da Organização do Território 1

2 Ministério da Ecologia, da Energia, do Desenvolvimento sustentável e da Organização do Território Empresa de água potável e decantação laminar.

3 Sumário Uma gestão local, no contexto de uma regulamentação nacional Um financiamento compartilhado, com um preço da água controlado Uma obrigação de transparência e de avaliação do desempenho Uma experiência reconhecida internacionalmente 3

4 Uma gestão local, no contexto de uma regulamentação nacional Office international de l eau. Estação de tratamento de La Souterraine. Na França, desde o final do século XIX, as organizações de serviço de água e saneamento são as autoridades públicas locais e os municípios que são as menores unidades territoriais francesas. Os serviços de água potável e saneamento fazem parte dos serviços públicos locais, de forma descentralizada, mas sua gestão se inscreve num A Diretiva Européia sobre água de 23 de Outubro de 2000, adotada pelo Conselho e pelo Parlamento Europeu, define um quadro de gestão e proteção dos recursos hídricos por grandes bacias hidrográficas a nível europeu. Estabelece objetivos ambiciosos para a preservação e a restauração do estado das águas subterrâneas e das águas superficiais (águas doces e águas costeiras). contexto mais amplo: na França, os recursos hídricos são objetos de uma gestão integrada por bacia hidrográfica em aplicação às leis sobre água de 1964 e de 1992 e da lei sobre água e meios aquáticos de dezembro de 2006, que mobilizou os meios e os mecanismos necessários para atingir os objetivos da diretiva européia sobre água de 23 de outubro de Modos de gestão diversificados ao nível municipal ou intermunicipal Os municípios são responsáveis pela organização do serviço. Na prática, eles podem se organizar em agrupamentos de municípios, por exemplo, dentro de um estabelecimento público de cooperação intermunicipal (EPCI), para compartilhar seus recursos. No resto deste documento será utilizado o termo de coletividade para se referir tanto aos municípios, quanto aos grupos de municípios. Para mais de municípios franceses, existem aproximadamente serviços de água: para a distribuição de água potável e para o saneamento. Para a água potável, a intermunicipalidade predomina: os 3/4 dos municípios são agrupados em estruturas intermunicipais. Para o saneamento coletivo, apenas 44% dos municípios se agruparam (1). As coletividades têm a escolha do modo de gerenciamento. Eles podem: - assegurar diretamente a gestão do serviço; - entregar a gestão a um operador especializado. (1) Fonte: Ifen Scees-2007, a água inquérito em Ministério da Ecologia, da Energia, do Desenvolvimento sustentável e da Organização do Território Session de formation en assainissement au CNFME.

5 A gestão direta ou governada confere a coletividade, a responsabilidade completa dos investimentos, do funcionamento e das relações com os usuários. Os empregados são agentes municipais com estatuto de funcionário público. A gestão direta é utilizada muitas vezes pelas grandes cidades que já contam com serviços técnicos altamente estruturados, ou tambem por pequenas comunidades rurais. A gestão por concessão consiste na delegação parcial ou total da gestão do serviço público de água potável e/ou saneamento a uma empresa industrial pública, privada ou a corporações de economia mista, no contexto de contratos de longo prazo. A remuneração do operador depende dos resultados da exploração do serviço. Diferentes tipos de contrato são possíveis: - em arrendamento, a comunidade assume e financia diretamente os investimentos e delega apenas a exploração das instalações ao operador. O último ganha sobre o preço da água e arrecada em nome do município os valores correspondentes as despesas de amortização financeira da infra-estrutura; - na concessão, é o operador que constrói a infra-estrutura e que opera, e os custos são pagos na íntegra no preço da água. A comunidade não recebe nada. O concessionário deve avaliar os investimentos que ele se compromete a realizar. O arrendamento é o tipo de contrato mais freqüente. Em todos os casos, o risco econômico é assumido pelo operador. No final do contrato, este, entrega ao município, a rede e as infra-estruturas, os softwares operacionais, o arquivo de clientes e, de forma geral todas as informações relativas à gestão. Seja qual for o modo de gestão adotado, as comunidades são sempre proprietárias de todos os equipamentos e são responsáveis perante os utilizadores. Quando se trata de delegação, essa é realizada sob a responsabilidade e o controle direto da comunidade, sendo que o representante do Estado no département somente monitora posteriormente. Entre a administração direta e a gestão delegada, há muitos tipos de situações intermediárias, o que demonstra a flexibilidade do Office international de l eau. sistema francês. Certas partes do serviço podem ser delegadas, enquanto outras podem ser gerenciadas diretamente. Por exemplo, a comunidade pode explorar diretamente as infra-estruturas de produção de água potável e delegar apenas a distribuição. Outro exemplo é a função comercial (faturamento, cobrança) sendo cada vez mais confiada a um operador especializado. Seja qual for o modo de gestão escolhido, existe uma reversibilidade total no final do contrato, deixando o município numa posição de mudar o modo de gestão. Através destes diferentes modos gestão, o know-how francês foi amplamente comprovado. As grandes empresas francesas de água (Veolia, Suez-Lyonnaise des Eaux, Saur) desenvolveram grandes competências, incluindo em termos de pesquisa e desenvolvimento, conquistando assim os primeiros lugares mundiais, assim como várias pequenas e médias empresas especializadas, cujo know-how especializado também é de alto nível. Na França, a distribuição de água potável é, sobretudo administrada de forma delegada (39% dos serviços de água potável representam 72% dos usuários atendidos em 2007); o saneamento coletivo também está sendo cada vez mais entregue a operadores privados (24% dos serviços de saneamento representam 55% dos usuários em 2007 contra 35% em 1997). Fonte: BIPE FP2E-2008, dados Sessões de treinamento em saneamento numa estação de tratamento com lamas ativadas. 5

6 L. Mignaux/MEEDDAT. A análise química da água em um laboratório em Ile-de-France. Estação de tratamento. Office international de l eau. Quando uma comunidade decide aproveitar a competência de um operador, a adjudicação do contrato é gerênciada dentro de um rigoroso quadro regulamentar para assegurar a transparência dos processos licitatórios, nos termos da Lei Sapin de 29 de Janeiro de O contrato entre a comunidade e o operador define obrigações contratuais precisas que permitem repartir os riscos entre os co-contratantes e definir os termos da delegação de serviço. Os contratos obedecem a um quadro legislativo e regulamentar completo, tanto ao nível do seu esabelecimento quanto para o controle da sua execução. A regulamentação nacional exercida pelo Estado Como a responsabilidade dos serviços de água e saneamento cabe a esfera local, o Estado tem fundamentalmente um papel de regulador nos diferentes níveis territoriais (nacional, regional ou distrital). A nível nacional, o Estado garante a solidariedade e o acesso à água para todos e estabelece normas para a proteção do meio ambiente, da saúde pública e dos consumidores. Ele tambem estabelece as regras gerais de gestão dos serviços: responsabilidade das coletividades locais, competição entre os operadores, monitoramento da qualidade do serviço (relatórios anuais, indicadores de desempenho), princípios de gestão de orçamentos, informação e transparênça para com os usuários... ou seja, um conjunto de princípios necessários a uma boa governância dos serviços da água. Ao nível das regiões e dos départements o Estado atua como polícia da agua: ele estabelece as autorizações de captação e de descarga e controla o respeito dessas regulamentações locais e nacionais. O Estado exerce tambem um controle jurídico posterior das decisões tomadas pelas coletividades: legalidade dos contratos públicos, cumprimento das normas técnicas, regularidade dos orçamentos... Não ha controle prévio porque as coletividades estão diretamente e totalmente responsáveis pela gestão dos seus serviços de água desde a descentralização, em Todos estes regulamentos organizados pelo Estado tem por objetivo conciliar o interesse público e os interesses particulares, e para garantir a transparência do serviço e a equidade em relação aos usuários. Ministério da Ecologia, da Energia, do Desenvolvimento sustentável e da Organização do Território

7 Um financiamento compartilhado, com um preço da água controlado Elas financiam ações de preservação e restauração dos recursos hídricos e dos meios aquáticos, ações adotadas pelos responsáveis locais, donos de obras; tambem financiam ações de animação e de informação ou a implantação de redes de monitoramento da qualidade da água. Desde os anos 60, o sistema de financiamento das agências da água contribui para melhorar as redes e instalações, através da partilha de recursos ao nível da bacia. Estação de água potável em Méry-sur-Oise, floculadores. A repartição dos esforços financeiros A lei afirma o direito de acesso à água potável para todos a um preço acessível e estritamente regula cortes de água em caso de não pagamento pelo usuário. Um fundo de solidariedade permite apoiar os usuários mais pobres: o fundo de solidariedade para habitação (ver caixa). Além disso, para evitar um aumento brutal no preço da água, que poderia ser difícil de aguentar pelos usuários, as coletividades locais podem aproveitar vários mecanismos de apoio público: As agências da água, instituições públicas sob a supervisão do Ministério encarregado da água, criadas pela lei sobre a água de 1964 em cada bacia hidrográfica, arrecadam as taxas no âmbito do princípio do poluidor-pagador, sobre as captações da água e as descargas poluentes. Para cada taxa, a lei especifica as bases de cálculo e as tarifas máximas. O comitê de bacia hidrográfica define uma política de zoneamento e adota as taxas de encargos, adaptadas de acordo com a vulnerabilidade do recurso e em função das necessidades de investimento necessárias para preservá-la. Estes zoneamento hoje refletem a intensidade dos esforços necessários para alcançar o objetivo de bom estado (qualitativa e quantidade) de água até 2015 estabelecido pela Diretiva européia sobre água, em 23 de Outubro de As agências da água redistribuem as quantias arrecadadas para apoiar o esforço de investimento das coletividades locais, dos industriais e dos agricultores. L. Mignaux/MEEDDAT. Para o período , as agências de água têm um total 11,6 bilhões de euros (excluindo taxas para a purificação). Os auxílios aos investimentos das agências da água são essencialmente destinados para as redes e estações de saneamento. O Grenelle do meio ambiente (um debate nacional sobre a política ambiental, iniciativa do governo, reunindo em 2008 todas as partes interessadas) tambem entregou a respondabilidade pela implementação de novas missões as agências de água para agir contra as poluições, a través do financiamento de atividades de proteção, restauração e valorização dos ambientes aquáticos. O Fundo de Solidariedade para habitação (FSL) Criados em 1990 e profundamente alterados em 2004, os FSL, sob a responsabilidade dos Conselhos Gerais (entidades regionais), tem a responsabilidade, em cada département, de ajudar indivíduos e famílias desfavorecidas a assumir as despesas relacionadas com a sua habitação: alugueis não pagos, água, energia (eletricidade, gás, aquecimento...), telefone. Dependendo da situação do lar e dos critérios de ajuda adotados por cada FSL, parte ou a totalidade da fatura da água pode ser assumida pelo FSL. 7

8 A solidariedade cidades-campo O Fundo Nacional para o desenvolvimento dos sistemas de abastecimento de água (FNDAE) desempenhou um papel histórico na França. Esse fundo de solidariedade cidades-campo foi criado em 1954 e funcionou até Uma taxa especial foi cobrada em cada m3 de água potável, e os montantes arrecadados eram redistribuídos para subsidiar os investimentos das municipalidades rurais. Esta solidariedade ainda existe através das agências da água. Assim, durante o período , um montante de um bilhão de euros de subsídios específicos será encaminhado aos municípios rurais por meio de convênios com os Conselhos Gerais. As regiões e seus départements apoiam com seus orçamentos próprios e em condições regulamentadas, os esforços de investimento das coletividades quer sob a forma de subvenções, quer sob a forma de bonificação dos juros sobre empréstimos. Este apoio é da ordem de 600 milhões de euros por ano. Por uma questão de coerência, convenções de parceria podem ser assinadas por estas comunidades com as agências da água. Uma fatura de água controlada O setor da água representa 1% do PIB françês (1). Em 2004, o gasto total com água de uso doméstico alcançou 11 bilhões de euros, ou seja 177 euros por pessoa por ano (2), chegando a representar 1 a 2 euros por dia por família. A tarifa média do m³ de água alcançou 3 euros nas cidades dotadas de saneamento coletivo, sendo que a parte relativa a água potável, incluindo taxas e impostos, é faturada 1,46 euro contra 1,55 euro para a água de saneamento (2). Office international de l eau. Medidor de água. Composição média de uma fatura de água de referência (3) : água potável esgoto taxas e impostos 14 % 40 % A factura da água tem três partes principais: a remuneração do serviço de água potável (produção e distribuição); a remuneração do serviço de saneamento (coleta e tratamento de esgotos); taxas e impostos, incluindo as taxas redirecionadas à agência da água: a taxa de captação, a taxa de poluição da água de origem doméstica e a taxa de modernização das redes de coletados esgotos; Um IVA de 5,5% é aplicado em cima do total da factura. 46 % (1) Fonte: Ifen A economia do meio ambiente em 2005, Relatório da Comissão decontas e da economia ambiental - Edição (2) Fonte: Ifen, O gasto com água de uso doméstico em 2004, Março de (3) Fonte : Ifen, Enquête Eau Ministério da Ecologia, da Energia, do Desenvolvimento sustentável e da Organização do Território

9 No total, na França a fatura de água representa menos de 1% do orçamento dos lares (1). Esse gasto é relativamente reduzido, mas continua sendo alto demais para os usuários os mais pobres, o que implica a implementação de mecanismos de solidariedade. Seja qual for o modo de gestão, o preço do serviço de água é estabelecido pela coletividade, quer isoladamente (quando a gestão é direta), quer no âmbito de uma negociação com o operador (gestão delegada). O preço é altamente variável do território de uma cidade para outro porque os custos do serviço dependem das características locais: a natureza do recurso hídrico utilizado (águas superficiais ou subterrâneas, acessibilidade, disponibilidade, qualidade, o que exige técnicas e tratamentos mais ou menos extensos); a utilização deste recurso hídrico e os limites operacionais correspondentes (água potável, água industrial, irrigação...); o ambiente em que são rejeitadas as águas de esgoto e os requisitos correspondentes de tratamento (áreas sensíveis, áreas de banho, áreas conquícolas); a natureza e o número de habitações a serem atendidas (áreas urbanas ou rurais, áreas turísticas...); a política de investimento da comunidade, a qualidade do serviço prestado aos clientes e de forma geral, as escolhas de governança feitas pela coletividade para organizar os serviços. De acordo com dados estatísticos do INSEE, o preço da água sofreu um período de forte aumento nos anos (por exemplo, até aos +8% registrados em 1995), em conjugação com os investimentos necessários para a adequação das instalações com as normas nacionais e europeias. O aumento médio do preço da água foi menor a partir de 1999, com variações, dependendo do ano, entre -0,4% (leve baixa registrada em 1999) e +3,5% ao ano (em 2007), com um aumento do preço da água próximo em várias ocasiões da taxa de inflação geral (que é de aproximadamente +1,7% no período ). Para incentivar um consumo responsável dos recursos, a factura de água inclui obrigatoriamente uma parte variável proporcional ao volume consumido conforme medição. Para cobrir os custos fixos de gestão das instalações, a fatura pode também incluir uma parte fixa (subscrição), que deve respeitar um limite máximo estabelecido por decreto ministerial: no máximo 40% da factura da água para áreas urbanas e 50% para as cidades rurais. O dispositivo porém, é mais flexível para as cidades turísticas que conhecem fortes variações sazonais de população. Existem vários tipos de tarificação: a tarificação por fatia, progressiva ou degressiva: no primeiro caso, o preço do m3 aumenta quando o usuário passa para uma fátia de maior consumo; no segundo caso, ela reduz quando o usuário passa para uma fátia de maior consumo. A tarificação degressiva não é autorizada quando as captações de água são realizadas em áreas com um desequilíbrio quantitativo crónico; a tarificação fixa, ou seja, independente do volume consumido: a princípio proibida, ela somente é autorizada em circunstâncias excepcionais, para alguns municípios, onde os recursos hídricos são abundantes e o número de usuários conectados na rede é muito limitado. L. Mignaux/MEEDDAT. Torres de água em Villejuif. (1) Fonte: INSEE, Pesquisa Orçamento Familiar

10 Uma obrigação de transparência e de avaliação do desempenho L. Mignaux/MEEDDAT. Um orçamento específico e equilibrado: o princípio a água se paga O serviço público de água potável e/ ou de saneamento básico é um serviço público industrial e comercial: tem um orçamento específico e equilibrado em termos de receitas e despesas, qual que seja o modo de gestão escolhido. As receitas provem da fatura de água cobrada dos usuários. As despesas incluem: o reembolso do capital, dos empréstimos e dos juros bancários; autofinanciamento dos investimentos; custos operacionais e de gestão dos serviços, incluindo as despesas de pessoal; custos de manutenção e de concerto; amortização técnica das instalações para permitir a renovação quando elas se tornam obsoletas. Quer o serviço seja gerido diretamente, quer seja delegado, as normas contáveis, estabelecidas em 1990, impoem que seja preparado um orçamento específico e limitam a transferência de encargos com o orçamento geral do município. Este dispositivo é um instrumento de transparência e de boa gestão orçamentária: evita a fixação de tarifas a um nível mais elevado do que aquele necessário para equilibrar o orçamento, com o objetivo de alimentar o orçamento geral da cidade com os excedentes; ao contrário ele impede o financiamento do orçamento do serviço pelo orçamento geral do município. Este leme a água se paga foi confirmado pelo princípio de recuperação dos custo da directiva-quadro europeia da água, 23 out Usuários responsáveis e informados Para cumprir as normas ambientais e sanitárias, tanto ao nível europeu quanto nacional, e para responder as exigências cada vez maiores dos usuários, é necessário criar novas infra-estruturas, assumir sua manutenção, modernização e gestão, o que resulta em um custo significativo. Enquanto consumidores e contribuintes, os usuários devem ser informados e associados à gestão do serviço. A lei Barnier de 1995 organizou a informação aos usuários através de um relatório anual. Para cada serviço de água potável e/ou de saneamento, quer seja gerido diretamente ou em delegação, o prefeito da cidade ou o presidente da estrutura intermunicipal deve preparar um relatório anual sobre os preços e a qualidade do serviço com detalhes sobre os trabalhos realizados, em andamento e planejados, bem como o endividamento. Ele apresenta o relatório em assembleia de deliberação e o torna então publicamente disponível. Se o serviço é delegado o delegatário deve estabelecer um relatório anual sobre a execução do contrato; o relatório deve apresentar todas as contas de operações relativas à execução do contrato de delegação de serviço público, uma análise da qualidade do serviço, as condições de execução do serviço público. Ministério da Ecologia, da Energia, do Desenvolvimento sustentável e da Organização do Território

11 Ferramentas de avaliação e consulta mais explicações sobre o preço da água e o serviço prestado. A avaliação do serviço prestado e a transparência são essenciais porque a governança dos serviços de água potável e de saneamento se tornou na França um verdadeiro assunto da sociedade cujo peso político e econômico são importantes. Os serviços de água potável e de saneamento básico são os primeiros serviços públicos locais na França que implementaram um sistema comum de indicadores. Esses indicadores foram discutidos de forma aberta e minuciosa com as partes interessadas e depois se tornarão obrigatórios pela regulamentação. Assim, um decreto de maio de 2007 esclareceu os indicadores de desempenho que operadores públicos e privados devem publicar no relatório anual. O objectivo é duplo: em primeiro lugar, promover o avanço da qualidade dos serviços com o acompanhamento de indicadores de desempenho correspondentes a três dimensões do desenvolvimento sustentável -ambiental, econômico, social- e, por outro lado, melhorar o acesso do público à informação, disponibilizando T. Degen/MEEDDAT. Assim, cada serviço é descrito por indicadores; para a água potável, por exemplo, os indicadores relativos a qualidade da água, a continuidade do serviço aos consumidores e a protecção dos recursos; para o saneamento coletivo, por exemplo, os indicadores de taxa de conformidade das descargas ou o índice de conhecimento e de gestão patrimonial da rede coletora das águas residuais. Um observatório torna disponíveis, em nível nacional, os indicadores publicados localmente para permitir o acesso a todos os dados públicos sobre os serviços de água e comparar o desempenho dos serviços semelhantes (www.eaufrance.fr.) Os documentos de orçamento e os contratos estão disponíveis para o público, mediante solicitação. Para além desta informações, os usuários são associados a gestão dos serviços públicos, tanto ao nível local quanto nacional. Ao nível local, desde 2003 os municípios com mais de pessoas e alguns agrupamentos intermunicipais devem implementar uma comissão consultativa dos serviços públicos locais para organizar o diálogo entre representantes e usuários do serviço público. No que se refere à água potável e saneamento, a comissão examina todo ano o relatório do prefeito sobre o preço e qualidade do serviço e, se for o caso, o relatório preparado pelo delegatário, ou tambem o balanço de actividade dos serviços explorados diretamente. Fonte em Annecy. A comissão também é consultada sobre qualquer projeto de delegação de serviço público ou a criação de um serviço de exploração direta dotado de autonomia financeira. Ao nível nacional, foi criada uma organização de consulta dedicada aos serviços de água potável e de saneamento dentro do comite nacional de água, de acordo com a última Lei da Água, em Dezembro de L. Mignaux/MEEDDAT. 11

12 Uma experiência reconhecida ao nível internacional Office international de l eau. O Centro Nacional de Treinamento as profissões da água (CNFME) da associação Office international de l eau : esse dispositivo é hoje um modelo para muitos países que pretendem reforçar seus próprios meios de treinamento; a Fundação da água de Gdansk, na Polónia e o Centro Mexicano de treinamento sobre água potável e saneamento básico são exemplos significativos. A associação office international de l eau criou no final de 2008 uma rede internacional de centros de treinamento as profissões da água (RICFME). Uma prioridade, a formação inicial e a capacitação dos profissionais A tecnicidade dos serviços de água exige qualificações específicas principalmente devidas à complexidade crescente das tecnologias e a necessidade de atender as expectativas dos clientes em relação a qualidade do serviço. Os funcionários são o maior custo para serviços de água potável e de saneamento básico. Sessões de treinamento no CNFME. Por isso, é importante garantir a formação profissional do pessoal técnico e administrativo, tanto em termos de formação inicial quanto de formação continuada, componente chave do bom funcionamento dos serviços de água. Para a formação inicial, a França dispões de um sistema de ensino superior de muito alto nível no campo de água (universidades, escolas de engenharia e treinamento de técnicos). No que se refere a formação profissional continuada, a França possui um Centro nacional de treinamento para as profissões da água localizado em Limoges-La-Souterraine gerênciado pela associação Office International de l eau. Esse centro é um elemento muito importante da formação profissional contínuada no setor da água na França. O centro existe desde 1978 e treina pessoas por ano, sobre todo tipo de qualificação, principalmente técnicos mas também responsáveis de serviços de água e eleitos locais, na base de uma educação prática em situações reais de trabalho (plataformas técnicas). Além disso, os operadores privados estabeleceram dispositivos internos de treinamento aos padrões françês e mundial. ParisTech: engenheiros de alto nível A rede ParisTech reune 11 das mais prestigiadas Escolas francesas de engenharia. Abrange todas as ciências e Tecnologias e constitui uma universidade de dimensão internacional. No domínio da água a escola nacional das sciencias e técnicas rurais, de águas e florestas (AgroParisTech) e a escola Nacional des Ponts et Chaussées (engenharia) treinam engenheiros civis e funcionários de altos níveis de responsabilidades. Ministério da Ecologia, da Energia, do Desenvolvimento sustentável e da Organização do Território

13 Uma forte presênça internacional A França é um dos maiores provedor de financiamentos para o sector da água graças a ajuda pública ao desenvolvimento. Essa ajuda é conduzida conjuntamente pelos ministérios das finanças, das relações exteriores e pela Agência Françesa de Desenvolvimento. O ministério encarregado pelo desenvolvimento sustentável traz extensa experiência técnica. A França disponibiliza em média 268 milhões de euros por ano em ajudar bilateral e 100 milhões de euros por ano de ajuda multilateral (média ). A França fez com que foi adotado um plano de ação para a água por ocasião do G8 em Evian (2003) com base no Relatório Camdessus. Em 2005, a França adotou estratégias plurianuais em 7 áreas identificadas como prioritárias para a realização dos Objectivos do milénio para o desenvolvimento. A estratégia de referência para a água e saneamento prevê que a ajuda seja direcionada em prioridade para saneamento, acesso à água das populações desfavorecidas e para a gestão integrada e eficiente dos recursos em água (gestão das bacias nacionais e transnacionais, economias de água, qualidade da água, irrigação). O financiamento das infra-estruturas é acompanhado de ações destinadas a: Uma estação de bombeamento no Haiti. apoiar os governos na definição de políticas nacionais da água; organizar uma gestão em conjunto e sustentável dos recursos hídricos ao nível das bacias hidrográficas; promover os princípios internacionais de acesso à água e de boa governança; envolver os atores locais, e mais especificamente as coletividades locais, como responsáveis pelos serviços de água potável e de saneamento básico e fortalecer assim o controle local dos projetos; diversificar os instrumentos de financiamento; desenvolver parcerias múltiplas (Estados, coletividades locais, ONGs, sociedade civil, operadores privados). Office international de l eau. Office international de l eau. Ponto de abastecimento de água potável no Haiti. Dois fundos específicos de ajuda ao desenvolvimento O Fundo de estudos e apoio ao setor privado (FASEP) e a Reserva para Países Emergentes (RPE) são fundos gerênciados pelo Ministério das finanças. Esses fundos entram na contabilidade da ajuda pública francesa ao desenvolvimento. O FASEP permite financiar estudos para a construção de infra-estruturas, particularmente na área de água. Cada ano, uns trinta projetos são financiados com um montante total de 20 M. Por exemplo, o projecto FASEP realizado na Turquia pela WMI (Water Management International), uma filial da Vinci Construction Grands projets permitiu a realização de um estudo sobre a redução das águas não contabilizadas, incluindo vazamentos nas redes, em Istambul. A RPE permite financiar projetos, principalmente de infra-estruturas (água, lixo). Por exemplo, este fundo permitiu a reabilitação e o aumento decapacidade de uma estação de saneamento em Yerevan na Arménia. Office international de l eau. 16a reunião da Comissão de Desenvolvimento Sustentável, das Nações Unidas, Nova Iorque, Maio de

14 Muitas organizações envolvidos na cooperação internacional A Agência Francesa de Desenvolvimento é o operador central da ajuda pública francesa ao desenvolvimento. Ela contribui para o financiamento muitos projetos de desenvolvimento público ou privado no setor da água através de subvenções, empréstimos, garantias de assistência técnica e treinamento. As autoridades locais iniciaram há muito tempo ações de cooperação decentralizada, no setor da água (além de outros setores também) no âmbito da lei do 6 de fevereiro de 1992 relativa a administração territorial da República. A lei do 9 de fevereiro de 2005, chamada lei Oudin-Santini, abre novas perspectivas de cooperação : Ela reforça as possibilidades da cooperação decentralizada e permite que as coletividades locais e as agências da água retenham para essa finalidade até 1% das quantias arrecadadas. No âmbito do 9 programa das agências da água, uns cem milhões de euros poderiam ser levantados de 2007 a 2012, favorecendo ações de cooperação decentralizada em prol da água potável e do saneamento. As agências da água implementam e financiam ações institucionais (organismos de bacia franceses e estrangeiros gemeados) e ações de solidariedade (projetos em campo nos setores de água e saneamento). As empresas e sociedades de economia mista do setor de água desenvolveram um know how reconhecido internacionalmente. As organizações não governamentais, tais como a Cruz Vermelha, o programa de solidariedade água (ps-eau ), são muito átivas no desenvolvimento da proteção do ambiente e nas intervenções urgentes. Implementação de um comite de usuarios, vilarejo de Prey Tok, estado de Battabang, Cambodia. As organizações scientíficas e de pesquisa desempenham um papel ativo em termos de pesquisa, de normalização e de treinamento. A associação «Office international de l eau» (OIEau) traz um apoio no que tange a gestão dos serviços de água potável e de saneamento para reformar e melhorar sua organização. Ela também traz um apoio para avaliar necessidades de treinamento, desenvolver competências locais e criar centros de treinamento. Uma vontade de trabalhar em rede A parceria francesa para a água (PFE) Essa parceria junta atores franceses da água com atuação internacional : ministérios, ONGs, empresas, coletividades territóriais, organismos de bacia, organizações scientíficas e técnicas, etc. Ela foi criada por ocasião do dia mundial da água em 2007 e conta atualmente com mais de cem membros. Seu mandato é de definir posições compartilhadas que sejam divulgadas para a comunidade internacional. Ela valorisa o know-how dos seus membros nos eventos e redes internacionais e europeas. Ela traz uma contribuição aos representantes do governo françês na perspectiva das discussões sobre as políticas da água no âmbito das instituições europeias e intergovernamentais. A atividade principal da PFE foca a preparação e a participação nos forums mundiais sobre água ; mas ela também participa de outros grandes eventos : comissões sobre desenvolvimento sustentável, semana internacional da água, exposições internacionais,... As eco-empresas da França (associação PEXE) Criada em 1ero de janeiro de 2008, a associação para a promoção e o desenvolvimento internacional das eco-empresas tem por objetivo apoiar prioritariamente as pequenas e médias empresas do setor de meio ambiente, e mais especificamente aquelas do setor de água, no desenvolvimento das suas exportações. Office international de l eau. Ministério da Ecologia, da Energia, do Desenvolvimento sustentável e da Organização do Território

15 Seus interlocutores na França Ministério da Ecologia, da Energia, do Desenvolvimento sustentável e da Organização do Território Direção da água e da biodiversidade Direção de assuntos europeus e internacionais. Ministério das relações exteriores (assuntos internacionais e europeus) Direção geral da mondialização, do desenvolvimento e das parcerias Ministério dos assuntos nacionais, de ultramar e das coletividades territoriais Direção geral das coletividades locais Ministerio da economia, da indústria e do emprego Direção geral do tesouro e da política econômica (DGTPE) Instituto nacional da água e dos meios aquáticos (ONEMA) Orgão público encarregado do conhecimento e monitoramento dos meios aquáticos. As agências da água Estabelecimentos públicos encarregados do financiamento ao nível das grandes bacias hidrográficas Agência francesa de desenvolvimento (AFD) Operador da ajuda pública ao desenvolvimento Parceria francesa para água (PFE) Agrupamento dos atores franceses da água Associação Office International de l Eau (OIEau) e Centro Nacional de treinamento as profissões da água (CNFME) Operador do treinamento profissional e da cooperação internacional no setor da água. Paristech Agrupamento das grandes escolas de engenharia de Paris Instituto das ciencias e técnicas do equipamento e do meio ambiente para o desenvolvimento (ISTED) Associação científica e técnica para água e meio ambiente (ASTEE) Federação nacional das coletividades administradoras de concessões e serviços diretos (FNCCR) Federação profissional das empresas da água (FP2E) Associação dos principais distribuidores de água União das industrias e empresas da água e do meio ambiente (UIE) Associação de fabricantes de equipamentos EA-IMaGE Associação de pequenas e médias empresas e consultores do setor de água e meio ambiente Associação das eco-empresas da França (PEXE) Associação para o desenvolvimento internacional das pequenas e médias empresas do setor de meio ambiente Documento realizado por iniciativa da Direção de asuntos europeus e internacionais (Secretaria geral), com a ajuda da Direção da água e da biodiversidade (Diretoria geral pelo planejamento, pela habitação e pela natura) - Redação : Office International de l Eau - Coordenação : Direção da comunicação (Secretaria geral) - Impresso em papel PEFC 15

16 Ministère de l Écologie, de l Énergie, du Développement durable et de l Aménagement du territoire Secrétariat général Direction des Affaires européennes et internationales Tour Pascal A La Défense Cedex Tél

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