A seguir trataremos do Provimento 28/12, ressaltando os pontos principais para a atividade do Registrador Civil das Pessoas Naturais.

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1 O Provimento 28/12 do CNJ, publicado no DJ de 8/02/2013 Seguindo na regulamentação do registro de nascimento, assento garantidor do exercício primário da cidadania, o Conselho Nacional de Justiça editou mais um provimento,nesta oportunidade com enfoque especial no registro tardio, apesar do Provimento tratar também de outros temas relevantes, como os requisitos para que seja aceita a presunção de paternidade em virtude do casamento, entre outros. O Conselho tratou da matéria de forma detalhada, narrando procedimentos, deveres e casos especiais. Alguns pontos da normatização merecem elogios, seguindo a linha de desburocratização, sem se perder de vista a segurança jurídica. A seguir trataremos do Provimento 28/12, ressaltando os pontos principais para a atividade do Registrador Civil das Pessoas Naturais. A primeira definição trazida pelo Provimento em análise é a inaplicabilidade do procedimento de registro tardio para os indígenas. Destaca-se que a matéria do registro dos indígenas, assim como seu registro tardio, é objeto de Resolução Conjunta do Conselho Nacional de Justiça e do Conselho Nacional do Ministério Público, pendente de publicação, vide sítio do CNJ: Dando seguimento, o CNJ trata do requerimento para o registro tardio, assinado pelo declarante e duas testemunhas, feito perante o Oficial de Registro da residência do interessado, regulamentando aquilo que já era exigido pela Lei de Registros Públicos. O Conselho esclareceu, ainda, a competência do Oficial para os casos de ausência de residência fixa, trazendo ao caso a ideia da moradia habitual, ou seja, será competente o Oficial do local onde se encontrar o interessado. Tal permissão normativa deve ser analisada detidamente pelo Oficial requerido, visto ser exceção à regra. O Oficial deve se convencer da inexistência de residência fixa do interessado (ex.: moradores de rua). Os elementos do requerimento foram esmiuçados pelo ato normativo do CNJ, devendo o mesmo conter: data e local do nascimento, sexo, nome, gemelaridade, qualificação dos pais e dos avós, atestação de duas testemunhas que serão entrevistadas, fotografia e impressão digital do registrando. Todos os pontos trazidos acima constam de um modelo de requerimento que segue ao fim do presente trabalho.

2 No requerimento de registro tardio é dispensado o reconhecimento de firma do interessado ou de seu representante legal, mas é obrigatório que o Oficial de Registro ou seu preposto certifique que as assinaturas foram apostas em sua presença. No tocante ao analfabeto, o CNJ trouxe, sem maiores surpresas, o procedimento de assinatura a rogo, com a devida colheita da impressão datiloscópica do interessado, tudo perante o Oficial ou preposto. Também no requerimento, o Conselho Nacional de Justiça permite que se lavre o assento de nascimento tardio ausentes os seguintes elementos: o fato da gemelaridade, os dados dos pais, dos avós e a fotografia e impressão digital desde que fundamentada a impossibilidade de sua prestação. Tal dispensa está amparada pela necessidade do registro para o exercício da cidadania. Em muitos casos os elementos acima são desconhecidos do declarante, visto a idade que possui ou até mesmo os caminhos que percorreu na vida. É importante que o Oficial exija a apresentação de fotografia e extraia a impressão digital, arquivando-as no Cartório, não obstante a previsão de sua dispensa, posto que, havendo dúvidas futuras sobre a existência de fraude, isso em muito facilitará tal verificação, inclusive demonstrando à boa-fé do Oficial. Nos casos da ausência dos dados dos pais, o registrando deverá indicar sobrenome para constar do registro. Destaca-se que o Oficial deve analisar a informação prestada sobre o nome em contraponto com todas as declarações dadas pelo registrando, interessado e testemunhas. Assim, exemplificando, se o declarante, ou qualquer dos demais ouvidos, afirmam ser o registrando filho de José da Silva e Maria da Silva, mesmo que não constante tal informação do registro, diante a ausência de reconhecimento por parte daqueles, não pode o registrador anuir em registrar sobrenome Pereira, Souza, ou qualquer outro apontado pelo registrando, sob pena de se ignorar flagrante contradição no procedimento. O Provimento em estudo faz um divisão nítida em dois tipos de registro tardio: o do maior de 12 anos e o do menor de 12 anos. O registro tardio do maior de 12 anos é mais complexo, visto a hipótese trazer maiores possibilidades de fraudes, sendo os principais pontos: - requerimento assinado pelo registrando, se for o caso, pelo declarante, e pelas testemunhas, contendo entrevista de todos para verificar, ao menos: a.1) Nacionalidade (se o registrando se expressa em português) a.2) Residência (se o registrando conhece os arredores) a.3) Razão para o registro ser tardio (representante legal)

3 a.4) Veracidade das informações prestadas pelas testemunhas, se realmente conhecem o registrando, se tem idade compatível com os fatos narrados (devem ser preferidas as mais velhas que o registando) a.5) Escolas e Postos de Saúde em que o registrando passou a.6) Informações sobre os irmãos, se houver, e em que cartório foram registrados; Informações sobre casamento, se for casado, e em que cartório foi registrado; documentos de identidade, batismo, entre outros, para serem apresentados b. A falta de alguma das informações constantes do item anterior não impossibilitam o registro, desde haja convencimento do Oficial quanto à veracidade dos fatos. c. As entrevistas devem ser feitas em separado, tudo reduzido a termo, sendo ao fim assinado pelo Oficial (ou preposto) e pelo entrevistado. d. Ao fim do procedimento, o Oficial certificará minuciosamente o ocorrido, decidindo pela lavratura ou não (espécie de despacho fundamentado). Outros documentos além dos exigidos podem ser juntados para reforçar o corpo de provas. Foi criada, pois, uma nova certidão: a certidão de especificação das provas apresentadas, a ser expedida pelo Oficial do RCPN. (art. 11, 2º, do Provimento 28 do CNJ) Por outro lado, o registro do menor de 12 anos foi simplificado pelo Conselho Nacional de Justiça, tendo como maior destaque a dispensa de requerimento e testemunhas, desde que apresentada a DNV (Declaração de Nascido Vivo, regulamentada pela Lei nº /2012). Vejamos a síntese das diferenças: Dispensa do requerimento e das testemunhas, CASO SEJA APRESENTADA Declaração de Nascido Vivo DNV. a. As crianças com menos de 3 anos, nascidas SEM ASSISTÊNCIA MÉDICA ou de PARTEIRA, a DNV deve ser preenchida pelo Oficial. A DNV será assinada pelo Oficial e pelo declarante. b. O item anterior gerará comunicação em 5 dias para o Ministério Público! Criado, pois, um novo relatório. Nesse ponto temos 2 inovações que devem ser analisadas com mais cautela. Primeiramente, o CNJ regulamentou o registro tardio de crianças menores de 12 anos contrariamente ao disposto no art. 46 da Lei 6.015/73, visto que excepcionou onde a lei não o fez. Trata-se de simplificação do instituto do registro tardio, dando força à DNV. Outra inovação é a do item b), que trouxe a obrigatoriedade de preenchimento da DNV pelo Oficial quando se tratar de registro tardio de menor de 3 anos de idade, sem assistência médica ou de parteira tradicional. A Lei 6.015/73 determina que o Oficial preencha a DNV apenas quando

4 demandado pelas secretarias estaduais ou municipais de saúde, ressalva que o CNJ não fez. Apesar de todo o excesso por parte do Conselho, as alterações estão vigentes desde 8 de fevereiro de 2013, data da publicação do provimento no DJ, devendo ser observadas pelos Oficiais de Registro Civil. Outro ponto a ser destacado é a desnecessidade de assinatura do declarante e testemunhas no assento, nos casos em que já houver assinatura dos mesmos no requerimento. Tal permissão não parece muito segura, visto que, na hipótese de expedição de certidões em inteiro teor, tal ausência poderá ser confundida com vício no registro, podendo causar maiores transtornos. Nos casos de suspeita do Oficial em relação à autenticidade do requerimento de registro, assim como de todas as declarações prestadas, poderá aquele exigir outras provas para seu convencimento. Persistindo a suspeita, o Oficial promoverá os autos ao Juízo da Vara de Registros Públicos, no caso de Minas Gerais, ou Vara Cível, onde não houver. A remessa dos autos do procedimento administrativo ao Juiz é cuidado importante e que se recomenda sempre seja feito no caso de qualquer dúvida no registro tardio, principalmente no registro tardio de adultos, já que os riscos de fraude são muito grandes, mesmo com todas as cautelas ora criadas pelo Provimento. Por fim, como último ponto de destaque, determina o Conselho Nacional de Justiça que, após a lavratura, o Oficial anote no procedimento os dados do assento lavrado. Outro procedimento que foi normatizado pelo provimento é o registro tardio de pessoa incapaz internada em hospital psiquiátrico, hospital de custódia e tratamento psiquiátrico (HCTP), instituição de longa permanência (ILPI), hospital de retaguarda ou instituições, quando poderá o Ministério Público requerer o registro tardio diretamente ao Oficial de Registro competente, fornecendo os elementos necessários ao registro. Diante de todo o exposto, percebe-se que o CNJ buscou mais uma vez a padronização dos atos registrais, priorizando neste caso os assentos de nascimento fora do prazo. Tal regulamentação se mostra sadia, visto a busca, por parte do Governo Federal, em erradicar o subregistro, dando, no entanto, maior segurança ao ato praticado, tendo em vista os riscos que o registro tardio envolve. O ato normativo em comento apresenta, ainda, outros temas muito relevantes no que tange ao registro, como o caso da filiação.

5 Estabelece o CNJ que a filiação materna poderá ser estabelecida com o que constar da Declaração de Nascido Vivo, tendo em vista a aplicação da máxima de que a maternidade é sempre certa. Nos demais casos, a filiação será estabelecida somente com o comparecimento dos pais, reconhecimento expresso ou presunção legal. Por fim, para que se lance mão da presunção legal de filiação a certidão de casamento a ser apresentada deverá ter sido expedida depois do nascimento do registrando. É um cuidado que se justifica, pois o estado civil dos pais da criança pode ter sido alterado e a presunção legal pode não mais existir. No entanto, não sendo possível a apresentação de tal certidão, expedida, repitase, após a data do nascimento da criança, o problema se resolverá com a presença do pai no cartório, para declarar o nascimento, reconhecendo, assim, a paternidade. Ressalta-se que os casos de registro tardio sem paternidade estabelecida são também regulados pelo Provimento 16 do CNJ. Importante frisar que o presente texto serve apenas de síntese das alterações de maior relevo, DEVENDO o Oficial de Registro Civil proceder à leitura de todo o Provimento 28, para ter em mente o que desejou o Conselho Nacional de Justiça e como será o procedimento doravante. A fim de auxiliar o trabalho dos Oficiais de RCPN, seguem abaixo, a título de sugestão, alguns modelos, tanto de requerimento para o registro tardio quanto para ser utilizado como base para a entrevista e para a certidão a ser expedida em seguida: MODELO DE REQUERIMENTO DE REGISTRO TARDIO Ilmo. Sr. Oficial do Registro Civil do Cartório Eu,, identidade, de profissão, com endereço na, na cidade de, Estado de. Venho requerer o registro tardio de (nome completo), de sexo, nascido em, às hs, no, na cidade de, estado de, DNV nº. Informo que a mãe do registrando é, identidade, de profissão

6 , com endereço na, na cidade de, Estado de. O pai do registrado é é, identidade, de profissão, com endereço na, na cidade de, Estado de. São avós maternos e. São avós paternos e. Declaro que a referida pessoa não foi registrada até a presente data e solicito, respeitosamente, a V.Sa. que registre o nascimento, nos termos do art. 46 e seguintes da Lei de Registros Públicos, para o que oferece as testemunhas abaixo qualificadas que confirmam, sob responsabilidade civil e criminal, a veracidade das informações acima prestadas. Termos em que pede e espera deferimento. Cidade de, Estado de, data de. ASSINATURA DO(A) DECLARANTE ASSINATURA DA TESTEMUNHA NOME COMPLETO DA TESTEMUNHA: Identidade:, CPF Profissão, Endereço:, Data de nascimento:,

7 Nacionalidade, Estado Civil: ASSINATURA DA TESTEMUNHA NOME COMPLETO DA TESTEMUNHA: Identidade:, CPF Profissão, Endereço:, Data de nascimento:, Nacionalidade, Estado Civil: DESPACHO DO(A) OFICIAL Certifico a autenticidade das firmas do(a) declarante e das testemunhas, que foram lançadas em minha presença. Tendo em vista os documentos apresentados, bem como os depoimentos do declarante e das testemunhas, no sentido de que a pessoa ainda não foi registrada até o presente momento e de que as informações acima são verdadeiras, defiro o requerimento para que seja feito o registro tardio da pessoa acima identificada. Oficial do Registro Civil MODELO DE ENTREVISTA/CERTIDÃO DE ENTREVISTA PARA REGISTRO TARDIO - OBRIGATÓRIA PARA MAIORES DE 12 ANOS DE IDADE 1) ENTREVISTA COM REGISTRANDO CERTIFICO QUE EM, COMPARECEU AO CARTÓRIO SOB MINHA RESPONSABILIDADE O REGISTRANDO, (prenome e sobrenome), sexo ( ) masculino( ) feminino, que informou ( ) ser gêmeo ( ) não ser gêmeo, e que nasceu na data / / ou ignora o dia, o mês ou o ano do nascimento, sabendo informar apenas que nasceu aproximadamente em. Informou, ainda, que reside no seguinte

8 endereço e que pode ser contatado no seguinte telefone. Informou, ainda, ser filho de (no me do pai e da mãe do registrando, naturalidade, profissão, residência atual, se o registrando souber) e que é neto de (indicação dos prenomes e sobrenomes dos avós paternos e maternos, que somente serão lançados no registro se o parentesco decorrer da paternidade ou maternidade reconhecidas), a) foi verificado se o registrando consegue se expressar no idioma nacional, como brasileiro, tendo sido constatado que ; b) foi verificado se o registrando conhece razoavelmente a localidade declarada como de sua residência (ruas principais, prédios públicos, bairros, peculiaridades etc.), tendo o mesmo respondido às questões da seguinte forma ; c) foi indagado se o registrando sabe ler ou escrever, tendo sido informado que ; d) foi questionado sobre quais escolas o registrando já frequentou; em que unidades de saúde busca atendimento médico quando precisa, tendo sido respondido que ; e) foi o registrando questionado se tem irmãos e, se positivo, em que cartório eles estão registrados; se o registrando já se casou e, se positivo, em que cartório; se o registrando tem filhos e, se positivo, em que cartório estão registrados

9 ; f) foi o registrando indagado sobre o fato de já ter portado algum documento, como carteira de trabalho, título de eleitor, documento de identidade, certificado de batismo, e foi solicitada a apresentação desses documento, tendo sido informado que e constatado que. g) o registrando apresentou foto ( ) sim foto anexa ( ) não, em razão de. h) foi retirada a digital do registrando ( ) sim digital aqui aposta ( ) não, em razão de. OUTRA INFORMAÇÃO RELEVANTE NÃO INCLUÍDA NOS TÓPICOS ANTERIORES: O Oficial entende, após entrevista, que: a) ( ) o registrando está falando a verdade, os dados informados são verossímeis e foram apresentados documentos suficientes para dar segurança jurídica ao registro tardio. b) ( ) o registrando não está falando a verdade, os dados informados são inverossímeis e não foram apresentados documentos suficientes para dar segurança jurídica ao registro tardio. c) ( ) esclarecer a situação, no caso de não se encaixar nas hipóteses previstas nas letras a ou b 2) ENTREVISTA COM REPRESENTANTE(S) LEGAL(IS) DO REGISTRANDO CERTIFICO QUE EM, COMPARECEU AO CARTÓRIO SOB MINHA RESPONSABILIDADE O REPRESENTANTE LEGAL DO

10 REGISTRANDO, (nome completo, nacionalidade, naturalidade,profissão, endereço, estado civil), que declarou ser ( ) pai ( ) mãe ( ) representante legal em virtude de do registrando. O representante legal informou que o registrando se chama (prenome e sobrenome), sexo ( ) masculino ( ) feminino; informou ainda que o registrando ( ) é gêmeo ( ) não é gêmeo, e que nasceu na data / / ou ignora o dia, o mês ou o ano do nascimento, sabendo informar apenas que nasceu aproximadamente em. Informou, ainda, que o registrando reside no seguinte endereço e que pode ser contatado no seguinte telefone. Informou, ainda, a) ( ) saber que o registrando é filho de (nome do pai e da mãe do registrando, naturalidade, profissão, residência atual, se o representante legal souber) e que é neto de (indicaçã o dos prenomes e sobrenomes dos avós paternos e maternos, que somente serão lançados no registro se o parentesco decorrer da paternidade ou maternidade reconhecidas); b) ( ) não saber informar sobre os genitores e sobre os avós do registrando. O representante legal deu as seguintes explicações a respeito da não realização do registro no prazo devido ; foi indagado se o registrando sabe ler ou escrever, tendo sido informado que

11 ; foi indagado quais escolas o registrando já frequentou; em que unidades de saúde busca atendimento médico quando precisa,tendo sido respondido que ; foi questionado se o registrando tem irmãos e, se positivo, em que cartório eles estão registrados; se o registrando já se casou e, se positivo, em que cartório; se o registrando tem filhos e, se positivo, em que cartório estão registrados, sendo respondido o seguinte ; foi perguntando ao representante legal sobre o fato de já ter o registrando portado algum documento, como carteira de trabalho, título de eleitor, documento de identidade, certificado de batismo, e foi solicitada a apresentação desses documento, tendo sido informado que e constatado que. OUTRA INFORMAÇÃO RELEVANTE NÃO INCLUÍDA NOS TÓPICOS ANTERIORES: O Oficial entende, após entrevista, que: a) ( ) o representante legal está falando a verdade, os dados informados são verossímeis e foram apresentados documentos suficientes para dar segurança jurídica ao registro tardio. b) ( ) o representante legal não está falando a verdade, os dados informados são inverossímeis e não foram apresentados documentos suficientes para dar segurança jurídica ao registro tardio. c) ( ) esclarecer a situação, no caso de não se encaixar nas hipóteses previstas nas letras a ou b

12 3) ENTREVISTA COM DUAS TESTEMUNHAS 1ª TESTEMUNHA CERTIFICO QUE EM, COMPARECEU AO CARTÓRIO SOB MINHA RESPONSABILIDADE A TESTEMUNHA, (nome completo, nacionalidade, profissão, endereço, estado civil), que declarou conhecer o registrando desde, em virtude de. A testemunha informou que o registrando se chama (prenome e sobrenome), sexo ( ) masculino ( ) feminino; informou ainda que o registrando ( ) é gêmeo ( ) não é gêmeo, e que nasceu na data / / ou ignora o dia, o mês ou o ano do nascimento, sabendo informar apenas que nasceu aproximadamente em. Informou, ainda, que reside no seguinte endereço e que pode ser contatado no seguinte telefone. Informou, ainda, a) saber que o registrando é filho de (nome do pai e da mãe do registrando, naturalidade, profissão, residência atual, se a testemunha souber) e que é neto de (indicação dos prenomes e sobrenomes dos avós paternos e maternos, que somente serão lançados no registro se o parentesco decorrer da paternidade ou maternidade reconhecidas); b) ( ) não saber informar sobre os genitores e sobre os avós do registrando. A testemunha deu as seguintes explicações a respeito da não realização do Registro no prazo devido

13 ; foi indagada quais escolas o registrando já frequentou; em que unidades de saúde busca atendimento médico quando precisa, tendo sido respondido que ; foi questionada se o registrando tem irmãos e, se positivo, em que cartório eles estão registrados; se o registrando já se casou e, se positivo, em que cartório; se o registrando tem filhos e, se positivo, em que cartório estão registrados, sendo respondido o seguinte ; foi perguntada sobre o fato de já ter o registrando portado algum documento, como carteira de trabalho, título de eleitor, documento de identidade, certificado de batismo, e foi solicitada a apresentação desses documento, tendo sido informado que e constatado que. Foi verificado se a testemunha realmente conhece o registrando, se dispõe de informações concretas e se têm idade compatível com a efetiva ciência dos fatos declarados no requerimento, tendo sido constatado o seguinte ; OUTRA INFORMAÇÃO RELEVANTE NÃO INCLUÍDA NOS TÓPICOS ANTERIORES: O Oficial entende, após entrevista, que: a) ( ) a testemunha está falando a verdade, os dados informados são verossímeis e foram apresentados documentos suficientes para dar segurança

14 jurídica ao registro tardio. b) ( ) a testemunha não está falando a verdade, os dados informados são inverossímeis e não foram apresentados documentos suficientes para dar segurança jurídica ao registro tardio. c) ( ) esclarecer a situação, no caso de não se encaixar nas hipóteses previstas nas letras a ou b 2ª TESTEMUNHA CERTIFICO QUE EM, COMPARECEU AO CARTÓRIO SOB MINHA RESPONSABILIDADE A TESTEMUNHA, (nome completo, nacionalidade, profissão, endereço, estado civil), que declarou conhecer o registrando desde, em virtude de. A testemunha informou que o registrando se chama (prenome e sobrenome), sexo ( ) masculino ( ) feminino; informou ainda que o registrando ( ) é gêmeo ( ) não é gêmeo, e que nasceu na data / / ou ignora o dia, o mês ou o ano do nascimento, sabendo informar apenas que nasceu aproximadamente em. Informou, ainda, que reside no seguinte endereço e que pode ser contatado no seguinte telefone. Informou, ainda, a) saber que o registrando é filho de (nome do pai e da mãe do registrando, naturalidade, profissão, residência atual, se a testemunha souber) e que é neto de

15 (indicação dos prenomes e sobrenomes dos avós paternos e maternos, que somente serão lançados no registro se o parentesco decorrer da paternidade ou maternidade reconhecidas); b) ( ) não saber informar sobre os genitores e sobre os avós do registrando. A testemunha deu as seguintes explicações a respeito da não realização do Registro no prazo devido ; foi indagada quais escolas o registrando já frequentou; em que unidades de saúde busca atendimento médico quando precisa, tendo sido respondido que ; foi questionada se o registrando tem irmãos e, se positivo, em que cartório eles estão registrados; se o registrando já se casou e, se positivo, em que cartório; se o registrando tem filhos e, se positivo, em que cartório estão registrados, sendo respondido o seguinte ; foi perguntada sobre o fato de já ter o registrando portado algum documento, como carteira de trabalho, título de eleitor, documento de identidade, certificado de batismo, e foi solicitada a apresentação desses documento, tendo sido informado que e constatado que. Foi verificado se a testemunha realmente conhece o registrando, se dispõe de informações concretas e se têm idade compatível com a efetiva ciência dos fatos declarados no requerimento, tendo sido constatado o seguinte ; OUTRA INFORMAÇÃO RELEVANTE NÃO INCLUÍDA NOS TÓPICOS

16 ANTERIORES: O Oficial entende, após entrevista, que: a) ( ) a testemunha está falando a verdade, os dados informados são verossímeis e foram apresentados documentos suficientes para dar segurança jurídica ao registro tardio. b) ( ) a testemunha não está falando a verdade, os dados informados são inverossímeis e não foram apresentados documentos suficientes para dar segurança jurídica ao registro tardio. c) ( ) esclarecer a situação, no caso de não se encaixar nas hipóteses previstas nas letras a ou b RELAÇÃO DOS DOCUMENTOS APRESENTADOS, QUE FICAM ARQUIVADOS EM ANEXO À PRESENTE:.

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