A Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (Vigiagua) e os Objetivos do Desenvolvimento do Milênio (ODM)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (Vigiagua) e os Objetivos do Desenvolvimento do Milênio (ODM)"

Transcrição

1 Artigo Original A Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (Vigiagua) e os Objetivos do Desenvolvimento do Milênio (ODM) Surveillance of Water Quality for Human Consumption (Vigiagua) and the Millennium Development Goals Mariely Helena Barbosa Daniel 1, Adriana Rodrigues Cabral 2 Resumo O Programa Nacional de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (Vigiagua) visa desenvolver ações de vigilância que garantam à população acesso à água em quantidade suficiente e qualidade compatível com o padrão de potabilidade. O Vigiagua possui como base legal a Portaria nº 518/2004, que determina o padrão de potabilidade e estabelece os procedimentos e responsabilidades relativos ao controle e à vigilância da qualidade da água para consumo humano. Segundo o Sistema de Informação de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (Sisagua), no Brasil há 21% dos sistemas de abastecimento sem tratamento da água, que abastecem cerca de 15 milhões de pessoas. A atuação do setor saúde, por meio do Vigiagua, estabelece articulação entre políticas e programas de governo, objetivando a melhoria na qualidade de vida da população e contribuindo com o atendimento dos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio: reduzir pela metade, até 2015, a proporção da população sem acesso permanente e sustentável a água potável segura e ao esgotamento sanitário e reduzir a mortalidade na infância, pois as crianças são as principais vítimas de doenças de veiculação hídrica nos locais onde há precariedade do saneamento. Palavras-chave: qualidade da água; saúde ambiental; saneamento; controle de qualidade. Abstract The National Water Quality Surveillance for Human Consumption (Vigiagua) aims to develop surveillance activities to ensure the population access to water in sufficient quantity and quality compatible with the standard of potability. The legal basis has as Vigiagua Ordinance n o 518/2004, which sets the standard for potability and establishes procedures and responsibilities relating to control and surveillance of water quality for human consumption. According to the Information System for the Surveillance of Water Quality for Human Consumption (Sisagua), in Brazil there are 21% of supply systems without water treatment, which supply about 15 million people. The health sector, through Vigiagua establishes links between government policies and programs, aimed at improving the quality of life and contributing to meeting the Millennium Development Goals: to halve by 2015 the proportion of people without sustainable access to safe drinking water and sanitation and reduce child mortality, because children are the main victims of waterborne diseases in areas where sanitation is precarious. Keywords: water quality; environmental health; water supply; quality control. Trabalho realizado no Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador (DSAST); Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS); Ministério da Saúde, Brasília (DF), Brasil. 1 Consultora Técnica; Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental (CGVAM); Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador (DSAST); Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS); Ministério da Saúde Brasília (DF), Brasil. 2 Técnica Especializada; CGVAM/DSAST/SVS/Ministério da Saúde Brasília (DF), Brasil. Endereço para Correspondência: Mariely Helena Barbosa Daniel: Setor Comercial Sul Quadra 04 Bloco A Edifício Principal 6º andar CEP: Brasília (DF), Brasil Fonte de financiamento: nenhuma. Conflito de interesses: nada a declarar. Cad. Saúde Colet., 2011, Rio de Janeiro, 19 (4):

2 Mariely Helena Barbosa Daniel, Adriana Rodrigues Cabral INTRODUÇÃO O abastecimento de água em termos de quantidade e qualidade é uma preocupação crescente da humanidade, devido à escassez da água e à deterioração de sua qualidade. Segundo a Declaração Universal dos Direitos da Água, o direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano 1. No Brasil, os potenciais de água doce são extremamente favoráveis para os diversos usos, no entanto, as características de recurso natural renovável, em várias regiões do país, têm sido drasticamente afetadas. Os processos de urbanização, industrialização e de produção agrícola não têm levado em conta a capacidade de suporte dos ecossistemas 2. Segundo o IV Relatório Nacional de Acompanhamento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio ODM 3, o percentual da população urbana com abastecimento de água com canalização interna proveniente de rede geral passou de 82,3%, em 1992, para 91,6%, em O ODM número 7 refere-se à Garantia da Sustentabilidade Ambiental, e tem como meta reduzir pela metade, até 2015, a proporção da população sem acesso permanente e sustentável a água potável segura e esgotamento sanitário ; portanto, segundo o Relatório Nacional, o Brasil já alcançou a referida meta. Contudo, a descontinuidade no fornecimento de água é um problema de vários municípios brasileiros, e é atribuído à falta de capacidade dos sistemas em atender à demanda. A dificuldade está, principalmente, no atendimento do acesso aos serviços de saneamento básico em regiões remotas e nas zonas rurais. Ou seja, apesar de a meta Brasil já ter sido alcançada, ainda há municípios com grandes dificuldades de acesso ao saneamento adequado, principalmente nas regiões Norte e Nordeste. O Programa Nacional de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (Vigiagua), do Ministério da Saúde, visa desenvolver ações de vigilância da qualidade da água para consumo humano que garantam à população acesso à água em quantidade suficiente e qualidade compatível com o padrão de potabilidade estabelecido na norma brasileira 4, para promoção da saúde. OBJETIVO Este artigo visa apresentar as ações do setor saúde, referentes ao acompanhamento do cumprimento da Norma de Potabilidade da Água para Consumo Humano, por meio da implementação do Programa Vigiagua 5 e sua relação com os ODM. MÉTODOS Com a finalidade de desenvolver atividades de promoção da saúde, propiciando a melhoria da qualidade de vida da população, em 1999 foi iniciada no Brasil a estruturação do Programa Vigiagua. A base desse programa está alicerçada na Constituição Federal de , que explicita a obrigatoriedade de se realizar a fiscalização e a inspeção da água para consumo humano, e na Lei 8.080, de , que reforça a responsabilidade do setor saúde no que se refere à fiscalização das águas destinadas ao consumo humano. O Programa Vigiagua estabelece atribuições ao setor saúde, por meio da realização de ações básicas e estratégicas nas três esferas governamentais, de acordo com os princípios norteadores do Sistema Único de Saúde (SUS). As ações do Vigiagua devem ser realizadas continuamente pelas autoridades de saúde pública para garantir que a água consumida pela população atenda ao padrão de potabilidade estabelecido na legislação vigente, de forma a prevenir os riscos que a água consumida pode representar à saúde humana (Figura 1). A atuação do Vigiagua ocorre em todas as formas de abastecimento de água, seja na área urbana ou rural, de gestão pública ou privada, inclusive em comunidades isoladas. Para fins a que se destina a Norma de Potabilidade da água, são adotadas as seguintes definições: Sistema de abastecimento de água para consumo humano: instalação composta por um conjunto de obras civis, materiais e equipamentos, desde a zona de captação até as ligações prediais, destinada à produção e ao fornecimento coletivo de água potável, por meio de rede de distribuição. Solução alternativa coletiva de abastecimento de água para consumo humano: modalidade de abastecimento coletivo destinada a fornecer água potável, com captação subterrânea ou superficial, com ou sem canalização e sem rede de distribuição; Solução alternativa individual de abastecimento de água para consumo humano: modalidade de abastecimento de água para consumo humano que atenda domicílios residenciais com uma única família, incluindo seus agregados familiares. As ações do Vigiagua estão articuladas com: i) as políticas e os programas no contexto da vigilância em saúde, por meio de mecanismo que possibilite o trabalho conjunto entre as vigilâncias epidemiológica, sanitária e saúde ambiental, pois as ações baseiam-se na avaliação e gerenciamento de risco ambiental e epidemiológico para caracterização e avaliação de situações de risco à saúde 5 ; e ii) com as políticas e ações dos órgãos ambientais, recursos hídricos e saneamento, visando à proteção de mananciais de abastecimento e sua bacia contribuinte, além de estar articulado com as políticas dos órgãos de defesa do consumidor 11. A busca da melhoria dos serviços de abastecimento de água deve ser garantida pela integração dos setores saúde, meio ambiente e saneamento a partir da priorização da alocação de 488 Cad. Saúde Colet., 2011, Rio de Janeiro, 19 (4):

3 A Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (Vigiagua) e os Objetivos do Desenvolvimento do Milênio (ODM) Identificação e cadastramento Inspeção Outros sistemas de informação Alimentação no SISAGUA Monitoramento da qualidade da água (vigilância e controle) Comunicação com o responsável pelo sistema de abastecimento, solução alternativa coletiva ou individual Análise e avaliação de dados Avaliação ambiental e epidemiológica Adoção de medidas e processos administrativos requeridos Análise e classificação do grau de risco Comunicação, informação e mobilização do consumidor Realização de inquéritos e investigação Atividades de educação em saúde Ações de informação Ações executivas Ações de gerenciamento de risco Fonte: Adaptado do Programa Nacional de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano 6 Figura 1. Ações básicas para operacionalização da vigilância da qualidade da água para consumo humano no Brasil recursos e orientação programática, com base nos indicadores epidemiológicos e ambientais resultantes do exercício da vigilância da qualidade da água para consumo humano. O acesso à água potável deve ser garantido, aplicando-se os princípios da universalidade, igualdade e equidade. O princípio da universalidade, entendido como o direito da população à água; o da igualdade, que se refere à quantidade e padrão adequado de qualidade; e o da equidade, relacionado ao estabelecimento de mecanismos e definição de critérios para priorização de acesso à água para consumo humano às populações mais necessitadas. O Decreto Federal nº / estabelece a competência do Ministério da Saúde sobre a definição do Padrão de Potabilidade da Água de Consumo Humano, a ser observado em todo o território nacional brasileiro. Em cumprimento a esse Decreto foi instituída a primeira Norma de Potabilidade de Água para Consumo Humano no Brasil 9. A partir de então, foram elaboradas outras Portarias, considerando os avanços alcançados ao longo dos anos sobre a temática qualidade da água para consumo humano. A norma em vigência é a Portaria MS nº 518/2004, em processo de revisão, que considera os princípios preconizados pela 3ª edição dos guias da Organização Mundial de Saúde 10, dentre os quais: visão sistêmica e integrada no controle da qualidade da água; princípios de boas práticas; avaliação, gerenciamento e comunicação de risco; enfoque epidemiológico; além do direito de informação ao consumidor. A Portaria MS nº 518/2004 estabelece, além do padrão de potabilidade, os procedimentos e responsabilidades relativos ao controle e à vigilância da qualidade da água para consumo Cad. Saúde Colet., 2011, Rio de Janeiro, 19 (4):

4 Mariely Helena Barbosa Daniel, Adriana Rodrigues Cabral humano, sendo o controle uma atribuição dos prestadores de serviço de abastecimento de água para consumo humano 5. Em consonância à Portaria MS nº 518/2004, foi elaborado o Decreto Presidencial nº 5.440/ instrumento fundamental para o fortalecimento do controle social, elaborado, pelos Ministérios da Saúde, Cidades, Meio Ambiente e Justiça, que institui os mecanismos e instrumentos para divulgação de informação ao consumidor sobre a qualidade da água para consumo humano. O Decreto Presidencial nº 5.440/ assegura ao consumidor o recebimento das informações completas e atualizadas sobre os resultados das análises dos parâmetros de qualidade da água e seus respectivos riscos à saúde, conhecimento sobre as condições ambientais do manancial que permitirá à população a adoção de medidas que contribuam para sua preservação e sua utilização sustentável; o que pode ser traduzido como uma nova gestão social do patrimônio ambiental. RESULTADOS E DISCUSSÃO Um dos instrumentos do Programa Vigiagua é o Sistema de Informação de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (Sisagua). No Sisagua são reunidas informações sobre a qualidade da água proveniente dos sistemas, soluções alternativas coletivas e individuais de abastecimento de água, permitindo a identificação de fatores de riscos para a definição de estratégias de melhoria da situação existente e prevenir a morbimortalidade por doenças e agravos de transmissão hídrica. Segundo o Sisagua, o programa Vigiagua está implementado em todos os estados e Distrito Federal e, em 2010, reuniu informações de municípios, demonstrando a capilaridade do Vigiagua em 87% dos municípios brasileiros, conforme apresentado na Figura 2. Na análise das informações geradas pelo Sisagua, é notória a variação percentual da população abastecida por água proveniente dos Sistemas de Abastecimento de Água (SAA) entre as Unidades Federadas do Brasil (Figura 3). Nas regiões Centro-Oeste e Sul mais de 75% da população recebe água oriunda de Sistemas de Abastecimento, enquanto a região Norte apresenta os menores percentuais da população com acesso a essa forma de abastecimento. Nos locais onde não existem sistemas de abastecimento de água, a população recorre a outras fontes denominadas soluções alternativas coletivas e individuais. Essas soluções alternativas geralmente não possuem tratamento de água, possibilitando a ocorrência de organismos patogênicos. Para garantir a potabilidade da água para consumo humano é essencial que a água passe por um tratamento, cuja Municípios com implementação do programa VIGIAGUA Municípios sem implementação do programa VIGIAGUA Figura 2. Distribuição geográfica da implementação do Programa Nacional de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano no Brasil, Sisagua, Cad. Saúde Colet., 2011, Rio de Janeiro, 19 (4):

5 A Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (Vigiagua) e os Objetivos do Desenvolvimento do Milênio (ODM) Municípios com cadastro (%) 25,00-50,00 50,01-75,00 75,01-100,00 População abastecida por SAA (%) 25,00-50,00 50,01-75,00 75,01-100,00 Fonte: Sisagua - outubro 2010 Elaborado pela ASISAST/DSAST/SVS/MS Figura 3. Percentual de municípios, por estado e Distrito Federal, com cadastros de Sistemas de Abastecimento de Água (SAA) respectivos percentuais de população abastecida, Sisagua, 2010 Percentual de SAA sem tratamento de água 0-25,00 25,01-50,00 50,01-75,00 75,01-100,00 Fonte: Sisagua - outubro 2010 Elaborado pela ASISAST/DSAST/SVS/MS Figura 4. Situação do tratamento de água nos Sistemas de Abastecimento (SAA), Sisagua, 2010 Cad. Saúde Colet., 2011, Rio de Janeiro, 19 (4):

6 Mariely Helena Barbosa Daniel, Adriana Rodrigues Cabral finalidade é remover e inativar organismos patogênicos e substâncias químicas que representam riscos à saúde e atender o padrão organoléptico (cor, gosto e odor), estimulando a aceitação para o consumo. Segundo a Norma de Potabilidade da Água para Consumo Humano, toda água fornecida coletivamente deve ter minimamente a desinfecção como tratamento da água. No entanto, segundo o Sisagua, verifica-se que no Brasil há 21% de Sistemas de Abastecimento de Água sem tratamento (Figura 4) que abastecem cerca de 15 milhões de pessoas. CONCLUSÃO A atuação da vigilância da qualidade da água deve priorizar as localidades que não são abastecidas com água tratada, para orientar e incentivar as formas de tratamento domiciliar, por meio da filtração e uso adequado do hipoclorito, além dos cuidados na reservação e armazenamento da água. Considerando a meta de reduzir a proporção da população sem acesso permanente e sustentável a água potável, estabelecida pelos ODM, é importante destacar que a avaliação do seu atendimento deve considerar critérios quantitativos e qualitativos. O acesso à água perpassa pela garantia do serviço contínuo, isto é, sem intermitência no fornecimento e pela garantia da qualidade. Para tanto, é necessário manter o trabalho integrado entre o setor saúde, responsáveis pelo fornecimento de água, órgãos ambientais/recursos hídricos, sociedade, dentre outros, na busca da universalização dos serviços de abastecimento de água. Referências 1. Brasil. Ministério do Meio Ambiente. Secretaria de Recursos Hídricos. Declaração Universal dos Direitos da Água. Porto Seguro: MMA/SRH, 2000 (Histore de Léau, George Ifrah, Paris, 1992). 2. Rebouças AC. Panorama da água doce no Brasil. In: Rebouças, Aldo da Cunha (org.). Panorama da degradação do ar, da água doce e da terra no Brasil. São Paulo: IEA/USP; Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Ciências; p Objetivos de Desenvolvimento do Milênio Relatório Nacional de Acompanhamento. Brasília: Ipea; Portaria MS nº 518, de 25 de março de Estabelece os procedimentos e responsabilidades relativos ao controle e vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade, e dá outras providências. Diário Oficial da União 2004; 26 mar. 5. Brasil. Ministério da Saúde. Programa Nacional de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano. 1ª Ed. Brasília: Editora do Ministério da Saúde; Brasil. Constituição (1998). Constituição da República Federativa do Brasil. Senado Federal, Brasil. Lei nº 8080, de 19 de setembro de Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. Diário Oficial da União 1990; 20 set. 8. Brasil. Decreto nº , de 9 de março de Dispõe sobre normas e o padrão de potabilidade da água e dá outras providências. Diário Oficial da União 1977; 10 mar. 9. Brasil. Portaria nº 56. Aprova as normas e o padrão de potabilidade da água a serem observados em todo território nacional. Diário Oficial da União 1977; 15 jun. 10. World Health Organization (WHO). Guidelines for drinking water quality [electronic resource]: incorporating first addendum. Vol. 1, Recommendations. 3rd ed. Geneva: WHO, p. [cited 2008 Aug 19]. Available from: dwq/gdwq0506.pdf. 11. Brasil. Decreto Presidencial nº 5.440/2005, de 04 de maio de Estabelece definições e procedimentos sobre o controle de qualidade da água de sistemas de abastecimento e institui mecanismos e instrumentos para divulgação de informação ao consumidor sobre a qualidade da água para consumo humano. Diário Oficial da União 2005; 5 mai. Recebido em: 03/08/2011 Aprovado em: 21/11/ Cad. Saúde Colet., 2011, Rio de Janeiro, 19 (4):

Avaliação da Vigilância da Qualidade da Água no Estado do Acre Ano base 2011

Avaliação da Vigilância da Qualidade da Água no Estado do Acre Ano base 2011 Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental Programa Nacional de Vigilância

Leia mais

PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA NO BRASIL

PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA NO BRASIL Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA

Leia mais

Aula 2 - Concepção de Sistemas de Abastecimento

Aula 2 - Concepção de Sistemas de Abastecimento Aula 2 - Concepção de Sistemas de Abastecimento 2.1 - Definição e Objetivos Objetivo principal de um Sistema de Abastecimento de água: fornecer ao usuário uma água de boa qualidade para seu uso, em quantidade

Leia mais

em Saúde Ambiental DSAST/SVS/MS

em Saúde Ambiental DSAST/SVS/MS Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental DSAST/SVS/MS DSAST Assessoria Administrativo CGSAT CGVAM CGEI ASISAST VIGIPEQ VIGIAGUA VIGIDESASTRES Solo Ar Quim Desastres de origem natural Vigifis

Leia mais

PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA: Garantindo a qualidade e promovendo a saúde. -Um olhar do SUS. Mariely Daniel

PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA: Garantindo a qualidade e promovendo a saúde. -Um olhar do SUS. Mariely Daniel PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA: Garantindo a qualidade e promovendo a saúde -Um olhar do SUS Mariely Daniel Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador Ministério da Saúde Departamento

Leia mais

Monitoramento de agrotóxicos em água para consumo humano

Monitoramento de agrotóxicos em água para consumo humano Seminário de Vigilância em Saúde de Populações Expostas a Agrotóxicos Mesa Redonda I Exposição humana a agrotóxicos: ações em desenvolvimento Monitoramento de agrotóxicos em água para consumo humano Coordenação

Leia mais

MINUTA DE PROJETO DE LEI

MINUTA DE PROJETO DE LEI MINUTA DE PROJETO DE LEI DISPÕE SOBRE A POLÍTICA MUNICIPAL DE SANEAMENTO AMBIENTAL E O PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO AMBIENTAL DE PENÁPOLIS O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE PENÁPOLIS, no uso de suas atribuições

Leia mais

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009 DOU de 05/10/09 seção 01 nº 190 pág. 51 MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009 Estabelece orientações relativas à Política de Saneamento Básico e

Leia mais

Saneamento Básico e Saúde

Saneamento Básico e Saúde Conferência Nacional de Segurança Hídrica Uberlândia - MG Saneamento Básico e Saúde Aparecido Hojaij Presidente Nacional da Assemae Sobre a Assemae A Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.440, DE 4 DE MAIO DE 2005. Estabelece definições e procedimentos sobre o controle de qualidade da água de sistemas de

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA VIGILÂNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA NO MUNICÍPIO DE SÃO GONÇALO

A IMPORTÂNCIA DA VIGILÂNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA NO MUNICÍPIO DE SÃO GONÇALO A IMPORTÂNCIA DA VIGILÂNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA NO MUNICÍPIO DE SÃO GONÇALO Lia Mônica de Oliveira Aluna do Curso de Tecnólogo em Gestão Ambiental/UNIPLI e funcionária da FUNASA. E-mail: sandramarins7@yahoo.com.br

Leia mais

Portaria RS/SES nº 1238 DE 28/11/2014

Portaria RS/SES nº 1238 DE 28/11/2014 Portaria RS/SES nº 1238 DE 28/11/2014 Norma Estadual - Rio Grande do Sul Publicado no DOE em 28 nov 2014 Estabelece definições e procedimentos sobre o Transporte de Água Potável para o Consumo Humano,

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE COORDENAÇÃO GERAL DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL nnnn

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE COORDENAÇÃO GERAL DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL nnnn MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE COORDENAÇÃO GERAL DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL nnnn PROGRAMA NACIONAL DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL RELACIONADA À QUALIDADE DA ÁGUA PARA CONSUMO

Leia mais

cüxyx àâüt `âç v ÑtÄ wx Tvtâû c\

cüxyx àâüt `âç v ÑtÄ wx Tvtâû c\ ATO DE SANÇÃO N.º 003/2010. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE ACAUÃ, ESTADO DO PIAUÍ, no uso de suas atribuições legais, sanciona por meio do presente, o Projeto de Lei do Executivo de N.º 002/2010, Ementa: Dispõe

Leia mais

NOVA VERSÃO DO SISAGUA - CADASTRAMENTO DE SAA -

NOVA VERSÃO DO SISAGUA - CADASTRAMENTO DE SAA - SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE VIGILÂNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO (SISAGUA) NOVA VERSÃO DO SISAGUA - CADASTRAMENTO DE SAA - Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador

Leia mais

AÇÕES DE VIGILÂNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA EM TERESINA - PI

AÇÕES DE VIGILÂNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA EM TERESINA - PI AÇÕES DE VIGILÂNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA EM TERESINA - PI Ferreira, L.C.R.P. (1) ; Lima, N.A. (2) ; Muratori, M.C.S. (3) ; Júnior, M.H.K. (3) ; Aragão, L.V.O. (4) ligia_calina@hotmail.com (1) Programa

Leia mais

Plataforma Ambiental para o Brasil

Plataforma Ambiental para o Brasil Plataforma Ambiental para o Brasil A Plataforma Ambiental para o Brasil é uma iniciativa da Fundação SOS Mata Atlântica e traz os princípios básicos e alguns dos temas que deverão ser enfrentados na próxima

Leia mais

POLÍTICAS DIRECIONADAS AO SANEAMENTO BÁSICO: INSTRUMENTO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL.

POLÍTICAS DIRECIONADAS AO SANEAMENTO BÁSICO: INSTRUMENTO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. POLÍTICAS DIRECIONADAS AO SANEAMENTO BÁSICO: INSTRUMENTO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. RESUMO: Análise do processo de saneamento básico, visando abordar o desenvolvimento econômico em harmonia com

Leia mais

Plano de Saneamento Básico

Plano de Saneamento Básico Plano de Saneamento Básico Marcelo de Paula Neves Lelis Rio de Janeiro, 09/06/2011 Saneamento Básico A Lei 11.445/07, em seu Art. 3 º, define Saneamento Básico como sendo o conjunto de serviços, infra-estruturas

Leia mais

Sistema Único de Saúde (SUS)

Sistema Único de Saúde (SUS) LEIS ORGÂNICAS DA SAÚDE Lei nº 8.080 de 19 de setembro de 1990 Lei nº 8.142 de 28 de dezembro de 1990 Criadas para dar cumprimento ao mandamento constitucional Sistema Único de Saúde (SUS) 1 Lei n o 8.080

Leia mais

VIGILÂNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO EM SITUAÇÕES DE DESASTRES

VIGILÂNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO EM SITUAÇÕES DE DESASTRES Secretaria de Vigilância em Saúde Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental VIGILÂNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO EM SITUAÇÕES DE DESASTRES Curso de Líderes 2008 A importância da

Leia mais

ABASTECIMENTO DE ÁGUA SOLUÇÕES ALTERNATIVAS

ABASTECIMENTO DE ÁGUA SOLUÇÕES ALTERNATIVAS UFPR Ministério da Educação UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Setor de Ciências da Saúde Departamento de Saude Comunitária ABASTECIMENTO DE ÁGUA Profª. Eliane Carneiro Gomes Departamento de Saúde Comunitária

Leia mais

POLITICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM

POLITICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM NOTA TÉCNICA 41 2013 POLITICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM DISPÕE SOBRE O REPASSE DE RECURSOS FINANCEIROS DE CUSTEIO A MUNICIPIOS, ESTADOS E DISTRITO FEDERL PARA A EXECUÇÃO DE AÇÕES DE

Leia mais

PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA - GARANTINDO QUALIDADE E PROMOVENDO A SAÚDE PÚLICA. Eng Roseane Maria Garcia Lopes de Souza

PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA - GARANTINDO QUALIDADE E PROMOVENDO A SAÚDE PÚLICA. Eng Roseane Maria Garcia Lopes de Souza PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA - GARANTINDO QUALIDADE E PROMOVENDO A SAÚDE PÚLICA Eng Roseane Maria Garcia Lopes de Souza 2 INDICE 1 Saúde Pública e Saneamento 2 Portaria 2914/2011 3 PSA 3 INDICE 1 Saúde Pública

Leia mais

Reunião Técnica Plano de Segurança da Água. 23 de novembro de 2010 - OPAS

Reunião Técnica Plano de Segurança da Água. 23 de novembro de 2010 - OPAS Reunião Técnica Plano de Segurança da Água 23 de novembro de 2010 - OPAS Introdução Qualidade da água e saneamento inadequados provocam 1,8 milhão de mortes infantis a cada ano no mundo (OMS, 2004), o

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 96 DE 25 DE FEVEREIRIO DE 2014

RESOLUÇÃO Nº 96 DE 25 DE FEVEREIRIO DE 2014 SALVADOR, BAHIA - QUARTA-FEIRA 12 DE MARÇO DE 2014 ANO - XCVIII - N O 21,375 RESOLUÇÃO Nº 96 DE 25 DE FEVEREIRIO DE 2014 Estabelece diretrizes e critérios gerais para a outorga do direito de uso dos recursos

Leia mais

Painel 1: Experiências de formação em saúde e ambiente. Eixo 3. Direitos justiça ambiental e política públicas

Painel 1: Experiências de formação em saúde e ambiente. Eixo 3. Direitos justiça ambiental e política públicas 2 Simpósio Brasileiro de Saúde e Ambiente Desenvolvimento, conflitos territoriais e saúde: ciência e movimentos sociais para a justiça ambiental nas políticas públicas. 12-22 outubro Minascentro Belo Horizonte

Leia mais

Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental (CGVAM )

Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental (CGVAM ) Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental (CGVAM ) PROGRAMA NACIONAL DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL DOS RISCOS DECORRENTES DOS DESASTRES NATURAIS Documento em discussão COORDENAÇÃO GERAL DE

Leia mais

Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental (CGVAM )

Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental (CGVAM ) Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental (CGVAM ) LÍDERES Curso Internacional sobre Saúde, Desastres e Desenvolvimento Brasília DF 26 de novembro a 07 de dezembro de 2007 Ministério da Saúde

Leia mais

A ÁGUA EM CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DE CASTANHAL Divino, E. P. A. (1) ; Silva, M. N. S. (1) Caldeira, R. D. (1) mairanathiele@gmail.

A ÁGUA EM CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DE CASTANHAL Divino, E. P. A. (1) ; Silva, M. N. S. (1) Caldeira, R. D. (1) mairanathiele@gmail. A ÁGUA EM CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DE CASTANHAL Divino, E. P. A. (1) ; Silva, M. N. S. (1) Caldeira, R. D. (1) mairanathiele@gmail.com (1) Faculdade de Castanhal FCAT, Castanhal PA, Brasil. RESUMO A

Leia mais

Planos de Segurança da Água no cenário internacional e nacional

Planos de Segurança da Água no cenário internacional e nacional Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador Planos de Segurança da Água no cenário internacional e nacional Guilherme Franco

Leia mais

19 à 22 de outubro de 2014. Minascentro Belo Horizonte / MG. Resíduos de Serviços de Saúde, Ambiente e Saúde

19 à 22 de outubro de 2014. Minascentro Belo Horizonte / MG. Resíduos de Serviços de Saúde, Ambiente e Saúde 2º Simpósio Brasileiro Saúde e Ambiente Desenvolvimento, conflitos territoriais e saúde: ciência e movimentos sociais para a justiça ambiental na políticas públicas. 19 à 22 de outubro de 2014 Minascentro

Leia mais

Contaminantes microbiológicos e químicos confiabilidade do monitoramento laboratorial para efetiva ação

Contaminantes microbiológicos e químicos confiabilidade do monitoramento laboratorial para efetiva ação Segurança da Água para Consumo Humano Como Moldar o Futuro da Água para as partes Interessadas 07 Maio de 2015 Contaminantes microbiológicos e químicos confiabilidade do monitoramento laboratorial para

Leia mais

Vigilância em saúde para prevenção de surtos de doenças de transmissão hídrica decorrentes dos eventos climáticos extremos

Vigilância em saúde para prevenção de surtos de doenças de transmissão hídrica decorrentes dos eventos climáticos extremos Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis Coordenação Geral de Doenças Transmissíveis Unidade de Vigilância das Doenças de Transmissão

Leia mais

Uma visão sistêmica para conservação de água no ambiente construído

Uma visão sistêmica para conservação de água no ambiente construído Uma visão sistêmica para conservação de água no ambiente construído Profa. Dra. Marina S. de Oliveira Ilha FEC/UNICAMP Marina Ilha SBCS08 1 Distribuição da água doce superficial MUNDO CONT. AMERICANO Nordeste

Leia mais

O DEVER DO ESTADO BRASILEIRO PARA A EFETIVAÇÃO DO DIREITO À SAÚDE E AO SANEAMENTO BÁSICO FERNANDO AITH

O DEVER DO ESTADO BRASILEIRO PARA A EFETIVAÇÃO DO DIREITO À SAÚDE E AO SANEAMENTO BÁSICO FERNANDO AITH O DEVER DO ESTADO BRASILEIRO PARA A EFETIVAÇÃO DO DIREITO À SAÚDE E AO SANEAMENTO BÁSICO FERNANDO AITH Departamento de Medicina Preventiva Faculdade de Medicina da USP - FMUSP Núcleo de Pesquisa em Direito

Leia mais

A IMPLEMENTAÇÃO DA OUTORGA DE USO DOS RECURSOS HIDRICOS NO ESTADO DO PARÁ

A IMPLEMENTAÇÃO DA OUTORGA DE USO DOS RECURSOS HIDRICOS NO ESTADO DO PARÁ A IMPLEMENTAÇÃO DA OUTORGA DE USO DOS RECURSOS HIDRICOS NO ESTADO DO PARÁ Verônica Jussara Costa Santos Engenheira Sanitarista, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil (área Recursos

Leia mais

Ministério da Saúde NORMA OPERACIONAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR NO SUS NOST-SUS

Ministério da Saúde NORMA OPERACIONAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR NO SUS NOST-SUS Ministério da Saúde NORMA OPERACIONAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR NO SUS NOST-SUS APRESENTAÇÃO O presente documento é resultado de um processo de discussão e negociação que teve a participação de técnicos

Leia mais

QUALIDADE DA ÁGUA UTILIZADA PARA CONSUMO HUMANO DE COMUNIDADES RURAIS DO MUNICÍPIO DE BANDEIRANTES PR

QUALIDADE DA ÁGUA UTILIZADA PARA CONSUMO HUMANO DE COMUNIDADES RURAIS DO MUNICÍPIO DE BANDEIRANTES PR QUALIDADE DA ÁGUA UTILIZADA PARA CONSUMO HUMANO DE COMUNIDADES RURAIS DO MUNICÍPIO DE BANDEIRANTES PR 1 Farmacêutico Bioquímico - Pesquisador A - Embrapa Gado e Leite de Juiz de Fora, MG, Gestão Ambinetal

Leia mais

LEI Nº. 2.510, DE 23 DE MAIO DE 2011.

LEI Nº. 2.510, DE 23 DE MAIO DE 2011. 1 LEI Nº. 2.510, DE 23 DE MAIO DE 2011. Institui a Política Municipal de Educação Ambiental, e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE ANANINDEUA estatui e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01, DE 27 DE FEVEREIRO DE 2007.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01, DE 27 DE FEVEREIRO DE 2007. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01, DE 27 DE FEVEREIRO DE 2007. Dispõe sobre a emissão de outorga de direito de uso dos recursos hídricos de domínio do Estado da Bahia, assim como a sua renovação, ampliação, alteração,

Leia mais

Concepção de instalações para o abastecimento de água

Concepção de instalações para o abastecimento de água Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia Civil CIV 640 Saneamento Urbano Concepção de instalações para o abastecimento de água Prof. Aníbal da Fonseca Santiago Universidade

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO CONFERÊNCIA SOBRE OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO

ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO CONFERÊNCIA SOBRE OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO CONFERÊNCIA SOBRE OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO Grupo de Trabalho 3: Fortalecendo medidas para viabilizar o

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 7.272, DE 25 DE AGOSTO DE 2010. Regulamenta a Lei n o 11.346, de 15 de setembro de 2006, que cria o Sistema Nacional de

Leia mais

DISPÕE SOBRE A POLÍTICA DE COLETA SELETIVA NO MUNICÍPIO DE CACHOEIRA ALTA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

DISPÕE SOBRE A POLÍTICA DE COLETA SELETIVA NO MUNICÍPIO DE CACHOEIRA ALTA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. LEI Nº 1.223/2013 DE 16 DE ABRIL DE 2013. DISPÕE SOBRE A POLÍTICA DE COLETA SELETIVA NO MUNICÍPIO DE CACHOEIRA ALTA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. A CÂMARA MUNICIPAL DE CACHOEIRA ALTA, Estado de Goiás, por

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE Coordenação Regional de santa Catarina ATENÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE Coordenação Regional de santa Catarina ATENÇÃO ATENÇÃO Apresentação do Seminário A Lei da Política Nacional do Saneamento Básico (lei 11.445/07) e o Inquérito Civil Público Estadual 04/04/PGJ/MPSC, realizado nos dias 30 e 31 de outubro de 2008. Arquivos

Leia mais

Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 118 DOE de 24/06/06. Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO

Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 118 DOE de 24/06/06. Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO Diário Oficial Estado de São Paulo Poder Executivo Seção I Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 118 DOE de 24/06/06 Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO Resolução

Leia mais

Uma abordagem construcional* sobre o tema: Plano de Segurança da Água

Uma abordagem construcional* sobre o tema: Plano de Segurança da Água IV Diálogos de Saneamento Plano de Segurança da Água Painel: Os Municípios e os Planos de Segurança da Água Uma abordagem construcional* sobre o tema: Plano de Segurança da Água Dieter Wartchow dieterw@iph.ufrgs.br

Leia mais

Plano de Segurança da Água

Plano de Segurança da Água MINISTÉRIO DA SAÚDE Plano de Segurança da Água GARANTINDO A QUALIDADE E PROMOVENDO A SAÚDE Um olhar do SUS 1 a edição Brasília/DF 2012 Plano de Segurança da Água GARANTINDO A QUALIDADE E PROMOVENDO A SAÚDE

Leia mais

F. Tratamento fora do domicílio

F. Tratamento fora do domicílio F. Tratamento fora do domicílio artigos 197 e 198 da Constituição Federal de 1988; Lei Orgânica da Saúde nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, disciplinada pela Portaria Federal nº 055, de 24 de fevereiro

Leia mais

Mesa Redonda Universalização do saneamento e mobilização social em comunidades de baixa renda

Mesa Redonda Universalização do saneamento e mobilização social em comunidades de baixa renda Secretaria Nacional de Mesa Redonda Universalização do saneamento e mobilização social em comunidades de baixa renda PLANEJAMENTO E CONTROLE SOCIAL COMO ESTRATÉGIAS PARA UNIVERSALIZAR O SANEAMENTO Marcelo

Leia mais

ÍNDICE 30. PROGRAMA DE APOIO ÀS AÇÕES DE VIGILÂNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA PARA O CONSUMO HUMANO... 2. 30.1. Introdução... 2. 30.2. Justificativa...

ÍNDICE 30. PROGRAMA DE APOIO ÀS AÇÕES DE VIGILÂNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA PARA O CONSUMO HUMANO... 2. 30.1. Introdução... 2. 30.2. Justificativa... ÍNDICE 30. PARA O CONSUMO HUMANO... 2 30.1. Introdução... 2 30.2. Justificativa... 3 30.3. Objetivos do Programa... 4 30.4. Metas... 4 30.5. Indicadores Ambientais... 4 30.6. Público-Alvo... 5 30.7. Metodologia

Leia mais

RESOLUÇÃO RDC ANVISA Nº 345, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2002. (D.O.U. de 19/12/02)

RESOLUÇÃO RDC ANVISA Nº 345, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2002. (D.O.U. de 19/12/02) RESOLUÇÃO RDC ANVISA Nº 345, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2002 (D.O.U. de 19/12/02) Dispõe sobre a aprovação do Regulamento Técnico para a Autorização de Funcionamento de empresas interessadas em prestar serviços

Leia mais

Regulamenta o art. 26 da Lei n.º 10.205, de 21/3/2001 - Decreto 3990 de 30/10/2001

Regulamenta o art. 26 da Lei n.º 10.205, de 21/3/2001 - Decreto 3990 de 30/10/2001 Regulamenta o art. 26 da Lei n.º 10.205, de 21/3/2001 - Decreto 3990 de 30/10/2001 Ementa: Regulamenta o art. 26 da Lei n.º 10.205, de 21 de março de 2001, que dispõe sobre a coleta, processamento, estocagem,

Leia mais

Qualidade da água para consumo humano

Qualidade da água para consumo humano Qualidade da água para consumo humano Segurança microbiológica O tratamento da água deve garantir a inativação dos organismos causadores de doenças. Para verificar a eficiência do tratamento, são utilizados:

Leia mais

Boletim informativo do VIGIAGUA

Boletim informativo do VIGIAGUA Boletim informativo do VIGIAGUA "A água de boa qualidade é como a saúde ou a liberdade: só tem valor quando acaba." Guimarães Rosa. Apresentação A SES, através do Centro Estadual de Vigilância em Saúde,

Leia mais

Fontes de Financiamento para o segmento de Saneamento junto à Caixa Econômica Federal

Fontes de Financiamento para o segmento de Saneamento junto à Caixa Econômica Federal Fontes de Financiamento para o segmento de Saneamento junto à Caixa Econômica Federal Piracicaba, 07 de Agosto de 2013 Atuação da CAIXA Missão: Atuar na promoção da cidadania e do desenvolvimento sustentável

Leia mais

ESTADO DO PARANÁ EDIFÍCIO ODOVAL DOS SANTOS - CNPJ. 76.290.691/0001-77 www.santaceciliadopavao.pr.gov.br LEI Nº. 720/2013

ESTADO DO PARANÁ EDIFÍCIO ODOVAL DOS SANTOS - CNPJ. 76.290.691/0001-77 www.santaceciliadopavao.pr.gov.br LEI Nº. 720/2013 LEI Nº. 720/2013 SÚMULA: ALTERA A LEI Nº. 593/2010 QUE INSTITUIU O FUNDO MUNICIPAL DE SAÚDE (FMS) E INCLUI O CAPÍTULO IX COM OS ARTIGOS 12º E 13º E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. Faço saber que a Câmara Municipal

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PRESIDENTE KUBITSCHEK Estado de Minas Gerais MENSAGEM Nº

PREFEITURA MUNICIPAL DE PRESIDENTE KUBITSCHEK Estado de Minas Gerais MENSAGEM Nº MENSAGEM Nº Senhores membros da Câmara Municipal, Submeto à elevada deliberação de V. Exªs. o texto do projeto de lei que institui o Plano Plurianual para o período de 2002 a 2005. Este projeto foi elaborado

Leia mais

SECRETARIA NACIONAL DE PROTEÇÃO E DEFESA CIVIL. Panorama da atuação de Proteção e Defesa Civil em Situações de Seca e Estiagem

SECRETARIA NACIONAL DE PROTEÇÃO E DEFESA CIVIL. Panorama da atuação de Proteção e Defesa Civil em Situações de Seca e Estiagem SECRETARIA NACIONAL DE PROTEÇÃO E DEFESA CIVIL Panorama da atuação de Proteção e Defesa Civil em Situações de Seca e Estiagem Base Legal Lei nº 12.340/2010 - Dispõe sobre as transferências de recursos

Leia mais

Abastecimento Hídrico de Residências Rurais: Parceria Estado e Sociedade Civil no Semiárido da Bahia

Abastecimento Hídrico de Residências Rurais: Parceria Estado e Sociedade Civil no Semiárido da Bahia Abastecimento Hídrico de Residências Rurais: Parceria Estado e Sociedade Civil no Semiárido da Bahia Water supply Rural Residence: Partnership State and Civil Society in the Semiarid Bahia CARMO, Élcio

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL DA QUALIDADE DA ÁGUA 2013

RELATÓRIO ANUAL DA QUALIDADE DA ÁGUA 2013 RELATÓRIO ANUAL DA QUALIDADE DA ÁGUA 2013 A Companhia de Saneamento Ambiental de Atibaia - SAAE, com sede na Praça Roberto Gomes Pedrosa, 11 - Centro - Atibaia - SP, Telefone 4414-3500 e atendimento ao

Leia mais

Acesso à água para. consumo humano. André Monteiro Costa CPqAM/Fiocruz e-mail: andremc@cpqam.fiocruz.br

Acesso à água para. consumo humano. André Monteiro Costa CPqAM/Fiocruz e-mail: andremc@cpqam.fiocruz.br Acesso à água para consumo humano André Monteiro Costa CPqAM/Fiocruz e-mail: andremc@cpqam.fiocruz.br 1 Princí pios do acesso à água de c o n s u m o h u m a n o Acesso à água limpa e segura a ao esgotamento

Leia mais

ANAIS DA 4ª MOSTRA DE TRABALHOS EM SAÚDE PÚBLICA 29 e 30 de novembro de 2010 Unioeste Campus de Cascavel ISSN 2176-4778

ANAIS DA 4ª MOSTRA DE TRABALHOS EM SAÚDE PÚBLICA 29 e 30 de novembro de 2010 Unioeste Campus de Cascavel ISSN 2176-4778 ORGANIZAÇÃO DAS AÇÕES EM SAÚDE DO TRABALHADOR NA ATENÇÃO BÁSICA NOS MUNICÍPIOS DA 20ª REGIONAL DE SAÚDE DO PARANÁ 1 Viviane Delcy da Silva 2 Neide Tiemi Murofuse INTRODUÇÃO A Saúde do Trabalhador (ST)

Leia mais

ESTADO DA PARAÍBA PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTO ANDRE

ESTADO DA PARAÍBA PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTO ANDRE LEI Nº 354/2014 Dispõe sobre a Política Municipal de Saneamento Básico, cria o Conselho Municipal de Saneamento Básico e o Fundo Municipal de Saneamento de Básico, e dá outras providências. A Prefeita

Leia mais

Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano na Cidade de São Paulo Vigiagua

Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano na Cidade de São Paulo Vigiagua Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano na Cidade de São Paulo Vigiagua Marília Rodrigues Médica Veterinária Sanitarista PMSP/SMS/COVISA/GVISAM Objetivo: Realizar a vigilância da qualidade

Leia mais

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Marcelo de Paula Neves Lelis Gerente de Projetos Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental Ministério das Cidades Planejamento

Leia mais

regionalização e contratos organizativos de ação pública.

regionalização e contratos organizativos de ação pública. A Regulamentação da Lei 8.080/90: A Regulamentação da Lei 8.080/90: regionalização e contratos organizativos de ação pública. Seminário Nacional PRÓ Saúde e PET Saúde Brasília, 19 de outubro de 2011.,

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE COORDENAÇÃO GERAL DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE COORDENAÇÃO GERAL DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE COORDENAÇÃO GERAL DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL PROGRAMA NACIONAL DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DE POPULAÇÕES EXPOSTAS A SOLO CONTAMINADO Brasília/DF,

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO PRODUTO E RELATÓRIO DOS PROGRAMAS, PROJETOS E AÇÕES

PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO PRODUTO E RELATÓRIO DOS PROGRAMAS, PROJETOS E AÇÕES PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO PRODUTO E RELATÓRIO DOS PROGRAMAS, PROJETOS E AÇÕES JULHO/2015 FOLHA DE REVISÃO Rev. Data Elaboração Verificação Aprovação Descrição da Revisão 0 07/2015 PREFEITURA

Leia mais

LEI Nº 445 DE 07 DE JUNHO DE 2004. O GOVERNADOR DO ESTADO DE RORAIMA: Faço saber que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 445 DE 07 DE JUNHO DE 2004. O GOVERNADOR DO ESTADO DE RORAIMA: Faço saber que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 445 DE 07 DE JUNHO DE 2004 Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental, cria o Programa Estadual de Educação Ambiental e complementa a Lei Federal nº 9.795/99,

Leia mais

Comparação dos sistemas de gestão e legislações de saneamento na França, Estados Unidos e Brasil

Comparação dos sistemas de gestão e legislações de saneamento na França, Estados Unidos e Brasil VIII Semana de Ciência e Tecnologia do IFMG campus Bambuí I Seminário dos Estudantes de Pós Graduação Comparação dos sistemas de gestão e legislações de saneamento na França, Estados Unidos e Brasil 1

Leia mais

RECURSOS HÍDRICOS, SAÚDE E PROTEÇÃO AMBIENTAL

RECURSOS HÍDRICOS, SAÚDE E PROTEÇÃO AMBIENTAL RECURSOS HÍDRICOS, SAÚDE E PROTEÇÃO AMBIENTAL Ananda Helena Nunes Cunha 1 1 Engenheira Agrônoma, mestranda Engenharia agrícola. UEG/Anápolis GO Amarildo Roque Ferrari 2 2 Professor especialista CENED-Porto

Leia mais

PLANO OPERATIVO PARA IMPLEMENTAÇÃO DE AÇÕES EM SAÚDE DA POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA 2012-2015

PLANO OPERATIVO PARA IMPLEMENTAÇÃO DE AÇÕES EM SAÚDE DA POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA 2012-2015 MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA PLANO OPERATIVO PARA IMPLEMENTAÇÃO DE AÇÕES EM SAÚDE DA POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA 2012-2015 Brasília - DF 2012 1 O presente Plano

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2012 (Do Sr. Laércio Oliveira)

PROJETO DE LEI Nº, DE 2012 (Do Sr. Laércio Oliveira) PROJETO DE LEI Nº, DE 2012 (Do Sr. Laércio Oliveira) Institui o Programa Nacional de Conservação, Uso Racional e Reaproveitamento das Águas. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º A presente lei tem por

Leia mais

Alocação de Recursos e Regionalização no SUS

Alocação de Recursos e Regionalização no SUS Alocação de Recursos e Regionalização no SUS Áquilas Mendes Professor Doutor Livre-Docente de Economia da Saúde da FSP-USP e do Departamento de Economia da PUC-SP ABRES Encontro Alocação de Recursos e

Leia mais

Órgão de Coordenação: Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia e do Meio Ambiente SECTMA

Órgão de Coordenação: Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia e do Meio Ambiente SECTMA 12.4 SISTEMA DE GESTÃO PROPOSTO 12.4.1 ASPECTOS GERAIS O Sistema de Gestão proposto para o PERH-PB inclui órgãos da Administração Estadual, Administração Federal, Sociedade Civil e Usuários de Água, entre

Leia mais

INVESTIMENTOS, ABORDAGENS E ESFORÇOS COMUNS NO SANEAMENTO RURAL

INVESTIMENTOS, ABORDAGENS E ESFORÇOS COMUNS NO SANEAMENTO RURAL VI SEMINÁRIO NACIONAL DE SANEAMENTO RURAL I ENCONTRO LATINO-AMERICANO DE SANEAMENTO RURAL INVESTIMENTOS, ABORDAGENS E ESFORÇOS COMUNS NO SANEAMENTO RURAL Ernani Ciríaco de Miranda Diretor SNSA/MCIDADES

Leia mais

CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE DO RIO DE JANEIRO ATO DO PRESIDENTE

CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE DO RIO DE JANEIRO ATO DO PRESIDENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE DO RIO DE JANEIRO ATO DO PRESIDENTE RESOLUÇÃO CONEMA Nº 42 DE 17 DE AGOSTO DE 2012 DISPÕE SOBRE AS ATIVIDADES QUE CAUSAM OU POSSAM CAUSAR IMPACTO AMBIENTAL LOCAL, FIXA

Leia mais

SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde

SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde Universidade de Cuiabá - UNIC Núcleo de Disciplinas Integradas Disciplina: Formação Integral em Saúde SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde Profª Andressa Menegaz SUS - Conceito Ações e

Leia mais

Tabela 1. Tema Dado Atributo Fonte

Tabela 1. Tema Dado Atributo Fonte Tabela 1 Tema Dado Atributo Fonte 1. Base Cartográfica Básica a. Limites municipais b. Limites Distritais c. Localidades d. Rodovias e Ferrovias d. Rodovias e Ferrovias e. Linhas de Transmissão f. Estações

Leia mais

PLANO DIRETOR DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Brasil: Ministério da Saúde/ANVISA

PLANO DIRETOR DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Brasil: Ministério da Saúde/ANVISA http:///br/resenhas.asp?ed=8&cod_artigo=136 Copyright, 2006. Todos os direitos são reservados.será permitida a reprodução integral ou parcial dos artigos, ocasião em que deverá ser observada a obrigatoriedade

Leia mais

PROPOSTAS PARA GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS E DO SANEAMENTO NO ESTADO DE SÃO PAULO JAN/2015 1

PROPOSTAS PARA GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS E DO SANEAMENTO NO ESTADO DE SÃO PAULO JAN/2015 1 PROPOSTAS PARA GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS E DO SANEAMENTO NO ESTADO DE SÃO PAULO A ESCASSEZ DE ÁGUA E OS RISCOS DE COLAPSO NO ABASTECIMENTO PÚBLICO EM SÃO PAULO [Janeiro de 2015] PROPOSTAS PARA GESTÃO

Leia mais

Fiscalização do Sistema de Abastecimento de Água do Distrito de Doutor Lund pertencente ao Município de Pedro Leopoldo

Fiscalização do Sistema de Abastecimento de Água do Distrito de Doutor Lund pertencente ao Município de Pedro Leopoldo Fiscalização do Sistema de Abastecimento de Água do Distrito de Doutor Lund pertencente ao Município de Pedro Leopoldo Belo Horizonte Outubro 2013 ÍNDICE 1 IDENTIFICAÇÃO DA AGÊNCIA REGULADORA... 5 2 IDENTIFICAÇÃO

Leia mais

- Dezembro, 2010 - Organismos de Bacia Estado da arte, Brasil

- Dezembro, 2010 - Organismos de Bacia Estado da arte, Brasil - Dezembro, 2010 - Organismos de Bacia Estado da arte, Brasil ASPECTOS CONSTITUCIONAIS Organismos de bacia Histórico Constituição de 1988 estabeleceu, entre outros aspectos, que as águas são bens públicos,

Leia mais

Munic 2014: 45% dos municípios tinham política de proteção às mulheres vítimas de violência doméstica

Munic 2014: 45% dos municípios tinham política de proteção às mulheres vítimas de violência doméstica Munic 2014: 45% dos municípios tinham política de proteção às mulheres vítimas de violência doméstica A Pesquisa de Informações Básicas Estaduais (Estadic) e a Pesquisa de Informações Básicas Municipais

Leia mais

UNIDADE 4. Curso de Capacitação a Distância em Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano. Módulo II

UNIDADE 4. Curso de Capacitação a Distância em Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano. Módulo II Curso de Capacitação a Distância em Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano Módulo II Procedimentos Operacionais da Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano UNIDADE 4 Monitoramento

Leia mais

Mesa VI: Brasil Sorridente na Redes Prioritárias do Ministério da Saúde

Mesa VI: Brasil Sorridente na Redes Prioritárias do Ministério da Saúde Mesa VI: Brasil Sorridente na Redes Prioritárias do Ministério da Saúde Gilberto Alfredo Pucca Júnior Coordenador-Geral de Saúde Bucal Janeiro, 2014 Universalidade Descentralização políticoadministrativa

Leia mais

Brasília, 16 a 18 de março de 2015. Foto: autor

Brasília, 16 a 18 de março de 2015. Foto: autor Brasília, 16 a 18 de março de 2015 Experiência da SES/SP no desenvolvimento das ações de vigilância da qualidade da água para consumo humano durante eventos climáticos extremos. Centro de Vigilância Sanitária

Leia mais

1 Qualificar os serviços de Abastecimento de água potável

1 Qualificar os serviços de Abastecimento de água potável nos núcleos rurais com mais de 10 economias nas áreas quilombolas nas áreas indígenas Planilha de Objetivos, Indicadores e Ações Viabilizadoras GT Saneamento A Santa Maria que queremos Visão: "Que até

Leia mais

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html Página 1 de 5 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 1.559, DE 1º DE AGOSTO DE 2008 Institui a Política Nacional

Leia mais

Art. 1º - A Política Nacional de Recursos Hídricos baseia-se nos seguintes fundamentos:

Art. 1º - A Política Nacional de Recursos Hídricos baseia-se nos seguintes fundamentos: Patrimonio Hídrico Brasileiro - Explicação do Abaixo Assinado. Observação: O melhor instrumento para entender essa proposta é o Texto Base da Campanha da Fraternidade de 2004, Fraternidade e Água, realizada

Leia mais

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA-RDC N 49, DE 31 DE OUTUBRO DE 2013

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA-RDC N 49, DE 31 DE OUTUBRO DE 2013 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA-RDC N 49, DE 31 DE OUTUBRO DE 2013

Leia mais

AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES HIGIÊNICO-SANITÁRIAS EM COZINHAS DAS ESCOLAS ESTADUAIS DO MUNICÍPIO DE TRÊS PASSOS/RS

AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES HIGIÊNICO-SANITÁRIAS EM COZINHAS DAS ESCOLAS ESTADUAIS DO MUNICÍPIO DE TRÊS PASSOS/RS AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES HIGIÊNICO-SANITÁRIAS EM COZINHAS DAS ESCOLAS ESTADUAIS DO MUNICÍPIO DE TRÊS PASSOS/RS L. Abreu¹, F.H.Weber², M.E. Lanzanova³, G. Scherer 4, H. Weirch 5 1- Universidade Estadual

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2014

PROJETO DE LEI Nº, DE 2014 PROJETO DE LEI Nº, DE 2014 (Do Sr. Geraldo Resende) Estabelece a Política Nacional de Captação, Armazenamento e Aproveitamento de Águas Pluviais e define normas gerais para sua promoção. O Congresso Nacional

Leia mais

IV CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO E SAÚDE. Os Impactos da Judicialização na Saúde Pública e Privada

IV CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO E SAÚDE. Os Impactos da Judicialização na Saúde Pública e Privada IV CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO E SAÚDE Os Impactos da Judicialização na Saúde Pública e Privada 25/11/2015 HISTÓRICO: Período anterior a CF de 1988 INAMPS População e procedimentos restritos Movimento

Leia mais

EDUCAÇÃO EM SAÚDE NO SUS BINGO DA ÁGUA

EDUCAÇÃO EM SAÚDE NO SUS BINGO DA ÁGUA EDUCAÇÃO EM SAÚDE NO SUS Desenvolver ações educativas e de mobilização social é disseminar informações visando o controle de doenças e agravos à saúde e fomentar nas pessoas o senso de responsabilidade

Leia mais

Orientações Técnicas para Atuação da Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano em Situações de Seca

Orientações Técnicas para Atuação da Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano em Situações de Seca MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental Programa Nacional de Vigilância

Leia mais

O USO ESTRATÉGICO DA ÁGUA Legislação Hídrica no Brasil e a Revisão da Portaria MS 518/04

O USO ESTRATÉGICO DA ÁGUA Legislação Hídrica no Brasil e a Revisão da Portaria MS 518/04 Secretaria de Vigilância em Saúde O USO ESTRATÉGICO DA ÁGUA Legislação Hídrica no Brasil e a Revisão da Portaria MS 518/04 Guilherme Franco Netto Diretor de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador

Leia mais