REST Um Estilo de Arquitetura de Sistemas Distribuídos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "REST Um Estilo de Arquitetura de Sistemas Distribuídos"

Transcrição

1 REST Um Estilo de Arquitetura de Sistemas Distribuídos Márcio Alves de Araújo¹, Mauro Antônio Correia Júnior¹ 1 Faculdade de Computação Universidade Federal de Uberlândia (UFU) Monte Carmelo MG Brasil {marcio.sistema.mc, Abstract. This article provides a description of the distributed systems architecture model called "Representational State Transfer (REST)", with a brief history of its creation. I intend to show its main features, besides a brief comparison with other model widely used in the creation of "Web Services", SOAP. In order to demonstrate in a simple manner the operation codes of some examples will be presented and explained, as a brief tutorial. Resumo. Este artigo traz uma descrição do modelo de arquitetura de sistemas distribuídos denominado Representational State Transfer (REST), com um breve histórico sobre sua criação. Procura-se mostrar suas principais características, além de um breve comparativo com outro modelo muito usado na criação de Web Services, o SOAP. Com a finalidade de demonstrar de maneira simples o seu funcionamento alguns exemplos de códigos serão apresentados e explicados, como um breve tutorial. 1. Introdução O termo 'Representational State Transfer' ou simplesmente REST, foi definido inicialmente por Roy Fielding, entre 1994 e 1995 [Nunes e David 2005], como sua tese de doutoramento [Ngolo 2009]. Um dos principais motivos que explica o aumento de popularidade do REST é a simplicidade e facilidade de se utilizar, pois o mesmo faz uma extensão das tecnologias nativas Web, como o HTTP por exemplo. O termo também pode ser usado para descrever qualquer interface que transmite dados através de HTTP sem o uso de uma camada adicional de mensagem como SOAP ('Simple Object Access Protocol'). Sistemas que seguem os princípios REST são chamados também de RESTful. Segundo [Ngolo 2009] o REST não é considerado um 'standart' nem mesmo é reconhecido pela W3C, consórcio internacional responsável pela padronização da Web. Porém ao se realizar uma pesquisa na página oficial da organização, podese encontrar uma descrição sobre uso desse estilo arquitetural. Para o bom funcionamento da arquitetura, algumas restrições foram propostas, [Dal Moro, Dorneles e Rebonatto 2009] as descrevem da seguinte maneira: Cliente-Servidor: Uma das características mais presente em aplicações Web. Um servidor possui uma gama de serviços disponíveis, e fica no aguardo de requisições a esses serviços. Um cliente demanda de algum serviço oferecido pelo servidor e envia solicitações a esse serviço. O servidor pode ou não atender a essas requisições; Satateless (sem estado): O servidor não deverá armazenar qualquer tipo de estado de seus clientes. Sendo assim todas as requisições dos clientes devem ser

2 feitas de maneira a conter informações suficientes para serem entendidas, e se houver necessidade de armazenamento de estado de sessão este deve ser mantido no cliente. Interface Uniforme: As interações entre os agentes são feitas baseadas no protocolo HTTP, utilizando os métodos pré-definidos: GET: usado para recuperar um recurso; POST: usado para criar um recurso ou modificar algum existente; DELETE: usado para deletar um recurso; PUT: também usado para criação de um recurso. Multicamada: Adicionado ao REST para melhor aproveitamento da escalabilidade da Internet. Apesar de oferecer possibilidade de separação por unidades ou funcionalidades, esse modelo acrescenta 'overhead' e latência no processamento dos dados, o que reduz a performance. Cache: Para suprimir o impacto causado pela redução na performance utiliza-se cache. Para tanto é necessário que os dados oriundos do servidor, como resposta a uma requisição, sejam marcados como 'cacheable' ou 'noncacheable', permitindo ou não a utilização de cache, sendo que em caso de uma resposta ser setada como 'cacheable' então ela poderá ser utilizada como resposta para requisições equivalentes. Code-on-Demand: Possibilidade oferecida ao cliente de baixar e executar diretamente códigos no seu lado. Esta alternativa prima por simplificar a parte cliente e foca na extensibilidade, porém reduz a visibilidade. [Dal Moro, Dorneles e Rebonatto 2009] cita como exemplo mais conhecido de aplicação desta funcionalidade o 'Adobe Flash', cujo funcionamento consiste em: O cliente, através de um 'browser' solicita uma página que contém um SWF; Como resposta, a página Web é transferida para a máquina cliente com o SWF; O SWF é executado. Existem alguns princípios chave que norteiam o REST, [Ngolo 2009] os descreve da seguinte forma: Conceito de recursos, tudo que possa ser requisitado. Por exemplo, um arquivo é um recurso; Cada recurso deve possuir um ID, nesse caso o mais comum é utilizar o URL do documento; Recursos podem estar relacionados; Uso de 'standarts', como HTTP, HTML ou XML, por exemplo; Um recurso poderá ter multiplas formas; A comunicação é feita sem estado, através do HTTP. 2. REST X SOAP Primeiramente é importante identificar que o REST é considerado um modelo de arquitetura orientada a serviços (SOA), porém não obedece ao paradigma imposto pelo

3 SOAP, ou seja, não possui as camadas SOAP, UDDI 1, WSDL 2 e BPEL 3 [Ngolo 2009]. Toda comunicação é feita pelo protocolo HTTP utilizando suas primitivas. Assim a principal diferença entre o REST e o SOAP é que o REST oferece um maior controle dos dados recebidos. Quando uma requisição é efetuada através da primitiva GET (protocolo HTTP), no REST é feito um pedido direto a um determinado dado concreto, enquanto no SOAP esta mesma requisição não se traduz em transferência de dados concretos. O SOAP necessita de uma API, com uma semântica complexa a ser seguida, enquanto no REST acessa-se diretamente recurso sem a necessidade de codificação complexa, pois faz uso apenas do URL do recurso a ser consumido. Pode-se dizer que o REST é fundamentalmente a gestão de URLs, que representam uma referência direta a um recurso, fazendo uso da semântica pré-definida através das primitivas HTTP, enquanto o SOAP é a gestão de uma API, com semântica definida no WSDL. Figura 1: REST X SOAP Fonte: A Figuar 1 ilustra a diferença como os dados são manipulados nas duas 1 Universal Description, Discovery and Integration (Descrição Universal de Descoberta e Integração) 2 Web ServiceS Description Language (Linguagem de Descrição de Serviços Web) 3 Business Process Execution Language ( )

4 arquiteturas, mostrando que no SOAP os dados são devidamente alterados pelos Standards antes de serem enviados, enquanto no REST o dado não sofre nenhuma manipulação para envio. A seguir, a Figura 2 e a Figura 3 dão um exemplo simples de como ficaria um código para acessar o mesmo recurso utilizando SOAP e REST respectivamente. Figura 2: Exemplo de código com arquitetura SOAP Fonte: Figura 3: Exemplo de código com arquitetura REST Fonte: É importante destacar que mesmo com todas as vantagens apresentadas com o REST, ainda existem aplicações onde o uso de SOAP se dará de maneira mais eficiente, por exemplo, aplicações onde 'WS-Transaction' faz mais sentido ou 'WS-Security' é mais indicado, ou mesmo quando não houver API HTTP razoável disponível no servidor e/ou clientes alvos, cabendo ao desenvolvedor a escolha correta. 3. Funcionamento A ideia de separar a aplicação em recursos permite atender as necessidades do usuário por um serviço de forma mais dinâmica. Isso pode ser alcançado criando URI adequadas e acessá-la para alcançar o serviço desejado. Assim pode-se trabalhar com diversos formatos de representação e linguagens, proporcionando, por exemplo, que um recurso requisitado no Brasil possa ser enviado em português, enquanto para um usuário norteamericano, o mesmo recurso possa ser acessível em inglês. Assim, um servidor pode oferecer várias representações para um recurso, ficando a cargo do cliente decidir qual delas usar. Isso pode ser feito com a criação de um URI para cada representação do recurso. Por exemplo, um serviço pode ser consumido tendo como retorno uma representação em XML, através de uma URI semelhante a ou poderia receber como retorno uma representação em formato Json, pela URI Outra opção seria a utilização de uma 'conection negociation', onde apenas uma URI é criada para o recurso, por exemplo, e se esse recurso for requisiado por um cliente, junto com a requisição deveram ser enviados dados no cabeçalho HTTP sinalizando qual representação será retornada. Existem dois campos no cabeçalho HTTP que podem ser usados para esse fim, sendo, 'Accept-Language' e

5 'Content-Type', onde ambos auxiliam o servidor a identificar o formato em que a requisição deve ser retornada [Dal Moro, Dorneles e Rebonatto 2009]. 4. Exemplo de Uma Aplicação Simples A aplicação mostrada neste exemplo consiste apenas em um Hello Word, utilizado para testar as configurações do servidor. Mesmo sendo simples servirá para demonstrar a sintaxe, e algumas 'anotações' que se fazem necessárias para o funcionamento da aplicação. Dentre elas podemos listar [Oliveira recebe uma String como parâmetro e serve para sinalizar o path da sinaliza qual é o método correspondente no HTTP. Uma mesma URL pode responder a diferentes ações, desde que os métodos HTTP também sejam diferentes. De maneira Sinaliza o tipo de retorno à requisição do cliente. Pode ser por exemplo, texto puro, xml, json, etc., sendo sinalizado como text/plain, text/xml ou indica o tipo de conteúdo da requisição. Mais empregado quando do uso dos tipos POST e PUT, onde se faz necessário o envio do que se deseja adicionar ou alterar. Analogamente pode atender a vários tipos, como XML ou Json por exemplo. Vamos ao exemplo. Primeiramente, deve se configurar a servlet do Jersey. Isso se dá no arquivo Web.xml com a adição do código visto na Figura 4.Esse exemplo foi retirado de [Oliveira 2011]. Figura 4: Configurando a Servlet Jersey Fonte: Do Autor A classe do recurso pode ser vista na Figura 5. Considerando que um servidor esteja devidamente configurado, ao executar essa aplicação o teste pode ser realizado através da URL A Figura 6, mostra uma classe representando um cliente que deseja consumir esse recurso. Esse recurso também

6 poderá ser acessado através de um browser. Figura 5: Classe do Recurso da Aplicação Fonte: Do Autor Figura 6: Cliente Java Fonte: Do Autor 5. Considerações Finais O REST representa uma arquitetura de sistemas distribuídos que vem sendo

7 amplamente utilizada. Isso se dá principalmente pela facilidade de manipulação dos recursos, com pouca codificação, ao contrário do SOAP, que necessita de códigos complexos para funcionar. Além disso, por permitir a manipulação diversos tipos de formatos, como XML e Json, por exemplo, permite atender as requisições de maneira mais ampla. Ainda é possível integração com sistemas Android, já que estes possuem nativamente suporte a Json, através da API Jersey. Para melhor compreensão do funcionamento, é importante um conhecimento prévio, por parte do desenvolvedor em aplicações Web, como configuração do ambiente de desenvolvimento e de servidores, por exemplo. Se usado de maneira correta pode facilitar o desenvolvimento de aplicações proporcionando até mesmo ganho de produtividade. 6. Referências Ngolo, M. A. F. (2009) Arquitectura Orientada a Serviços REST para Laboratórios Remotos. Nunes, S. and David, G. (2005) Uma Arquitectura Web para Serviços Web.XATA 2005-XML: Aplicações e Tecnologias Associadas. Dal Moro, T., Dorneles, C. F. and Rebonatto, M. T. (2009) Web services WS-* versus Web Services REST. Oliveira, R. R. (2011) Desenvolvimento de Web Services RESTful e SOAP-WSDL utilizando as Implementações de Referência JAX-RS e JAX-WS.

Consumindo um Web Service através de uma Aplicação Comercial em Android. Alex Malmann Becker www.alex.porthal.com.br alex@porthal.com.

Consumindo um Web Service através de uma Aplicação Comercial em Android. Alex Malmann Becker www.alex.porthal.com.br alex@porthal.com. Consumindo um Web Service através de uma Aplicação Comercial em Android Alex Malmann Becker www.alex.porthal.com.br alex@porthal.com.br 08/2014 Agenda Introdução Conceitos Web Service Por que utilizar

Leia mais

Service Oriented Architecture SOA

Service Oriented Architecture SOA Service Oriented Architecture SOA Arquitetura orientada aos serviços Definição: Arquitetura de sistemas distribuídos em que a funcionalidade é disponibilizada sob a forma de serviços (bem definidos e independentes)

Leia mais

Integração de sistemas utilizando Web Services do tipo REST

Integração de sistemas utilizando Web Services do tipo REST Integração de sistemas utilizando Web Services do tipo REST Jhonatan Wilson Aparecido Garbo, Jaime Willian Dias Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil jhowgarbo@gmail.com jaime@unipar.br

Leia mais

REST. Caio Nakashima caio.nakashima@mds.gov.br caionakashima@gmail.com

REST. Caio Nakashima caio.nakashima@mds.gov.br caionakashima@gmail.com REST Caio Nakashima caio.nakashima@mds.gov.br caionakashima@gmail.com 1 RESTful REpresentation State Transfer Estilo de arquitetura de software para sistemas distribuídos Termo proposto por Roy Fielding

Leia mais

UFG - Instituto de Informática

UFG - Instituto de Informática UFG - Instituto de Informática Especialização em Desenvolvimento de Aplicações Web com Interfaces Ricas EJB 3.0 Prof.: Fabrízzio A A M N Soares professor.fabrizzio@gmail.com Aula 13 Web Services Web Services

Leia mais

PROGRAMAÇÃO SERVIDOR WEBSERVICES EM SISTEMAS WEB. Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1

PROGRAMAÇÃO SERVIDOR WEBSERVICES EM SISTEMAS WEB. Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1 PROGRAMAÇÃO SERVIDOR EM SISTEMAS WEB WEBSERVICES Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1 Objetivos Compreender o que é um WebService e sua utilidade Compreender a lógica de funcionamento de um WebService Capacitar

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Basedos na Web Capítulo 12 Agenda Arquitetura Processos Comunicação Nomeação Sincronização Consistência e Replicação Introdução

Leia mais

Kassius Vargas Prestes

Kassius Vargas Prestes Kassius Vargas Prestes Agenda 1. Introdução Web Services 2. XML, SOAP 3. Apache Tomcat 4. Axis 5. Instalação Tomcat e Axis 6. Criação de um Web Service 7. Criação de um cliente Baixar http://www.inf.ufrgs.br/~kvprestes/webservices/

Leia mais

Arquiteturas SOA, WOA, e REST

Arquiteturas SOA, WOA, e REST Arquiteturas SOA, WOA, e REST Aplicação de Software Social Fred Figueiredo Luiz Borges Pedro Pires Arquiteturas SOA, WOA e REST Desenvolvimento de aplicações orientadas ao fornecimento de serviços que

Leia mais

UNIVERSIDADE. Sistemas Distribuídos

UNIVERSIDADE. Sistemas Distribuídos UNIVERSIDADE Sistemas Distribuídos Ciência da Computação Prof. Jesus José de Oliveira Neto Web Services Web Services Existem diferentes tipos de comunicação em um sistema distribuído: Sockets Invocação

Leia mais

Serviços Web: Arquitetura

Serviços Web: Arquitetura Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão Objetivos Nesta aula

Leia mais

2 Conceitos relativos a Web services e sua composição

2 Conceitos relativos a Web services e sua composição 15 2 Conceitos relativos a Web services e sua composição A necessidade de flexibilidade na arquitetura das aplicações levou ao modelo orientado a objetos, onde os processos de negócios podem ser representados

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO Prof. Adriano Avelar Site: www.adrianoavelar.com Email: eam.avelar@gmail.com Mecanismos de Comunicação Protocolos de Aplicação Mecanismos de comunicação

Leia mais

3 Serviços na Web (Web services)

3 Serviços na Web (Web services) 3 Serviços na Web (Web services) 3.1. Visão Geral Com base na definição do Word Wide Web Consortium (W3C), web services são aplicações autocontidas, que possuem interface baseadas em XML e que descrevem

Leia mais

COMPARANDO APLICAÇÃO WEB SERVICE REST E SOAP

COMPARANDO APLICAÇÃO WEB SERVICE REST E SOAP COMPARANDO APLICAÇÃO WEB SERVICE REST E SOAP Cleber de F. Ferreira¹, Roberto Dias Mota¹. ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil cleberferreirasi@hotmail.com, motaroberto@hotmail.com Resumo.

Leia mais

Serviços Web: Introdução

Serviços Web: Introdução Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão Objetivos Nesta aula

Leia mais

Sistemas Distribuídos na Web. Pedro Ferreira DI - FCUL

Sistemas Distribuídos na Web. Pedro Ferreira DI - FCUL Sistemas Distribuídos na Web Pedro Ferreira DI - FCUL Arquitetura da Web Criada por Tim Berners-Lee no CERN de Geneva Propósito: partilha de documentos Desde 1994 mantida pelo World Wide Web Consortium

Leia mais

SOA Introdução. SOA Visão Departamental das Organizações

SOA Introdução. SOA Visão Departamental das Organizações 1 Introdução A Organização é a forma pela qual nós coordenamos nossos recursos de todos os tipos para realizar o trabalho que nos propusemos a fazer. A estrutura de nossas organizações manteve-se basicamente

Leia mais

Introdução a Web Services

Introdução a Web Services Introdução a Web Services Mário Meireles Teixeira DEINF/UFMA O que é um Web Service? Web Service / Serviço Web É uma aplicação, identificada por um URI, cujas interfaces podem ser definidas, descritas

Leia mais

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Aula 2 Computação em Nuvem Desafios e Oportunidades A Computação em Nuvem

Leia mais

Programação para a Internet. Prof. M.Sc. Sílvio Bacalá Jr sbacala@gmail.com www.facom.ufu.br/~bacala

Programação para a Internet. Prof. M.Sc. Sílvio Bacalá Jr sbacala@gmail.com www.facom.ufu.br/~bacala Programação para a Internet Prof. M.Sc. Sílvio Bacalá Jr sbacala@gmail.com www.facom.ufu.br/~bacala A plataforma WEB Baseada em HTTP (RFC 2068) Protocolo simples de transferência de arquivos Sem estado

Leia mais

Web services WS-* versus Web Services REST

Web services WS-* versus Web Services REST Web services WS-* versus Web Services REST Tharcis Dal Moro, Carina Friedrich Dorneles, Marcelo Trindade Rebonatto Instituto de Ciências Exatas e Geociências Universidade de Passo Fundo (UPF) Passo Fundo

Leia mais

Service Oriented Architecture (SOA)

Service Oriented Architecture (SOA) São Paulo, 2011 Universidade Paulista (UNIP) Service Oriented Architecture (SOA) Prof. MSc. Vladimir Camelo vladimir.professor@gmail.com 04/09/11 vladimir.professor@gmail.com 1 04/09/11 vladimir.professor@gmail.com

Leia mais

Service Oriented Architecture SOA

Service Oriented Architecture SOA Service Oriented Architecture SOA Arquitetura orientada aos serviços Definição: Arquitetura de sistemas distribuídos em que a funcionalidade é disponibilizada sob a forma de serviços (bem definidos e independentes)

Leia mais

Wireshark. Captura de Protocolos da camada de aplicação. Maicon de Vargas Pereira

Wireshark. Captura de Protocolos da camada de aplicação. Maicon de Vargas Pereira Wireshark Captura de Protocolos da camada de aplicação Maicon de Vargas Pereira Camada de Aplicação Introdução HTTP (Hypertext Transfer Protocol) 2 Introdução Camada de Aplicação Suporta os protocolos

Leia mais

CONSTRUÇÃO DE APLICAÇÕES DISTRIBUÍDAS UTILIZANDO SERVIÇOS WEB

CONSTRUÇÃO DE APLICAÇÕES DISTRIBUÍDAS UTILIZANDO SERVIÇOS WEB CONSTRUÇÃO DE APLICAÇÕES DISTRIBUÍDAS UTILIZANDO SERVIÇOS WEB Deusa Cesconeti e Jean Eduardo Glazar Departamento de Ciência da Computação Faculdade de Aracruz UNIARACRUZ {dcescone, jean}@fsjb.edu.br RESUMO

Leia mais

Web-Services com JAX-WS. Capítulo. Introdução aos Web-Services via JAX-WS. - Um breve histórico sobre Web-Services. - SOAP x REST. Provendo um Serviço

Web-Services com JAX-WS. Capítulo. Introdução aos Web-Services via JAX-WS. - Um breve histórico sobre Web-Services. - SOAP x REST. Provendo um Serviço A1Provendo e Consumindo Web-Services com JAX-WS Capítulo 22 Introdução aos Web-Services via JAX-WS - Um breve histórico sobre Web-Services Os Web-Services são uma tecnologia popular para apoiar iniciativas

Leia mais

Universidade Federal de Juiz de Fora Ciência da Computação Sistemas Distribuídos Professor Ciro Barbosa

Universidade Federal de Juiz de Fora Ciência da Computação Sistemas Distribuídos Professor Ciro Barbosa Universidade Federal de Juiz de Fora Ciência da Computação Sistemas Distribuídos Professor Ciro Barbosa Web Service Plínio Antunes Garcia Sam Ould Mohamed el Hacen Sumário Introdução conceitual O Web Service

Leia mais

Projecto Integrador. Introdução ao REST. Material de suporte às aulas de Proj. Integrador (Nuno Preguiça) Copyright DI FCT/ UNL / 1

Projecto Integrador. Introdução ao REST. Material de suporte às aulas de Proj. Integrador (Nuno Preguiça) Copyright DI FCT/ UNL / 1 Projecto Integrador Introdução ao REST Material de suporte às aulas de Proj. Integrador (Nuno Preguiça) Copyright DI FCT/ UNL / 1 Notas Imagens do livro: G. Alonso et. Al. Web Services: Concepts, Architectures

Leia mais

Web services. Um web service é qualquer software que está disponível através da Internet através de uma interface XML.

Web services. Um web service é qualquer software que está disponível através da Internet através de uma interface XML. Web services Um web service é qualquer software que está disponível através da Internet através de uma interface XML. XML é utilizado para codificar toda a comunicação de/para um web service. Web services

Leia mais

Web Services. (Introdução)

Web Services. (Introdução) Web Services (Introdução) Agenda Introdução SOA (Service Oriented Architecture) Web Services Arquitetura XML SOAP WSDL UDDI Conclusão Introdução Comunicação distribuída Estratégias que permitem a comunicação

Leia mais

Revista Intellectus Ano VIII Nº. 19

Revista Intellectus Ano VIII Nº. 19 PROPOSTA DE UM CONJUNTO DE BOAS PRÁTICAS PARA A UTILIZAÇÃO E CONSTRUÇÃO DE SERVIÇOS WEB BASEADOS EM REST Proposal for a set of good practice for the use and construction of Web service Rest based ANDRADE,

Leia mais

Criando e consumindo Web service REST com PHP e JSON. Palestrante: Weiberlan Garcia

Criando e consumindo Web service REST com PHP e JSON. Palestrante: Weiberlan Garcia Criando e consumindo Web service REST com PHP e JSON Palestrante: Weiberlan Garcia Weiberlan Garcia Consultor de Software Livre, trabalha na empresa Ambiente Livre Tecnologia. Desempenha funções de análise,

Leia mais

Trabalho de Sistemas Distribuídos

Trabalho de Sistemas Distribuídos Cássio de Olivera Ferraz Trabalho de Sistemas Distribuídos Petrópolis 2015, v-1.0 Cássio de Olivera Ferraz Trabalho de Sistemas Distribuídos Trabalho sobre sistemas distribuídos e suas tecnologias. Universidade

Leia mais

WOW Mobile Rui Miguel Miranda Ramos

WOW Mobile Rui Miguel Miranda Ramos WOW Mobile Rui Miguel Miranda Ramos Programa 1. Plataforma WOW 2. WOW Mobile 3. API do WOW 4. Clientes 5. Conclusões Plataforma WOW Plataforma WOW Issue tracking system Motor de workflow flexível Plataforma

Leia mais

www.f2b.com.br 18/04/2006 Micropagamento F2b Web Services Web rev 00

www.f2b.com.br 18/04/2006 Micropagamento F2b Web Services Web rev 00 www.f2b.com.br 18/04/2006 Micropagamento F2b Web Services Web rev 00 Controle de Revisões Micropagamento F2b Web Services/Web 18/04/2006 Revisão Data Descrição 00 17/04/2006 Emissão inicial. www.f2b.com.br

Leia mais

Web Services. Integração de aplicações na Web. Sistemas Distribuídos

Web Services. Integração de aplicações na Web. Sistemas Distribuídos Web Services Integração de aplicações na Web Integração de Aplicações na Web Interoperação entre ambientes heterogêneos desafios diversidade de componentes: EJB, CORBA, DCOM... diversidade de linguagens:

Leia mais

PAULO HENRIQUE CARDOSO DE OLIVEIRA DESENVOLVIMENTO DE UM GERADOR DE API REST SEGUINDO OS PRINCIPAIS PADRÕES DA ARQUITETURA

PAULO HENRIQUE CARDOSO DE OLIVEIRA DESENVOLVIMENTO DE UM GERADOR DE API REST SEGUINDO OS PRINCIPAIS PADRÕES DA ARQUITETURA FUNDAÇÃO DE ENSINO EURÍPIDES SOARES DA ROCHA CENTRO UNIVERSITÁRIO EURÍPIDES DE MARÍLIA UNIVEM CURSO DE DE BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PAULO HENRIQUE CARDOSO DE OLIVEIRA DESENVOLVIMENTO DE UM

Leia mais

Web Services. Autor: Rômulo Rosa Furtado

Web Services. Autor: Rômulo Rosa Furtado Web Services Autor: Rômulo Rosa Furtado Sumário O que é um Web Service. Qual a finalidade de um Web Service. Como funciona o serviço. Motivação para o uso. Como construir um. Referências. Seção: O que

Leia mais

Conceitos de Ajax Exemplos de uso do Ajax no braço, muitos exemplos, muito código (HTML, CSS, JavaScript, PHP, XML, JSON)

Conceitos de Ajax Exemplos de uso do Ajax no braço, muitos exemplos, muito código (HTML, CSS, JavaScript, PHP, XML, JSON) Márcio Koch 1 Currículo Formado na FURB em Ciência da Computação Pós graduado em Tecnologias para o desenvolvimento de aplicações web Mestrando em Computação Gráfica na UDESC Arquiteto de software na Senior

Leia mais

Programação Cliente em Sistemas Web

Programação Cliente em Sistemas Web Programação Cliente em Sistemas Web WEBSERVICES Cap 18. - Sistemas distribuídos e serviços web em Deitel, H.M, Sistemas Operacionais, 3 ª edição, Pearson Prentice Hall, 2005 Fonte: Rodrigo Rebouças de

Leia mais

Microsoft.NET. Desenvolvimento Baseado em Componentes

Microsoft.NET. Desenvolvimento Baseado em Componentes Microsoft.NET Lirisnei Gomes de Sousa lirisnei@hotmail.com Jair C Leite jair@dimap.ufrn.br Desenvolvimento Baseado em Componentes Resolução de problemas específicos, mas que podem ser re-utilizados em

Leia mais

Projecto Integrador. Introdução ao REST. Material de suporte às aulas de Proj. Integrador (Nuno Preguiça) Copyright DI FCT/ UNL / 1

Projecto Integrador. Introdução ao REST. Material de suporte às aulas de Proj. Integrador (Nuno Preguiça) Copyright DI FCT/ UNL / 1 Projecto Integrador Introdução ao REST Material de suporte às aulas de Proj. Integrador (Nuno Preguiça) Copyright DI FCT/ UNL / 1 Notas Imagens do livro: G. Alonso et. Al. Web Services: Concepts, Architectures

Leia mais

MADALENA PEREIRA DA SILVA SLA Sociedade Lageana de Educação DCET Departamento de Ciências Exatas e Tecnológica

MADALENA PEREIRA DA SILVA SLA Sociedade Lageana de Educação DCET Departamento de Ciências Exatas e Tecnológica MADALENA PEREIRA DA SILVA SLA Sociedade Lageana de Educação DCET Departamento de Ciências Exatas e Tecnológica Desenvolvimento de Web Services com SOAP. 1. Introdução. Com a tecnologia de desenvolvimento

Leia mais

Modelagem de Sistemas Web. Ferramentas e metodologias para projeto de sistemas web

Modelagem de Sistemas Web. Ferramentas e metodologias para projeto de sistemas web Modelagem de Sistemas Web Aula 4 Ferramentas e metodologias para projeto de sistemas web Ferramentas e metodologias para projeto de sistemas web Ferramentas CASE Fontes: Sarajane e Marques Peres Introdução

Leia mais

Web Services Uma Análise Comparativa

Web Services Uma Análise Comparativa Revista das Faculdades Integradas Claretianas N. 5 janeiro/dezembro de 2012 Web Services Uma Análise Comparativa Ricardo Frenedoso Da Silva ricardosilva.hrc@gmail.com Faculdades Integradas Claretianas

Leia mais

DISTRIBUTED SYSTEMS ARCHITECTURES. Ian Sommerville, 8º edição Capítulo 12 Aula de Luiz Eduardo Guarino de Vasconcelos

DISTRIBUTED SYSTEMS ARCHITECTURES. Ian Sommerville, 8º edição Capítulo 12 Aula de Luiz Eduardo Guarino de Vasconcelos DISTRIBUTED SYSTEMS ARCHITECTURES Ian Sommerville, 8º edição Capítulo 12 Aula de Luiz Eduardo Guarino de Vasconcelos Objetivos Explicar as vantagens e desvantagens das arquiteturas de sistemas distribuídos

Leia mais

Desenvolvendo para WEB

Desenvolvendo para WEB Nível - Básico Desenvolvendo para WEB Por: Evandro Silva Neste nosso primeiro artigo vamos revisar alguns conceitos que envolvem a programação de aplicativos WEB. A ideia aqui é explicarmos a arquitetura

Leia mais

Universidade Federal de Mato Grosso

Universidade Federal de Mato Grosso Universidade Federal de Mato Grosso Programação III Curso de Ciência da Computação Prof. Thiago P. da Silva thiagosilva@ufmt.br Material basedado em [Kurose&Ross 2009] e [Gonçalves, 2007] Agenda Internet

Leia mais

Programando em PHP. Conceitos Básicos

Programando em PHP. Conceitos Básicos Programando em PHP www.guilhermepontes.eti.br lgapontes@gmail.com Conceitos Básicos Todo o escopo deste estudo estará voltado para a criação de sites com o uso dos diversos recursos de programação web

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Modelo Cliente-Servidor: Introdução aos tipos de servidores e clientes Prof. MSc. Hugo Souza Iniciando o módulo 03 da primeira unidade, iremos abordar sobre o Modelo Cliente-Servidor

Leia mais

Prática da Disciplina de Sistemas Distribuídos Serviços Web IFMA DAI Professor Mauro Lopes C. Silva

Prática da Disciplina de Sistemas Distribuídos Serviços Web IFMA DAI Professor Mauro Lopes C. Silva 1. O que são Serviços Web (Web Services)? Prática da Disciplina de Sistemas Distribuídos Serviços Web IFMA DAI Professor Mauro Lopes C. Silva A ideia central dos Web Services parte da antiga necessidade

Leia mais

BEM-VINDOS AO CURSO DE ORIENTADO A OBJETOS

BEM-VINDOS AO CURSO DE ORIENTADO A OBJETOS 21/11/2013 PET Sistemas de Informação Faculdade de Computação Universidade Federal de Uberlândia 1 BEM-VINDOS AO CURSO DE ORIENTADO A OBJETOS Leonardo Pimentel Ferreira Higor Ernandes Ramos Silva 21/11/2013

Leia mais

Infra estrutura da Tecnologia da Informação

Infra estrutura da Tecnologia da Informação Infra estrutura da Tecnologia da Informação Capítulo 3 Adaptado do material de apoio ao Livro Sistemas de Informação Gerenciais, 7ª ed., de K. Laudon e J. Laudon, Prentice Hall, 2005 CEA460 Gestão da Informação

Leia mais

O protocolo HTTP. O que é o protocolo HTTP?

O protocolo HTTP. O que é o protocolo HTTP? O protocolo HTTP Você aprenderá: O que é e como funciona o protocolo HTTP. Quais são as partes de um pedido HTTP. Quais são as partes de um a resposta HTTP. IIS - HTTP 1 O que é o protocolo HTTP? Hyper

Leia mais

INTEGRAÇÃO DE APLICAÇÕES UTILIZANDO WEB SERVICE 1. Kellen Kristine Perazzoli 2 ; Manassés Ribeiro 3

INTEGRAÇÃO DE APLICAÇÕES UTILIZANDO WEB SERVICE 1. Kellen Kristine Perazzoli 2 ; Manassés Ribeiro 3 INTEGRAÇÃO DE APLICAÇÕES UTILIZANDO WEB SERVICE 1 Kellen Kristine Perazzoli 2 ; Manassés Ribeiro 3 INTRODUÇÃO Atualmente empresas de diversos portes estão encontrando nos web services soluções para seus

Leia mais

Associação Carioca de Ensino Superior Centro Universitário Carioca

Associação Carioca de Ensino Superior Centro Universitário Carioca Desenvolvimento de Aplicações Web Lista de Exercícios Métodos HTTP 1. No tocante ao protocolo de transferência de hipertexto (HTTP), esse protocolo da categoria "solicitação e resposta" possui três métodos

Leia mais

Aplicando Web Services REST com a API JAX-RS

Aplicando Web Services REST com a API JAX-RS Aplicando Web Services REST com a API JAX-RS Rodrigo Araújo dos Santos Edigar A. Diniz Júnior Resumo Este artigo visa apresentar a tecnologia REST que representa uma alternativa ao desenvolvimento de Web

Leia mais

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web;

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; CONCEITOS INICIAIS Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; O que é necessário para se criar páginas para a Web; Navegadores; O que é site, Host, Provedor e Servidor Web; Protocolos.

Leia mais

Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB

Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB Disciplina: Programação Orientada a Objetos II Professor: Cheli dos S. Mendes da Costa Modelo Cliente- Servidor Modelo de Aplicação Cliente-servidor Os

Leia mais

PROGRAMA DE MBA em Gestão e Engenharia do Produto. O Produto Internet e suas Aplicações

PROGRAMA DE MBA em Gestão e Engenharia do Produto. O Produto Internet e suas Aplicações Universidade de São Paulo Escola Politécnica Programa de Educação Continuada em Engenharia PROGRAMA DE MBA em Gestão e Engenharia do Produto O Produto Internet e suas Aplicações Tecnologias de Informação

Leia mais

Um Processo para Desenvolvimento de Aplicações Web Baseado em Serviços. Autores: Fábio Zaupa, Itana Gimenes, Don Cowan, Paulo Alencar e Carlos Lucena

Um Processo para Desenvolvimento de Aplicações Web Baseado em Serviços. Autores: Fábio Zaupa, Itana Gimenes, Don Cowan, Paulo Alencar e Carlos Lucena Um Processo para Desenvolvimento de Aplicações Web Baseado em Serviços Autores: Fábio Zaupa, Itana Gimenes, Don Cowan, Paulo Alencar e Carlos Lucena Tópicos Motivação e Objetivos LP e SOA Processo ADESE

Leia mais

O protocolo HTTP. Você aprenderá: O que é e como funciona o protocolo HTTP. Quais são as partes de um pedido HTTP.

O protocolo HTTP. Você aprenderá: O que é e como funciona o protocolo HTTP. Quais são as partes de um pedido HTTP. HTTP O protocolo HTTP Você aprenderá: O que é e como funciona o protocolo HTTP. Quais são as partes de um pedido HTTP. Quais são as partes de um a resposta HTTP. O que é o protocolo HTTP? Hyper Text Transfer

Leia mais

RestFull WebServices. Rafael Nunes Arquiteto de Software / Instrutor Globalcode. Globalcode Open4Education

RestFull WebServices. Rafael Nunes Arquiteto de Software / Instrutor Globalcode. Globalcode Open4Education RestFull WebServices Rafael Nunes Arquiteto de Software / Instrutor Globalcode 1 REST Integrando aplicações e disponibilizando serviços sem complicar a vida de ninguém. 2 Agenda > Integrando Aplicações

Leia mais

Java II. Sérgio Luiz Ruivace Cerqueira sergioruivace@gmail.com

Java II. Sérgio Luiz Ruivace Cerqueira sergioruivace@gmail.com Java II Sérgio Luiz Ruivace Cerqueira sergioruivace@gmail.com Servlets Servlet Aplicação Java que é executada no servidor que estende a capacidade do servidor Web Alternativa Java para os scripts CGI Gerenciado

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SÃO PAULO WEB SERVICES (SOAP X REST)

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SÃO PAULO WEB SERVICES (SOAP X REST) FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SÃO PAULO WEB SERVICES (SOAP X REST) SÃO PAULO 2012 FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SÃO PAULO WEB SERVICES (SOAP X REST) Jean Carlos Rosário Lima Monografia apresentada à Faculdade

Leia mais

Sistemas Distribuídos Arquiteturas Middlewares

Sistemas Distribuídos Arquiteturas Middlewares Sistemas Distribuídos Arquiteturas s Arquitetura Arquitetura de um sistema é sua estrutura em termos dos componentes e seus relacionamentos Objetivo: garantir que a estrutura satisfará as demandas presentes

Leia mais

Introdução ao Modelos de Duas Camadas Cliente Servidor

Introdução ao Modelos de Duas Camadas Cliente Servidor Introdução ao Modelos de Duas Camadas Cliente Servidor Desenvolvimento de Sistemas Cliente Servidor Prof. Esp. MBA Heuber G. F. Lima Aula 1 Ciclo de Vida Clássico Aonde estamos? Page 2 Análise O que fizemos

Leia mais

A utilização do JSWDP para construção de Web Services

A utilização do JSWDP para construção de Web Services A utilização do JSWDP para construção de Web Services Fabiana Ferreira Cardoso 1, Francisco A. S. Júnior 1, Madianita Bogo 1 1 Centro de Tecnologia da Informação Centro Universitário Luterano de Palmas

Leia mais

Departamento de Informática

Departamento de Informática Departamento de Informática Licenciatura em Engenharia Informática Sistemas Distribuídos exame de recurso, 9 de Fevereiro de 2012 1º Semestre, 2011/2012 NOTAS: Leia com atenção cada questão antes de responder.

Leia mais

RESTMB: API RESTful para Android

RESTMB: API RESTful para Android CENTRO UNIVERSITÁRIO EURÍPIDES DE MARÍLIA FUNDAÇÃO DE ENSINO EURÍPIDES SOARES DA ROCHA BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO RESTMB: API RESTful para Android JONATHAN CAMPOS Marília, 2013 CENTRO UNIVERSITÁRIO

Leia mais

Ricardo R. Lecheta. Novatec

Ricardo R. Lecheta. Novatec Ricardo R. Lecheta Novatec Copyright 2015 da Novatec Editora Ltda. Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 9.610 de 19/02/1998. É proibida a reprodução desta obra, mesmo parcial, por qualquer

Leia mais

API de Cotações Bolsa Financeira

API de Cotações Bolsa Financeira API de Cotações Bolsa Financeira API de Cotações Bolsa Financeira Página 1 de 7 Sumário API & Documentação... 3 Como Funciona?... 3 Formato de Requisição... 3 Visão Geral... 3 Exemplo de Requisição utilizando

Leia mais

Vamos iniciar a nossa exploração do HTTP baixando um arquivo em HTML simples - bastante pequeno, que não contém objetos incluídos.

Vamos iniciar a nossa exploração do HTTP baixando um arquivo em HTML simples - bastante pequeno, que não contém objetos incluídos. Wireshark Lab: HTTP Versão 1.1 2005 KUROSE, J.F & ROSS, K. W. Todos os direitos reservados 2008 BATISTA, O. M. N. Tradução e adaptação para Wireshark. Tendo molhado os nossos pés com o Wireshark no laboratório

Leia mais

Universidade da Beira Interior

Universidade da Beira Interior Universidade da Beira Interior Relatório Apresentação Java Server Pages Adolfo Peixinho nº4067 Nuno Reis nº 3955 Índice O que é uma aplicação Web?... 3 Tecnologia Java EE... 4 Ciclo de Vida de uma Aplicação

Leia mais

Web das Coisas WoT. Software: APIs para IoT. Prof. João Bosco Teixeira Junior

Web das Coisas WoT. Software: APIs para IoT. Prof. João Bosco Teixeira Junior Web das Coisas WoT Software: APIs para IoT Prof. João Bosco Teixeira Junior WoT Um novo paradigma para desenvolvimento de aplicações inspirado na ideia do IOT; Utiliza protocolos e padrões amplamente aceitos

Leia mais

Desenvolvendo uma Arquitetura de Componentes Orientada a Serviço SCA

Desenvolvendo uma Arquitetura de Componentes Orientada a Serviço SCA Desenvolvendo uma Arquitetura de Componentes Orientada a Serviço SCA RESUMO Ricardo Della Libera Marzochi A introdução ao Service Component Architecture (SCA) diz respeito ao estudo dos principais fundamentos

Leia mais

Arquitetura Orientada a Serviço

Arquitetura Orientada a Serviço Arquitetura Orientada a Fabio Perez Marzullo IEEE Body of Knowledge on Services Computing Sponsored by Technical Committee on Services Computing, IEEE Computer Society 1 SOA e Web Services SOA é um modelo

Leia mais

Comunicado Técnico 11

Comunicado Técnico 11 Comunicado Técnico 11 ISSN 2177-854X Maio. 2011 Uberaba - MG Web Services e XML Comunicação Inteligente entre Sistemas Responsáveis: Daniela Justiniano de Sousa E-mail: dsol_dani21@hotmail.com Graduada

Leia mais

INFRAESTRUTURA DE TI E TECNOLOGIAS EMERGENTES

INFRAESTRUTURA DE TI E TECNOLOGIAS EMERGENTES Sistema de Informação e Tecnologia FEQ 0411 Prof Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br Capítulo 5 INFRAESTRUTURA DE TI E TECNOLOGIAS EMERGENTES PRADO, Edmir P.V.; SOUZA, Cesar A. de. (org). Fundamentos

Leia mais

Resumo: Perguntas a fazer ao elaborar um projeto arquitetural

Resumo: Perguntas a fazer ao elaborar um projeto arquitetural Resumo: Perguntas a fazer ao elaborar um projeto arquitetural Sobre entidades externas ao sistema Quais sistemas externos devem ser acessados? Como serão acessados? Há integração com o legado a ser feita?

Leia mais

A Camada de Aplicação

A Camada de Aplicação A Camada de Aplicação Romildo Martins Bezerra CEFET/BA Redes de Computadores II Afinal, o que faz a camada de aplicação?... 2 Paradigma Cliente/Servidor [4]... 2 Endereçamento... 2 Tipo de Serviço... 2

Leia mais

SMTP, POP, IMAP, DHCP e SNMP. Professor Leonardo Larback

SMTP, POP, IMAP, DHCP e SNMP. Professor Leonardo Larback SMTP, POP, IMAP, DHCP e SNMP Professor Leonardo Larback Protocolo SMTP O SMTP (Simple Mail Transfer Protocol) é utilizado no sistema de correio eletrônico da Internet. Utiliza o protocolo TCP na camada

Leia mais

SOA - Service Oriented Architecture. Marcelo Canevello Ferreira

SOA - Service Oriented Architecture. Marcelo Canevello Ferreira SOA - Service Oriented Architecture Marcelo Canevello Ferreira Índice Arquitetura baseada em componentes Introdução a SOA Principais conceitos de SOA SOA Framework Abordagem de integração Conclusões Evolução

Leia mais

ALCY JOSÉ VIEIRA NETO ALEXANDRE SOHN CINTIA CAVICHIOLO PROTOCOLO HTTP

ALCY JOSÉ VIEIRA NETO ALEXANDRE SOHN CINTIA CAVICHIOLO PROTOCOLO HTTP ALCY JOSÉ VIEIRA NETO ALEXANDRE SOHN CINTIA CAVICHIOLO PROTOCOLO HTTP CURITIBA 2006 ALCY JOSÉ VIEIRA NETO ALEXANDRE SOHN CINTIA CAVICHIOLO PROTOCOLO HTTP Trabalho apresentado para a disciplina de REDES,

Leia mais

Desenvolvimento Web TCC-00.226 Turma A-1

Desenvolvimento Web TCC-00.226 Turma A-1 Desenvolvimento Web TCC-00.226 Turma A-1 Conteúdo Arquitetura de Aplicações Distribuídas na Web Professor Leandro Augusto Frata Fernandes laffernandes@ic.uff.br Material disponível em http://www.ic.uff.br/~laffernandes/teaching/2013.2/tcc-00.226

Leia mais

XML e Banco de Dados. Prof. Daniela Barreiro Claro DCC/IM/UFBA

XML e Banco de Dados. Prof. Daniela Barreiro Claro DCC/IM/UFBA XML e Banco de Dados DCC/IM/UFBA Banco de Dados na Web Armazenamento de dados na Web HTML muito utilizada para formatar e estruturar documentos na Web Não é adequada para especificar dados estruturados

Leia mais

Conceitos Básicos sobre Sistemas Web: Arquitetura e Serviços. Aécio Costa

Conceitos Básicos sobre Sistemas Web: Arquitetura e Serviços. Aécio Costa Aécio Costa O que é Arquitetura? Arquitetura é antes de mais nada construção, mas, construção concebida com o propósito primordial de ordenar e organizar o espa ç o para determinada finalidade e visando

Leia mais

Web Services e SOAP. Alexandre Zua CaldeiraTecnologias de Middleware 2006/2007 20.10.2006. Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa

Web Services e SOAP. Alexandre Zua CaldeiraTecnologias de Middleware 2006/2007 20.10.2006. Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa Alexandre Zua Caldeira Tecnologias de Middleware 2006/2007 Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa 20.10.2006 1 Introdução Definições Limitações do Middleware Estudado Integração com Web Services

Leia mais

NEVA: Programa para aumento de performance de sites web usando o algoritmo de esteganografia

NEVA: Programa para aumento de performance de sites web usando o algoritmo de esteganografia NEVA: Programa para aumento de performance de sites web usando o algoritmo de esteganografia MÁRCIO PANTOJA LOBATO 1, PEDRO VICTOR PONTES PINHEIRO 1, ROBERTO YURI DA SILVA FRANCO 1, ALESSANDRA NATASHA

Leia mais

Ambientes Visuais. Ambientes Visuais

Ambientes Visuais. Ambientes Visuais Ambientes Visuais Inicialmente, apenas especialistas utilizavam os computadores, sendo que os primeiros desenvolvidos ocupavam grandes áreas e tinham um poder de processamento reduzido. Porém, a contínua

Leia mais

Infra-estrutura de Serviços na Biblioteca de Componentes Brechó

Infra-estrutura de Serviços na Biblioteca de Componentes Brechó Infra-estrutura de Serviços na Biblioteca de Componentes Brechó Anderson Marinho¹, Cláudia Werner¹, Leonardo Murta² ¹ PESC/COPPE Universidade Federal do Rio de Janeiro Rio de Janeiro RJ Brazil ² Instituto

Leia mais

Arquitetura da Aplicação Web (Comunicação Cliente/Servidor)

Arquitetura da Aplicação Web (Comunicação Cliente/Servidor) Desenvolvimento de Sistemas Web Arquitetura da Aplicação Web (Comunicação Cliente/Servidor) Prof. Mauro Lopes 1-31 25 Objetivos Iniciaremos aqui o estudo sobre o desenvolvimento de sistemas web usando

Leia mais

Centro Universitário Metodista Benne1 Rio de Janeiro, Dezembro de 2009. Rafael Polo e Sabrina Arêas

Centro Universitário Metodista Benne1 Rio de Janeiro, Dezembro de 2009. Rafael Polo e Sabrina Arêas Centro Universitário Metodista Benne1 Rio de Janeiro, Dezembro de 2009 Rafael Polo e Sabrina Arêas Contexto 60 s - Primeiros sistemas de informação corporativos. 70 s Desenvolvimento e comercialização

Leia mais

Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa

Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa Agenda Introdução Aplicações interativas de TV Digital Desafios de layout e usabilidade Laboratório de usabilidade Desafios

Leia mais

Aula 2: RIA - Aplicações Ricas para Internet Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina

Aula 2: RIA - Aplicações Ricas para Internet Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina Programação para Internet Rica 1 Aula 2: RIA - Aplicações Ricas para Internet Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina Objetivo: Identificar as principais características de uma Aplicação Internet Rica.

Leia mais

11/20/10. Resoluções: Teste de Áudio. Não suporto esses malucos de TI. Só inventam despesas. Não acredito que teremos que pagar por mais softwares.

11/20/10. Resoluções: Teste de Áudio. Não suporto esses malucos de TI. Só inventam despesas. Não acredito que teremos que pagar por mais softwares. Não suporto esses malucos de TI. Só inventam despesas. Não acredito que teremos que pagar por mais softwares. Teste de Áudio Quero adaptar os softs que já temos e você não sabe como faz e diz que não é

Leia mais

SOA. Service Oriented Architecture. Maxmiliano Franco Braga

SOA. Service Oriented Architecture. Maxmiliano Franco Braga SOA Service Oriented Architecture Maxmiliano Franco Braga Agenda O que é? SOA Glossário de SOA Vantagens e Cuidados Exemplos Viagem Restaurante Processos do MP O que é SOA? [1] Service Oriented Architecture

Leia mais