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1 Nº33 Jul-Set 2014 Pág Ana Pimenta-Martins 1-2 Mariana Barbosa 2 1 nutricionista, cbqf centro de Biotecnologia e Química Fina, escola Superior de Biotecnologia, centro Regional do Porto da Universidade católica Portuguesa, Porto, Portugal 2 nutricionista, Associação Portuguesa dos nutricionistas, Porto, Portugal Cereais integrais: o que são? Os cereais podem ser definidos como as sementes ou grãos das plantas herbáceas pertencentes à família Gramineae (Quadro 1). Os mais frequentemente consumidos são o trigo, o arroz e o milho 27. contudo, a cevada, a aveia, o centeio, o sorgo e o millet são mais comuns nuns países do que em outros, dependendo do clima e das diferenças culturais 27. O amaranto, a quinoa e o trigo-sarraceno são consumidos e utilizados da mesma forma do que os cereais, porém, não pertencem à família das gramíneas, sendo chamados de pseudocereais 28. O grão de cereal é composto por três partes principais farelo, gérmen ou embrião e endosperma, sendo que a proporção de cada um destes constituintes varia de uma espécie para outra (Figura 1). Por exemplo, o arroz integral apresenta um baixo teor em farelo (30 mg/g) comparativamente ao milho (aproximadamente 60 mg/g) ou ao trigo (igual ou superior a 160 mg/g) 29. O endosperma corresponde à porção central do grão e contém a maioria do amido e da fracção proteica do grão, sendo geralmente pobre em gordura e micronutrientes. As camadas externas do grão têm a designação de farelo, que protege o gérmen e o endoscereais integrais: caracterização nutricional Palavras-chave: Cereais integrais; Fibra; Caracterização nutricional; Fitoquímicos Resumo Os cereais são alimentos essenciais, proporcionando uma importante fonte de nutrientes nos países desenvolvidos e em desenvolvimento. As suas características nutricionais conferem-lhes um papel importante na promoção da saúde, podendo relacionar-se o consumo de cereais integrais com a redução do risco de diversas doenças crónicas. O presente trabalho tem como principal objectivo enumerar as características nutricionais dos cereais integrais que contribuem para os seus benefícios para a saúde. Introdução Os cereais são alimentos essenciais, proporcionando uma importante fonte de micro e macronutrientes nos países desenvolvidos e em desenvolvimento. especificamente, os produtos à base de cereais são uma importante fonte de energia, de hidratos de carbono, proteína e fibra, apresentando ainda uma gama de micronutrientes como a vitamina e, algumas vitaminas do complexo B, magnésio e zinco. As suas características nutricionais conferem-lhes um papel importante na promoção da saúde 1. de facto, a evidência epidemiológica demonstra, de forma consistente, que o consumo de cereais integrais está associado à redução do risco de doenças crónicas como doença cardiovascular 2-12, diabetes 6,13-16, síndrome metabólica 9,17,18 e determinados cancros O consumo de cereais integrais pode igualmente desempenhar um papel positivo na gestão do peso corporal 3, este trabalho tem como principal objetivo enumerar as características nutricionais dos cereais integrais que contribuem para os seus benefícios para a saúde. 10

2 perma de lesões devidas à luz solar, água, pestes e doenças. O farelo contém compostos fenólicos, vitaminas, minerais e fibras. O gérmen é uma estrutura pequena a partir da qual se dá a germinação e o crescimento da nova planta. É constituído por gordura, alguma proteína, vitaminas e minerais 30. Muitos dos nutrientes e de outros compostos orgânicos e inorgânicos presentes no farelo e no gérmen perdem-se durante o processo de refinação, sendo que a extensão da perda vai depender da extensão da extração 31. Segundo a Associação Americana de Química dos cereais (AAcci), os cereais integrais são constituídos pelos grãos intactos, moídos, partidos ou em flocos, cujos principais componentes anatómicos endosperma, gérmen e farelo, estão presentes nas mesmas proporções relativas em que se encontram nos grãos intactos 32. É importante salientar que os alimentos integrais não contêm necessariamente grãos de cereais que não foram processados. O consumidor comum não costuma ingerir os cereais integrais intactos, excepto, talvez, em pequenas quantidades aquando, por exemplo, do consumo de alguns mueslis ou quando adicionados a alguns tipos de pão para conferir textura. Os grãos sofrem alterações maioritariamente durante o processo de moagem, de forma a melhorarem o sabor, cor, palatabilidade, aparência e características de confecção, bem como para darem origem a produtos com tempo de prateleira alargado 27,29. de acordo com o referido, encontram-se no mercado produtos integrais que mantêm a composição original do farelo, gérmen e endosperma ao longo do tempo de vida do produto, desde o campo até ao consumo de Quadro 1 Cereais da família Gramineaea Nome Tribo Género cevada Hordeae Hordeum Aveia Hordeae Aveneae centeio Hordeae Secale Triticale Hordeae Híbrido Triticum X Secale Trigo Hordeae Triticum Arroz Oryzeae Oryza Arroz Selvagem Oryzeae Zizania Millet Chlorodeae Eleusine Millet (tropical) Paniceae Panicum Sorgo Andropogoneae Sorghum Milho Maydeae Zea Adaptado de Seal CJ, Jones AR, Whitney AD. Whole grains uncovered. Nutrition Bulletin 2006, 31(2): Figura 1 Composição d0 grão de cereal Adaptado de Fardet A. New hypotheses for the health-protective mechanisms of wholegrain cereals: what is beyond fibre? Nutrition Research Reviews. 2010; 23: Imagem gentilmente elaborada e cedida por Sara Pinheiro. 11

3 Nº33 Jul-Set 2014 Pág produtos integrais reconstituídos. estes últimos são produtos que apresentam os componentes originais dos cereais completos recombinados na proporção relativa em que ocorrem naturalmente no grão. devido aos avanços ocorridos no processamento alimentar e tecnologias associadas, a grande maioria dos produtos integrais encontrados nas prateleiras do supermercado são produtos integrais reconstituídos 30. Características Nutricionais Os cereais integrais constituem uma fonte abundante de macronutrientes, fibra alimentar, vitaminas, minerais e compostos bioactivos, que contribuem para os efeitos benéficos deste grupo de alimentos na saúde 33. Hidratos de Carbono Os cereais são comummente classificados como alimentos ricos em hidratos de carbono, uma vez que 75% da sua composição corresponde a este macronutriente. O amido é o principal polissacárido de armazenamento dos grãos dos cereais, constituindo uma importante fonte de energia na alimentação humana. no trigo, por exemplo, o amido corresponde a cerca de 80 a 85% do grão 34. A razão amilose amilopectina no interior dos grânulos de amido pode alterar dependendo do cereal e da variedade. Uma pequena quantidade de açúcares livres também está presente, principalmente a sacarose e em menor concentração a frutose e a glicose 35. A fibra alimentar é o nome dado à parte edível das plantas que não é digerida ou absorvida no intestino delgado, chegando ao cólon intacta, onde pode ser total ou parcialmente fermentada pela microflora intestinal, originado ácidos gordos de cadeia curta (acetato, propionato, butirato) e gases. A produção de ácidos gordos de cadeia curta tem vindo a ser associada à diminuição do colesterol plasmático e à diminuição do risco de cancro do cólon 22,36,37. incluem-se no conceito de fibra alimentar os polissacáridos não amiláceos (como celulose, hemicelulose, gomas, pectinas e mucilagens), os oligossacáridos não digeríveis (por exemplo, inulina), a lenhina e outras substâncias associadas 38. dependendo das diferentes definições de fibra alimentar existentes, o amido resistente e os hidratos de carbono sintéticos resistentes à digestão podem igualmente ser incluídos neste grupo 38,39,40. Pelo exposto, depreendese que a fibra alimentar corresponde a um conjunto de substâncias que apresentam Os cereais integrais podem definir-se como as sementes ou grãos das plantas herbáceas da família Gramineae. Os mais frequentemente consumidos são o trigo, o arroz e o milho propriedades quí micas, físicas e funcionais distintas 41. Tradicionalmente, a fibra alimentar tem sido categorizada em fibra solúvel e insolúvel. esta distinção permite, até determinada extensão, perceber as suas propriedades e consequentemente, os seus potenciais efeitos fisiológicos 38. Os componentes da fibra solúvel apresentam grande capacidade de retenção de água, formando soluções viscosas à medida que atravessam o trato gastrointestinal, sofrendo, na maioria dos casos, fermentação completa no intestino. A aveia e a cevada, por exemplo, são fonte de fibra solúvel (b-glucano). Por sua vez, os componentes da fibra insolúvel retêm alguma água na sua matriz estrutural, formando soluções de fraca viscosidade, que aumentam a massa fecal e aceleram o trânsito intestinal, dois parâmetros que provavelmente auxiliam na prevenção de desenvolvimento de cancro cólon-rectal, reduzindo o tempo em contacto das substâncias cancerí- 12

4 genas com as células epiteliais 33. A maioria dos compostos incluídos neste grupo não é totalmente fermentada pela microbiota intestinal 42,43. O trigo, o centeio e os produtos derivados como o pão integral são fontes particularmente ricas em fibra insolúvel 41. A comparação dos teores em fibra alimentar de diferentes grãos de cereais mostra que a aveia, o centeio e a cevada contêm aproximadamente um terço de fibra solúvel, sendo o restante de fibra insolúvel. A fibra solúvel está associada à redução do colesterol e à melhoria da resposta glicémica enquanto a fibra insolúvel se associa à melhoria do esvaziamento intestinal 42. A fibra promove ainda o aumento da saciedade, ajudando no controlo do peso corporal 3,24,25. comparativamente a outros cereais, o trigo é mais pobre em fibra solúvel e o arroz é praticamente desprovido 36. Os cereais integrais constituem então uma Proteína Os cereais contêm cerca de 6-15% de proteína. As principais proteínas de armazenamento no trigo são as gliadinas e as gluteninas enquanto que no arroz são as gluteninas, no centeio as hordeínas e as gluteninas e, na aveia, as albuminas e as globulinas 35. A nível global, uma grande proporção do aporte de proteína na dieta, cerca de 65%, é conseguida através do consumo de alimentos de origem vegetal, nomeadamente grãos de cereais, leguminosas, oleaginosas e sementes 44. nas dietas ocidentais, a proteína obtida a partir dos alimentos de origem vegetal constitui uma pequena proporção da ingestão proteica comparativamente aos países em desenvolvimento. A composição em aminoácidos, a digestibilidade e a presença de factores que influenciam a digestibilidade O grão do cereal é composto por três partes principais: farelo, gérmen e endosperma fonte abundante de fibra alimentar, sendo que o farelo e o gérmen apresentam maiores proporções comparativamente ao endosperma. Por exemplo, o trigo integral contém cerca de 13% de fibra alimentar e, pelo menos, 2% de compostos bioactivos, para além da fibra, o que representa, no mínimo, 15% do grão. no farelo e no gérmen encontram-se proporções mais elevadas, cerca de 45% e 18% de fibra alimentar e aproximadamente 7% e, pelo menos, 6% de compostos bioactivos, respectivamente; o que representa sensivelmente 52% e pelo menos 24% destas fracções 33. É facilmente perceptível que os cereais refinados e produtos deles derivados que não apresentam nem o farelo nem o gérmen na sua composição, tenham perdido a maioria dos compostos protectores 13. A título de exemplo, refere-se que o processo de refinação do grão de trigo pode conduzir à perda de aproximadamente 58% da fibra 12. são as principais diferenças entre as fontes de proteína vegetal e animal. Porém, é possível satisfazer as recomendações proteicas a partir do consumo de alimentos de origem vegetal. Os cereais são fonte de proteína, apesar de apresentarem a lisina como aminoácido limitante. Uma alimentação que inclua fontes vegetais proteicas ricas em lisina, como, por exemplo, as leguminosas, complementa a carência deste aminoácido nos cereais 35. Lípidos Apesar de o gérmen constituir uma fonte considerável de lípidos, estes constituem, no geral, um componente minor dos cereais, variando o teor lipídico de 1-3% na cevada, arroz, centeio e trigo, a 5-9% no milho e 5-10% na aveia (matéria seca). A fracção lipídica é rica em ácido linoleico (c18:2)

5 Nº33 Jul-Set 2014 Pág Vitaminas e Minerais Os cereais não contêm as vitaminas c, B 12 e A 35. no entanto, comparativamente a outras fontes alimentares, apresentam quantidades significativas da maioria das vitaminas do complexo B, especialmente tiamina (vitamina B 1 ), niacina (vitamina B 3 ), riboflavina (vitamina B 2 ), ácido pantoténico (vitamina B 5 ) e biotina (vitamina B 8 ), sendo o gérmen rico em piridoxina. As vitaminas do complexo B desempenham um importante papel na manutenção da tonicidade muscular no trato gastrointestinal e na promoção da saúde do sistema nervoso, pele, cabelo e fígado 33. Os cereais apresentam igualmente quantidades apreciáveis, embora variáveis, de vitamina e. O milho e o centeio são as fontes mais ricas desta vitamina, enquanto o trigo, a cevada e a aveia apresentam teores mais reduzidos. A vitamina e é um importante antioxidante que protege a integridade das membranas celulares através da prevenção da oxidação dos ácidos gordos polinsaturados pelos radicais livres 45. no que se refere aos minerais, os cereais apresentam baixos teores de sódio e constituem boas fontes de potássio, à semelhança da maioria dos alimentos de origem vegetal. Os cereais integrais contêm também quantidades consideráveis de ferro, magnésio e zinco e níveis mais baixos de vários elementos traço como, por exemplo, selénio. O teor de selénio no arroz é superior ao dos restantes grãos de cereais, variando entre 10 a 13 mg por 100g 35. importa referir que o processo de refinação do grão de trigo conduz não só à perda de fibra alimentar, conforme anteriormente mencionado, mas também acarreta a perda de micronutrientes: 83% de magnésio, 79% de zinco, 92% de selénio, 70% de ácido nicotínico, 61% de folatos e 79% de vitamina e 12. Fitoquímicos Tal como os hortofrutícolas e outros alimentos de origem vegetal, os cereais contêm uma variedade de compostos bioactivos que podem apresentar efeitos benéficos na saúde e contribuir para a redução do risco de doenças crónicas, incluindo doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, obesidade e alguns cancros 30,46,47. Os efeitos aditivos e sinérgicos destes compostos podem ser responsáveis pelos benefícios associados ao consumo de cereais integrais. Além disso, os fitoquímicos presentes nos cereais integrais complementam aqueles encontrados nos frutos e nos hortícolas, quando consumidos em conjunto 48. Os cereais integrais contêm geralmente diversas combinações de fitoquímicos dependendo do tipo de cereal, localização dentro do grão e da forma de processamento. As estruturas externas do grão apresentam teores mais elevados de fitoquímicos, nomeadamente compostos fenólicos, fitosteróis, tocóis e betaína do que o gérmen e o endosperma 33,49. Os compostos fenólicos constituem a mais complexa e diversa classe de Os cereais integrais são constituídos pelos grãos intactos, moídos, partidos ou em flocos, cujos principais componentes estão presentes nas mesmas proporções relativas em que se encontram nos grãos intactos fitoquímicos nos grãos de cereais 30. incluem numerosos derivados dos ácidos benzoico e cinámico, bem como flavonóides, flavonas e flavanóis, antocianidinas, linhanos e alquil- -resorcinois. na maioria dos grãos, os ácidos fenólicos estão concentrados nas paredes celulares do farelo e do gérmen. O ácido ferúlico é um dos ácidos fenólicos mais 14

6 além de contribuírem para a pigmentação, desempenham um importante papel na reprodução e na protecção dos grãos de cereais, actuando também como antioxidantes e exercendo actividade de pró-vitamina A no organismo humano 47,52. A pirâmide da dieta Mediterrânica recomenda dar preferência ao consumo de cereais integrais ou pouco refinados, dadas as suas características nutricionais estudados dos cereais. este composto é mais abundante nas camadas externas do grão e nas paredes celulares do gérmen, ocorrendo apenas em quantidades residuais no endosperma. Pode encontrar-se em forma livre, formas solúveis conjugadas e formas insolúveis ligadas, sendo que as formas insolúveis são as mais predominantes comparativamente às restantes, no milho, trigo, aveia e arroz 50,51. O processamento alimentar, como a moagem ou o processamento térmico, pode ajudar a libertar estes fitoquímicos, tornando-os mais biodisponíveis. Adicionalmente, a digestão no cólon resulta na libertação dos compostos fenólicos que se encontram ligados, permitindo que exerçam, após absorção, os seus efeitos na saúde tanto a nível local, quanto sistémico. de facto, foi já demonstrado que a esterase gastrointestinal humana, da mucosa e da microbiota intestinal, é capaz de libertar o ácido ferúlico do farelo dos cereais, contribuindo potencialmente para o menor risco de determinados cancros, nomeadamente cólon-rectal, que têm sido associados ao consumo de cereais integrais 47,52. O milho apresenta o teor em ácidos fenólicos mais elevado, seguido do trigo, aveia e arroz com 265, 136, 111 e 95 mg de equivalentes de ácido gálico por 100g, respectivamente 50. Os carotenóides são um grupo de pigmentos sintetizados pelas plantas e por espécies seleccionadas de algas e fungos 53. constituem outro grupo de compostos presentes nos grãos de cereais. A luteína, a zeaxantina, a b-criptoxantina, o b-caroteno e o a-caroteno são os carotenóides mais comuns e encontram-se frequentemente concentrados nas fracções do farelo e do embrião. Para Os esteróis e os estanóis vegetais encontram-se nos óleos de sementes, grãos de cereais, oleaginosas e leguminosas. es tru - turalmente, os fitosteróis assemelham-se ao colesterol, sabendo-se que inibem a sua absorção no intestino delgado contribuindo, desta forma, para a diminuição dos seus níveis plasmáticos 54. A quantidade de fitosteróis necessária para se conseguir uma diminuição significativa é de 1-2g/dia. estima-se que a alimentação típica ocidental forneça cerca de mg de esteróis vegetais/dia. Os vegetarianos podem consumir até 500 mg/dia 36. O aumento do consumo de cereais integrais contribui para o aumento da ingestão total de fitosteróis e, potencialmente, para a redução do colesterol 36. Os cereais integrais contêm ainda antinutrientes, que apresentam efeitos positivos e adversos na saúde, entre eles, ácido fítico e taninos 36. O seu principal efeito negativo é a capacidade de diminuírem a biodisponibilidade e a absorção de alguns nutrientes; os fitatos, por exemplo, ligam-se ao cálcio, ferro, zinco e magnésio, diminuindo a sua biodisponibilidade 33. A extensão em que o referido afecta o estado nutricional depende de um número de factores, incluindo a quantidade de fitato que é hidrolisado durante o processamento, a concentração de fitato e minerais no alimento e da alimentação global e estado nutricional do indivíduo 35. A utilização das formas tradicionais de processamento no- 15

7 Nº33 Jul-Set 2014 Pág meadamente germinação, demolha, pré-fermentação e confecção contribui para a diminuição do teor de ácido fítico e taninos 33. Por outro lado, estudos indicam que os fitatos e os taninos poderão contribuir para o baixo índice glicémico dos cereais integrais Uma vez que grande parte destes compostos bioactivos se concentram no farelo, os cereais integrais apresentam um teor em fitoquímicos e actividade antioxidante superior aos cereais refinados. A farinha de trigo refinada perde 83% do total de ácidos fenólicos, 79% do total de flavonoides, 93% do ácido ferúlico, 78% do total de zeaxantina, 51% do total de luteína e 42% do total de b-criptoxantina comparativamente à farinha de trigo integral 49. Recomendações de ingestão A Roda dos Alimentos, o guia alimentar para a população Portuguesa, é composta por sete grupos de alimentos de diferentes dimensões, os quais indicam a proporção com que cada um deles deve estar presente na alimentação diária. Os cereais, incluídos no grupo dos cereais e derivados, tubérculos, devem contribuir com 28% para a alimentação diária. A Roda dos Alimentos recomenda ingerir 4 a 11 porções deste grupo, diariamente. O número de porções recomendadas depende das necessidades energéticas individuais. As crianças de 1 a 3 anos devem guiar-se pelos limites inferiores e os homens activos e os rapazes adolescentes pelos limites superiores; a restante população, incluindo as pessoas idosas, devem orientar-se pelos valores intermédios. Os indivíduos mais sedentários devem guiar-se pelos limites mais baixos e os mais activos pelos limites superiores em relação ao ponto médio 57. no entanto, este guia alimentar não apresenta recomendações específicas relativamente à ingestão de cereais integrais. A pirâmide da dieta Mediterrânica é também um guia para a promoção de estilos de vida saudáveis, apresentando orientações para a população adulta saudável 58. As orientações alimentares dividem-se segundo a frequência: diária, semanal ou ocasional. na base da pirâmide encontram-se os alimentos de origem vegetal, fornecedores de um conjunto alargado de nutrientes que auxiliam a regular e proteger o organismo. nos patamares superiores encontram-se os alimentos que devem ser consumidos em menor quantidade e frequência. cada grupo tem uma mensagem e, segundo este guia, devem consumir-se cereais em todas as refeições principais, entre outros, pão de mistura ou integral, massas de trigo duro, arroz, couscous ou milho. Significa assim que os cereais devem constituir a principal fonte de energia durante o dia. A pirâmide da dieta Mediterrânica recomenda ainda dar preferência ao consumo de cereais integrais ou pouco refinados, dadas as suas características nutricionais 59. da mesma forma, as recomendações da direcção Geral de Saúde para uma alimentação saudável, não especificam a dose diária recomendada de cereais integrais, orientando apenas para a inclusão de cereais in- 16

8 tegrais na alimentação 60. no que diz respeito a recomendações internacionais, as Dietary Guidelines for Americans 2010 as directrizes para a população americana, referem que, pelo menos, metade das 6 porções diárias de cereais recomendadas para a população em geral, seja assegurada pela ingestão de cereais integrais. Também este guia enfatiza a ingestão de cereais integrais em substituição dos refinados 61. À semelhança do que ocorre na América, países como a dinamarca e a Suécia recomendam o consumo de cereais integrais, indicando a quantidade que deve ser consumida diariamente: 75g de cereais integrais para uma dieta de 2400 Kcal (adulto saudável) 62,63. existem ainda outros países que quantificam a dose diária recomendada em porções de cereais integrais, como é o caso da Austrália e canadá 64,65. na França e no México, as recomendações são mais gerais, referindo que se deve dar preferência à inclusão dos cereais integrais na alimentação diária, sem indicação de porções 66,67. É ainda possível encontrar recomendações relativas à ingestão de cereais integrais, divulgadas por associações ou organizações internacionais como, por exemplo, a American Heart Association, American Diabetes Association e a American Cancer Society 68,69,70. neste sentido, recentemente foi aprovado o Plano de Acção europeu sobre Alimentação e nutrição da Organização Mundial da Saúde (OMS) 71. este plano aponta a implementação de medidas que visam o acesso a uma alimentação saudável, nomeadamente, melhorar o acesso aos cereais integrais, particularmente em grupos vulneráveis, bem como promover uma alimentação saudável onde estes sejam incluídos. Conclusão Os cereais fazem parte da alimentação humana desde tempos remotos. Apesar da diversidade de alimentos de que dispomos actualmente, os cereais permanecem uma parte fundamental dos padrões alimentares, fornecendo energia e uma diversidade de nutrientes, incluindo hidratos de carbono, Seria importante que em Portugal decisores políticos, educadores, profissionais de saúde e a indústria alimentar reconhecessem o valor dos cereais integrais de forma a delinear estratégias para promoção do aumento do seu consumo proteínas, vitaminas do complexo B, vitamina e, ferro, magnésio e zinco. Além disso, reconhece-se hoje em dia, que fornecem também outras substâncias bioactivas, com importantes efeitos positivos na saúde. A maioria da evidência acerca dos benefícios para a saúde dos cereais está relacionada com o consumo de cereais integrais e o seu teor em fibra alimentar, apesar de outros factores poderem estar igualmente envolvidos (por exemplo, micronutrientes e fitoquímicos). Apesar de o Guia Alimentar Português enfatizar a importância do consumo de alimentos do grupo dos cereais e derivados, tubérculos, seria útil existirem recomendações quantitativas específicas para a ingestão de cereais integrais, à semelhança do que acontece noutros países. Também o desenvolvimento de produtos à base de cereais integrais acessíveis e rápidos e fáceis de preparar poderia constituir uma mais-valia para o aumento do consumo de cereais integrais. Verifica-se já preocupação por esta temática, existindo actualmente já alguns exemplos de 17

9 Nº33 Jul-Set 2014 Pág acções com o objectivo de promover o consumo dos cereais integrais. nesta conformidade, seria importante, que em Portugal, decisores políticos, educadores, profissionais de saúde e a indústria alimentar reconhecessem a importância dos cereais integrais, de forma a delinearem estratégias para promoção do aumento do consumo destes alimentos pela população portuguesa. Realça-se ainda que é fundamental considerar os nutricionistas, enquanto profissionais de destaque na área da alimentação e nutrição, no aconselhamento sobre a inclusão mais adequada dos cereais integrais num plano alimentar saudável. Bibliografia 1. Aisbitt B, caswell H, Lunn J. cereals current and emerging nutritional issues. nut Bull. 2008;33: He M, van dam RM, Rimm e, et al. 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