Óleo de Milho Composição, processamento e utilização

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Óleo de Milho Composição, processamento e utilização"

Transcrição

1 Óleo de Milho Composição, processamento e utilização Milho, Zea mays L., uma planta pertencente à família das gramíneas é provavelmente originário da área central do México, onde há evidências arqueológicas da sua existências datadas de 5000 a.c..; foi levado para a Europa, África e Ásia, quando da descoberta das Américas. Tolerante a várias condições de meio ambiente, o milho tem se adaptado a diferentes climas, altitudes e períodos de cultivo. O milho ocupa a segunda posição na produção mundial de cereais, perdendo somente para trigo. Mais da metade da produção vem da América do Norte (Estados Unidos, México e Canadá), sendo que os EUA respondem por 90%. Outros países com produção significativa são: China, Países Bálticos, Brasil, México, Argentina e África do Sul. Este cereal não é cultivado por seu conteúdo em óleo, o qual representa somente 3,1 5,7 % do peso do grão, embora existam variedades com um teor mais elevado. Porém, ele é cultivado pelo teor de amido e proteína (61 78% e 6 12% respectivamente) (STRECKER et ali, 1990). A composição normal do grão de milho pode ser vista na Tabela 1. O germe (embrião), que representa 9% do grão, contém cerca de 83% do total de lipídios. O restante encontra-se assim distribuído: no endosperma 15%, farelo 1,3%, e extremidade 0,7%. Portanto o germe, como uma rica fonte de óleo, primeiro deve ser separado do grão para facilitar a recuperação do óleo. Existem 3 formas de extração de germe: a degerminação seca, a parcialmente úmida, sendo que a composição do germe pode ser obtido por estas diferentes vias.

2 A quantidade de óleo obtido do germe de milho é estritamente dependente da quantidade de milho processada pelas indústrias. O milho é considerado o cereal que se transforma no maior número de produtos industrializados, sendo largamente empregado na alimentação humana e animal. O significativo aporte energético que o milho proporciona decorre, de um lado, do elevado teor de amido facilmente digerível e de outro, do baixo custo. Esse cereal desempenha importante papel socioeconômico, pois constitui-se numa matéria básica de inestimável valor para uma expressiva série de produtos industrializados, movimentando grandes c omplexos industriais, onde inúmeros produtos e milhares de empregos são gerados. Dentre os produtos podemos destacar o óleo de milho cuja a produção mundial ocupa o 9 lugar dentre os óleos mais produzidos, conforme a Tabela 2, onde está relatada a produção mundial dos principais tipos de óleos e gorduras comercializados em 1992.

3 A produção de milho dos principais países em 1992 pode ser vista na Tabela 3. Composição Os cincos principais ácidos graxos que compõem o óleo de milho são: linoléico (C18:2) 59,8%; olêico (C18:1) = 25,8%; palmítico (C16:0) = 11%; esteárico (C18:0) = 1,7% e linolênico (C18:3) = 1,1%. Condições ambientais podem afetar a composição em ácidos graxos do óleo de milho, que é considerado uma excelente fonte de ácidos graxos essenciais. A análise da composição triglicerídica, conforme Figura 1, revela a existência de 21 picos, dos quais os mais expressivos são: OOL = 20%; LLL= 17,8%; PLL = 13,7%; OOL = 11,8% e PLO = 10,8%. O total de triglicerídeos trissaturados no óleo de milho é menor que 0,5% (PPS 0,36%). A alta estabilidade do óleo de milho, apesar do seu alto nível de insaturações, é parcialmente atribuída a distribuição não casual dos ácidos graxos nas moléculas dos triglicerídeos, onde 98% dos ácidos graxos estereficados na posição 2 do triglicerídeo são insaturados, enquanto as posições 1 e 3 são ocupadas por todos os saturados e insaturados remanescentes. Sendo as posições extremas do triglicerídeo mais reativas, os ácidos graxos polinsaturados presentes na composição 2 estão mais protegidos de reações adversas, como por exemplo, a oxidação. O óleo de milho é conhecido pela sua excelente estabilidade oxidativa, incluindo fritura. Uma outra razão da excelente estabilidade do óleo de milho é o seu alto nível de antioxidantes naturais como tocoferóis e ácido ferrulico. O óleo de milho também é considerado boa fonte de vitamina E. Os constituintes menores mais significativos no óleo de milho compreendem fosfolipídios, glicolipídios e a fração insaponificável, constituída principalmente de tocoferóis, esteróis e carotenóides. A quantidade total destes componentes representa menos de 3% do óleo. Ainda assim esses compostos desempenham papel importante na estabilidade do óleo. Alguns deles por sua vez conferem ao óleo maior valor nutricional.

4 Extração A extração do óleo de milho a partir do germe da moagem úmida ou seca não envolve problemas especiais de processamento. O óleo é recuperado do germe por extração direta com solvente, por prensagem mecânica ou pela combinação dos dois métodos. Atualmente a prensagem mecânica é efetuada quase que exclusivamente com prensas contínuas. As prensas hidráulicas fechadas, semiabertas e abertas não são encontradas mais na indústria de óleos modernas. As prensas contínuas são usadas para pré prensagem, isto é, para uma remoção parcial de óleo seguida por extração com solvente, o que constitui o chamado processo misto. Alternativamente, a prensagem mecânica sob alta pressão reduz o conteúdo de óleo na torta até 5%, o que dispensa a subsequente extração por solvente. O material acondicionado entra na prensa ou expeller por meio de um eixo alimentador. A prensa consiste de um cesto formado de barras de aço retangulares, distanciadas por meio de lâminas, cuja espessura é específica para extração de óleo de milho. O espaçamento das barras é regulado para permitir a saída do óleo e ao mesmo tempo agir como filtro para as partículas da chamada torta (resíduo da prensagem). Dentro do cesto gira uma rosca que movimenta o material para frente, comprimindo-o ao mesmo tempo. A pressão é regulada por meio de um cone de saída. A extração direta com solvente é feita com hexana em extratores convencionais, que devem ser dimensionados adequadamente. Refino O óleo de milho bruto produzido comercialmente contém uma variedade de compostos indesejáveis, dentre os quais ácidos graxos livres, fosfolipídios, mucilagens, carboidratos, micotoxinas, pesticidas, pigmentos, ceras e insolúveis. Todas essas substâncias devem ser removidas durante o processo de refino. Simultaneamente, o processo de retino deve reter

5 seletivamente compostos minoritários como tocoferol, ácido ferrulico, ubiquinonas e esteróis, que são importantes para a estabilidade do óleo. Atualmente são empregados o refino físico e refino alcalino, como se pode observar na Figura 2. O processo clássico de refino alcalino inclui a filtração do óleo bruto para separar os insolúveis, degomagem para remoção de fosfolipídios e tratamento cáustico para neutralizar o óleo e separar a borra. Este procedimento gera sub produtos (insolúveis, gomas e borras), que devem compensar o alto custo do processamento (perdas de óleo neutro, energia e equipamentos). Frequentemente, estas etapas do processo de refino podem ser modificadas por razões econômicas. É muito comum o tratamento do óleo bruto diretamente com solução de NaOH Be, empregando-se um excesso de 0,05 0,20% para neutralizar os ácidos graxos, precipitar os fosfolipídios e remover os insolúveis. A vantagem desse estágio único é a simplicidade, menores perdas de óleo neutro e menor capital investido em equipamentos. Se no entanto o óleo bruto apresentar uma quantidade significativa de insolúveis, a remoção destes subprodutos pode apresentar sérios problemas. Após a remoção da borra, o óleo neutro é submetido a lavagem, secagem a vácuo, branqueamento a vácuo, winterização para remoção das ceras e desodorização. Dependendo da qualidade do óleo bruto, o processo de branqueamento requer de 0,5 1,5% de argila ativa. O óleo bruto no final da safra normalmente exibe uma cor mais intensa, necessitando neste caso de um excesso de 1,5% de argila clarificante. O processo de remoção de ceras é a etapa de filtração, onde são removidos os triglicerídeos trissaturados presentes no óleo de milho em pequenas quantidades (menos que 0,5%). Isto

6 acarreta excelente transparência no óleo de milho quando estocado em ambientes com refrigeração. A remoção das ceras do óleo de milho pode ser feita através de um rápido resfriamento do óleo a 5-10 por 1 2h, e filtração a frio. Alternativamente o óleo de milho pode ser resfriado diretamente logo após o branqueamento, à temperatura de 5 10 por 1 2h e só então ser submetido à etapa de filtração, onde é removida a argila clarificante junto com as ceras. Alguns tipos de óleos de milho necessitam de um resfriamento lento para que ocorra nucleação das ceras, onde é empregado um resfriamento de 24h a 5-10 para a cristalização antes da filtração. A desodorização é a última etapa no processo de refino e os parâmetros empregados dependem do equipamento utilizado. Desodorizadores contínuos modernos são construídos de aço inox e podem trabalhar em temperaturas de sob pressão absoluta de 3 6 mm Hg, produzindo óleo com odor suave. A quantidade de vapor empregada durante a desodorização deve ser estritamente controlada para promover a remoção completa de pesticidas. No processo de refino físico a degomagem e o branqueamento removem os insolúveis, fosfolipídios, pigmentos, micotoxinas e outros compostos não voláteis, enquanto os voláteis que incluem os pesticidas, ácidos graxos livres e produtos de oxidação, são removidos durante a destilação a vapor/desodorização. A chave da economia no refino físico é o uso de óleo bruto de alta qualidade. Proteger o germe e o óleo bruto de temperaturas elevadas e oxidação é fator crítico na redução da fixação de cor, a qual é difícil de ser removida. Desde que o óleo de milho não contenha clorofila ou quantidade significativas de fosfolipídios não hidratáveis, a degomagem pode ser conduzida com 2 5% de água somente ou através de um pré tratamento com 0,05 0,10% de ácido fosfórico ou cítrico, completados com adição de água. A degomagem deve resultar na remoção de 95% dos fosfolipídios e permitir um branqueamento econômico, que consiste de pré tratamento com 0,05 0,10% de ácido fosfórico ou cítrico para branqueamento a vácuo com 1 3% de argila com alto grau de ativação. O branqueamento deve produzir óleo com vermelho < 4, praticamente livre de fosfolipídios (P< 3ppm) e com teor satisfatório de metais (Fe < 0,2ppm, Mg e Ca < 1 ppm cada). O processo de remoção de ceras é similar ao empregado no refino alcalino e pode ser feito no óleo branqueado filtrado ou não. Destilação a vapor/ desodorização, a última etapa do refino físico, é conduzida sob condições empregadas no refino alcalino, mas com redução nas perdas de 20 a 40%. O sistema de refino a vapor/ desodorização deve ser equipado com um sistema apropriado de recuperação e construído com material resistente a corrosão, como aço inox 316. A economia do refino físico é dependente da habilidade de controlar no óleo bruto a qualidade e o custo da argila clarificante, versus o custo de controle de poluentes que o refino alcalino pode produzir (STRECKER et al, 1990). As alterações na composição do óleo de milho provocadas pelo refino podem ser verificadas na Tabela 4.

7 A composição aproximada do óleo de milho refinado é dada na Tabela 5. As especificações do Codex para óleo de milho são fornecidos na Tabela 6. As características físico químicas do óleo de milho refinado constam na Tabela 7.

8 Principais Usos A maior aplicação do óleo de milho é como óleo de cozinha (uso múltiplo), mas é também utilizado para margarinas, maioneses, molhos para salada e em pequena quantidade para resinas, plásticos, lubrificantes e óleos similares. Uma parcela pequena deste óleo é utilizado também pela indústria farmacêutica. O óleo de milho é reconhecido como premium pela sua alta estabilidade, resultando numa longa vida de prateleira e resistência a oxidação mesmo durante frituras e pelo seu alto teor de ácidos graxos polinsaturados. Considerando-se a posição do milho como um dos três maiores cereais produzidos no mundo, a produção de óleo de milho é ainda considerada modesta, mas o produto tem alta aceitação no mercado. Por: Roseli Ap. Ferrari Laboratório de óleos e gorduras FEA UNICAMP. Revisão: Prof. Daniel Barrera Arrelano

9 Referências Bibliográficas IMFORM. World fats, oils disappearance should continue to rise. 4(8): , LIEBENOW, R.C. Corn Oil, Corn Refiners Association, INC. Washington, STRECKER, L.R.; MAZA, A.; WINNIE, G.F. Corn Oil Composition, Processing and Utilization. World ConferenceProceedings. Edible Fats and Oils Processing:Basic principles and modernpratices. Edited by David R. Erickson. American Oil Chemists' Society. Champaign, 1990.

Os cereais. Trigo Arroz Centeio Milho Aveia Cevada Sorgo

Os cereais. Trigo Arroz Centeio Milho Aveia Cevada Sorgo Trigo Arroz Centeio Milho Aveia Cevada Sorgo O que são Cereais Integrais? São cereais que não foram processados. Consistem no gérmen, endosperma e casca. Endosperma: Constitui aproximadamente 83% do peso

Leia mais

Efeito da qualidade dos grãos (verdes, ardidos etc.) nos produtos finais. Walme Taveira Ferraz Filho Diretoria Industrial

Efeito da qualidade dos grãos (verdes, ardidos etc.) nos produtos finais. Walme Taveira Ferraz Filho Diretoria Industrial Efeito da qualidade dos grãos (verdes, ardidos etc.) nos produtos finais Walme Taveira Ferraz Filho Diretoria Industrial Jun/2015 Histórico da Empresa Há 50 anos, Múcio de Souza Rezende tinha um grande

Leia mais

Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Ciência e Tecnologia de Alimentos Departamento de Tecnologia de Alimentos

Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Ciência e Tecnologia de Alimentos Departamento de Tecnologia de Alimentos Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Ciência e Tecnologia de Alimentos Departamento de Tecnologia de Alimentos Tecnologia de Produtos de Origem Vegetal Cereais & Farinhas Prof. Alex Augusto

Leia mais

CINZA. É o resíduo inorgânico que permanece após a queima da matéria orgânica, que é transformada em CO 2, H 2 O e NO 2.

CINZA. É o resíduo inorgânico que permanece após a queima da matéria orgânica, que é transformada em CO 2, H 2 O e NO 2. CINZA É o resíduo inorgânico que permanece após a queima da matéria orgânica, que é transformada em CO 2, H 2 O e NO 2. A cinza é constituída principalmente de: Grandes quantidades: K, Na, Ca e Mg; Pequenas

Leia mais

VALOR NUTRITIVO DA CARNE

VALOR NUTRITIVO DA CARNE VALOR NUTRITIVO DA CARNE Os alimentos são consumidos não só por saciarem a fome e proporcionarem momentos agradáveis à mesa de refeição mas, sobretudo, por fornecerem os nutrientes necessários à manutenção

Leia mais

gorduras naturais contêm diferentes triacilgliceróis mistura de moléculas mais e menos duras um dado óleo pode conter moléculas sólidas em suspensão

gorduras naturais contêm diferentes triacilgliceróis mistura de moléculas mais e menos duras um dado óleo pode conter moléculas sólidas em suspensão 1 propriedades das gorduras resultam da estrutura dos ácidos gordos esterificados ao glicerol nos triacilgliceróis sólidos ou líquidos à temperatura ambiente ácidos gordos de cadeia curta originam gorduras

Leia mais

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE E VALOR NUTRICIONAL DE ÓLEOS E GORDURAS

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE E VALOR NUTRICIONAL DE ÓLEOS E GORDURAS Data: Agosto/2003 AVALIAÇÃO DA QUALIDADE E VALOR NUTRICIONAL DE ÓLEOS E GORDURAS Óleos e gorduras são constituintes naturais dos ingredientes grãos usados nas formulações de rações para animais. Podem

Leia mais

8 - IDENTIFICAÇÃO DAS ALTERNATIVAS TECNOLÓGICAS DE CONTROLE, TRATAMENTO E REUSO DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS

8 - IDENTIFICAÇÃO DAS ALTERNATIVAS TECNOLÓGICAS DE CONTROLE, TRATAMENTO E REUSO DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS 8 - IDENTIFICAÇÃO DAS ALTERNATIVAS TECNOLÓGICAS DE CONTROLE, TRATAMENTO E REUSO DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS 8.1 Resíduos Gerados na Produção de Biodiesel Neste item apresentam-se alternativas a serem consideradas

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, DO ABASTECIMENTO E DA REFORMA AGRÁRIA

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, DO ABASTECIMENTO E DA REFORMA AGRÁRIA MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, DO ABASTECIMENTO E DA REFORMA AGRÁRIA GABINETE DO MINISTRO. PORTARIA Nº 795, DE 15 DE DEZEMBRO DE 1993. O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, DO ABASTECIMENTO E DA REFORMA AGRÁRIA,

Leia mais

considerando que os regulamentos técnicos da ANVISA de padrões de identidade e qualidade de alimentos devem priorizar os parâmetros sanitários;

considerando que os regulamentos técnicos da ANVISA de padrões de identidade e qualidade de alimentos devem priorizar os parâmetros sanitários; MINISTÉRIO DA SAÚDE AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO-RDC Nº- 270, DE 22 DE SETEMBRO DE 2005 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Nº uso

Leia mais

Ingredientes: Óleo de castanha do pará e vitamina E. Cápsula: gelatina (gelificante) e glicerina (umectante).

Ingredientes: Óleo de castanha do pará e vitamina E. Cápsula: gelatina (gelificante) e glicerina (umectante). Registro no M.S.: 6.5204.0093.001-2 Concentração: 1000 mg Apresentação: Embalagem com 1000 cápsulas; Embalagem com 5000 cápsulas; Embalagem pet com 500 cápsulas envelopadas; Refil com 2000 cápsulas envelopadas.

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2013. Componente Curricular: Processamento de alimentos de origem vegetal

Plano de Trabalho Docente 2013. Componente Curricular: Processamento de alimentos de origem vegetal Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC Dr Francisco Nogueira de Lima Código: 059 Município: Casa Branca Eixo Tecnológico: Produção Alimentícia Habilitação Profissional: Técnico em Alimentos

Leia mais

Art. 3º Esta Instrução Normativa entra em vigor 30 (trinta) dias após a data de sua publicação.

Art. 3º Esta Instrução Normativa entra em vigor 30 (trinta) dias após a data de sua publicação. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 49, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2006 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição

Leia mais

Ingredientes: Óleo de chia. Cápsula: gelatina (gelificante) e glicerina (umectante).

Ingredientes: Óleo de chia. Cápsula: gelatina (gelificante) e glicerina (umectante). Registro no M.S.: 6.5204.0100.001-9 Concentração: 500 mg e 1000 mg Apresentação: Embalagem com 1000 cápsulas; Embalagem com 5000 cápsulas; Embalagem pet com 500 cápsulas envelopadas; Refil com 2000 cápsulas

Leia mais

O Benefício do Processamento de Alimentos para a Saúde Humana e o Meio Ambiente

O Benefício do Processamento de Alimentos para a Saúde Humana e o Meio Ambiente O Benefício do Processamento de Alimentos para a Saúde Humana e o Meio Ambiente Prof. Dr. Antonio J. A. Meirelles Diretor da FEA/UNICAMP Faculdade de Engenharia de Alimentos Universidade Estadual de Campinas

Leia mais

Alimentação da vaca leiteira

Alimentação da vaca leiteira Alimentação da vaca leiteira A exploração leiteira consiste em atividade de converter recursos alimentares em leite, cujo valor agregado é superior a matéria-prima original. Recursos alimentares: Volumosos

Leia mais

Qualidade e valor nutricional da carne de coelho. Óscar Cerqueira Nutricionista ACES Douro I

Qualidade e valor nutricional da carne de coelho. Óscar Cerqueira Nutricionista ACES Douro I Qualidade e valor nutricional da carne de coelho Óscar Cerqueira Nutricionista ACES Douro I Vila Real, 25 de Novembro de 2011 Proteínas Funções das proteínas. Aminoácidos; aminoácidos essenciais. Valor

Leia mais

Portaria nº 795 de 15/12/93 D. O. U. 29/12/93 NORMA DE IDENTIDADE, QUALIDADE, EMBALAGEM, MARCAÇÃO E APRESENTAÇÃO DO FARELO DE SOJA

Portaria nº 795 de 15/12/93 D. O. U. 29/12/93 NORMA DE IDENTIDADE, QUALIDADE, EMBALAGEM, MARCAÇÃO E APRESENTAÇÃO DO FARELO DE SOJA Portaria nº 795 de 15/12/93 D. O. U. 29/12/93 NORMA DE IDENTIDADE, QUALIDADE, EMBALAGEM, MARCAÇÃO E APRESENTAÇÃO DO FARELO DE SOJA 01. OBJETIVO: Esta norma tem por objetivo definir as características de

Leia mais

Os lipídios são substâncias com estrutura variada sendo muito abundantes em animais e vegetais;

Os lipídios são substâncias com estrutura variada sendo muito abundantes em animais e vegetais; Lipídios Os lipídios são substâncias com estrutura variada sendo muito abundantes em animais e vegetais; Eles compartilham a característica de apresentarem baixa solubilidade em água sendo solúveis em

Leia mais

1. DETERMINAÇÃO DE UMIDADE PELO MÉTODO DO AQUECIMENTO DIRETO- TÉCNICA GRAVIMÉTRICA COM EMPREGO DO CALOR

1. DETERMINAÇÃO DE UMIDADE PELO MÉTODO DO AQUECIMENTO DIRETO- TÉCNICA GRAVIMÉTRICA COM EMPREGO DO CALOR UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC FACULDADE DE NUTRIÇÃO DISCIPLINA: BROMATOLOGIA 2º/ 4 O PROFA. IVETE ARAKAKI FUJII. DETERMINAÇÃO DE UMIDADE PELO MÉTODO DO AQUECIMENTO DIRETO- TÉCNICA GRAVIMÉTRICA COM EMPREGO

Leia mais

de Cerveja 0 processo de maltagem é concretizado em três passos - molha, germinação e secagem. Durante

de Cerveja 0 processo de maltagem é concretizado em três passos - molha, germinação e secagem. Durante fp PRODUÇÃO Produção de Cerveja ~ 0 Processo TEXTO JOÃO PAULO MENDES {sociedade central de cervejas e bebidas) ILUSTRAÇÃO FONTE: JORNAL PÚBLICO O rei Guilherme IV da Baviera definiu em 1516, na "Reinheitsgebot"

Leia mais

Universidade Federal do Pampa. Cadeia Produtiva da Laranja

Universidade Federal do Pampa. Cadeia Produtiva da Laranja Universidade Federal do Pampa Cadeia Produtiva da Laranja Acadêmicos: Aline Alóy Clarice Gonçalves Celmar Marques Marcos Acunha Micheli Gonçalves Virginia Gonçalves A laranja é uma fruta cítrica produzida

Leia mais

Milho: o grão que vale ouro nas dietas de aves... mas que ainda não recebeu a devida importância do setor produtivo

Milho: o grão que vale ouro nas dietas de aves... mas que ainda não recebeu a devida importância do setor produtivo Milho: o grão que vale ouro nas dietas de aves...... mas que ainda não recebeu a devida importância do setor produtivo Gustavo J. M. M. de Lima 1 1 Eng.Agr o., Ph.D., Embrapa Suínos e Aves, gustavo@cnpsa.embrapa.br.

Leia mais

Estudo dietético dos Cereais e Amido.

Estudo dietético dos Cereais e Amido. FACULDADE DE NUTRIÇÃO TÉCNICA DIETÉTICA E GASTRONOMIA Estudo dietético dos Cereais e Amido. Estudo Dietético dos Cereais Constituem grupo de alimentos usados desde as mais antigas civilizações em função

Leia mais

TRATAMENTO DA ÁGUA PARA GERADORES DE VAPOR

TRATAMENTO DA ÁGUA PARA GERADORES DE VAPOR Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira MÁQUINAS TÉRMICAS AT-101 Dr. Alan Sulato de Andrade alansulato@ufpr.br 1 INTRODUÇÃO: A água nunca está em estado puro, livre de

Leia mais

Perguntas & Respostas ABIA sobre gorduras trans

Perguntas & Respostas ABIA sobre gorduras trans Perguntas & Respostas ABIA sobre gorduras trans GRUPO CONSUMIDOR 1) O que são ácidos graxos trans ou gordura trans? Os ácidos graxos ou gorduras trans são um tipo de gordura formada pelo processo de hidrogenação

Leia mais

Metabolismo de Lipídios PEDRO LEONARDO DE PAULA REZENDE

Metabolismo de Lipídios PEDRO LEONARDO DE PAULA REZENDE Universidade Federal de Goiás Escola de Veterinária Depto. De Produção Animal Pós-Graduação em Ciência Animal Metabolismo de Lipídios PEDRO LEONARDO DE PAULA REZENDE Zootecnista Especialista em Produção

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DE RESÍDUOS PRODUZIDOS EM USINA DE RE-REFINO DE ÓLEO LUBRIFICANTE USADO VISANDO SEU APROVEITAMENTO

CARACTERIZAÇÃO DE RESÍDUOS PRODUZIDOS EM USINA DE RE-REFINO DE ÓLEO LUBRIFICANTE USADO VISANDO SEU APROVEITAMENTO CARACTERIZAÇÃO DE RESÍDUOS PRODUZIDOS EM USINA DE RE-REFINO DE ÓLEO LUBRIFICANTE USADO VISANDO SEU APROVEITAMENTO Silvio Rainho Teixeira (*) Universidade Estadual Paulista - UNESP, Faculdade de Ciências

Leia mais

Promotores: 23 a 25 de fevereiro de 2012

Promotores: 23 a 25 de fevereiro de 2012 Promotores: 23 a 25 de fevereiro de 2012 Apoio: Prefeitura Municipal e Câmara de Vereadores de Restinga Sêca 23 a 25 de fevereiro de 2012 ASPECTOS NUTRICIONAIS DE PRODUTOS DERIVADOS DO ARROZ Informações

Leia mais

Estudo de caso: gerenciamento de resíduos sólidos industriais em uma indústria processadora de soja

Estudo de caso: gerenciamento de resíduos sólidos industriais em uma indústria processadora de soja Estudo de caso: gerenciamento de resíduos sólidos industriais em uma indústria processadora de soja Sílvia Regina Machado Pukasiewicz (CEFET-PR) silviapuk@bol.com.br Prof. Dr. Ivanir Luiz de Oliveira (CEFET-PR)

Leia mais

168, avenue de Tervuren (bte 12) B 1150 Bruxelas Tel. (32) 2 771 53 30 Fax (32) 2 771 38 17 E-mail: fediol@fediol.be http://www.fediol.

168, avenue de Tervuren (bte 12) B 1150 Bruxelas Tel. (32) 2 771 53 30 Fax (32) 2 771 38 17 E-mail: fediol@fediol.be http://www.fediol. Anexo 4 do Guia Europeu de Boas Práticas Para a Produção Industrial de Matérias-Primas Seguras para Alimentação Animal: Documento de referência do sector da FEDIOL a) Introdução Os membros da FEDIOL realizam

Leia mais

16/04/2015. Aldeídos, cetonas, ácidos, alcoóis e peróxidos.

16/04/2015. Aldeídos, cetonas, ácidos, alcoóis e peróxidos. Causas da degradação de lipídeos: oxidação, hidrólise, pirólise e absorção de sabores e odores estranhos. Profa: Nádia Fátima Gibrim A oxidação é a principal causa de deterioração e altera diversas propriedades:

Leia mais

Importante reserva energética; são as gorduras.

Importante reserva energética; são as gorduras. Importante reserva energética; são as gorduras. 1g de lipídio libera 9kcal contra 4kcal por 1g de carboidrato. Podem ser armazenados de forma mais concentrada que os carboidratos. O excesso do consumo

Leia mais

Sustentabilidade socioambiental: qual é o papel da governança pública?

Sustentabilidade socioambiental: qual é o papel da governança pública? Sustentabilidade socioambiental: qual é o papel da governança pública? São Paulo, 22 de fevereiro de 2011 Nos últimos 5 anos, o complexo soja brasileiro vem experimentando mudanças estruturais na gestão

Leia mais

Efeitos da Umidade e do Resfriamento no Armazenamento de Grãos sobre a Qualidade do Óleo de Soja

Efeitos da Umidade e do Resfriamento no Armazenamento de Grãos sobre a Qualidade do Óleo de Soja Efeitos da Umidade e do Resfriamento no Armazenamento de Grãos sobre a Qualidade do Óleo de Soja 76 Ricardo Scherer Pohndorf 1 ; Ricardo Tadeu Paraginski 1 ; Moacir Cardoso Elias 1 ; Maurício de Oliveira

Leia mais

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento EMBRAPA AGROINDÚSTRIA DE ALIMENTOS Grupos de pesquisa: ÓLEOS GRAXOS ÓLEOS ESSENCIAIS Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento EMBRAPA AGROINDÚSTRIA DE ALIMENTOS Grupo de pesquisa: Rosemar Antoniassi

Leia mais

Trocadores de calor a placas. A otimização da troca térmica

Trocadores de calor a placas. A otimização da troca térmica Trocadores de calor a placas A otimização da troca térmica Um amplo conhecimento para otimizar seus processos As atividades da Alfa Laval têm um único objetivo: oferecer a você cliente tecnologias que

Leia mais

Funções dos lípidos:

Funções dos lípidos: Gorduras ou Lípidos Os lípidos são componentes essenciais de todos os organismos podendo ser obtidos a partir da alimentação ou ser sintetizados pelo nosso organismo. Constituem um grupo heterogéneo de

Leia mais

Tratamento de água para indústria de refrigerantes

Tratamento de água para indústria de refrigerantes Tratamento de água para indústria de refrigerantes Dra. Sonia Maria Costa Celestino Engenheira Química - Pesquisadora em Ciência e Tecnologia de Alimentos Embrapa Cerrados Tel.: (61) 3388-9957 email: sonia.costa@cpac.embrapa.br

Leia mais

AMOSTRAGEM AMOSTRAGEM

AMOSTRAGEM AMOSTRAGEM Procedimento pré-estabelecido para seleção, retirada, preservação, transporte e preparação das porções a serem removidas do lote como amostras, de uma maneira tal que o tratamento matemático dos testes

Leia mais

USO DE ÓLEOS E GORDURAS NAS RAÇÕES

USO DE ÓLEOS E GORDURAS NAS RAÇÕES 1 USO DE ÓLEOS E GORDURAS NAS RAÇÕES 1. INTRODUÇÃO A evolução gradual dos métodos que o homem tem usado para alimentação dos animais tem proporcionado um amplo e melhor conhecimento da ciência aplicada

Leia mais

Materiais cerâmicos e vítreos vítreos

Materiais cerâmicos e vítreos vítreos Materiais cerâmicos e vítreos Materiais inorgânicos e não-metálicos processados e / ou usados a elevadas temperaturas Cerâmicas / argilas / silicatos das mais velhas indústrias humanas (15000 AC) resistentes

Leia mais

Breve introdução sobre o processo de extração mecânica de óleo e produção de farelo de soja

Breve introdução sobre o processo de extração mecânica de óleo e produção de farelo de soja Breve introdução sobre o processo de extração mecânica de óleo e produção de farelo de soja O farelo integral ou semi integral obtido através do processo de extrusão vem ganhando cada vez mais espaço em

Leia mais

Ingredientes: Óleo de açaí e vitamina E. Cápsula: gelatina (gelificante) e glicerina (umectante).

Ingredientes: Óleo de açaí e vitamina E. Cápsula: gelatina (gelificante) e glicerina (umectante). Registro no M.S.: 6.5204.0095.001-3 Concentração: 500 mg Apresentação: Embalagem com 1000 cápsulas; Embalagem com 5000 cápsulas; Embalagem pet com 500 cápsulas envelopadas; Refil com 2000 cápsulas envelopadas.

Leia mais

Conteúdo. Informação. Revestimentos PVD...2. www.dmeeu.com - 1 -

Conteúdo. Informação. Revestimentos PVD...2. www.dmeeu.com - 1 - 10 Conteúdo Revestimentos PVD...2 10 www.dmeeu.com - 1 - A deposição física em fase de vapor (PVD) é essencialmente uma técnica de revestimento por vaporização, envolvendo a transferência de material

Leia mais

Análise de Óleo. Artigo Técnico

Análise de Óleo. Artigo Técnico Análise de Óleo O uso da análise de óleo como técnica de manutenção começou a ser aplicada na década 50. A crise do petróleo intensificou o uso da análise de óleo, que passou a cumprir uma nova função

Leia mais

Analisar e aplicar os princípios da extração sólido-líquido e líquido-líquido na separação e purificação de produtos.

Analisar e aplicar os princípios da extração sólido-líquido e líquido-líquido na separação e purificação de produtos. 12.1 Objetivo Específico Analisar e aplicar os princípios da extração sólido-líquido e líquido-líquido na separação e purificação de produtos. 12.2 Introdução A extração é uma técnica para purificação

Leia mais

O que são e para que servem os produtos Diet, Light, Zero e Cia? Tipos de açúcares e adoçantes!

O que são e para que servem os produtos Diet, Light, Zero e Cia? Tipos de açúcares e adoçantes! O que são e para que servem os produtos Diet, Light, Zero e Cia? Tipos de açúcares e adoçantes! Coordenadora e Nutricionista Felícia Bighetti Sarrassini - CRN 10664 * Alimentos Diet: Alimento dietético

Leia mais

Professor Antônio Ruas. 1. Créditos: 60 2. Carga horária semanal: 4 3. Semestre: 2 4. Introdução ao estudo dos esgotos.

Professor Antônio Ruas. 1. Créditos: 60 2. Carga horária semanal: 4 3. Semestre: 2 4. Introdução ao estudo dos esgotos. Universidade Estadual do Rio Grande do Sul Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental Componente curricular: Saneamento Básico e Saúde Pública Aula 7 Professor Antônio Ruas 1. Créditos: 60 2. Carga

Leia mais

CET 303 Química Aplicada. Relatório: Visita técnica Estação de tratamento de água ETA 3 Capim Fino, em Piracicaba. Data da visita: 02.04.

CET 303 Química Aplicada. Relatório: Visita técnica Estação de tratamento de água ETA 3 Capim Fino, em Piracicaba. Data da visita: 02.04. Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia - FT Curso de Especialização em Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável CET 303 Química Aplicada Relatório: Visita técnica Estação de tratamento

Leia mais

14 ASPECTOS BÁSICOS PARA SELEÇÃO E ESPECIFICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE PROCESSO

14 ASPECTOS BÁSICOS PARA SELEÇÃO E ESPECIFICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE PROCESSO 14 ASPECTOS BÁSICOS PARA SELEÇÃO E ESPECIFICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE PROCESSO Há certos parâmetros que são desejados em todos os tipos de equipamentos de processo, como: FUNCIONALIDADE EFICÁCIA CONFIABILIDADE

Leia mais

Características dos Ovos

Características dos Ovos Características dos Ovos Miryelle Freire Sarcinelli 1 (e-mail: miryelle@hotmail.com) Katiani Silva Venturini 1 (e-mail: katiani_sv@hotmail.com) Luís César da Silva 2 (website: www.agais.com) 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

Linhas gerais da fabricação do saquê

Linhas gerais da fabricação do saquê Resultados da aprendizagem Linhas gerais do conhecimento de como fazer saquê. Consulte o Capítulo 8 para detalhes das diferenças entre os tipos. Conhecimento de Koji e seu papel Conhecimento de shubo /

Leia mais

Fração. Página 2 de 6

Fração. Página 2 de 6 1. (Fgv 2014) De acordo com dados da Agência Internacional de Energia (AIE), aproximadamente 87% de todo o combustível consumido no mundo são de origem fóssil. Essas substâncias são encontradas em diversas

Leia mais

Produto fortemente ligado aos mercados internos!

Produto fortemente ligado aos mercados internos! Produto fortemente ligado aos mercados internos! 1) Os Estados Unidos são os maiores produtores, consumidores e exportadores de milho. 2) A China está na segunda posição na produção e no consumo. 3)

Leia mais

O interesse da Química é analisar as...

O interesse da Química é analisar as... O interesse da Química é analisar as... PROPRIEDADES CONSTITUINTES SUBSTÂNCIAS E MATERIAIS TRANSFORMAÇÕES ESTADOS FÍSICOS DOS MATERIAIS Os materiais podem se apresentar na natureza em 3 estados físicos

Leia mais

Produção de etanol A partir Do arroz

Produção de etanol A partir Do arroz UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE AGRONOMIA ELISEU MACIEL DEPARTAMENTO CIÊNCIAS E TECNOLOGIAS AGROINDUSTRIAL DISCIPLINA DE TECNOLOGIA DE ÓLEOS VEGETAIS E BIOCOMBUSTÍVEIS Produção de etanol A

Leia mais

ANÁLISE DE ÓLEOS, GORDURAS E SUBPRODUTOS DA SOJA, NA EMPRESA COAMO AGROINDÚSTRIA. BENEFICIAMENTO E

ANÁLISE DE ÓLEOS, GORDURAS E SUBPRODUTOS DA SOJA, NA EMPRESA COAMO AGROINDÚSTRIA. BENEFICIAMENTO E UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Campo Mourão Curso Tecnologia em Alimentos MARÍLIA GABRIELLA FOREGATTO LOUZANO ANÁLISE DE ÓLEOS, GORDURAS E SUBPRODUTOS DA SOJA, NA EMPRESA COAMO AGROINDÚSTRIA.

Leia mais

Matéria Orgânica do solo (m.o.s)

Matéria Orgânica do solo (m.o.s) Matéria Orgânica do solo (m.o.s) Objetivos Proporcionar conhecimentos básicos sobre a origem e dinâmica da m.o. do solo; Conhecer suas características e propriedades; Discutir como algumas propriedades

Leia mais

Create PDF with GO2PDF for free, if you wish to remove this line, click here to buy Virtual PDF Printer

Create PDF with GO2PDF for free, if you wish to remove this line, click here to buy Virtual PDF Printer A DIFERENÇA ENTRE GASOLINA E DIESEL HISTÓRICO Gasolina e diesel são produtos do refino de petróleo cru, achado no seu estado natural no subsolo em várias partes do mundo. Já o petróleo cru é um fluído

Leia mais

Milho: Produção, Armazenamento e sua utilização na elaboração de ração para Aves

Milho: Produção, Armazenamento e sua utilização na elaboração de ração para Aves MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE AGRONOMIA ELISEU MACIEL PET PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL Milho: Produção, Armazenamento e sua utilização na elaboração de ração para

Leia mais

TECNOLOGIA DE Sabões e detergentes. Conteúdos a serem abordados: --Tensão superficial -- Polaridade -- Forças intermoleculares

TECNOLOGIA DE Sabões e detergentes. Conteúdos a serem abordados: --Tensão superficial -- Polaridade -- Forças intermoleculares TECNOLOGIA DE Sabões e detergentes Conteúdos a serem abordados: --Tensão superficial -- Polaridade -- Forças intermoleculares Tensão superficial Força existente na superfície de líquidos em repouso. Fortes

Leia mais

TÍTULO: ESTUDOS SOBRE O TRATAMENTO DA ÁGUA UTILIZANDO COMO COAGULANTES AS CASCAS ABÓBORA, BANANA, CHUCHU E MORINGA.

TÍTULO: ESTUDOS SOBRE O TRATAMENTO DA ÁGUA UTILIZANDO COMO COAGULANTES AS CASCAS ABÓBORA, BANANA, CHUCHU E MORINGA. TÍTULO: ESTUDOS SOBRE O TRATAMENTO DA ÁGUA UTILIZANDO COMO COAGULANTES AS CASCAS ABÓBORA, BANANA, CHUCHU E MORINGA. CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA SUBÁREA: QUÍMICA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE

Leia mais

Função orgânica nossa de cada dia. Profa. Kátia Aquino

Função orgânica nossa de cada dia. Profa. Kátia Aquino Função orgânica nossa de cada dia Profa. Kátia Aquino Vamos analisar! Funções Carboidratros (ou Glicídios) Energética: eles são os maiores fornecedores de energia para os seres vivos, principalmente a

Leia mais

Fabricação de Bebidas Cerveja

Fabricação de Bebidas Cerveja Fabricação de Bebidas Cerveja Processos Químicos Industriais II 01/12/2011 1 Bebidas Fermentadas & Destiladas A fabricação de bebidas fermentadas evoluiu de uma concepção artesanal para um processo contendo

Leia mais

SÍNTESE E COMPOSIÇÃO DOS EMULSIFICANTES ALIMENTÍCIOS

SÍNTESE E COMPOSIÇÃO DOS EMULSIFICANTES ALIMENTÍCIOS SÍNTESE E COMPOSIÇÃO DOS EMULSIFICANTES ALIMENTÍCIOS Existem várias famílias de emulsificantes de grau alimentício, os quais podem ser classificados como mono e diglicerídeos, monoésteres de propilenoglicol,

Leia mais

Questão 3: É objetivo da elaboração de Procedimento Operacional Padrão :

Questão 3: É objetivo da elaboração de Procedimento Operacional Padrão : Questão 1: Na rotina do laboratório de análise de alimentos são manuseados diversos materiais que podem afetar a segurança no trabalho. Escolha a opção CORRETA relacionada a esse tema. a) Risco: é o perigo

Leia mais

1. Remover e, simultaneamente, impedir a formação de depósitos de carbonato em superfícies internas de equipamentos de transferência de calor. 2.

1. Remover e, simultaneamente, impedir a formação de depósitos de carbonato em superfícies internas de equipamentos de transferência de calor. 2. 1. Remover e, simultaneamente, impedir a formação de depósitos de carbonato em superfícies internas de equipamentos de transferência de calor. 2. Otimizar processos que utilizam qualquer tipo de líquido.

Leia mais

revogada(o) por: Resolução RDC nº 263, de 22 de setembro de 2005

revogada(o) por: Resolução RDC nº 263, de 22 de setembro de 2005 título: Resolução RDC nº 93, de 31 de outubro de 2000 ementa: Dispõe sobre o Regulamento Técnico para Fixação de Identidade e Qualidade de Massa Alimentícia. publicação: D.O.U. - Diário Oficial da União;

Leia mais

TINTAS E DROGARIA. Produtos de Limpeza e Conservação ARTIGOS DIVERSOS DE DROGARIA CATÁLOGO ARMAZENS REIS WWW.ARMAZENSREIS.PT

TINTAS E DROGARIA. Produtos de Limpeza e Conservação ARTIGOS DIVERSOS DE DROGARIA CATÁLOGO ARMAZENS REIS WWW.ARMAZENSREIS.PT CATÁLOGO ARMAZENS REIS WWW.ARMAZENSREIS.PT ARTIGOS DIVERSOS DE DROGARIA Morada: E.N. 2 km 10 Mamodeiro, 3810728 Aveiro Telefone: (+1) 234 941 194 55 Email: geral@armazensreis.pt = 55 ÁLCOOL Classe de compostos

Leia mais

PAINÉIS CIMENTO-MADEIRA

PAINÉIS CIMENTO-MADEIRA CIMENTO-MADEIRA Prof. Setsuo Iwakiri UFPR - DETF INRODUÇÃO HISTÓRICO 1914 > Áustria > partículas excelsior + aglutinante (óxido magnésio + cloreto magnésio) 1928 > Alemanha > início > uso cimento portland

Leia mais

Aditivos para Redução de Atrito em Lubrificantes Industriais e Automotivos

Aditivos para Redução de Atrito em Lubrificantes Industriais e Automotivos Aditivos para Redução de Atrito em Lubrificantes Industriais e Automotivos Conteúdo Agente de Lubricidade Polimérico para Óleos Integrais de Usinagem Agente de Lubricidade Não-Polimérico para Fluidos Hidráulicos

Leia mais

Aspectos gerais sobre preparo de amostras. Joaquim A. Nóbrega djan@terra.com.br

Aspectos gerais sobre preparo de amostras. Joaquim A. Nóbrega djan@terra.com.br Aspectos gerais sobre preparo de amostras Joaquim A. Nóbrega djan@terra.com.br Técnicas Espectroanalíticas - FAAS - GFAAS - ICP OES - ICP-MS - Aspecto comum: amostras são usualmente introduzidas como soluções

Leia mais

Engº. Gandhi Giordano

Engº. Gandhi Giordano Processos físico-químicos e biológicos associados para tratamento de chorume Engº. Gandhi Giordano Professor Adjunto do Departamento de Engª Sanitária e Meio Ambiente da UERJ Diretor Técnico da TECMA Tecnologia

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Último Encontro: Vila Velha 1 Escolha dos temas a serem trabalhados. Tema de hoje: Oficina sobre alimentação saudável 1) Alimentos Alimentos construtores: fornecem proteínas

Leia mais

O USO DA ESCUMA PARA GERAÇÃO DE ENERGIA LIMPA: POTENCIAL DE PRODUÇÃO DE BIODIESEL E BIOGLICEROL

O USO DA ESCUMA PARA GERAÇÃO DE ENERGIA LIMPA: POTENCIAL DE PRODUÇÃO DE BIODIESEL E BIOGLICEROL O USO DA ESCUMA PARA GERAÇÃO DE ENERGIA LIMPA: POTENCIAL DE PRODUÇÃO DE BIODIESEL E BIOGLICEROL Jessica Dayane Rodrigues Diniz 1 ; Antonio Carlos Caetano de Souza² UFGD FAEN, C. Postal 533, 79804-970 Dourados-MS,

Leia mais

Profa Tânia Maria Leite da Silveira

Profa Tânia Maria Leite da Silveira Profa Tânia Maria Leite da Silveira Como o consumidor adquire informações sobre os alimentos? Conhecimento da família Educação Mídia Publicidade Rotulagem Importância da rotulagem Informações corretas

Leia mais

ÓLEO DE CARPA (Cyprinus carpio) PROVENIENTE DO PROCESSO DE ENSILAGEM ÁCIDA: REFINO E CARACTERIZAÇÃO 1. INTRODUÇÃO

ÓLEO DE CARPA (Cyprinus carpio) PROVENIENTE DO PROCESSO DE ENSILAGEM ÁCIDA: REFINO E CARACTERIZAÇÃO 1. INTRODUÇÃO ÓLEO DE CARPA (Cyprinus carpio) PROVENIENTE DO PROCESSO DE ENSILAGEM ÁCIDA: REFINO E CARACTERIZAÇÃO MONTE, Micheli Legemann 1 ; DIAS, Érica de Oliveira 1 ; CREXI, Valéria Terra 2 ;SOUZA-SOARES Leonor Almeida

Leia mais

AUMENTA SIGNIFICATIVAMENTE O RENDIMENTO DE ÓLEO E MELHORA A EFICIÊNCIA OPERACIONAL

AUMENTA SIGNIFICATIVAMENTE O RENDIMENTO DE ÓLEO E MELHORA A EFICIÊNCIA OPERACIONAL AUMENTA SIGNIFIATIVAMENTE O RENDIMENTO DE ÓLEO E MELHORA A EFIIÊNIA OPERAIONAL A ENZIMA PURIFINE PL DA VERENIUM É UM PRODUTO ENZIMÁTIO INOVADOR QUE OFEREE UMA FORMA DE MELHORAR O RENDIMENTO TOTAL E GERAR

Leia mais

2015 - ANO INTERNACIONAL DOS SOLOS

2015 - ANO INTERNACIONAL DOS SOLOS 2015 - ANO INTERNACIONAL DOS SOLOS FALANDO DOS SOLOS (8) No bloco anterior aludi à componente mineral do solo. Neste abordo a componente orgânica e as fracções líquida e gasosa que lhes estão associadas.

Leia mais

CONHEÇA O AÇO INOX E SUAS PARTICULARIDADES

CONHEÇA O AÇO INOX E SUAS PARTICULARIDADES CONHEÇA O AÇO INOX E SUAS PARTICULARIDADES Os produtos SODRAMAR em Aço Inox são fabricados utilizando matéria prima com alto padrão de qualidade, e como tal merecem cuidados. Preocupados em manter a beleza

Leia mais

SISTEMAS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES INDUSTRIAIS. Engº Ricardo de Gouveia

SISTEMAS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES INDUSTRIAIS. Engº Ricardo de Gouveia SISTEMAS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES INDUSTRIAIS Engº Ricardo de Gouveia SEQÜÊNCIA TÍPICA Tratamento Primário Tratamento Secundário Tratamento Terciário SEQÜÊNCIA TÍPICA Tratamento Primário Grades ou Peneiras

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Informação e Documentação Disciplina: Conservação e Restauração

Leia mais

OXY-PRIMER CONVERSOR DE FERRUGEM E PRIMER BOLETIM TÉCNICO

OXY-PRIMER CONVERSOR DE FERRUGEM E PRIMER BOLETIM TÉCNICO OXY-PRIMER CONVERSOR DE FERRUGEM E PRIMER BOLETIM TÉCNICO O produto OXY-PRIMER é um tipo de tinta de cobertura cimentosa que não é composto de resinas normais, mas que adere como cimento. O cimento adere

Leia mais

Contêineres rígidos para esterilização

Contêineres rígidos para esterilização Por Silvia Baffi 1. Introdução Contêineres rígidos para esterilização Contêineres são recipientes rígidos e reutilizáveis para a esterilização. São compostos por diferentes dispositivos que podem ser denominados

Leia mais

Operação Unitária de Centrifugação

Operação Unitária de Centrifugação UFPR Setor de Ciências da Saúde Curso de Farmácia Disciplina de Física Industrial Operação Unitária de Centrifugação Prof. Dr. Marco André Cardoso Centrifugação Operação unitária com a principal finalidade

Leia mais

COMPOSIÇÃO QUÍMICA CELULAR COMPOSTOS INORGÂNICOS: ÁGUA- SAIS MINERAIS COMPOSTOS ORGÂNICOS: CARBOIDRATOS

COMPOSIÇÃO QUÍMICA CELULAR COMPOSTOS INORGÂNICOS: ÁGUA- SAIS MINERAIS COMPOSTOS ORGÂNICOS: CARBOIDRATOS COMPOSIÇÃO QUÍMICA CELULAR COMPOSTOS INORGÂNICOS: ÁGUA- SAIS MINERAIS COMPOSTOS ORGÂNICOS: CARBOIDRATOS COMPOSTOS INORGÂNICOS Não apresentam Carbono em sua estrutura DOIS TIPOS: Água e Sais Minerais ÁGUA:

Leia mais

Tratamento de Efluentes e Destinação dos Resíduos de Ensaios por Líquidos Penetrantes

Tratamento de Efluentes e Destinação dos Resíduos de Ensaios por Líquidos Penetrantes Tratamento de Efluentes e Destinação dos Resíduos de Ensaios por Líquidos Penetrantes Sinopse Descrição de descarte dos resíduos originados dos ensaios por líquidos penetrantes por meio de processo físico

Leia mais

Reciclagem polímeros

Reciclagem polímeros Reciclagem polímeros Reciclagem Química A reciclagem química reprocessa plásticos transformando-os em petroquímicos básicos: monômeros ou misturas de hidrocarbonetos que servem como matéria-prima, em refinarias

Leia mais

Voestalpine Stahl, Linz, Áustria. Redução Maximizada de Emissões de Sinterização - Planta SIMETAL CIS MEROS. Metals Technologies

Voestalpine Stahl, Linz, Áustria. Redução Maximizada de Emissões de Sinterização - Planta SIMETAL CIS MEROS. Metals Technologies Voestalpine Stahl, Linz, Áustria Redução Maximizada de Emissões de Sinterização - Planta SIMETAL CIS MEROS Metals Technologies 1 Atendendo agora às futuras demandas ambientais! O desafio As exigências

Leia mais

67 Circular. Técnica. Situação do Gergelim nos Mercados Mundial e Nacional, 1995 a 2002.

67 Circular. Técnica. Situação do Gergelim nos Mercados Mundial e Nacional, 1995 a 2002. Situação do Gergelim nos Mercados Mundial e Nacional, 1995 a 2002 1 ISSN 0100-6460 67 Circular Técnica Campina Grande, PB Dezembro, 2002 Autores Maria Auxiliadora Lemos Barros, Economista, M.Sc. Pesquisadora

Leia mais

RAÇÕES PARA PEIXES: FATORES NUTRICIONAIS IMPORTANTES E IMPACTOS NOS RESULTADOS. Silvia Pastore - M.Sc. V Aquishow Agosto/2014

RAÇÕES PARA PEIXES: FATORES NUTRICIONAIS IMPORTANTES E IMPACTOS NOS RESULTADOS. Silvia Pastore - M.Sc. V Aquishow Agosto/2014 RAÇÕES PARA PEIXES: FATORES NUTRICIONAIS IMPORTANTES E IMPACTOS NOS RESULTADOS Silvia Pastore - M.Sc. V Aquishow Agosto/2014 Perguntas frequentes 1. As rações são todas iguais? 2. Como diferenciar as rações

Leia mais

Adubação Fosfatada. Leonardo de Oliveira Machado. 1 Introdução. 2 Origem dos Adubos Fosfatados

Adubação Fosfatada. Leonardo de Oliveira Machado. 1 Introdução. 2 Origem dos Adubos Fosfatados Adubação Fosfatada Leonardo de Oliveira Machado 1 Introdução O nitrogênio, o fósforo e o potássio são os três elementos geralmente usados em maior escala na adubação. Analizando os tecidos vegetais verifica-se

Leia mais

ENXOFRE. Engenheiro Agrônomo Rodrigo Ambrosio. Mestrando em Ciência do Solo rodrigoambrosioufpr@gmail.com

ENXOFRE. Engenheiro Agrônomo Rodrigo Ambrosio. Mestrando em Ciência do Solo rodrigoambrosioufpr@gmail.com ENXOFRE Engenheiro Agrônomo Rodrigo Ambrosio Mestrando em Ciência do Solo rodrigoambrosioufpr@gmail.com Departamento de Solos e Engenharia Agrícola Orientador: Volnei Pauletti ENXOFRE Enxofre Macronutriente

Leia mais

Motores Térmicos. 9º Semestre 5º ano

Motores Térmicos. 9º Semestre 5º ano Motores Térmicos 9º Semestre 5º ano Aula 20. Sistema de Lubrificação Introdução Tipos de Sistemas de Lubrificação O percurso do óleo lubrificante Componentes do Sistema de lubrificação Óleo lubrificante

Leia mais

HIDROCARBONETOS. Uso em Pavimentação Asfáltica

HIDROCARBONETOS. Uso em Pavimentação Asfáltica 1. Produto: IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Empresa: EMULSÃO FISPQ PETROX INDÚSTRIA CATIÔNICA Ficha de E - RR2C Informação COMÉRCIO de DE Segurança PRODUTOS QUÍMICOS de Produtos Químicos Endereço:

Leia mais

REUSO PLANEJADO DA ÁGUA: UMA QUESTÃO DE INTELIGÊNCIA...

REUSO PLANEJADO DA ÁGUA: UMA QUESTÃO DE INTELIGÊNCIA... REUSO ÁGUA: INTELIGÊNCIA... PLANEJADO DA UMA QUESTÃO DE CONSUMO DE ÁGUA doméstico Indústria Agricultura 18,60% 8,00% 22,40% 22,00% 59,00% 70,00% Brasil Mundo Consumo mundial = 3.240 km 3 / ano Consumo

Leia mais

Atualmente é Sócio Proprietário da DIGITALBRAIN Consultoria e Treinamento Ltda.

Atualmente é Sócio Proprietário da DIGITALBRAIN Consultoria e Treinamento Ltda. Formado em Engenharia Química pela FEI Faculdade de Engenharia Industrial e com cursos de Especialização em Embalagens nos U.S.A. e Alemanha, vem atuando no mercado de embalagens desde 1976 em empresas

Leia mais

4ª aula Compressores (complemento) e Sistemas de Tratamento do Ar Comprimido

4ª aula Compressores (complemento) e Sistemas de Tratamento do Ar Comprimido 4ª aula Compressores (complemento) e Sistemas de Tratamento do Ar Comprimido 3ª Aula - complemento - Como especificar um compressor corretamente Ao se estabelecer o tamanho e nº de compressores, deve se

Leia mais

UNIDADE 4 PRODUÇÃO, CONSUMO, EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO. PROCESSAMENTO TECNOLÓGICO DE OVOS

UNIDADE 4 PRODUÇÃO, CONSUMO, EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO. PROCESSAMENTO TECNOLÓGICO DE OVOS UNIDADE 4 PRODUÇÃO, CONSUMO, EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO. PROCESSAMENTO TECNOLÓGICO DE OVOS 1 CONSUMO DE OVOS Dados da FAO (2010) para a América Latina apontam que o Brasil se encontra na oitava posição em

Leia mais