UFGD, Bolsistas do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID;

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UFGD, Bolsistas do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID;"

Transcrição

1 Extração de Ferro do Cereal: a experimentação como estratégia de negociação de significados na aprendizagem de Ciências Izabela Priscila Guedes Batista¹; Thaysa Robaldo Dutra Pavão 1 ; Camila Romeiro Zocca 1 ; Fabiano Antunes 2 - UFGD 1 Acadêmicas de Ciências Biológicas da Universidade Federal da Grande Dourados - UFGD, Bolsistas do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID; 2 Professor orientador e coordenador do grupo PIBID Ciências Biológicas da UFGD Caixa Postal 322, Dourados MS RESUMO: Este artigo aborda uma experiência docente no Ensino de Ciências, aproveitando algumas contribuições do Clube de Ciências implementado por meio do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência (PIBID), realizado em escolas públicas atendendo alunos do 6º ano do Ensino Fundamental ao 3º do Ensino Médio. O Clube de Ciências tem como proposta trabalhar o conhecimento científico através de práticas realizadas na escola para uma aprendizagem significativa. As atividades foram elaboradas através de pesquisa realizada pelos licenciandos, através de questionários com a preocupação de desenvolver ações que pudessem ser interessantes para uma consolidação do conteúdo aprendido em sala de aula. Tendo em vista as necessidades educativas explicitadas por meio dos questionários, buscamos relacionar o cotidiano dos estudantes ao conhecimento científico desenvolvido em sala de aula, por meio de uma atividade experimental. Para isso, optamos por uma atividade na qual investigaríamos, junto com os estudantes, se há ferro presente em um cereal, no qual consta no rótulo enriquecido com ferro. A intenção era provocar a participação dos estudantes para que pudéssemos saber as concepções deles a respeito do ferro e sua importância para o organismo. A partir de anotações realizadas em diário de bordo, tivemos dados para discutir o papel que uma aula investigativa pode suscitar na aprendizagem de Ciências. Os dados apontam que a escolha de um elemento do cotidiano de adolescentes, neste caso o cereal, permitiu a nós acessarmos subsunçores presentes em sua estrutura cognitiva e, a partir disso, trabalharmos negociando significados cotidianos e científicos para um enriquecimento conceitual do ferro, em específico, e da alimentação, no geral. Portanto, a proposta desenvolvida neste trabalho vislumbra uma ciência que possibilite ao educando ser sujeito do processo de construção do saber, compreendendo-o como sujeito humano que produz, pensa, analisa, reflete, problematiza, e não apenas absorve as verdades absolutas pelo professor. PALAVRAS CHAVE: experimentação, cotidiano, Ensino de Ciências. Agradecimentos: Este projeto foi financiado pelo projeto PIBID, CAPES.

2 2 Extração de Ferro do Cereal: a experimentação como estratégia de negociação de significados na aprendizagem de Ciências Introdução O presente artigo apresenta aspectos de vivências do Clube de Ciências, realizado por acadêmicos do Curso de Ciências Biológicas de Licenciatura da Universidade Federal da Grande Dourados, através do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID). O Pibid é uma iniciativa do programa CAPES, para o aperfeiçoamento e a valorização da formação de professores para a educação básica. O programa concede bolsas a alunos de licenciatura participantes de projetos de iniciação à docência desenvolvida por Instituições de Educação Superior (IES) em parceria com escolas de educação básica da rede pública de ensino. Os projetos promovem a inserção dos acadêmicos no contexto das escolas públicas durante sua formação para que desenvolvam atividades didático-pedagógicas sob orientação de um docente da licenciatura e de um professor da escola. Diferente do estágio supervisionado, o programa serve para promover uma aproximação entre o futuro professor e os alunos, através de experimentações, palestras, filmes, atividades. O desenvolvimento das atividades no Clube de Ciências pode conduzir os estudantes a se aproximarem de uma forma mais significativa do conhecimento científico, fato que, muitas vezes, não é possível durantes as aulas, limitadas por fatores como o tempo reduzido das aulas, grande demanda de conteúdo, o grande número de estudantes em sala, entre outros. Um Clube, ao desenvolver seus projetos, visa estudar melhores ações antes de colocá-las em prática e atender não somente a unidade escolar, mas também as necessidades dos alunos. O processo de construção dos conhecimentos pode ocorrer de duas maneiras: de modo formal (dentro de uma sala de aula) e de modo não formal (fora da sala de aula). O Clube de Ciências, portanto, consiste numa proposta não formal de educação científica (MENEGASSI et al., 2010). O ensino de ciências precisa levar o aluno a uma postura diferente com o meio que ele vive, em sua comunidade, disseminar conhecimentos e saberes. É necessário sair daquela visão que ciências só se faz em laboratório e começar a dar concretude para uma atitude que traz consigo a aprendizagem de Ciências que torna as ações com nível mais elevado de criticidade. É importante mostrar ao aluno de onde essas teorias que

3 3 existem vieram, não surgiu do nada, foi sendo aperfeiçoada ao longo dos anos com avanços e rupturas (KUHN, 1998; LAUDAN, 2011). Cada aluno pode fazer ciências, testar, comprovar, refutar hipóteses, ser um cientista na escola, não são necessárias práticas geniais, nem muitos instrumentos, podemos começar com o pouco que temos em nossas escolas públicas. O clube é um lugar onde os alunos levam suas dúvidas, sugerem práticas e aprendem um pouco mais de ciências. Observamos nos alunos o desejo por ver uma Ciência, que faça explosões, coloque fogo, ou seja, extraordinário. Tal expectativa precisou ser amenizada, pois o Ensino de Ciências é mais do que estimular sensorialmente os estudantes. Procuramos mostrar em nossas práticas não apenas experimentos, práticas vazias e sem sentidos, queremos despertar no aluno a vontade de investigar. Sentimo-nos fascinados quando ouvimos uma hipótese nova de cada um, participações que não são permitidas na sala de aula, por mais que uma aula seja investigativa, não tem tempo para o professor perguntar de aluno em aluno, o porquê dos acontecimentos e o porquê de algumas teorias. Os Clubes propiciam condições adequadas para o estudante aprender e são um ótimo local para discutir, debater e refletir sobre aspectos éticos e morais na utilização das informações, desenvolvendo, assim, senso e atitudes críticas com relação à ciência (PIRES et al., 2007). Este trabalho se refere a uma experiência didática, a qual tem como objetivo mostrar como usar elementos básicos para verificar a existência do ferro nos alimentos. Uma prática que demanda pouco tempo, mas, que impressionam os alunos com os resultados. Através disso, foram trabalhados conceitos como alimentação, física e biologia. Acreditamos que o Clube de Ciências irá proporcionar conhecimentos além ao aluno e que também serve de subsídios para as aulas em sala. Os ganhos são de todos nós, pibidianos futuros professores, alunos e professores regentes. Objetivo O objetivo desta pesquisa consiste em avaliar como atividades promovidas podem possibilitar o desenvolvimento de aprendizagem significativa do conceito de ferro em estudantes da educação básica.

4 4 Metodologia Inicialmente, em março de 2014, contextualizamos a realidade de cada unidade escolar, traçamos metas e planos para dar início as primeiras atividades nas escolas. Como primeiro passo, elaboramos um questionário para avaliar quais as concepções dos alunos em relação ao PIBID e ao Clube de Ciências. Após a aplicação dos questionários nas escolas, tivemos uma reunião com nosso coordenador para assim tabularmos os dados e então ter um direcionamento de como encaminhar as práticas do Clube de Ciências. Depois de termos feito a tabulação dos dados, analisamos o que os alunos esperam Clube de Ciências. Os encontros são realizados semanalmente nas sextasfeiras, ao longo da semana realizamos na escola a divulgação conversando com os alunos e distribuindo cartazes. Segundo a professora regente, outra opção interessante de ser adotada é a entrega de bilhetes aos alunos já que as atividades são no contra turno, os pais podem ter conhecimento do que seus filhos estão fazendo, passa a dar mais credibilidade em deixar seus filhos saírem de casa. As práticas ocorrem na sala de aula de uma escola estadual do município do estado de Mato Grosso do Sul, sob supervisão da professora de Ciências/Biologia dos alunos. A supervisora do PIBID na escola nos relatou o programa é de grande ajuda para os acadêmicos, sendo que estes podem perceber a realidade das escolas. Ela cita ainda, que há um desinteresse por grande parte dos alunos, para eles, talvez os conteúdos trabalhados em sala ainda não façam sentido. Acredita que o projeto é de grande importância dentro da escola, os alunos que poderiam estar na rua em seu contra-turno estão envolvidos com o clube de ciências. As experimentações e conhecimentos trazidos pelos acadêmicos são válidas e importantes para o processo de ensino-aprendizagem, salientando que é preciso os alunos aproveitarem essas oportunidades e levarem para os encontros suas dúvidas, seus conhecimentos a fim de se tornar produtivo para a escola e para a formação acadêmica dos licenciados. Para aprender ciências, o estudante deve ser instigado, ter sua curiosidade aguçada faz-se necessário despertar o interesse pela ciência cotidiana. Estudantes, por natureza, são curiosos e dinâmicos, mas, se estas importantes características forem reprimidas pelas atividades mecânicas e prontas em sala de aula, os processos de construção do conhecimento podem tornar-se desinteressantes e sem sentido o que, muitas vezes, frustram os envolvidos e comprometem muitos aspectos das suas trajetórias escolares. A partir daí, faz-se necessário que o ensino de ciências, na educação básica, aconteça a partir de atividades que os desafiem e possibilitem a vivência de processos construtivos (ASTOLFI, PETERFALVI, VÉRIN, 1998; CARVALHO, 1998; COLL, 2002).

5 5 Dentro das atividades práticas que planejamos para realizar no clube de ciências, definimos um tema inicial, para desenvolver as atividades. O tema escolhido foi Extração de ferro do cereal matinal. Ao iniciarmos o clube, fizemos uma breve discussão da temática com os alunos, por meio de diálogos e apresentações no Power Point, os experimentos são realizados com os alunos e em seguida pedimos que eles repetissem os procedimentos, para então levantarmos discussões. Ao iniciarmos, levantamos a seguinte questão: será que o ferro presente nos alimentos é realmente ferro? Quando você lê em caixas de alimentos nos supermercados Enriquecido com Ferro é ferro mesmo que está presente ali? Então começamos a nossa prática. Na prática Extração de ferro do cereal matinal usamos os seguintes materiais: cereal matinal, água, liquidificador, ímã de neodímio. O experimento consiste em bater no liquidificador água com cereal matinal e então colocar no saco plástico e passar o ímã de neodímio para puxar o ferro existente no cereal. Então, após observações dos alunos anotamos em nosso diário de bordo os resultados e considerações da prática. Os diários de bordo são os cadernos para anotar observações e registros dos pibidianos, no clube de ciências e outras práticas do PIBID. Trabalhamos com os alunos o que eles já sabiam os subsunçores e agregamos novos conhecimentos. Resultados Para a obtenção de dados para este trabalho, foi realizado um questionário com perguntas objetivas, como: Você já participou de alguma atividade que o PIBID ofereceu em sua escola? Caso sua resposta seja SIM, como você avalia essa atividade? Se você já participou, qual atividade mais chamou a sua atenção? Justifique. Você já se interessou em participar de alguma atividade do PIBID? Em caso de resposta negativa, por favor, diga por que não houve interesse. Em que horário ou turno gostaria que fossem feitas as atividades do PIBID? Você poderia dar algumas sugestões e opiniões para o PIBID? (atividades que gostaria de realizar, opiniões sobre as atividades já realizadas).

6 6 Os dados que conseguimos dos questionários foram relativos as respostas dadas por 61 alunos e foram os seguintes: 1) 22 alunos já participaram de alguma atividade do PIBID no ano anterior; 2) Dos 22 alunos que já participaram do PIBID, 10 consideraram que as atividades foram excelentes, 8 consideraram como boas e 5 como regulares; 3) Das atividades que propusemos para os estudantes, eles demonstraram preferência por: Clube de Ciências (23 alunos); Cinema na escola (14 alunos); Gincana do Conhecimento (7 alunos); Todas as opções anteriores (2 alunos); Sem resposta (15 alunos); 4) Dos 61 estudantes, 30 preferem que as atividades sejam realizadas no período vespertino, 16 no noturno, 4 no período matutino, 3 em qualquer horário e 8 não responderam. 5) 29 estudantes sugeriram que o PIBID pudesse propor: palestras, aulas práticas, experimentos, aulas dinâmicas, astrofísica, assuntos relacionados ao meio rural, eventos esportivos, assistir vídeos, atividades na área de bioquímica e biotecnologia, atividade sobre fungos. A partir dos dados dos questionários, nos reunimos para planejar nossas ações e decidimos desenvolver o Clube de Ciências como atividade inicial para trabalharmos com os alunos. Por meio das perguntas feitas, notamos o interesse em grande parte dos alunos em estar envolvido com o Clube de Ciências. Percebemos que os alunos querem aprender algo a mais na escola. Os estudantes precisam de oportunidade para serem ouvidos para se desenvolverem, tirar suas dúvidas e desenvolver habilidades. Nesse sentido, o Clube de Ciências nos parece um espaço propício para isso. Buscamos escolher atividades, as quais poderiam suscitar interesse nos alunos, de acordo com o que percebemos nos questionários. Decidimos, então, abordar um tema que relacionasse a alimentação e conceitos científicos. Tal tema ficou intitulado como: Tirando o ferro do cereal matinal e seu protocolo é o seguinte: a) Despejar o cereal matinal em um liquidificador, adicionar água e misturar até que se consiga uma mistura pastosa;

7 7 b) Colocar a mistura em um saco plástico e passar lentamente um ímã de neodímio até se obter uma concentração de pó escuro (ferro) na lateral. Por meio desse experimento, separamos o ferro do restante do cereal e, assim, esperamos desencadear a participação dos estudantes quanto a presença desse metal e a relação deste com objetos e alimentos. Então, lançamos várias questões para provocar a participação dos alunos, tais como: Porque o ferro é atraído pelo ímã? Qual a diferença do ímã comum e do ímã de neodímio? A partir daí um estudante se manifestou: Aluno 1: O ferro presente nos alimentos é o mesmo ferro que as pessoas fazem objetos? Aluno 2: Acho que não, o ferro nos alimentos são diferentes, são líquidos, quando você mastiga, ele está misturado a outros alimentos e você nem pode sentir. A interação acima mostra a dificuldade que os estudantes tem em relacionar o conceito de ferro às suas vivências. A partir dessas falas dissemos que o ferro é o mesmo. Sendo assim, nossa intervenção possibilitaria que essa nova proposição (o ferro é o mesmo) funcionasse como um reorganizador de suas estruturas conceituais prévias, seus subsunçores (AUSUBEL, 1978). Continuamos com os alunos realizando um experimento para retirar o ferro de um cereal matinal. Ao observarmos o saco plástico, indagamos os alunos sobre o que poderia ser aqueles pontinhos pretos que seguiam o ímã. Uma menina disse que era sujeira no cereal e outros disseram não saber. Ao mostramos a caixa do cereal para eles enriquecido com ferro, logo, não acreditaram que estavam vendo e comiam ferro de verdade (como era de se esperar) em suas manhãs. Aquele aluno que antes disse não saber se o ferro era o mesmo na alimentação agora diz: Aluno 2: Por isso que dizem que fazer comida em panela de ferro é bom para saúde! Nunca entendi isso, mas, agora observando o experimento posso ver que o ferro é o mesmo mineral usado na alimentação e nos objetos, nunca imaginei que em uma caixa de cereal matinal existia ferro sólido misturado aos ingredientes.

8 8 Uma colega continuou: Aluna 3: Realmente tem ferro. Mas é o mesmo presente em alimentos naturais como o feijão? Percebemos nessas falas um indício de modificação na estrutura cognitiva do aluno 2. No entanto, ainda pairam dúvidas na aluna 3. Logo, isso indica que ainda precisaríamos deliberar mais estratégias para que tal aluna pudesse compreender melhor o conceito de ferro. Continuamos respondendo as perguntas e anotando em nossos diários de bordo as considerações dos alunos. Passamos então a explicar sobre o ferro em nossa alimentação e os processos biológicos em nossos organismos. Que ele é um componente fundamental de hemoglobina e de algumas enzimas do sistema respiratório e a falta dele no nosso organismo leva a anemia. E o consumo excessivo também é prejudicial, outro fato desconhecido dos nossos alunos do clube de ciências. Pelo fato de sempre seus pais dizerem para comer feijão e outros alimentos que contêm ferro, eles se mostraram surpresos quando mostramos que o excesso pode ser prejudicial. Após a explicação da importância do ferro em nosso organismo, um dos alunos perguntou: quais os alimentos que contém o ferro? Finalizamos a explicação fazendo uma lista dos alimentos que o contêm. Conclusão Essa experiência didática foi importante para nós pois nos possibilitou produzir um plano de ensino adequado as necessidades educativas dos estudantes propiciando resultados de aprendizagem. Para realização do experimento não precisamos de materiais de alto custo ou complexos. Tivemos a oportunidade de dispor de materiais simples para podermos investir em uma aprendizagem significativa dos alunos. O intuito foi tornar conceitos científicos disponíveis em sua estrutura cognitiva para que os estudantes pudessem perceber de uma maneira mais elaborada o mundo que os cerca. Usamos da experimentação como estratégia de negociação de significados (MOREIRA, 2008) na aprendizagem de Ciências. O clube de ciências tem grande valia para nossa formação e para os estudantes. A aproximação com os alunos semanalmente nos leva mais perto de nossa realidade

9 9 como futuros professores. Quanto aos alunos acreditamos que eles saem do clube com outra visão de ciências, mais elaborada. Referências Bibliográficas ASTOLFI, J. P.; PETERFALVI, B.; VÉRIN, A. Como as crianças aprendem as ciências. Lisboa: Horizontes Pedagógicos, AUSUBEL, D. P.; NOVAK, J. D; HANESIAN, H. Educational psychology: a cognitive view. New York: Holt, Rinehart and Winston, BRASIL, Fundação Capes: Ministério da Educação. Disponível em <http://www.capes.gov.br/educacao-basica/capespibid>. Acesso em: 20 de setembro de 2014, ás 14h30min. CARVALHO, A. M. P. de et. al. Ciências no ensino fundamental: o conhecimento físico. São Paulo: Scipione, COLL, C. Aprendizagem escolar e construção do conhecimento. Porto Alegre: Artmed, DIAS, R.A. (2011). Campo Magnético e Forças Magnéticas. Disponível em CampoMagneticoeforcasmagneticas.pdf. Acesso em 23 de setembro de 2014, ás 16h59min. EINSTEIN, A. Hemocromatose: excesso de ferro é prejudicial. Disponível em <http://www.einstein.br/einstein-saude/nutricao/paginas/hemocromatose-. aspx>. Acesso em 10 de outubro de 2014, ás 16h00min. KUHN, T. A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Editora Perspectiva, LAUDAN, L. O progresso e seus problemas. São Paulo: Editora UNESP, MOREIRA, M. A. Negociação de significados e aprendizagem significativa. Ensino, Saúde e Ambiente, v. 1, n. 2, p 2-13, dez MENEGASSI, F.J.; ROSITO, B. A.; LIMA, V. M. R. e BORGES, R. M. R. (2010). Relações entre concepções epistemológicas e pedagógicas de licenciados e professores que atuam em Clubes de Ciências. V Amostra de Pesquisa da Pós- Graduação PUCRS

10 10 PIRES, M.G.S. (2007). Motivações e expectativas de alunos/as do ensino fundamental na participação de um Clube de Ciências. VI Encontro Nacional de Pesquisa e Educação em Ciências, Florianópolis.

PESQUISA AÇÃO: ACOMPANHANDO OS IMPACTOS DO PIBID NA FORMAÇÃO DOCENTE

PESQUISA AÇÃO: ACOMPANHANDO OS IMPACTOS DO PIBID NA FORMAÇÃO DOCENTE PESQUISA AÇÃO: ACOMPANHANDO OS IMPACTOS DO PIBID NA FORMAÇÃO DOCENTE Rafaela Souza SANTOS, Valquiria Rodrigues do NASCIMENTO, Dayane Graciele dos SANTOS, Tamíris Divina Clemente URATA, Simara Maria Tavares

Leia mais

Ensinar ciências fazendo ciência com professores e alunos da educação básica

Ensinar ciências fazendo ciência com professores e alunos da educação básica Ensinar ciências fazendo ciência com professores e alunos da educação básica Pavão, Antonio, C.¹, Rocha, Claudiane, F..S.², Silva, Ana, P.³ Espaço Ciência - www.espacociencia.pe.gov.br pavao@ufpe.br¹,

Leia mais

AS EXPERIÊNCIAS DO PIBID-FÍSICA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL, CAMPUS BENTO GONÇALVES (IFRS)

AS EXPERIÊNCIAS DO PIBID-FÍSICA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL, CAMPUS BENTO GONÇALVES (IFRS) AS EXPERIÊNCIAS DO PIBID-FÍSICA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL, CAMPUS BENTO GONÇALVES (IFRS) Camila Paese [camilapaese@gmail.com] Fernanda Endrizzi [fernandaendrizzi@hotmail.com]

Leia mais

VIVÊNCIAS NO PIBID/EDUCAÇÃO FÍSICA/UNIUBE: ASSOCIANDO CULTURA E HABILIDADES MOTORAS NO ENSINO FUNDAMENTAL II

VIVÊNCIAS NO PIBID/EDUCAÇÃO FÍSICA/UNIUBE: ASSOCIANDO CULTURA E HABILIDADES MOTORAS NO ENSINO FUNDAMENTAL II VIVÊNCIAS NO PIBID/EDUCAÇÃO FÍSICA/UNIUBE: ASSOCIANDO CULTURA E HABILIDADES MOTORAS NO ENSINO FUNDAMENTAL II Jackson Rodrigues Cordeiro 1, Cíntia Silva de Oliveira 2, Silas Queiroz de Souza 3, Marcelo

Leia mais

SABERES ADQUIRIDOS NO PIBID (PROGRAMA INSTUCIONAL DE BOLSA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA) PARA O SUCESSO PROFISSIONAL.

SABERES ADQUIRIDOS NO PIBID (PROGRAMA INSTUCIONAL DE BOLSA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA) PARA O SUCESSO PROFISSIONAL. SABERES ADQUIRIDOS NO PIBID (PROGRAMA INSTUCIONAL DE BOLSA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA) PARA O SUCESSO PROFISSIONAL. TayaraCrystina P. Benigno, UERN; tayara_bbg@hotmail.com Emerson Carlos da Silva, UERN; emersoncarlos90@hotmail.com

Leia mais

O ENSINO DE FÍSICA NA VISÃO DOS ALUNOS DE UMA TURMA DE 2º ANO DO ENSINO MÉDIO: ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA DO MUNICÍPIO DE ABAETETUBA PARÁ.

O ENSINO DE FÍSICA NA VISÃO DOS ALUNOS DE UMA TURMA DE 2º ANO DO ENSINO MÉDIO: ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA DO MUNICÍPIO DE ABAETETUBA PARÁ. O ENSINO DE FÍSICA NA VISÃO DOS ALUNOS DE UMA TURMA DE 2º ANO DO ENSINO MÉDIO: ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA DO MUNICÍPIO DE ABAETETUBA PARÁ. Alessandra da Costa Marques; Najara Siva; Lúcia Maria Assunção

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS ALTERNATIVOS EM EXPERIMENTOS PRÁTICOS DE QUÍMICA E SUA RELAÇÃO COM O COTIDIANO.

A UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS ALTERNATIVOS EM EXPERIMENTOS PRÁTICOS DE QUÍMICA E SUA RELAÇÃO COM O COTIDIANO. A UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS ALTERNATIVOS EM EXPERIMENTOS PRÁTICOS DE QUÍMICA E SUA RELAÇÃO COM O COTIDIANO. Alessandra Ramos Barbosa Joseane Ataíde de Jesus RESUMO Reconstruir o aprender requer mudanças

Leia mais

ATIVIDADES EXPERIMENTAIS PARA O ESTUDO DA ASTRONOMIA: CONSTRUINDO O SISTEMA SOLAR REDUZIDO

ATIVIDADES EXPERIMENTAIS PARA O ESTUDO DA ASTRONOMIA: CONSTRUINDO O SISTEMA SOLAR REDUZIDO ATIVIDADES EXPERIMENTAIS PARA O ESTUDO DA ASTRONOMIA: CONSTRUINDO O SISTEMA SOLAR REDUZIDO José da Silva de Lima¹; José Rodolfo Neves da Silva²; Renally Gonçalves da Silva³; Alessandro Frederico da Silveira

Leia mais

Palavras chave: PIBID, Teoria e Prática, Formação inicial.

Palavras chave: PIBID, Teoria e Prática, Formação inicial. A TECITURA DA PROFISSÃO PROFESSOR: REFLEXÕES A PARTIR DAS EXPERIÊNCIAS NO PIBID Gloria Ramona Gomes Aguero 1 ; Laudelina Sanabria Trindade 2 ; Almerinda Mª dos Reis Vieira Rodrigues 3. 1 Bolsista Pibid

Leia mais

PROJETO TREZE HORAS: Uma Proposta Para o Ensino Médio Integrado ao Ensino Técnico

PROJETO TREZE HORAS: Uma Proposta Para o Ensino Médio Integrado ao Ensino Técnico PROJETO TREZE HORAS: Uma Proposta Para o Ensino Médio Integrado ao Ensino Técnico Vanessa Lopes da Silva 1 Leandro Marcon Frigo 2 Resumo A partir do problema dicotômico vivenciado pelo Ensino Técnico Integrado,

Leia mais

A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID

A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID Victor Silva de ARAÚJO Universidade Estadual da Paraiba sr.victorsa@gmail.com INTRODUÇÃO A monitoria é uma modalidade

Leia mais

II ENCONTRO DE DIVULGAÇÃO DE ATIVIDADES DE PESQUISA, ENSINO E EXTENSÃO PIBID UENP: DESAFIOS E PERSPECTIVAS

II ENCONTRO DE DIVULGAÇÃO DE ATIVIDADES DE PESQUISA, ENSINO E EXTENSÃO PIBID UENP: DESAFIOS E PERSPECTIVAS CONTRIBUIÇÕES DA EXPERIMENTAÇÃO NO ENSINO DE QUÍMICA PELA EQUIPE PIBID DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS MASSAN, C. A.¹; SILVA, J. M.¹; MARINHO, B. P.¹; BRIGANTI, S.¹; FONSECA, C. A.¹; MORETTI, A. R.¹; MARINHO, F.

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID RELATÓRIO DE ATIVIDADES DO ALUNO BOLSISTA SUBPROJETO DE 2011. 2 Semestre de 2011

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID RELATÓRIO DE ATIVIDADES DO ALUNO BOLSISTA SUBPROJETO DE 2011. 2 Semestre de 2011 Ministério da Educação Secretaria de Educação Média e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE

Leia mais

FUNDAÇÃO CARMELITANA MÁRIO PALMÉRIO FACIHUS FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS Educação de qualidade ao seu alcance SUBPROJETO: PEDAGOGIA

FUNDAÇÃO CARMELITANA MÁRIO PALMÉRIO FACIHUS FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS Educação de qualidade ao seu alcance SUBPROJETO: PEDAGOGIA SUBPROJETO: PEDAGOGIA Alfabetizar letrando com as tecnologias INTRODUÇÃO A escola necessita formar seu aluno a aprender a ler o mundo, ter autonomia para buscar seu conhecimento, incentivá-lo a ser autor

Leia mais

UM PROJETO COMO CATALISADOR DA INTERDISCIPLINARIDADE NO ENSINO DE CIÊNCIAS 1

UM PROJETO COMO CATALISADOR DA INTERDISCIPLINARIDADE NO ENSINO DE CIÊNCIAS 1 UM PROJETO COMO CATALISADOR DA INTERDISCIPLINARIDADE NO ENSINO DE CIÊNCIAS 1 Christian Dias Azambuja christian.dias.92@gmail.com Bianca Silveira silveirabianca41@gmail.com Geovânia dos Santos geovania_dos_santos@hotmail.com

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB Edital Pibid n 061 /2013 CAPES PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO

Leia mais

O PIBID E A FORMAÇÃO DE ALUNOS DA EJA: UMA EXPERIÊNCIA COM EDUCAÇÃO FINANCEIRA 1

O PIBID E A FORMAÇÃO DE ALUNOS DA EJA: UMA EXPERIÊNCIA COM EDUCAÇÃO FINANCEIRA 1 O PIBID E A FORMAÇÃO DE ALUNOS DA EJA: UMA EXPERIÊNCIA COM EDUCAÇÃO FINANCEIRA 1 Resumo: Delane Santos de Macedo 2 Universidade Federal do Recôncavo da Bahia delayne_ba@hotmail.coml Gilson Bispo de Jesus

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB ANEXO II EDITAL Nº 001/2011/CAPES PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO

Leia mais

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE NOVEMBRO DE 2012 EREM ANÍBAL FERNANDES

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE NOVEMBRO DE 2012 EREM ANÍBAL FERNANDES UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA FRANCISCO DE ASSIS DO NASCIMENTO RITA DE CÁSSIA GUEDES LIMA RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE NOVEMBRO DE 2012

Leia mais

ENSINO DE FÍSICA EM ANGICAL DO PIAUÍ PI: EM BUSCA DA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES E DE METODOLOGIAS EFICAZES

ENSINO DE FÍSICA EM ANGICAL DO PIAUÍ PI: EM BUSCA DA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES E DE METODOLOGIAS EFICAZES ENSINO DE FÍSICA EM ANGICAL DO PIAUÍ PI: EM BUSCA DA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES E DE METODOLOGIAS EFICAZES MARCELA NEIVA SOUSA 1 SAMARA MARIA VIANA DA SILVA 2 RESUMO O presente artigo tem como objetivo investigar

Leia mais

ANAIS DA 66ª REUNIÃO ANUAL DA SBPC - RIO BRANCO, AC - JULHO/2014

ANAIS DA 66ª REUNIÃO ANUAL DA SBPC - RIO BRANCO, AC - JULHO/2014 1 ANAIS DA 66ª REUNIÃO ANUAL DA SBPC - RIO BRANCO, AC - JULHO/2014 O Pibid: ações de formação de professores que impactam a escola e a universidade Maurivan Güntzel Ramos mgramos@pucrs.br O presente texto

Leia mais

JOGOS DIDÁTICOS: ORIENTANDO SOBRE O USO DE DROGAS

JOGOS DIDÁTICOS: ORIENTANDO SOBRE O USO DE DROGAS JOGOS DIDÁTICOS: ORIENTANDO SOBRE O USO DE DROGAS Geicielem Alves Duarte¹; Simone Ceccon²; Daniella Schluchting Silva³; UFGD/FCBA- Caixa Postal 322, 79825-480 Dourados MS; E-mail: geiceduarte94@gmail.com.

Leia mais

Fundação Carmelitana Mário Palmério - FUCAMP Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - FACIHUS Educação de qualidade ao seu alcance

Fundação Carmelitana Mário Palmério - FUCAMP Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - FACIHUS Educação de qualidade ao seu alcance SUBPROJETO DE LETRAS PORTUGUÊS/ESPANHOL O ensino da língua espanhola no contexto da escola pública INTRODUÇÃO Este plano procura articular-se de forma integrada com o plano de trabalho institucional, que

Leia mais

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Eixo temático 1: Fundamentos e práticas educacionais Telma Sara Q. Matos 1 Vilma L. Nista-Piccolo 2 Agências Financiadoras: Capes / Fapemig

Leia mais

Larissa Vilela de Rezende Lucas Fré Campos

Larissa Vilela de Rezende Lucas Fré Campos ENSINANDO REGRA DE TRÊS SIMPLES COM MATERIAL DOURADO EM UMA ESCOLA ESTADUAL DE LAVRAS Resumo Larissa Vilela de Rezende Lucas Fré Campos UFLA/DEX, larissavilela@outlook.com.br UFLA/DEX, lucas_fre@matematica.ufla.br

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE CAMPUS CAICÓ

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE CAMPUS CAICÓ INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE CAMPUS CAICÓ CLUBE DE FÍSICA, MINI ESPAÇO CIÊNCIA E FEIRA DE CIÊNCIA: PROPOSTAS DO PIBID IFRN CAMPUS CAICÓ PARTICIPANTES: ERIJACKSON

Leia mais

MODELAGEM CONCEITUAL EM MATEMÁTICA. UMA EXPERIÊNCIA COM O USO DO SOFTWARE CMAPTOOLS

MODELAGEM CONCEITUAL EM MATEMÁTICA. UMA EXPERIÊNCIA COM O USO DO SOFTWARE CMAPTOOLS MODELAGEM CONCEITUAL EM MATEMÁTICA. UMA EXPERIÊNCIA COM O USO DO SOFTWARE CMAPTOOLS Dr. André Ricardo Magalhães andrerm@gmail.com Universidade do Estado da Bahia Brasil Modalidade: Comunicação Breve Nível

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL: A RELAÇÃO ENTRE AS AULAS DE CAMPO E O CONTEÚDO FORMAL DA BIOLOGIA

EDUCAÇÃO AMBIENTAL: A RELAÇÃO ENTRE AS AULAS DE CAMPO E O CONTEÚDO FORMAL DA BIOLOGIA EDUCAÇÃO AMBIENTAL: A RELAÇÃO ENTRE AS AULAS DE CAMPO E O CONTEÚDO FORMAL DA BIOLOGIA NOGUEIRA, Bárbara Gabriele de Souza PUCPR barbaragsnogueira@gmail.com GONÇALVES, Guilherme Machado PUCPR guilhermemg40@hotmail.com

Leia mais

RELATO DO PROJETO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO. GT 06 Formação de professores de Matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional

RELATO DO PROJETO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO. GT 06 Formação de professores de Matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional RELATO DO PROJETO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO GT 06 Formação de professores de Matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional Maria Madalena Dullius, madalena@univates.br Daniela Cristina Schossler,

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO PIBID NA FORMAÇÃO DE FUTUROS PROFESSORES Vitor José Petry Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS vitor.petry@uffs.edu.

A IMPORTÂNCIA DO PIBID NA FORMAÇÃO DE FUTUROS PROFESSORES Vitor José Petry Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS vitor.petry@uffs.edu. ISSN 2316-7785 A IMPORTÂNCIA DO PIBID NA FORMAÇÃO DE FUTUROS PROFESSORES Vitor José Petry Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS vitor.petry@uffs.edu.br Resumo O artigo é resultado da análise de

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID DETALHAMENTO DO SUBPROJETO 1. Unidade: 2. Área do Subprojeto: Dourados 3. Curso(s) envolvido(s) na proposta: Interdisciplinar Obs.: Para

Leia mais

DOCÊNCIA ASSISTIDA NO ENSINO SUPERIOR: EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE MÚSICA LICENCIATURA DA UFRN

DOCÊNCIA ASSISTIDA NO ENSINO SUPERIOR: EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE MÚSICA LICENCIATURA DA UFRN DOCÊNCIA ASSISTIDA NO ENSINO SUPERIOR: EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE MÚSICA LICENCIATURA DA UFRN Autor: Anne Charlyenne Saraiva Campos; Co-autor: Emerson Carpegiane de Souza Martins

Leia mais

LIXO ELETRÔNICO: Problema, discussão e conscientização trabalhados de forma interdisciplinar

LIXO ELETRÔNICO: Problema, discussão e conscientização trabalhados de forma interdisciplinar LIXO ELETRÔNICO: Problema, discussão e conscientização trabalhados de forma interdisciplinar Silviana Izabel Freire Severo 1 Débora da Silva de Lara 2 Maurício Ramos Lutz 3 Resumo: O presente relato tem

Leia mais

AS TICs NA FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DE EDUCADORES

AS TICs NA FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DE EDUCADORES AS TICs NA FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DE EDUCADORES Morilo Aquino Delevati 1 Vanessa Lopes da Silva 2 Leandro Marcon Frigo 3 Resumo: A elaboração de oficinas está incorporada à formação inicial e continuada

Leia mais

Palavras-chave: Escola, Educação Física, Legitimidade e cultura corporal.

Palavras-chave: Escola, Educação Física, Legitimidade e cultura corporal. A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA MUNICIPAL RECANTO DO BOSQUE: LIMITES E POSSIBILIDADES PARA UMA INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA A PARTIR DO SUBPROJETO DA EDUCAÇÃO FÍSICA DA ESEFFEGO/UEG.

Leia mais

Relatório Fotográfico de Atividades -1º Semestre 2015

Relatório Fotográfico de Atividades -1º Semestre 2015 Relatório Fotográfico de Atividades -1º Semestre 2015 Subprojeto... Colégio Estadual Professor Waldemar Amoretty Machado Supervisora: Gisele Machado Brites Rodrigues Bolsistas: Ariani, Camila Simões, Kamile

Leia mais

Atividades CTS em uma abordagem argumentativa: a reflexão de um futuro professor

Atividades CTS em uma abordagem argumentativa: a reflexão de um futuro professor Atividades CTS em uma abordagem argumentativa: a reflexão de um futuro professor Ariane Baffa Lourenço 1, Maria Lúcia V. dos S. Abib 2 e Salete Linhares Queiroz 3 1 Programa de Pós-Graduação Interunidades

Leia mais

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA Quando focalizamos o termo a distância, a característica da não presencialidade dos sujeitos, num mesmo espaço físico e ao mesmo tempo, coloca se como um

Leia mais

como tutor, com a finalidade de estimular o processo de aprendizagem dos estudantes da

como tutor, com a finalidade de estimular o processo de aprendizagem dos estudantes da PROJETO FEIRA DE ITABAIANA: RELATOS DE UMA ATIVIDADE E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO DO FUTURO PROFESSOR Crislaine Barreto de Gois (UFS) 1 Antônio Carlos Pinto Oliveira (UFS) Sérgio Matos Santos (UFS)

Leia mais

AS DIFICULDADES DA INTERDISCIPLINARIDADE E CONTEXTUALIZAÇÃO EM UMA FEIRA DE CIÊNCIAS 1

AS DIFICULDADES DA INTERDISCIPLINARIDADE E CONTEXTUALIZAÇÃO EM UMA FEIRA DE CIÊNCIAS 1 AS DIFICULDADES DA INTERDISCIPLINARIDADE E CONTEXTUALIZAÇÃO EM UMA FEIRA DE CIÊNCIAS 1 Gabriel Inácio Pontin; Letycia de O. Pimenta; Monize F. da Silva 2 ; Vágner Ricardo de Araújo Pereira 3 ; Lindamar

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA UTILIZADA NO ENSINO E APRENDIZAGEM DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: UMA EXPERIÊNCIA EXERCIDA NO ÂMBITO DO PIBID

MODELAGEM MATEMÁTICA UTILIZADA NO ENSINO E APRENDIZAGEM DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: UMA EXPERIÊNCIA EXERCIDA NO ÂMBITO DO PIBID MODELAGEM MATEMÁTICA UTILIZADA NO ENSINO E APRENDIZAGEM DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: UMA EXPERIÊNCIA EXERCIDA NO ÂMBITO DO PIBID Lílian Milena Ramos Carvalho Universidade Federal do Mato Grosso do

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES Silva.A.A.S. Acadêmica do curso de Pedagogia (UVA), Bolsista do PIBID. Resumo: O trabalho

Leia mais

O ESTÁGIO NO CURSO DE PEDAGOGIA: UMA EXPERIÊNCIA DE PESQUISA E PRÁTICA COM ALUNOS DO ENSINO SUPERIOR

O ESTÁGIO NO CURSO DE PEDAGOGIA: UMA EXPERIÊNCIA DE PESQUISA E PRÁTICA COM ALUNOS DO ENSINO SUPERIOR O ESTÁGIO NO CURSO DE PEDAGOGIA: UMA EXPERIÊNCIA DE PESQUISA E PRÁTICA COM ALUNOS DO ENSINO SUPERIOR Resumo SANTOS, Gisele Mugnol - FACINTER 1 gisele@facinter.br ROSENAU, Luciana dos Santos - FACINTER

Leia mais

APRENDENDO A ENSINAR: A SALA DE AULA COMO UM ESPAÇO DE REFLEXÃO

APRENDENDO A ENSINAR: A SALA DE AULA COMO UM ESPAÇO DE REFLEXÃO APRENDENDO A ENSINAR: A SALA DE AULA COMO UM ESPAÇO DE REFLEXÃO PAIXÃO LINHARES 1, MARÍLIA e MACEDO REIS 2, ERNESTO 1 Laboratório de Ciências Físicas, UENF 2 Coordenação de Física, CEFET-Campos Palavras

Leia mais

PIBID DE FÍSICA MODALIDADE EAD- FUNCIONAMENTO, DESAFIOS E PERSPECTIVAS Patricia Martins Guarda Regina Lelis de Sousa

PIBID DE FÍSICA MODALIDADE EAD- FUNCIONAMENTO, DESAFIOS E PERSPECTIVAS Patricia Martins Guarda Regina Lelis de Sousa PIBID DE FÍSICA MODALIDADE EAD- FUNCIONAMENTO, DESAFIOS E PERSPECTIVAS Patricia Martins Guarda Regina Lelis de Sousa Resumo Este trabalho consiste no relato de experiência de coordenadores de área do Programa

Leia mais

APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA EM GENÉTICA: UMA EXPERIENCIA COM UM GRUPO DE EDUCANDOS EM UMA ESCOLA PÚBLICA DE ENSINO MÉDIO (PORTO NACIONAL-TO).

APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA EM GENÉTICA: UMA EXPERIENCIA COM UM GRUPO DE EDUCANDOS EM UMA ESCOLA PÚBLICA DE ENSINO MÉDIO (PORTO NACIONAL-TO). APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA EM GENÉTICA: UMA EXPERIENCIA COM UM GRUPO DE EDUCANDOS EM UMA ESCOLA PÚBLICA DE ENSINO MÉDIO (PORTO NACIONAL-TO). Débora Bandelero dos Santos 1, Juliane Maia Ribeiro 1, Nathália

Leia mais

A DANÇA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM O ESTILO HIP-HOP 1

A DANÇA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM O ESTILO HIP-HOP 1 A DANÇA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM O ESTILO HIP-HOP 1 Claudiane da S. EUSTACHIO Dayana Pires Alves GARCIA Fátima RODRIGUES Jean de J. SANTANA 2 Juliana CESANA 3 Ana Lucia de Carvalho MARQUES

Leia mais

GTT 1 - A Descaracterização do Trabalho do Professor de Educação Física nas Atuais Políticas Públicas de Educação na RMBH

GTT 1 - A Descaracterização do Trabalho do Professor de Educação Física nas Atuais Políticas Públicas de Educação na RMBH Documento final do "Seminário: O trabalho docente em educação física face às atuais políticas públicas na educação na RMBH: Repercussões nas instituições Formadoras" O presente documento tem por finalidade

Leia mais

SEM AULAS? E AGORA?... JOGOS MATEMÁTICOS COMO ESTRATÉGIA DE VALORIZAÇÃO DO AMBIENTE ESCOLAR

SEM AULAS? E AGORA?... JOGOS MATEMÁTICOS COMO ESTRATÉGIA DE VALORIZAÇÃO DO AMBIENTE ESCOLAR SEM AULAS? E AGORA?... JOGOS MATEMÁTICOS COMO ESTRATÉGIA DE VALORIZAÇÃO DO AMBIENTE ESCOLAR Eliane Santana de Souza 1 - UEFS annystar_@hotmail.com Nadson de Jesus Lima 2 -UEFS nado_19jl@hotmail.com Orientadora:

Leia mais

PIBID - Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência

PIBID - Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência PIBID é um programa de incentivo e valorização do magistério e de aprimoramento do processo de formação de docentes para a educação básica, vinculado

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID DETALHAMENTO DO SUBPROJETO 1. Unidade: 2. Área do Subprojeto: Maracaju 3. Curso(s) envolvido(s) na proposta: Pedagogia Obs.: Para proposta

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB ANEXO II Edital Pibid n /2012 CAPES PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO

Leia mais

AS CONTRIBUIÇÕES DOS ENCARTES DE PREÇOS NA FORMAÇÃO DO ALUNO.

AS CONTRIBUIÇÕES DOS ENCARTES DE PREÇOS NA FORMAÇÃO DO ALUNO. AS CONTRIBUIÇÕES DOS ENCARTES DE PREÇOS NA FORMAÇÃO DO ALUNO. Autor: José Marcos da Silva Instituição: MIDS/Macaé E-mail:mzosilva@yahoo.com.br. RESUMO Na atualidade, é preciso que se crie novos métodos

Leia mais

INTRODUÇÃO. Palavras-chave: Estágio Supervisionado. Regências. Alunos do Ensino Médio. Campina Grande, REALIZE Editora, 2012 1

INTRODUÇÃO. Palavras-chave: Estágio Supervisionado. Regências. Alunos do Ensino Médio. Campina Grande, REALIZE Editora, 2012 1 CONCEPÇÃO DOS ALUNOS DO ENSINO MÉDIO EM RELAÇÃO ÀS AULAS DE BIOLOGIA MINISTRADAS PELOS ESTAGIÁRIOS DO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO DE ITAPIPOCA- FACEDI Carmen Virgínie Sampaio

Leia mais

Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP

Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP ALVES, Crislaine 1; CARVALHO, Daiane 1; CRUZ, Júlia 1, FÉLIX, Michelle 1; FERREIRA, Juliane

Leia mais

MONITORIA ACADÊMICA: A IMPORTÂNCIA PARA O ALUNO DE LICENCIATURA EM QUÍMICA

MONITORIA ACADÊMICA: A IMPORTÂNCIA PARA O ALUNO DE LICENCIATURA EM QUÍMICA MONITORIA ACADÊMICA: A IMPORTÂNCIA PARA O ALUNO DE LICENCIATURA EM QUÍMICA Abimael Sousa Cordeiro* 1 ; Bruno Peixoto de Oliveira 1 1 Universidade Estadual do Ceará, Faculdade de Educação de Itapipoca,

Leia mais

DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID

DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID BARROS, Raquel Pirangi. SANTOS, Ana Maria Felipe. SOUZA, Edilene Marinho de. MATA, Luana da Mata.. VALE, Elisabete Carlos do.

Leia mais

UMA PROPOSTA PARA O ENSINO-APRENDIZAGEM DE INTERVALOS REAIS POR MEIO DE JOGOS

UMA PROPOSTA PARA O ENSINO-APRENDIZAGEM DE INTERVALOS REAIS POR MEIO DE JOGOS UMA PROPOSTA PARA O ENSINO-APRENDIZAGEM DE INTERVALOS REAIS POR MEIO DE JOGOS Jéssica Ayumi Uehara Aguilera 1 j.ayumi@hotmail.com Alessandra Querino da Silva 2 alessandrasilva@ufgd.edu.br Cintia da Silva

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 UMA ANÁLISE DA PERSPECTIVA DOS GRADUANDOS DO CURSO DE MATEMÁTICA DAS MODALIDADES DE LICENCIATURA E BACHARELADO DA UFRN SOBRE A FORMAÇÃO CONTINUADA STRICTO SENSU Claudianny Noronha Amorim Universidade Federal

Leia mais

INTERDISCIPLINARIDADE NO ENSINO DE QUÍMICA: UMA PROPOSTA DE AÇÃO INTEGRADA ENVOLVENDO ESTUDOS SOBRE ALIMENTOS

INTERDISCIPLINARIDADE NO ENSINO DE QUÍMICA: UMA PROPOSTA DE AÇÃO INTEGRADA ENVOLVENDO ESTUDOS SOBRE ALIMENTOS INTERDISCIPLINARIDADE NO ENSINO DE QUÍMICA: UMA PROPOSTA DE AÇÃO INTEGRADA ENVOLVENDO ESTUDOS SOBRE ALIMENTOS Kelly Karina Cardoso (kkimica@hotmail.com) Eniz Conceição de Oliveira (eniz@univates.br) Marlise

Leia mais

O JORNAL EM SALA DE AULA: PARA ALÉM DO LETRAMENTO, O ALUNO COMO CENTRO DA NOTÍCIA

O JORNAL EM SALA DE AULA: PARA ALÉM DO LETRAMENTO, O ALUNO COMO CENTRO DA NOTÍCIA O JORNAL EM SALA DE AULA: PARA ALÉM DO LETRAMENTO, O ALUNO COMO CENTRO DA NOTÍCIA Ana Lhayse Feitoza Albuquerque analhayse@hotmail.com Beatriz Correia Neri de Araújo beatrizneri00@hotmail.com Thays Emanuela

Leia mais

Universidade Federal do Acre Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-graduação Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática

Universidade Federal do Acre Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-graduação Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática ANEXO 1 ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROPOSTA DE PROJETO DE PESQUISA Aos candidatos ao Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática solicita-se anexar, no ato de inscrição on line, uma Proposta

Leia mais

I ENCOSMAT ENCONTRO SUL MATOGROSSENSE DE MATEMÁTICA. Ponta Porã MS, 24 a 26 de Agosto de 2011

I ENCOSMAT ENCONTRO SUL MATOGROSSENSE DE MATEMÁTICA. Ponta Porã MS, 24 a 26 de Agosto de 2011 I ENCOSMAT ENCONTRO SUL MATOGROSSENSE DE MATEMÁTICA εηs!ηθ Σ Λρ1!cαçõεs Ponta Porã MS, 24 a 26 de Agosto de 2011 S B M O JOGO MINI FAZENDA MATEMÁTICA COMO UM RECURSO DIDÁTICO NO ENSINO DA MATEMÁTICA: UMA

Leia mais

PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO VOLTADO AO ENSINO DE FÍSICA E A INCLUSÃO NO ENSINO DE FÍSICA

PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO VOLTADO AO ENSINO DE FÍSICA E A INCLUSÃO NO ENSINO DE FÍSICA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS LABORATÓRIO DE ENSINO DE FÍSICA PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO VOLTADO AO ENSINO DE FÍSICA E A INCLUSÃO NO ENSINO DE FÍSICA Projeto Bolsa Institucional LICENCIATURAS NOTURNAS

Leia mais

Utilização de recursos pedagógicos de ambientes virtuais como complemento para atividades presenciais no ensino superior. Sanmya Feitosa Tajra

Utilização de recursos pedagógicos de ambientes virtuais como complemento para atividades presenciais no ensino superior. Sanmya Feitosa Tajra Utilização de recursos pedagógicos de ambientes virtuais como complemento para atividades presenciais no ensino superior Sanmya Feitosa Tajra Mestre em Educação (Currículo)/PUC-SP Professora de Novas Tecnologias

Leia mais

A Experimentação Investigativa no Ensino de Química: Reflexões. partir do PIBID FRANCIELLE DA SILVA BORGES ISIS LIDIANE NORATO DE SOUZA CURITIBA 2013

A Experimentação Investigativa no Ensino de Química: Reflexões. partir do PIBID FRANCIELLE DA SILVA BORGES ISIS LIDIANE NORATO DE SOUZA CURITIBA 2013 A Experimentação Investigativa no Ensino de Química: Reflexões de práticas experimentais a partir do PIBID FRANCIELLE DA SILVA BORGES ISIS LIDIANE NORATO DE SOUZA CURITIBA 2013 PIBID- Programa Institucional

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

O PROJETO PIBID: PRÁTICA PEDAGÓGICA INOVADORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE.

O PROJETO PIBID: PRÁTICA PEDAGÓGICA INOVADORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE. O PROJETO PIBID: PRÁTICA PEDAGÓGICA INOVADORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE. Joelma Carvalho Vilar(UFS) 1 Cleverton dos Santos(UFS) 2 Érica Santos de Jesus(UFS) 3 Vera Lúcia Mendes de Farias(UFS)

Leia mais

Jogos e Aprendizagem Matemática: A utilização de jogos com alunos do 6º ano do Ensino Fundamental

Jogos e Aprendizagem Matemática: A utilização de jogos com alunos do 6º ano do Ensino Fundamental Jogos e Aprendizagem Matemática: A utilização de jogos com alunos do 6º ano do Ensino Fundamental Camila Schimite Molero e-mail: ca_schi@hotmail.com Italo Gonçalves da Silva e-mail: igsilva423@gmail.com

Leia mais

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Rene Baltazar Introdução Serão abordados, neste trabalho, significados e características de Professor Pesquisador e as conseqüências,

Leia mais

III-Compreender e vivenciar o funcionamento e a dinâmica da sala de aula.

III-Compreender e vivenciar o funcionamento e a dinâmica da sala de aula. REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA TÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO Artigo 1º -O Estágio Supervisionado de que trata este regulamento refere-se à formação de licenciados em Pedagogia

Leia mais

CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA

CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA Jacqueline Oliveira de Melo Gomes Faculdade de Formação de Professores da Mata Sul / FAMASUL-PE jacomgomes@yahoo.com.br

Leia mais

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE OUTUBRO DE 2012 EREM ANÍBAL FERNANDES

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE OUTUBRO DE 2012 EREM ANÍBAL FERNANDES UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA FRANCISCO DE ASSIS DO NASCIMENTO RITA DE CÁSSIA GUEDES LIMA RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE OUTUBRO DE 2012

Leia mais

A INSERÇÃO DO PIBID EM UMA ESCOLA ESTADUAL NO MUNICÍPIO DE DOM PEDRITO

A INSERÇÃO DO PIBID EM UMA ESCOLA ESTADUAL NO MUNICÍPIO DE DOM PEDRITO A INSERÇÃO DO PIBID EM UMA ESCOLA ESTADUAL NO MUNICÍPIO DE DOM PEDRITO RESUMO Autor 1 : Cristiane da Cunha Alves E-mail: crisalves1917@hotmail.com Co-autor 1 : Bianca Maria de Lima E-mail: biancalima17@live.com

Leia mais

Mostra de Projetos 2011 BRINQUEDOTECA: O LÚDICO NO RESGATE

Mostra de Projetos 2011 BRINQUEDOTECA: O LÚDICO NO RESGATE Mostra de Projetos 2011 BRINQUEDOTECA: O LÚDICO NO RESGATE Mostra Local de: Londrina. Categoria do projeto: Projetos finalizados. Nome da Instituição/Empresa: (Campo não preenchido). Cidade: Londrina.

Leia mais

PSICOPEDAGOGIA. DISCIPLINA: Desenvolvimento Cognitivo, Afetivo e Motor: Abordagens Sócio Interacionistas

PSICOPEDAGOGIA. DISCIPLINA: Desenvolvimento Cognitivo, Afetivo e Motor: Abordagens Sócio Interacionistas PSICOPEDAGOGIA DISCIPLINA: Fundamentos da Psicopedagogia EMENTA: Introdução e fundamentos da Psicopedagogia. O objeto de estudo. Visão histórica e atual. Concepções que sustentam a Psicopedagogia. O papel

Leia mais

Universidade Estadual de Goiás Unidade Universitária de Itaberaí. Projeto de Estágio Supervisionado Obrigatório: Práxis pedagógica e formação docente

Universidade Estadual de Goiás Unidade Universitária de Itaberaí. Projeto de Estágio Supervisionado Obrigatório: Práxis pedagógica e formação docente Universidade Estadual de Goiás Unidade Universitária de Itaberaí Projeto de Estágio Supervisionado Obrigatório: Práxis pedagógica e formação docente Itaberaí 2012 Sebastião Alonso Júnior Diretor da Unidade

Leia mais

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias 10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias 1 Programa Institucional de Bolsa a Iniciação a Docência do Curso de Educação Física Licenciatura da Universidade Federal de Santa

Leia mais

Implantação de um Programa de Educação Continuada em Bioterismo do Ceca/Fiocruz.

Implantação de um Programa de Educação Continuada em Bioterismo do Ceca/Fiocruz. Implantação de um Programa de Educação Continuada em Bioterismo do Ceca/Fiocruz. Objeto Desenvolver Projeto para a implementação de um Programa de Educação Continuada em Bioterismo no Cecal. Introdução:

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA Fabiana de Jesus Oliveira União de Ensino do Sudoeste do Paraná fabiana@unisep.edu.br Diversas são as pesquisas que têm mostrado que o ensino encontra-se

Leia mais

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR As transformações sociais no final do século passado e início desse século, ocorridas de forma vertiginosa no que diz respeito aos avanços tecnológicos

Leia mais

ESCOLA, LEITURA E A INTERPRETAÇÃO TEXTUAL- PIBID: LETRAS - PORTUGUÊS

ESCOLA, LEITURA E A INTERPRETAÇÃO TEXTUAL- PIBID: LETRAS - PORTUGUÊS ESCOLA, LEITURA E A INTERPRETAÇÃO TEXTUAL- PIBID: LETRAS - PORTUGUÊS RESUMO Juliana Candido QUEROZ (Bolsista) 1 ; Natália SILVA (Bolsista) 2, Leila BRUNO (Supervisora) 3 ; Sinval Martins S. FILHO (Coordenador)

Leia mais

ENSINO DE ÁREA E PERÍMETRO DE FIGURAS PLANAS COM O AUXÍLIO DO GEOPLANO

ENSINO DE ÁREA E PERÍMETRO DE FIGURAS PLANAS COM O AUXÍLIO DO GEOPLANO ENSINO DE ÁREA E PERÍMETRO DE FIGURAS PLANAS COM O AUXÍLIO DO GEOPLANO Lindomar Reco¹; Rodrigo Macedo da Silva²; UFGD/FACET- C. Postal 364, 79.804-970 Dourados-MS, E-mail: recocpo@hotmail.com/ macedo_rdo@hotmail.com.¹acadêmico

Leia mais

Palavras-chave: aprendizagem da docência, formação inicial, sala de aula

Palavras-chave: aprendizagem da docência, formação inicial, sala de aula A OBSERVAÇÃO DE AULA COMO CAMPO DE APRENDIZAGEM DA DOCÊNCIA: Relato de experiencia T. A. Silva ¹; F. J. Lima 2 1 Aluna do Curso de Licenciatura em Matemática do IFCE campus de Cedro e- mail: thamy.2019@gmail.com

Leia mais

TÍTULO: ALUNOS DE MEDICINA CAPACITAM AGENTES COMUNITÁRIOS NO OBAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE

TÍTULO: ALUNOS DE MEDICINA CAPACITAM AGENTES COMUNITÁRIOS NO OBAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE TÍTULO: ALUNOS DE MEDICINA CAPACITAM AGENTES COMUNITÁRIOS NO OBAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: MEDICINA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO AUTOR(ES): THAIS

Leia mais

FÍSICA BRINCANDO E APRENDENDO (FI.BR.A.): DEMOSTRAÇÕES EXPERIMENTAIS, MOTIVANDO O APRENDIZADO DE FÍSICA NO ENSINO MÉDIO

FÍSICA BRINCANDO E APRENDENDO (FI.BR.A.): DEMOSTRAÇÕES EXPERIMENTAIS, MOTIVANDO O APRENDIZADO DE FÍSICA NO ENSINO MÉDIO FÍSICA BRINCANDO E APRENDENDO (FI.BR.A.): DEMOSTRAÇÕES EXPERIMENTAIS, MOTIVANDO O APRENDIZADO DE FÍSICA NO ENSINO MÉDIO Área Temática: Educação: Educação Básica, Ensino Médio Equipe Executora: Antonio

Leia mais

EDITAL PIBID-FUNEC SELEÇÃO DE PROFESSORES SUPERVISORES PARA O PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID

EDITAL PIBID-FUNEC SELEÇÃO DE PROFESSORES SUPERVISORES PARA O PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID EDITAL PIBID-FUNEC SELEÇÃO DE PROFESSORES SUPERVISORES PARA O PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID A FUNEC Fundação Municipal de Educação e Cultura de Santa Fé do Sul, através

Leia mais

DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA

DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA JURUMENHA, Lindelma Taveira Ribeiro. 1 Universidade Regional do Cariri URCA lindelmafisica@gmail.com FERNANDES, Manuel José Pina 2 Universidade Regional do Cariri

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE LICENCIATURA EM QUÍMICA

REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE LICENCIATURA EM QUÍMICA REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE LICENCIATURA EM QUÍMICA Universidade Federal de Goiás Instituto de Química ORIENTAÇÕES E NORMAS SOBRE O ESTÁGIO CURRICULAR PARA ESTUDANTES DO CURSO DE

Leia mais

GRADUAÇÃO INOVADORA NA UNESP

GRADUAÇÃO INOVADORA NA UNESP PROGRAMA GRADUAÇÃO INOVADORA NA UNESP 2014 PROGRAMA GRADUAÇÃO INOVADORA NA UNESP INTRODUÇÃO A Pró-reitoria de graduação (PROGRAD), a Câmara Central de Graduação (CCG), o Núcleo de Educação à Distância

Leia mais

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Jaqueline Oliveira Silva Ribeiro SESI-SP josr2@bol.com.br Dimas Cássio Simão SESI-SP

Leia mais

MAQUETE: RECURSO DIDÁTICO NAS AULAS DE GEOGRAFIA

MAQUETE: RECURSO DIDÁTICO NAS AULAS DE GEOGRAFIA MAQUETE: RECURSO DIDÁTICO NAS AULAS DE GEOGRAFIA SANTOS, Jéssica Paula. UFG/REGIONAL/CATALÃO jessica-g-ts@hotmail.com SANTOS, Marina da Silva. UFG/REGIONAL/CATALÃO marinaavlis@hotmail.com Orientador: Dr.ª

Leia mais

SALA DE ESPERA DIREITOS DOS IDOSOS: SUBPROJETO DO NÚCLEO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, JURÍDICA E DE ESTUDOS SOBRE A PESSOA IDOSA

SALA DE ESPERA DIREITOS DOS IDOSOS: SUBPROJETO DO NÚCLEO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, JURÍDICA E DE ESTUDOS SOBRE A PESSOA IDOSA 110. ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( x ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA SALA DE ESPERA DIREITOS DOS IDOSOS: SUBPROJETO DO NÚCLEO

Leia mais

O USO DO TANGRAM COMO QUEBRA-CABEÇA PARA UMA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA SOBRE MULTIPLICAÇÃO DE POLINÔMIOS

O USO DO TANGRAM COMO QUEBRA-CABEÇA PARA UMA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA SOBRE MULTIPLICAÇÃO DE POLINÔMIOS ISSN 2177-9139 O USO DO TANGRAM COMO QUEBRA-CABEÇA PARA UMA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA SOBRE MULTIPLICAÇÃO DE POLINÔMIOS Morgana Fernandes da Silva 1 morganaf60@gmail.com Faculdades Integradas de Taquara,

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA, DESPERDÍCIO E ESCASSEZ DE ÁGUA 1

MODELAGEM MATEMÁTICA, DESPERDÍCIO E ESCASSEZ DE ÁGUA 1 MODELAGEM MATEMÁTICA, DESPERDÍCIO E ESCASSEZ DE ÁGUA 1 Resumo Willian Fuzinato Perez, willianthebest@gmail.com Faculdade de Ciências e Letras de Campo Mourão FECILCAM Wellington Hermann 2, eitohermann@gmail.com

Leia mais

O PIBID-UESB E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA FORMAÇÃO DO FUTURO PEDAGOGO

O PIBID-UESB E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA FORMAÇÃO DO FUTURO PEDAGOGO O PIBID-UESB E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA FORMAÇÃO DO FUTURO PEDAGOGO Elane Porto Campos-UESB Graduanda em Pedagogia pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia. Bolsista do subprojeto de Pedagogia PIBID/UESB-CAPES

Leia mais

Programa de Assistente de Ensino de Língua Alemã para Projetos Institucionais - GTA

Programa de Assistente de Ensino de Língua Alemã para Projetos Institucionais - GTA Programa de Assistente de Ensino de Língua Alemã para Projetos Institucionais - GTA Edital nº. 040/2013 A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior CAPES, instituída como fundação pública

Leia mais

METODOLOGIA. 1 Centros de Educação de Jovens e Adultos, criados pela portaria nº 243 de 17 de fevereiro de 2005.

METODOLOGIA. 1 Centros de Educação de Jovens e Adultos, criados pela portaria nº 243 de 17 de fevereiro de 2005. USO DE SITES VISANDO A APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA DE FÍSICA NO CURSO SEMIPRESENCIAL DA EJA INTRODUÇÃO Francinaldo Florencio do Nascimento Governo do Estado da Paraíba fran.nice.fisica@gmail.com Vivemos

Leia mais