UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ANÁLISE PRÁTICA DE GERENCIAMENTO DE OBRAS NA CONSTRUÇÃO PESADA Ewertn Lucian Castelan Sã Carls Outubr de 2009

2 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ANÁLISE PRÁTICA DE GERENCIAMENTO DE OBRAS NA CONSTRUÇÃO PESADA Ewertn Lucian Castelan Trabalh apresentad a Departament de Engenharia Civil da Universidade Federal de Sã Carls cm parte da avaliaçã para btençã d grau de Engenheir Civil. Orientadr: Prfº Drº Itamar Aparecid Lrenzn Sã Carls Outubr de 2009

3 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 1 Dedic este trabalh as meus pais, verdadeirs alicerces d meu sucess.

4 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 2 AGRADECIMENTOS Agradeç primeiramente a Deus pr iluminar meu caminh durante tda a minha trajetória. Agradeç também meus pais e irmãs pr ferecerem cndições e prtunidades para meu cresciment prfissinal e principalmente pessal, meus amigs e prfessres de Sã Carls pela cmpreensã, cmpanheirism e ensinaments passads a lng ds cinc ans de minha graduaçã e meus clegas de trabalh da Cnstrutra Andrade Gutierrez pela paciência e clabraçã n desenvlviment d meu trabalh.

5 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 3 RESUMO Cm cresciment ecnômic e scial d país cresce a necessidade de infraestrutura de transprte, energia, mradia e melhras nas estruturas que servem de base a ppulaçã. Obras de grande prte cmeçam a fazer parte d ctidian d brasileir, assim empresas nacinais de cnstruçã pesada vêem a prtunidade de atingir níveis cnsiderads anterirmente inimagináveis. Cm bases em sistemas avançads de gerenciament de prjets empresas cncrrentes cmeçam a perceber que a se juntarem em frma de cnsórcis pdem executar mais bras em mens temp e cm mair ecnmia. Os métds desenvlvids pel PMBOK servem cm alicerces para a base administrativa das bras estudadas de Manguinhs, na cidade d Ri de Janeir, e RODOANEL, na grande Sã Paul. Apesar de terem sistemas de gestã parecids s resultads apresentads pels gestres sã significativamente diferentes levand a cnstar que diverss fatres cm nível de mã de bra, lcalizaçã da bra, padrnizaçã ds serviçs e cntratações de subempreiteirs sã peças chave n desempenh de um empreendiment de cnstruçã pesada. Palavras chave: gerenciament de bras, gestã de prjets, planejament, cnstruçã pesada, PMBOK.

6 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 4 ABSTRACT With the Brazil s ecnmic and scial develpment, the necessity f infra-structure f transprt, energy, habitatin and reparatin in existent structures grwing t. Based n an advanced system f prject management, cmpetitr cmpanies started t see a gd pprtunity in business cnsrtiums when the pssibility f takes many wrks in less time and lwer cst turn real. The PMBOK s methds serve as parameters fr the studied wrks Manguinhs, n a city f Ri de Janeir, and RODOANEL, n Sa Paul metrplitan city area. Althugh the management system seems similar, the results shwed by managers are substantially different, leading t release that factrs like quality f wrkfrce, lcatin s cnstructin, services patrnizatins and subcntractrs are the keys fr gd perfrmances in hard cnstructin. Key wrds: civil cnstructin, prject management, planning, hard cnstructin, PMBOK.

7 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 5 Índice de Figuras Figura 1 - Hierarquia das necessidades de Maslw Figura 2 - Teria ds dis fatres de Herzberg Figura 3- Gerência de Riscs (prcess e crrelaçã) Figura 4 - Flux d PMBOK Planejament e Cntrle para gerência d temp Figura 5 Características e apresentaçã da bra RODOANEL Figura 6 - Separaçã ds ltes d trech sul Figura 7 - Organgrama da bra d RODOANEL Figura 8 - Mapa de lcalizaçã da bra de Manguinhs Figura 9 - Organgrama da Obra de Manguinhs Figura 10 - Visã geral da bra Figura 11 - Via férrea e nva estaçã de Manguinhs... 33

8 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 6 Sumári 1. INTRODUÇÃO OBJETIVOS JUSTIFICATIVAS METODOLOGIA E ATIVIDADES REALIZADAS REVISÃO BIBLIOGRÁFICA CONCEITOS GERAIS DE GESTÃO DE PROJETOS APLICADOS A CONSTRUÇÃO CIVIL TOMADAS DE DECISÕES CUSTOS PESSOAS RISCOS CONTRATOS TEMPO SEGURANÇA E SAÚDE MEIO-AMBIENTE QUALIDADE CARACTERIZAÇÃO DAS OBRAS ESTUDADAS RODOANEL MÁRIO COVAS TRECHO SUL (LOTE 1) POLÍTICA DA OBRA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA OBRA COMPLEXO DE MANGUINHOS MISSÃO E POLÍTICA DA OBRA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA OBRA MÉTODOS GERENCIAIS ADOTADOS NAS OBRAS RODOANEL MÁRIO COVAS ESCOPO TEMPO GESTÃO DE CONTROLE... 38

9 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada GESTÃO DE MEDIÇÃO CUSTO/FATURAMENTO QMSS GESTÃO DA QUALIDADE GESTÃO DO MEIO-AMBIENTE GESTÃO DE SEGURANÇA DO TRABALHO GESTÃO DE SAÚDE OCUPACIONAL COMUNICAÇÃO AQUISIÇÃO PESSOAS RISCOS INTEGRAÇÃO COMPLEXO DE MANGUINHOS ESCOPO TEMPO GESTÃO DE CONTROLE GESTÃO DA MEDIÇÃO CUSTO/FATURAMENTO QMSS GERÊNCIA DE SAÚDE OCUPACIONAL GERÊNCIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO GERÊNCIA DE MEIO AMBIENTE GERÊNCIA DE QUALIDADE COMUNICAÇÃO RISCOS AQUISIÇÃO PESSOAS ANÁLISE DOS RESULTADOS APRESENTADOS PELA GERÊNCIA COMPARAÇÃO DOS RESULTADOS E METODOS GERÊNCIAIS ENTRE AS OBRAS ASPECTOS RELEVANTES ENTRE PRÁTICA E TEORIA CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Anexs... 64

10 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 8 1. INTRODUÇÃO O mund gerencial e administrativ da indústria da cnstruçã civil desde muit temp vem sfrend mudanças substanciais. Empresas cnstrutras, prfissinais d ram e demais envlvids cm esse mercad buscam cada vez mais cnstruir cm cada vez mens. Estuds e métds de gerenciament, planejament e cntrle desenvlvids para as mais diversas áreas administrativas da prduçã fram aprimrads durante ans e hje sã cmumente aplicads às mais diversas áreas da cnstruçã, mas é na cnstruçã pesada que estes estuds ganham destaque já que este tip de bra necessita de atenções especiais devid a quantidade de atividades e funções. A cnstruçã pesada n Brasil tem, quase sempre, relaçã direta u cm grandes empresas privadas de significativa imprtância n cenári ecnômic nacinal u cm órgãs gvernamentais, frçand cada vez mais a clareza na gestã ds empreendiments e a bediência de Nrmas e Regulaments específics. O cntrle de qualidade, segurança, saúde e mei-ambiente passu a ser brigatóri ns prjets de engenharia, us de prgramas cm 5S fazem parte da gestã de bra de praticamente tdas as empresas de cnstruçã pesada. Juntamente cm desenvlviment ecnômic e scial d Brasil e da America Latina, fez-se necessári cresciment cnjunt da infra-estrutura da regiã, ajudand e muit na cnslidaçã de empresas de cnstruçã pesada n país. Prém, a dificuldade e especificidade d trabalh realizad pr estas empresas inibem apareciment de nvas empresas n ram. Cm alternativa de aumentar suas capacidades de prduçã e firmaçã n mercad de cnstruçã pesada, as grandes empresas cmeçaram a se unir através de cnsórcis para administrar as principais bras, pdend assim cnseguir um mair númer de empreendiments e desenvlver suas tecnlgias técnicas e gerenciais. Nas bras usadas cm bjets de estud deste prjet pdems perceber esse tip de parceria entre empresas d ram. As bras estudadas em questã sã: lte 1 d trech sul d RODOANEL, lcalizad na regiã metrplitana da capital paulista e a reurbanizaçã d cmplex de Manguinhs na cidade d Ri de Janeir. Através de estud ds métds de gestã de prjets existentes na literatura atual e s aplicads nas bras, pde-se bter uma análise crítica da prática. Ambas as bras apresentadas n estud têm em cmum a participaçã da Cnstrutra Andrade Gutierrez S.A. Prém, pr se tratarem de bras em cnsórci cm utras empresas existem divergências entre as plíticas de treinament e gerência, mas a

11 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 9 partir d mment em que passam a cmpr uma única equipe, adtam mesm sistema na bra favrecend um resultad psitiv. O papel da gerência, e principalmente d gerente da bra neste cas trna-se entã fundamental para um bm entendiment de ambas as partes, exigind assim excelentes nções especificas de engenharia civil e administraçã em cnjunt para exercer as funções exigidas pr este carg. Seguind esta linha de pensament, percebe-se a substancial imprtância da análise d gerenciament de uma bra de cnstruçã pesada. O impact ecnômic exercid nas empresas envlvidas u na entidade gvernamental pr este mercad tem ligaçã direta cm desenvlviment d Brasil. Hje, empresas brasileiras de cnstruçã pesada cntrlam mercad da América - latina e mantém bras pr td mund, implementand sua tecnlgia de gerenciament bem definidas e quase sempre cm excelentes resultads.

12 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada OBJETIVOS Cm este trabalh pretende-se: - analisar desenvlviment d trabalh de planejament, cntrle e a avaliaçã de desempenh em bras de cnstruçã pesada cm finalidade de estabelecer s pnts psitivs e negativs ds usuais métds existentes para gerenciament; - acmpanhar e sintetizar s dads de uma bra real para que se tenha uma visã critica da realidade cm a teria; - pnderar as funções e delegações de cada parte envlvida cm a bra, bservand cm mair atençã a figura ds gerentes d empreendiment cm respnsáveis pel andament e sucess da bra; - bservar s aspects de custs e benefícis em bras para se ter nçã da relevância de um bm gerenciament n final de um empreendiment; - efetuar uma cmparaçã entre s diferentes tips de empreendiments e seus cmpnentes gerenciais.

13 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada JUSTIFICATIVAS A idealizaçã e cncepçã de bras cnsideradas de cnstruçã pesada, cm hidrelétricas, usinas nucleares, rdvias e túneis, trna-se cada vez mais cmum n Brasil e em td mund. Cnstrutras e empreiteiras de td país se cncentram cada vez mais em ferecer serviçs cm qualidade, preçs baixs e prazs menres para s mais diverss tips de cnstruçã. Na indústria de cnstruçã civil nich de empresas que realizam bras de grande prte é bem pequen em relaçã a mercad da cnstruçã imbiliária pr exempl. Fat que se deve a dificuldade e a cmplexidade de se executar uma grande bra, cm us de equipaments especiais, mã-de-bra especializada, cust de investiment inicial elevad, prjets cmplexs e etc. Prém, fatr principal e de mair dificuldade neste tip de bra é sem dúvida gerenciament d empreendiment. Um bm gerenciament de bra, principalmente na cnstruçã pesada, nã é apenas necessári, mas sim brigatóri para que a bra se trne lucrativa e cnseqüentemente viável. O estud de um cas real em cntrapsiçã cm a teria existente pde ajudar muit n desenvlviment prfissinal de futurs gerenciadres de bras e demais estudiss d assunt, pssibilitand assim desenvlviment de nvas técnicas e tecnlgias para gerenciament de prjets.

14 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada METODOLOGIA E ATIVIDADES REALIZADAS N intuit de cncluir trabalh prpst alcançand s bjetivs aqui apresentads, as atividades frã dividas nas seguintes etapas: - Revisã bibligráfica: essa etapa cmpreende na cleta de dads relacinads as estuds feits na área de gerencia de bras, mais precisamente ns métds de avaliaçã de desempenh ecnômic e análise de resultads acmpanhads d planejament e d cntrle. - Estud de camp: cleta de dads e acmpanhament ds resultads e tmadas de decisões de bras reais realizadas n Brasil, mais precisamente da bra RODOANEL que englba várias cidades da regiã metrplitana da cidade de Sã Paul, SP, nde será acmpanhad a cnstruçã d Lte 1 d trech sul da bra, de respnsabilidade das cnstrutras cnsrciadas Andrade Gutierrez S.A. e Galvã Engenharia S.A. Também será estudad a bra d Cmplex de Manguinhs n Ri de Janeir, de respnsabilidade das cnstrutras cnsrciadas Andrade Gutierrez S.A., EIT Engenharia e CAMTER Engenharia. - Análise cmparativa: s métds utilizads na bra fram cmparads cm s teórics estudads para pssibilitar uma avaliaçã ds resultads btids na bra. Clcand em evidencia s pnts a serem melhrads n sistema gerencial e as dificuldades encntradas na prática nã previstas em teria. Pr, n Brasil, existir um sistema burcrátic e plític peculiar, nesta etapa devem-se levar em cntas devidas adaptações a serem feitas ns estuds utilizads cm referencia, já que muits deles prvem de métds estrangeirs.

15 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Estuds relacinads e fcads em gestã de empreendiments na cnstruçã pesada nã sã cmumente encntrads, a grande mairia das pesquisas na área de gerenciament em cnstruçã é relacinada a edificações e a mercad imbiliári. Prém, algumas diferenças significativas entre s setres da cnstruçã prpiciaram que alguns autres cm Lima Jr (1989) e Taquiguthi (1989) fcassem suas pesquisas em planejaments ecnômics e financeirs e gestã de cntrats cm empreiteiras. Cm fatr mais que relevante n setr estudad, a gestã de cntrats entre empreiteiras, clientes e subempreiteiras tem tmad atençã especial das empresas e cnseqüentemente ds estudiss n assunt. Chama & Chama (2005) detalham esquemas de cntrats feits entre as partes envlvidas e s métds de gerenciament destes prcesss destacand prblemas encntrads nas bras cm nã-cumpriment de metas estabelecidas de praz, nã-cumpriment d cntrat (u de cláusulas deste), falta de dcumentaçã de empresa empreiteira e subcntratadas, falta de dcumentaçã ds funcináris da empresa, nã-reclhiment de encargs, ações trabalhistas de exempregads d empreiteir cntra a cnstrutra, má qualidade ds serviçs executads, desperdíci ds materiais, númer insuficiente de funcináris e falta de prfissinais qualificads n quadr de funcináris d empreiteir. Outr aspect, levantad pr Chama & Chama (2005), que prejudicu ainda mais a gestã ds empreiteirs na cnstruçã pesada fi aument n númer de bras e funções sb respnsabilidade de cada gestr, buscand reduçã de despesas. Pde-se perceber entã a precupaçã de especialistas n assunt em diferenciar e designar as diferentes funções e cargs ds gerentes, gestres, analistas e demais envlvids na bra. Tmand cm ferramenta de estud papel d gerente de bra e suas funções n empreendiment Net (1988) realizu um estud sbre cm gerenciar cnstruções cncentrand s cnceits e infrmações n prjet prpst inicialmente, passand pel gerenciament prpriamente dit, pels pnts crítics, pels aspects rganizacinais, pela figura d gerente, até chegar as custs. Pr se tratar de um estud antig algumas das técnicas apresentadas n trabalh acabam pr ser inviáveis e ultrapassadas ns dias de hje, prém a caracterizaçã da figura d gerente de bra é perfeitamente adequada para s dias atuais.

16 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 14 Net (1988) designa características imprtantes que um gerente de bra deve ter entre elas cita a sensibilidade n trat cm recurss humans, traduzida pel preç cm s cmpnentes de sua equipe. Os gerentes deverã frmar seu pessal, enfatizand: - experiência, principalmente na frmaçã ds que vã demarrar a cnstruçã; - habilitações técnicas, humana e cnceitual, para preenchiment das necessidades; - níveis adequads de atuaçã; - treinament, principalmente, n trabalh; - desenvlviment de clabraçã entre s elements da equipe, da qual dependerá seu sucess.. Ainda neste trabalh autr clca delegações para melhrar s resultads de um empreendiment cnceituand essas funções, a seguir têm-se algumas dessas idéias apresentadas pel autr: Planejament/prgramaçã Especialmente a lng praz, é inadequad; planejament/prgramaçã nã é entendid cm vltad para a eficácia; s elements e ferramentas utilizads nã sã cnfiáveis e s técnics que estã desenvlvend planejament/prgramaçã nã tem frmaçã adequada. Decisã As decisões, mesm as menres, sã, habitualmente, tmadas ns mais alts níveis administrativs; s funcináris, em cargs imprtantes, sã marginalizads n prcess de decisã e as tarefas imprtantes ficam entregues a qualquer um. Cntrle Os cntrles nã levam em cnta as priridades; sã demasiadamente rígids e exigem muita papelada; a peraçã é cntrlada pr uma pessa e tds sabem diss e s administradres-chaves sã, freqüentemente, cntrlads fra da rganizaçã. Na tentativa de atender s parâmetrs exigids pel mercad gerenciament cmeça a buscar nvas frmas de implantaçã, mediçã de serviç e tecnlgias. Vieira (2006) fala sbre cm setr da cnstruçã sfreu transfrmações cm a chegada da tecnlgia da infrmaçã e cm us da lgística aplicada à cnstruçã civil e cnseqüentemente a papel d engenheir de bra cm gestr d empreendiment. Vieira (2006) expõem que A engenheir de bra sempre fi atribuída as funções técnicas e administrativas d empreendiment, u seja, sempre fram de sua respnsabilidade acmpanhament e cntrle das características físicas e gemétricas que envlvem as especificações técnicas d prjet cnstrutiv, assim cm tda cadeia de

17 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 15 supriments. e A intrduçã de nvs cnceits, técnicas, prcediments, métds e prcesss cnduz à necessidade de que sejam efetuadas mudanças, em especial, n pensament estratégic e na visã sistêmica d setr, encaminhand, sem qualquer dúvida, a implantaçã de tecnlgias de infrmaçã que pssam prpiciar um ambiente integrad e prdutiv. Send assim, é imprtante primeir que crra a cnscientizaçã da necessidade dessas mudanças de psicinament para depis partir efetivamente para a transfrmaçã.. Prém, para que a implantaçã destas transfrmações crra de frma crreta e integrada cm a realidade das funções n canteir de bra sã necessáris alguns estuds prévis bem definids e cerentes, autr cita ainda n mesm trabalh as principais ferramentas de lgística e tecnlgia da infrmaçã clcadas em prática ns dias de hje. Tend em vista cntext d setr de cnstruçã pesada e as funções e prblemas encntrads pr gestres da cnstruçã, pde-se partir para um estud mais específic ds métds mais utilizads para planejament e cntrle de prjets. Musetti (1998) apresenta algumas técnicas quantitativas, muit difundidas na literatura especializada e dedicadas a api de decisões na gerência de prjets, entre eles a aplicaçã das técnicas que fram desenvlvidas cm a finalidade de atender uma clássica divisã d mercad em empresas de prduçã cntínua, de prduçã sb encmendas e de grandes prjets. Em seguida autr fala sbre a prduçã para grandes prjets, É camp em que s cnceits e as técnicas de planejament e cntrle de prjets tradicinalmente sã mais aplicads. Caracteriza-se pela execuçã de serviçs diferenciads de lnga duraçã agregand alt númer de atividades, envlve empreg de diferentes especialidades e recurss. A cnstruçã civil, a lad ds prjets de pesquisa & desenvlviment e da área gvernamental, representam s negócis mais significativs para este segment de mercad. As execuções de grandes bras, cm hidrelétricas, barragens, aut-estradas, aerprts e utras cnstituem-se em clássics exempls de prjets assciads à cnstruçã civil.. Cm base ns cnceits estudads e na investigaçã real ds valres adtads na realidade, s empreendiments de cnstruçã pesada n Brasil e a redr d mund tmam cm vertente a utilizaçã d guia de gerência de prjets desenvlvid pel Prject Management Institute, uma entidade mundial sem fins lucrativs sediada na Filadélfia, Pensilvânia ns EUA. O Prject Management Bdy f Knwledge, também cnhecid cm PMBOK, em prtuguês guia d Cnjunt de Cnheciments em Gerenciament de Prjets, define as principais diretrizes da gerencia de prjets pdend ser adaptad as mais diverss setres.

18 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada CONCEITOS GERAIS DE GESTÃO DE PROJETOS APLICADOS A CONSTRUÇÃO CIVIL As apresentações ds cnceits teórics descrits neste trabalh estã baseadas, principalmente, n PMBOK (A guide t the Prject management bdy f knwledge - Third Editin) desenvlvid pel PMI (Prject Management Institute). 6.1 TOMADAS DE DECISÕES Inserid n cntext d gerenciament de bras da cnstruçã pesada pdems bservar as muitas faces da realidade gerencial. As características de um gestr pdem influenciar diretamente n andament de uma bra. O caminh que empreendiment tma a decrrer d temp depende principalmente das decisões que sã tmadas pela gerência da bra. Um bm planejament e cntrle das atividades ligadas à bra resultam na melhra ds resultads ecnômics e financeirs da mesma, trnand assim prjet inicial lucrativ. Mesm antes d inici de uma bra de grande prte existe um grande estud quant a viabilidade de execuçã de determinad prjet. Uma bra pública, pr exempl, exige meses de apuraçã e rçamentaçã de serviçs de uma empresa antes mesm da liberaçã da licitaçã da bra. Os investiments feits sã sempre cnseqüência das decisões tmadas pela alta administraçã. O guia PMBOK ajuda n desenvlviment de uma gestã cncreta e integrada de tdas as áreas de um prjet descrevend basicamente cnceits sbre a definiçã d cicl de vida de um prjet, s cinc grups de prcesss de gerenciament de prjets e as nve áreas de cnheciment. Outr pnt crític na tmada de decisões é a influencia que uma área pde exercer sbre a utra gerand cnflits de diversas naturezas, sejam elas administrativas u sciais. Uma análise detalhada da interferência entre as áreas pde ajudar gestr d empreendiment a desenvlver um trabalh cm muit mais tranqüilidade e equilíbri. Para iss alguns fatres sã cruciais nas características que esse gestr deva apresentar para tmar decisões. N entant a integraçã das áreas administrativas de uma bra acaba pr ter espaç especial na literatura gerencial. Ferramentas cm a Estrutura Analítica d Prjet (EAP)

19 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 17 pr exempl ajuda a se ter uma idéia d escp d prjet e as fases d mesm dand uma perspectiva de cm e quand devem ser tmadas as decisões. 6.2 CUSTOS A timizaçã ds resultads financeirs gerads pr uma bra, têm fundamental ligaçã cm a gerencia de custs aplicad a empreendiment. Nesse cnceit sã aplicadas diversas diretrizes que parametrizam cnceit de gasts, segund LORA, C (2001) gasts em uma rganizaçã sã frmads pels custs, despesas e perdas. Onde s gasts sã tdas as aplicações de recurss que sã desemblsadas, u nã, pela rganizaçã. Custs sã s recurss aplicads na transfrmaçã de ativs e as despesas sã s recurss despendids em aplicações que nã transfrmam ativ, mas que cntribuem para a geraçã de caixa da empresa. Pr sua vez, as perdas representam s recurss u gasts despendids pel prjet u rganizaçã que nã se transfrmam em ativs u receitas. Quand aplicad a engenharia civil, s custs dizem respeit as valres que crrespndem, principalmente, as ativs cm cmpra de materiais e desmbilizaçã de equipament. Segund PMBOK, gerenciament de custs d prjet inclui planejament, a estimativa, rçament e cntrle de custs, sempre tend que terminar rçament final dentr d aprvad. Pel PMBOK tems: Planejament ds recurss - determinar quais recurss (pessas, equipaments, materiais) e que quantidade de cada deve ser usada para executar as atividades d prjet; Estimativa de custs - desenvlver uma estimativa ds custs ds recurss necessáris a implementaçã das atividades d prjet; Orçament ds custs - alcar as estimativas de custs glbais as itens individuais de trabalh; Cntrle de custs - cntrlar as mudanças n rçament d prjet.

20 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada PESSOAS O prcess de criaçã de uma equipe de trabalh e crdenaçã desta em uma bra de cnstruçã civil é muit diferenciad ds demais tips de prjet em geral. O tip de trabalh realizad pelas diferentes equipes e a imprtância d bm relacinament entre as mesmas ultrapassam as barreiras entre s gestres de Recurss Humans e s demais trabalhadres d setr. Cabe assim, a tds s envlvids cm a bra se desmbilizarem e terem cnsciência das atitudes tmadas e respeitadas neste ambiente de trabalh. Principalmente n Brasil a cnstruçã civil tem cm classe peraria pessas de puca instruçã educacinal, que muitas vezes é causa de cnflits que seriam facilmente evitads se tmadas algumas precauções. A necessidade de um bm relacinament cm subrdinads, um sens de autcrítica e demcracia pr parte ds superires pde ajudar n bm andament d prjet cm um td. Alguns autres cm Maslw (1959) e Herzberg (2000) designam metdlgias para identificaçã das necessidades apresentadas pels trabalhadres, esses estuds ajudam gerenciadres a identificar e psicinar s mments certs de intervençã na gestã de pessas. Figura 1 - Hierarquia das necessidades de Maslw

21 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 19 Figura 2 - Teria ds dis fatres de Herzberg O PMBOK define alguns grups de prcesss de gerenciament de prjets que sã cmumente utilizads na cnstruçã pesada. Sã eles: Planejament de Recurss Humans: identificar, dcumentar e designar s papéis, respnsabilidade e relacinament de reprte dentr d prjet; Cntratar u mbilizar a equipe de prjet: cnseguir que s recurss humans necessáris sejam designads e trabalhem n prjet; Desenvlver a equipe de prjet: desenvlver cmpetências individuais e de grup para elevar desempenh d prjet; Gerenciar a equipe d prjet: acmpanhaments individuais e cletivs d desempenh, prvend feed-back, slucinand prblemas e crdenand mudanças para um melhr desempenh. 6.4 RISCOS A necessidade de se gerenciar s riscs de um prjet tem tmad atençã especial ns últims ans. Muits autres adtaram diversas frmas para apntar, medir e transfrmar s chamads riscs em númers expressivs n resultad final de um prjet. Na cnstruçã civil nã fi diferente, a cnstante expsiçã as perigs e acidentes de trabalh e a instável ecnmia brasileira ajudaram n prcess de desenvlviment desta área gerencial.

22 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 20 A definiçã de risc pde variar muit de um autr para utr, mas basicamente pde-se tmar cm risc a prbabilidade de um prjet nã atingir um determinad bjetiv e as cnseqüências desse resultad. De fat tems que assumir que s riscs sã incertezas que pdem afetar n resultad final d empreendiment, seja psitiva u negativamente. A Gerência de Risc nã diz respeit a decisões futuras e sim a futur de decisões presentes. Charette, R.N. Infrmatin Technlgy Risk Engineering. Seguind cm base guia PMBOK tem-se cm principais bjetivs d gerenciament de prjets, quant s riscs, as seguintes designações: Aumentar entendiment d prjet; Identificar as alternativas dispníveis, tant de prjet quant de metdlgia; Estabelecer as implicações das incertezas e riscs sbre tds s aspects d prjet; Definir prbabilidade de crrência ds events de risc; Quantificar valres envlvids cas event crra; Assegurar que incertezas e riscs estã adequadamente cnsiderads, permitind sua incrpraçã n planejament e n prjet. O gerenciament de riscs, principalmente em uma bra de cnstruçã civil deve cntar cm um prcess cntínu cm base em ferramentas de api para identificaçã destes riscs e a causa que seu impact pde ter na bra. Esse prcess é definid pr algumas etapas já definidas em teria, n quadr a seguir sã apresentadas essas etapas que devem ser aplicadas a prjet.

23 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 21 Figura 3- Gerência de Riscs (prcess e crrelaçã) Esse mdel de crrelaçã, retirad d PMI (2004) e ESI (1997), e apresentad pr Salles Jr (2002). determina as divisões principais das perações durante gerenciament de riscs. O md cm esses métds sã implementads na realidade de um prjet pdem sfrer adaptações em decrrência d tip de prjet que está send realizad. N cas da cnstruçã pesada algumas cnstrutras chegam a desmembrar essas fases em várias subfases, vist que a quantidade de riscs apresentad neste tip de prjet é muit elevad e detalhament destes é fundamental para se prever s eventuais impacts futurs. 6.5 CONTRATOS A quantidade de cntrats fechads em uma bra de cnstruçã pesada sma uma imprtância relevante n desempenh final d empreendiment, tant quant a gerencia de prduçã da bra pr exempl. Fundamentalmente existem dis tips de cntrats de bras, Cntrat Públic e Cntrat Privad. RODRIGUES (2002) designa cada tip de prjet da seguinte frma, Os cntrats públics detêm de prerrgativas da administraçã e d interesse públic frente a particular, mair prteçã a equilíbri ecnômic (ampla previsã em lei, mas tendência a anulá-la),

24 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 22 subrdinaçã à fiscalizaçã ds tribunais de Cntas (Da Uniã, ds Estads, a ministéri Públic, etc...) e limitações às alterações cntratuais. Já s cntrats privads detêm de igualdade entre as partes, menr prteçã a equilíbri ecnômic (menr previsã em lei, mas tendência a refrçá-la) e ampla liberdade para alterar as cndições cntratuais. Assim cada tip de prjet btém uma maneira especifica quant as regimes de execuçã, cabend a empreiteira respnsável a definiçã ds métds adtads. Cm exempl deste fat é a cntrataçã u nã de subempreiteiras u cnsrciaçã e parceria cm utras empresas cnstrutras. Dentr deste cntext está inserid a btençã de nvs cntrats ds mais diverss tips, frçand ainda mais desenvlviment de uma gerência de cntrats adequada. 6.6 TEMPO De acrd cm a grande mairia das literaturas, gerenciament d temp em prjet tem cm principal aspect a interface cm utras áreas de gestã. O PMBOK apresenta um flux de planejament e cntrle entre as interfaces d gerenciament d temp cm as demais áreas, cm pdems bservar na figura abaix retirada d guia.

25 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 23 Figura 4 - Flux d PMBOK Planejament e Cntrle para gerência d temp Cntud existe uma visã geral sbre s prcesss apresentads durante a gerência d temp, estas visões pdem variar de acrd cm a metdlgia aplicada e utilizada em cada prjet. Prém, na cnstruçã civil a necessidade de cumpriment de prazs é quase sempre muit apertada frçand s gerenciadres levarem em cnta tds s prcesss pssíveis e muitas vezes criand nvs. Pde-se assim clcar em evidência s prcesss mais imprtantes apresentads pel PMBOK :

26 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 24 Definiçã das atividades identificar as atividades específicas que devam ser realizadas para prduzir s diverss subprduts d prjet; Seqüenciament das atividades identificar e dcumentar as relações de dependência entre as atividades; Estimativa da duraçã das atividades - estimar a quantidade de períds de trabalh que serã necessáris para a implementaçã de cada atividade; Desenvlviment d crngrama - analisar a seqüência das atividades, as durações das atividades e as exigências de recurss para criar crngrama d prjet; Cntrle d crngrama - cntrlar as mudanças n crngrama d prjet. 6.7 SEGURANÇA E SAÚDE O prcess de gerenciament da segurança e da saúde n trabalh tem cm principal funçã assegurar as cndições adequadas de trabalh para tds s integrantes d prjet. Determinadas funções na cnstruçã civil tem atençã especial cm relaçã as cuidads de segurança e cnseqüentemente de saúde já que a expsiçã ds trabalhadres a ambientes de risc é muit freqüente. Para assegurar a implantaçã das medidas de segurança em uma bra, planejament das tarefas a serem executadas n ambiente de trabalh deve ser minucis. Deve-se, n entant levar sempre em cnta s fatres ambientais, s prcesss rganizacinais, s requisits cntratuais, as legislações especificas, as plíticas de segurança e a segurança da vizinhança para que assim nã crra eventuais acidentes u paralisações ds serviçs. Cada tip de bra cria métds diferentes de cntrle da segurança de acrd cm tip de serviç a ser realizad n ambiente. Algumas destas ferramentas cntam cm a cnstante atualizaçã e verificaçã das cndições de trabalh através da análise de áreas de zneament, plans de permissões de trabalh, respsta a emergências de segurança e treinaments específics. Através desses métds pde-se atingir um nível desejável de segurança. Muitas empresas de cnstruçã civil já pssuem atualmente setres ttalmente direcinads a

27 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 25 implantaçã de métds especiais de gerenciament da segurança, em face que s requisits legislativs estã cada vez mais rigrss. 6.8 MEIO-AMBIENTE A grande quantidade de recurss naturais afetads pela cnstruçã civil truxe as lngs ds ans uma grande precupaçã cm mei-ambiente, fatr que levu a crescente discussã da cnstruçã sustentável em muits paises. A legislaçã ambiental, pr exempl, cmeçu a ser realmente implantada e difundida smente ns últims ans. A intrduçã da gestã ambiental na gestã de um empreendiment é cnsiderad hje a segunda causa de mair precupaçã entre s gestres já que esta questã ainda é cnsiderada cm um cust indesejável n final d empreendiment. Mudança de lcações, incmpatibilidade de prjets e respnsabilidades excessivas perante a lei sã pnts decisivs na gestã ambiental. Assim é de imprtância fundamental que seja definida uma plítica ambiental da bra a ser realizada pela alta administraçã antes mesm d iníci d empreendiment. Segund ASSAN e DA SILVA essa plítica é de suma relevância já que define a visã da rganizaçã, cmunica-se cm as partes interessadas e rienta as ações peracinais e integra-se a utras plíticas. O PMBOK trata a gestã ambiental através das etapas de planejament, garantia e cntrle: Planejament: Identificaçã ds padrões e requisits ambientais relevantes para prjet e determinaçã de cm satisfazê-ls; Garantia: Aplicaçã das atividades ambientais planejadas e sistemáticas para garantir que prjet emprega tds s prcesss necessáris para atender as requisits; Cntrle: Mnitrament ds resultads ambientais d prjet para determinar se estã atendend as padrões estabelecids e identificaçã de maneiras de eliminar as causas de desempenh insatisfatóri. Desta frma pdem-se bservar s cnceits de gerencia de prjet aplicads a gestã de mei-ambiente e a sustentabilidade visand a evluçã da precupaçã ambiental da cnstruçã n Brasil e n mund.

28 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada QUALIDADE Observand pel aspect de que a qualidade de um serviç leva a bm funcinament de tdas as atividades envlvidas cm mesm ns faz pensar na necessidade de sempre estar atent a frma cm ns relacinams e efetuams nssas funções. Para que seja implementada uma ba gestã da qualidade PMBOK define algumas etapas a serem atendidas cm planejament da qualidade, garantia da qualidade ds serviçs e cntrle da qualidade desses serviçs. Cm frma de planejament deve-se levar em cnta s fatres e cnceits da empresa visand uma ba integraçã cm a realidade d prjet. Em relaçã a garantia de qualidade deve-se implementar prevenções, medições e slicitações feitas pr especialistas sempre que necessári, pdend assim, pssibilitar um cntrle ds requisits apresentads anterirmente n planejament.

29 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada CARACTERIZAÇÃO DAS OBRAS ESTUDADAS Tend em vista a abrangência d mercad atendid pela cnstruçã pesada e a grande diferença de um prjet para utr, fi decidid us de infrmações de dis bjets de estud distints. A decisã pr utilizaçã destas bras serviu para que assim sejam feitas devidas cmparações em seus resultads ecnômics e financeirs cm base na frma de gestã de cada bra. A seguir, seguem as características e infrmações principais de cada bra em estud. 7.1 RODOANEL MÁRIO COVAS TRECHO SUL (LOTE 1) Lcalizada na regiã metrplitana de Sã Paul, a bra d Rdanel Mari Cvas trata-se de uma bra viária a redr da capital paulista que visa interligar as rdvias que passam pela cidade. O bjet estudad n presente trabalh trata-se da cnstruçã Lte 1 d trech Sul d anel viári. O valr de cntrat da bra é de R$ ,59. Figura 5 Características e apresentaçã da bra RODOANEL

30 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 28 O órgã cntratante d empreendiment é a DERSA DESEMVOLVIMENTO RODOVIÁRIO S.A. e cntrat inicial tem duraçã de 36 meses, cm iníci em junh de 2006 e términ em mai de Prém, durante a execuçã da bra alguns ajustes tiveram de ser revists e cliente adiantu a entrega final para nvembr de Para a realizaçã d empreendiment fi tratad um cnsórci entre as cnstrutras Andrade Gutierrez S.A. e Galvã Engenharia S.A. Figura 6 - Separaçã ds ltes d trech sul Tend uma extensã de 12,46 km anel viári crta s municípis de Mauá, Ribeirã Pires, Sant André e Sã Bernard d Camp send que final d trech 1 será pnt de partida para futur Rdanel Leste. Para a cnstruçã serã adtads diverss tips de pavimentaçã em nve bras de artes especiais (pntes e viaduts), send duas unidades em balanç sucessiv (789 m) e sete unidades em viga lançada (1.540 m). Pr se tratar de uma área muit peculiar cm relaçã a mei-ambiente, trech sul d Rdanel Mari Cvas fi bjet de detalhad estud de impact ambiental, muit discutid cm a cmunidade, especialistas e demais envlvids.

31 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada POLÍTICA DA OBRA Antes d iníci da bra Cnsrci define a missã e a plítica a ser seguida durante empreendiment, assim cm plítica na cnstruçã d Lte 1 d RODOANEL: Executar a bra d Lte 1 d Trech Sul d Rdanel, atendend às expectativas da Dersa, cnsrciadas e clabradres, assegurand: A qualidade ds serviçs executads; A segurança e saúde das pessas, especialmente ns trabalhs em altura e nas mvimentações de carga; A prevençã da pluiçã n mei ambiente, cm fc n cntrle ds assreaments na Represa Billings; O cumpriment das legislações e demais requisits aplicáveis à bra; A melhria cntínua ds nsss prcesss e prduts ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA OBRA A estrutura rganizacinal da bra cmpreende-se de: gerência geral da bra (gerente de cntrat), administraçã cntratual, QMSS (qualidade, mei-ambiente, saúde, segurança e cmunicaçã), administraçã financeira, gerência de engenharia, gerência de prduçã e gerência cmercial.

32 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 30 ORGANOGRAMA RODOANEL SUL LOTE 1 GERENTE DO CONTRATO ADMINISTR. CONTRATUAL Gerente QMSS/ Gestr Ambiental Administraçã Financeira Gerente de Engenharia GERENTE PRODUÇÃO Gerente Cmercial Eng. Chefe de TRP/PAV Eng. Chefe de O.A.E Figura 7 - Organgrama da bra d RODOANEL 7.2 COMPLEXO DE MANGUINHOS Uma das principais bras de reurbanizaçã da atualidade n Brasil, a bra d Cmplex de Manguinhs lcalizada na zna nrte da cidade d Ri de Janeir tem cm principal bjetiv levar dignidade e qualidade de vida a cmunidade. O empreendiment é parte d Prgrama de Acelerament (PAC) d gvern federal e visa desenvlviment da regiã e a discriminaçã da vilência na regiã.

33 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 31 Figura 8 - Mapa de lcalizaçã da bra de Manguinhs A bra estudada em questã crrespnde a retirada e demliçã de áreas cupadas e tmadas pr favelas, a cnstruçã de um mil e setecentas unidades habitacinais, uma creche, uma escla técnica, uma bibliteca, um parque aquátic, uma unidade de api a cidadã, um pst médic de prnt atendiment, a implantaçã de uma nva estaçã de trem e a elevaçã de uma via férrea cm a cnstruçã de um parque linear na antiga área. O valr d cntrat é de R$ 232 milhões, send que fazem parte d Cnsórci: a Cnstrutra Andrade Gutierrez, que é líder cm 60%, EIT Engenharia e CAMTER Engenharia. A bra fi iniciada em 14 de març de 2008 e praz previst de entrega da bra é de 24 meses MISSÃO E POLÍTICA DA OBRA Cm plítica d cnsórci fi estabelecida: Executar s serviçs de prjets e urbanizaçã integrada d Cmplex de Manguinhs, implementand Sistema de Gestã Integrada, para a melhria cntinua ds prcesss e prduts, garantind, assim a qualidade, a preservaçã d mei ambiente a segurança e saúde ds trabalhadres cm fc em: Obras de Arte Especiais e Cnstruções de Mradias; Destinaçã ds Rejeits; Riscs ns trabalhs em altura;

34 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 32 em cnfrmidade cm as nrmas, especificações d cliente e requisits legais aplicáveis, assegurand a satisfaçã da cmunidade, cntratantes, acinistas e funcináris d cnsrci ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA OBRA A segunda bra estudada apresenta uma característica semelhante a primeira já apresentada, prém cm algumas diferenças que pdem ser bservadas n rgangrama a seguir, já que está esta praticamente divididas em 2 bras. ORGANOGRAMA COMPLEXO DE MANGUINHOS GERENTE DO CONTRATO Gerente QMSS/ Gestr Ambiental PRODUÇÃO D-SUP PRODUÇÃO L. Bulhôes Engenharia Ecnômica Engenharia Técnica Administraçã Gestã cntratual Figura 9 - Organgrama da Obra de Manguinhs As figuras abaix representam algumas imagens d prjet final da bra, nde se pde ver a via férrea cm a nva estaçã a uma visã glbal da bra cm s cnjunts habitacinais e s demais elements da bra.

35 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 33 Figura 10 - Visã geral da bra Pelas figuras percebe-se a dimensã das intervenções causadas pela bra. Além das bras previstas nesse empreendiment existem plans de intervenções e recuperações de tda a área cupada pela cmunidade, assim cm a criaçã de um parque linear pr tda a extensã da linha férrea. Figura 11 - Via férrea e nva estaçã de Manguinhs

36 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada MÉTODOS GERENCIAIS ADOTADOS NAS OBRAS 8.1 RODOANEL MÁRIO COVAS Obedecend a regras pré-estabelecidas de métds de gerenciament a se aplicar em um empreendiment Cnsrci AG/Galvã tem cm líder d cnsórci a Cnstrutra Andrade Gutierrez S. A., assim a execuçã d Lte 1 d trech sul d Rdanel Mári Cvas tma referencia em seu métd gerencial as diretrizes e parâmetrs estabelecids pr esta cnstrutra. Assim cnteúd de tda a gestã da bra baseia-se n mdel que a empresa adta. Já esse mdel sustenta cm berç substancial s métds prpsts n PMBOK, aqui já apresentads resumidamente. Baseand-se neste cnceit tda dcumentaçã está referenciada ns dcuments crprativs da AG. Entretant, para a elabraçã ds prcediments específics da bra, pderã ser cnsideradas também as diretrizes e prcediments da cnsrciada Galvã Engenharia; bem cm exigências d cliente. Através de um plan primrdialmente elabrad pela superintendência das cnstrutras a adquirir e assumir empreendiment através de uma licitaçã, já se tem um plan inicial de gerenciament d empreendiment. Assim antes mesm d inici da bra já existe grande parte ds dcuments gerenciais a serem adtads durante a cnstruçã. Neste trabalh serã detalhadas as partes envlvidas dessas divisões d gerenciament d prjet adtad cm ficial pela bra, u seja, após a aquisiçã da licitaçã da mesma. A definir escp d prjet tem-se entã a elabraçã da Estrutura Analítica d Prjet (EAP), Anex I, necessária para se estabelecer as divisões e cicls de vida d prjet. Dentr d EAP d Rdanel é também estabelecida através d Sistema de Gestã Integrada (SGI) a integraçã, num só sistema de gestã, s sistemas de qualidade, mei ambiente, saúde cupacinal, segurança d trabalh e respnsabilidade scial. Tant SGI cm EAP acmpanham a bra durante td seu períd de vida. N EAP sã descrits as etapas da gerencia de prjets da bra e cicl de vida da mesma. Aqui está descrit este cicl, que segue a seguinte rdem: Planejament ambiental e regularizações; Prjet de Engenharia;

37 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 35 Serviçs preliminares: Drenagens Prvisórias; Remções de interferências; Demlições; Implantaçã de cerca na área da bra; Terraplanagem: Limpeza d terren; Escavaçã mecanica; Fundaçã de aterr; Cmpactaçã de aterr; Trataments; Cntenções: Tirante permanente (sl/rcha); Mur terrae; Mur de cntençã (terra amarada); Obras de arte crrente e drenagem permanente: Bueir de cncret; Enrcament de pedra; Gabiã; Canaleta de cncret; Escada hidráulica; Dren sb paviment; Sarjeta; Guia;

38 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 36 Obras de arte especial (viaduts e pntes): Execuçã de fundações; Pntes e viaduts em grelha; Pntes e viaduts em balanç sucessiv; Pavimentaçã: plímer; Regularizaçã e prepar d Sub-Leit; Refrç d Sub-Leit; Sub-Base (macadame/ranchã); BGS Base de brita graduada simples; Imprimadura impermeabilizante; Pintura de ligaçã; BGTC base de brita graduada tratada cm ciment CBUQ Cncret betumins usinad e quente c CCR base de cncret cmpactad a rl Paviment de cncret sbre terraplanagem; Serviçs cmplementares: Revestiment de taludes; Planti de árvres; Mur de fechament Sinalizaçã definitiva. Através desse cicl de vida pde-se entã ter uma visã das atividades que serã executadas na bra. Ainda n EAP também sã clcads fatres relacinads a Instalaçã da bra e infra-estrutura de Api. Seguind a estrutura designada pels gestres da bra cm relaçã a gerencia de prjets, estã aqui detalhads s tópics de cada área gerencial presente n empreendiment.

39 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 37 Os cnceits apresentads sã respeitads de acrd cm as respnsabilidades de diretrias específicas das bras. N rgangrama da bra, figura 8, pdems bservar a divisã das principais diretrias ESCOPO Dentr da gerência de escp esta descrit principalmente a gestã cntratual que a bra adta. Antes da aprvaçã de um prjet fase de prspecçã e desenvlviment é cnduzida pela Diretria Cmercial; a fase de cntrataçã pela Diretria de Engenharia e as fases subseqüentes de execuçã, encerrament e pós-venda pela Diretria de Operaçã. Sã nas duas primeiras fases, representadas pelas áreas Cmercial e Engenharia respectivamente, que a viabilidade de um prjet para a AG é avaliada e cnslidada. Durante td esse prcess sã realizadas reuniões para elabraçã de prpstas, visitas a lcal da bra, análises críticas, estud estratégic d prjet de engenharia, definiçã ds métds cnstrutivs relevantes e a elabraçã d crngrama físic, este ultim mais relevante para gerenciament glbal da bra. Cmpletand circul de necessidades envlvidas na gerencia de escp, fi criad EAP da bra (Anex I), aqui já cmentad. Após inici da bra e firmament ds cntrats e dcuments cntrle das mudanças e bediência ds terms sã feits pel administradr cntratual d cnsórci juntamente cm gerente da bra TEMPO Send respnsável pela gestã d temp a Gerencia de Engenharia faz cntrle de td planejament e crngrama da bra. As atualizações destes dcuments sã feita peridicamente u sempre que acnteça alguma mudança que necessite de reajustament destas infrmações. O crngrama da bra, feit e mnitrad através d sftware MS Prject insere a grande mairia das atividades da bra. N Anex II pdems ver esse crngrama e identificar s pnts crítics da bra. Percebems também que us d sftware MS Prject pela bra é de necessidade exclusiva para crngrama, já que a bra utiliza utrs sftwares de prpriedade e desenvlviment da Cnstrutra Andrade Gutierrez para utrs serviçs cm crngrama financeir, material e mã de bra.

40 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada GESTÃO DE CONTROLE Para que a gestã de cntrle tenha efeit, muits recurss e metdlgias sã utilizads nesse prcess. Os uss de sftwares específics facilitam desenvlviment dessas atividades. O cntrle entã é feit a partir de uma cmparaçã entre s valre prevists e s reais cnsiderand sempre fatres externs, que englba também s riscs a que empreendiment esta envlt. Através de um banc de dads da Cnstrutra Cntrle mantém uma previsã de custs que a bra terá. Essa previsã de custs é feita pel sftware Cust Prgramad (CP) que rganiza e sancina tds s custs da bra, sejam eles relacinads a materiais, equipaments, mã de bras, impsts, inflaçã e etc. Já a cnslidaçã ds dads reais é gerada através d sftware Custei nde através de uma mediçã de serviçs pde-se saber s valres reais de gasts da bra. Pr seqüência sftware Análise junta essas infrmações e gera cmparações ds dads relacinand dads prevists cm s reais. Em cntrapartida a esse prcess realizad e estudad pela bra s escritóris das cnsrciadas também executam análises de resultads. N cas da líder d cnsórci a Cntrladria da cnstrutra cbra infrmações e esclareciment ds serviçs, essa cbrança é feita para que utra análise d andament da bra seja estudada também fra da bra. Nmead de Prgrama de Resultads Atualizads (PRA) esse acmpanhament feit pela alta gerencia da cnstrutra visa cmparar e analisar andament da bra para que sejam tmadas decisões de nível glbal desta, cm eventuais paralisações de bra pr exempl. A execuçã d PRA é também realizad pels respnsáveis de cntrle da bra juntamente cm gerente da bra e inclui entre utras infrmações adiantaments de recebiments, impsts retids e despesas nã incluídas. Neste trabalh estã apresentads relatóris btids através d us dessas ferramentas. A descriçã detalhada d sistema peracinal e funcinal ds sftwares nã fi detalhada já que este nã é bjetiv d trabalh GESTÃO DE MEDIÇÃO Respnsável pela verificaçã d andament da bra, a Mediçã faz análises diárias d quant fi executad da bra. Esses valres sã entã cnvertids em quantidades de serviçs e psterirmente em faturament realizad pela bra.

41 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 39 Na bra em questã essa mediçã é feita pr frentes de trabalh através da quantidade de trabalhadres e materiais utilizads na cnstruçã. Durante as visitas realizadas na bra fi acmpanhada a implantaçã de um nv sistema de apntament eletrônic, nde a mediçã e cntrle das frentes de trabalhs eram realizads pr encarregads através d us de celulares especiais cnectads diretamente cm escritóri central da bra. As infrmações de medições sã enviadas a cada três hras para que assim seja feit um acmpanhament assídu da bra CUSTO/FATURAMENTO Tmad cm um ds principais tópics de gestã da bra, a gerência de cust/faturament é uma das mais estudadas dentr e fra d escritóri de bra. Os valres btids pela Gestã de cntrle e pela Gestã de Mediçã ficam a carg da gerencia cmercial da bra, que repassa s dads recebids para gerente da bra prvisinand e cntrland sald de caixa da bra e faturament da mesma QMSS Na bra as plíticas adtadas pela Gerencia QMSS englbam tdas as questões relacinadas a qualidade, mei-ambiente, segurança e saúde. Para enquadrament dessas cmpetências gerenciais s princípis de gestã sã baseads ns cnceits da nrma brasileira e ns parâmetrs adtads pr órgãs especiais cm a ISO GESTÃO DA QUALIDADE Tds s prcesss executivs envlts na bra estã relacinads a qualidade. Para a certificaçã desses parâmetrs, existe na bra um respnsável técnic pel cntrle da qualidade. Entre as diversas atividades relacinadas pr este respnsável e sua equipe, está a elabraçã d PGI (Plan de Gestã Integrada) que visa integrar s sistemas da bra e garantir a qualidade d empreendiment. Ainda dentr das atividades realizadas pela gerência da qualidade está a criaçã e implantaçã de dcuments cm s Prcediments Operacinais, nde sã especificadas e esclarecidas instruções para realizações de serviçs na bra. Já para mnitrament da qualidade é realizad diariamente nas frentes de serviçs através d cntrle de qualidade, labratrista, auxiliares de labratóris e de encarregads. Pr mei de planilhas de acmpanhament sã feitas as intervenções necessárias para a melhra ns serviçs.

42 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 40 Paralelamente as métds adtads dentr das bras é adtada pela empresa a análise de BSC (Balanced Scred Card) que tem cm bjetiv acmpanhar e analisar a bra através de indicadres, cm pse-se ver n Anex III GESTÃO DO MEIO-AMBIENTE Em uma bra de infra-estrutura de grande prte e que mantém intervenções diretas em parque eclógics cm esta, fica clar a relevância ds estuds ambientais para i cumpriment das nrmas e leis envltas n assunt. Para fundamentar e integrar prjet cm mei ambinete é feit um Levantament de Aspects e Impacts Ambientais pela gerência d QMSS. O Levantament é realizad cm base na estrutura da EAP Estrutura Analítica d Prjet e n Mapa de Identificaçã de Prcesss, Anex IV, desenvlvid pel cnsórci. Também é desenvlvid pels gestres d QMSS Levantament e Avaliaçã de Aspects e Impact Ambientais. O gerenciament ds aspects e impacts ambientais da bra, sejam eles emergenciais u nã emergenciais, segue s critéris definids ns padrões crprativs da Andrade Gutierrez S.A.. Assim, Levantament e Avaliaçã de Aspects e Impacts Ambientais é revisad sempre que: Fr alterada a estrutura da EAP e Mapa de Identificaçã de Prcesss (cm impact n referid levantament) u a mdificações d grau crític ds prcesss cm impact a Mei Ambiente; Fr alterada a legislaçã ambiental e/u utrs requisits aplicáveis às atividades da bra cm impact n referid levantament; Fr necessári para atualizações em geral. Antes d iníci de cada frente de bra, cm exigência d licenciament ambiental, Cnsórci desenvlve um Plan Ambiental da Cnstruçã, cuj bjetiv é detalhar a frma em que cada trech será executad. Dessa frma, busca-se identificar antecipadamente tdas as ptenciais interferências ambientais, definind a frma em que as mesmas serã cntrladas.

43 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 41 Faz-se de respnsabilidade da área gerencial d mei ambiente cntrle peracinal ds seguintes serviçs: Gestã de Resídus Sólids; Gestã de Efluentes Líquids; Gestã de Água para Abasteciment; Emissões atmsféricas e ruíds; Prduts perigss; Bacias de Cntençã. Assim, Através de um mnitrament mensal é emitid RMMA Relatóri Mensal d Mei Ambiente, para atendiment às cndicinantes d Prjet Básic Ambiental, nde é descrit desempenh ambiental da bra GESTÃO DE SEGURANÇA DO TRABALHO Diretamente ligada a gestã de perigs e riscs, a gestã de segurança d trabalh tem atençã especial as atividades exercidas durante a execuçã da bra. Visand atender as melhres cndições de trabalh para s empregads um engenheir de segurança crdena uma equipe para ttal mnitrament ds serviçs. Antes d iníci de qualquer trabalh um dcument deve ser averiguad e verificad pela gerencia de segurança para que seja dada a permissã de serviç. Nesta bra, a permissã de trabalh nã fi identificada cm açã de cntrle na Planilha de Perigs e riscs, Anex V. O mnitrament de segurança d trabalh é realizad através de inspeções n camp realizad pels Técnics de Segurança d Trabalh e Engenheir de Segurança d Trabalh. Dentre as ações estã incluídas: a abertura de Relatóri de Nã-cnfrmidade, Ações Crretivas e Preventivas GESTÃO DE SAÚDE OCUPACIONAL Interligad a gestã de segurança, a gestã de saúde prcurand atender as necessidades d trabalhadr perante ambiente de trabalh. Independente d carg d

44 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 42 trabalhadr é elabrad um Perfil Prfissigráfic para que seja averiguada as devidas atenções relacinadas a saúde e segurança deste. N intuit de rientar s trabalhadres diverss prgramas de rientaçã sã efetuads durante td períd da bra. Entre estes prgramas s mais relevantes sã relacinads a cnservaçã auditiva e de prteçã respiratória COMUNICAÇÃO Cm a bra atravessa cmunidades e interfere diretamente em questões sciais é desenvlvid pela gerencia um plan de cmunicaçã segue, através de um prcediment peracinal, s princípis de satisfaçã da cmunidade envlvente. Para iss é implantad um prgrama de relacinament cm a cmunidade AQUISIÇÃO Td prdut adquirid na bra, seja ele material, equipament u serviç, passa pela gestã de aquisiçã, u seja, pr uma equipe respnsável pela cntrataçã, chegada e aplicaçã desse prdut em seu devid lugar. O cnsórci prgrama e mantêm s prcediments peracinais vltads as suas plíticas, para garantir que: Os requisits d cliente, relacinads à aquisiçã, sejam atendids, inclusive pr tds s frnecedres d cnsórci; O prdut adquirid esteja em cnfrmidade cm s requisits especificads; Os critéris para seleçã, avaliaçã, mnitrament e reavaliaçã de frnecedres sejam estabelecids de acrd cm impact d prdut adquirid n prdut final; Os registrs ds resultads de avaliações sejam mantids. A bra estabelece, antes de sua cmunicaçã cm frnecedr, infrmações cmpletas d prdut a ser adquirid. Para a cmpra de materiais e para cntrataçã de mã-de-bra, sã estabelecids pré-requisits cm relaçã a critéris de Mei Ambiente, Saúde Ocupacinal, Qualidade e Segurança d Trabalh.

45 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 43 O prdut adquirid é verificad para assegurar a cnfrmidade cm s requisits de aquisiçã, cnfrme as cndições planejadas para a fase de recebiment de prduts, send submetids a inspeçã, mediçã e ensais PESSOAS Respnsável pels prcesss de cntratações de trabalhadres a gestã de pessas englba departament de pessas (recurss humans) e a gesta de equipe estratégica. Essa ultima tem cm funçã atender tdas as necessidades de mã-de-bra da bra de acrda cm a necessidade prevista pel planejament da Engenharia, para que assim nã crra falta u sbra de mã-de-bra RISCOS Interligad a QMSS a gestã de perigs e riscs visa adequar s serviçs da bra a uma realidade sem acidentes. O levantament de perigs e riscs é realizad cm base na estrutura d EAP e n Mapa de Identificaçã de Prcesss. Para a realizaçã deste levantament, é utilizad cm referência s dcuments e nrmas referentes a Identificaçã de Perigs, Avaliaçã e Cntrle de Riscs à Segurança e Saúde Ocupacinal. A Identificaçã de Perigs, Avaliaçã e Cntrle de Riscs à Segurança e Saúde Ocupacinal, é revisada sempre que: Fr alterada a estrutura da EAP; Fr alterada a legislaçã e/u utrs requisits de Saúde e Segurança d Trabalh aplicáveis às atividades da bra cm impact n referid levantament; Fr necessári para atualizações em geral. O gerenciament ds riscs identificads é estruturad através das APRs Análises Preliminares de Riscs e Prgramas de Saúde e Segurança d Trabalh.

46 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada INTEGRAÇÃO Tend cm funçã melhrar a qualidade da bra, diminuir custs e temp, é aplicad em td sistema gerencia da bra Sistema de Gestã Integrada. Cm frma de atendiment a esse mdel administrativ é elabrad pela bra um Plan de Gestã Integrada. O Plan de Gestã Integrada é desenvlvid cm base para a implementaçã e manutençã de um Sistema de Gestã Integrada na fase de execuçã da bra e tem cm bjetiv atendiment ds seguintes itens, citads pela bra: Requisits d cliente DERSA, inclusive cndicinantes d Licenciament Ambiental pertinentes a CONSÓRCIO; Expectativas das Cnstrutras Andrade Gutierrez e Galvã Engenharia para a bra quant à rentabilidade, praz e cust; Expectativas ds acinistas, clabradres e Sistema de Gestã Integrada da Cnstrutra Andrade Gutierrez e Galvã Engenharia; bem cm da sciedade; Desdbrament da Plítica de Qualidade, Mei Ambiente, Segurança & Saúde Ocupacinal e Respnsabilidade Scial da Cnstrutra Andrade Gutierrez; bem cm as diretrizes crprativas da Galvã Engenharia; Definiçã e divulgaçã da Plítica e Objetivs d SGI da Obra RODOANEL; Definiçã das práticas, s recurss e a seqüência das atividades relacinadas a SGI d Cnsórci Andrade Gutierrez / Galvã na bra; Requisits legais, estatutáris e cntratuais. 8.2 COMPLEXO DE MANGUINHOS Pr ter a mesma empresa cm líder da bra RODOANEL a bra d Cmplex de Manguinhs participa ds mesms princípis e fundaments para a sua gestã, prtant basead ns dcuments crprativs da Cnstrutra Andrade Gutierrez S.A.. Prém, diverss parâmetrs, mesm que riunds de um mesm lcal apresentam diferenças prfundas.

47 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 45 Cm pde ser vist n EAP da bra de Manguinhs, Anex VI, s cicls de vida da bra estã separads e rganizads separadamente para as atividades. Iss facilita na gestã ds serviçs a serem realizads na bra. Segue abaix as relações destes cicls de vida: Saneament Básic: Serviçs preliminares; Abertura de vias; Assentament de tubulações; Execuçã de canais/galerias; Dispsitivs de inspeçã e limpeza; Fechament e valas; Ligações prediais; Obras Viárias: Serviçs preliminares; Terraplanagem; Execuçã d paviment; Drenagem superficial; Drenagem prfunda; Obras cmplementares Edificações: Serviçs preliminares; Fundações; Estrutura; Vedações verticais; Vedações hrizntais;

48 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 46 Esquadrias; Pintura; Sistemas prediais; Obras de Arte Especiais: Serviçs preliminares; Mvimentaçã de terra; Fundações; Superestrutura; Execuçã d paviment; Obras cmplementares. Além dessas fases descritas EAP da bra também descreve as fazes de instalaçã e api. A estruturaçã crreta dessas fases e suas ligações sã de suma imprtância para garantir um planejament funcinal da bra ESCOPO Assim cm na bra RODOANEL empreendiment de manguinhs segue a mesma linha na gerência cntratual, u seja, passa pelas mesmas necessidades de aprvaçã e ganh d licenciament já que se trata de uma bra pública. N cas de Manguinhs as empresas cnsrciadas trabalharam juntas mesm antes de ganhar a licitaçã TEMPO Para a gestã e planejament d temp a gerência utiliza sftware MS Prject da Micrsft, nde clca tdas as principais atividades da bra previstas n EAP. Assim cm na utra bra em estud apenas a gerência d temp é feita n prgrama MS Prject já que existem utrs sftwares crprativs que executam as utras atividades. O acmpanhament d crngrama fica a carg de gerente de engenharia que prcura manter a regularidade d prjet prevend eventuais imprevists na bra. O Anex VII apresenta alguns crngramas da bra utilizads cm ferramentas administrativas.

49 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada GESTÃO DE CONTROLE Tend cm mesm sistema peracinal da líder d cnsórci, sistema de gestã de cntrle da bra de Manguinhs puc se diferencia da bra d Rdanel já apresentad. Ambs s sistemas se apóiam em platafrmas de acmpanhament desenvlvids pela empresa assim cm as etapas de planejament. Vale chamar atençã para tip de platafrma de banc de dads para rçaments utilizads pelas bras já que as mesmas se distinguem quant a lcalidade e a tip de bra GESTÃO DA MEDIÇÃO A mediçã, cm parte integrante da diretria de Cntrle também nã apresenta grandes diferenças em relaçã a tip de mediçã apresentad na bra anterir. Mesm tend praticamente duas bras distintas incrprand empreendiment a mediçã de tda bra, a cntrari das utras áreas da bra é mantida pr apenas uma equipe, que cleta s dads da bra e s repassa para as utras áreas CUSTO/FATURAMENTO Para cntrle de custs a bra se utiliza d sistema da cnstrutra Andrade Gutierrez. A apuraçã ds dads cletads na bra é quase artesanal, já que sã apurads via papel e passads as respnsáveis. Após esse prcess s gerenciadres da área de cntrle utilizam d sistema peracinal de rçaments desenvlvid e atualizad pela Diretria de Engenharia da cnstrutra para cmparar cm s dads carregads n prgrama Custei, que cntabiliza e rganiza s dads reais de custs da bra para eventuais cmparações e analises futuras. A partir ds dads da bra e de valres prevists pel SPO também sã carregads s prgramas Cust Prgramad (CP) e Acmpanhament de resultads (ACR) que facilitam n acmpanhament ds custs das bras. Esses sistemas ajudam na tmada de decisões e estuds de nvas alternativas para a bra QMSS Pr se adequar em parâmetrs diferenciads de utras bras em geral, a gerência d QMSS da bra de Manguinhs é mais ampla e influente na integraçã cm as utras atividades na bra. Pr se tratar de uma bra que englba prjets de mradia,

50 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 48 reurbanizaçã e infra-estrutura ferrviária s mais distints parâmetrs de qualidade e influência n mei ambiente e scial sã estudads GERÊNCIA DE SAÚDE OCUPACIONAL Da mesma frma já descrita, para um acmpanhament da saúde d trabalhadr existe um alinhament entre a análise ds perigs e riscs das atividades cm as cndições de trabalh. Assim é gerad um Perfil Prfissigráfic de tds s trabalhadres. Um médic d trabalh permanece cm uma equipe na bra para que eventuais prblemas sejam reslvids GERÊNCIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO Para manter a segurança ds trabalhadres empreendiment cnta cm uma equipe de técnics de segurança crdenads pr um engenheir de segurança. A equipe se mantém n camp td temp averiguand as cnfrmidades ds serviçs e atividades. A bra mantém dcuments que avaliam perigs e riscs, Anex VIII, n qual s peráris ficam expsts para que assim se detenha de um cntrle das principais atividades. Também existe dcumentações relacinadas a preparaçã e atendiment de emergência para cass de urgência GERÊNCIA DE MEIO AMBIENTE Para garantir bm desempenh ambiental da bra, inspeções diárias sã mnitradas pel técnic de mei ambiente nde sã averiguadas diversas lacunas na bra referente as prcesss envlts. Dentre s principais prcesss peracinais ligads a mei ambiente têm-se cntrle permanente ds seguintes prgramas de gestã: Gestã de resídus sólids; Gestã de efluentes líquids; Gestã de água para abasteciment; Prduts perigss; Recuperaçã de áreas degradadas; Emissões atmsféricas e ruíds. A bra também mantém um prgrama de cmpensaçã ambiental nde é cultivad um viveir para reflrestament dentr d canteir de bras.

51 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada GERÊNCIA DE QUALIDADE Em relaçã a gerência de qualidade na bra de Manguinhs, puca cisa difere a já descrit para a bra d Rdanel. Tend cm base sistema da cnstrutra líder d cnsórci sã elabrads Prcediments Operacinais a serem implementads n decrrer da bra. Os Prcediments Operacinais, nde sã especificadas e esclarecidas instruções para realizações de serviçs na bra servem de api para garantir a qualidade das atividades realizadas na bra. A bra de Manguinhs também passa pel sistema de BSC, cm pde ser vist n Anex IX. Também é implementad na bra prgrama de gestã 5S, que tem cm bjetiv cnscientizar trabalhadr sbre senss de utilizaçã, rientaçã, limpeza, saúde e autdisciplina. Além desse utrs prgramas pntuais de menr impact sã aplicads pel QMSS COMUNICAÇÃO O empreendiment estabelece, implementa e mantém, através de prcediments e práticas, uma sistemática de cmunicaçã interna e externa, definind s principais canais de cmunicaçã a serem utilizads, levand em cnta atendiment a tdas as partes interessadas. Os principais canais de cmunicaçã d empreendiment sã: Ofícis redigids pela Gerência d empreendiment a cliente, pelas demais Gerências u utras chefias nas áreas de trabalh; Reuniões internas de prduçã e metas semanais; Treinament Diári de QMSS; Quadrs de avis e de Gestã à Vista ; Mei de cmunicaçã na bra, celular e internet. A bra mantém também um plan de cmunicaçã cm a cmunidade, já que esta é diretamente afetada pel andament da bra. As famílias desaljadas para a remçã ds barracs seguem rientações de uma cmissã que rganiza ressarciment d imóvel em dinheir, u a lcaçã de utr imóvel até a finalizaçã e entrega da nva mradia.

52 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada RISCOS A partir da identificaçã ds prcesss, mapa de prcesss, pactes de trabalh, atividades e tarefas, Anex X, sã levantads s aspects, impacts, perigs e riscs d empreendiment. Os perigs e riscs à segurança e saúde decrrentes ds prcesss, atividades e tarefas realizads pel empreendiment sã identificads e avaliads em um levantament preliminar, a fim de determinar aqueles que sejam significativs, levand-se em cnsideraçã s requisits legais e cntratuais aplicáveis a cada um. Os perigs e riscs assciads sã revisads sempre que: Frem iniciadas nvas atividades n empreendiment que nã fram cntempladas na avaliaçã inicial; Frem iniciadas as atividades previstas ns levantament preliminares e frem verificads cndicinantes que nã fram previstas e/u devidamente avaliadas; Frem iniciads nvs métds e técnicas para a execuçã das atividades d empreendiment; Fr alterada significativamente a legislaçã aplicável às atividades d empreendiment AQUISIÇÃO Seguind as diretrizes da líder d cnsórci sbre aquisiçôes, empreendiment estabelece, implementa e mantém práticas para garantir que: Seja mantida uma Lista ds Frnecedres Qualificads para s prcesss crítics n empreendiment; Os prduts (materiais, equipaments u serviçs) adquirids estejam em cnfrmidade cm s requisits especificads; Os frnecedres qualificads sejam avaliads inicialmente pela capacidade de atendiment, através d registr de avaliaçã de frnecedres;

53 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 51 Uma avaliaçã d Sistema de Gestã desses frnecedres é feita através da análise de um questinári de aut-avaliaçã, apresentaçã de certificad u visita técnica; Os frnecedres sejam mnitrads cm freqüência definida e cm base ns critéris estabelecids pel empreendiment; Para s prcesss de cmpra sã preenchids s pedids de cmpras e encaminhads para setr de cmpras PESSOAS Na bra de manguinhs a gerência de pessas tem especial atençã pr diverss mtivs. Pr se tratar de uma das principais bras de intervençã urbanísticas d gvern Federal brasileir, enquadrada n chamad Plan de Aceleraçã d Cresciment, empreendiment segue alguns parâmetrs estabelecids pel gvern. Assim, a gerência de recurss humans é brigada a cntatar que itenta pr cent de tda a mã de bra cntratada pela bra seja da cmunidade, favrecend cresciment e diminuind desempreg naquela regiã. Para assegurar a qualidade e dispnibilidade dessa mã de bra, a divisã de pessas mantém uma lista atualizada de tda a mã de bra dispnível na cmunidade. Além das diretrizes mstradas a gerência de pessas estabelece, implementa e mantém a prática para garantir: O atendiment à cmpetência requerida para as funções que afetam a qualidade d prdut, assim cm mei ambiente, a segurança e a saúde das partes interessadas; Registrs ds treinaments u utras ações para atender às necessidades de cmpetência sã mantids; A cnscientizaçã d pessal quant à imprtância das respectivas atividades e cm eles cntribuem para atingir as metas.

54 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada ANÁLISE DOS RESULTADOS APRESENTADOS PELA GERÊNCIA DAS OBRAS A esclha de bras cm as mesmas diretrizes administrativas facilita e pssibilita a análise de parâmetrs de igualdade que permite uma cmparaçã significativa quant as resultads finais apresentads. Das sínteses gerenciais apresentadas anterirmente sbre cada bra, puca diferença teórica é percebida ns estuds. Prém, n dia a dia da bra pde-se bservar uma grande distinçã na frma cm a bra é levada. O principal instrument de acmpanhament ds resultads das bras é Prgrama de Resultads Atualizads (PRA) nde sã clcads s dads prevists e s dads reais já executads de tda a bra incluind índices cm cust de capital, inflaçã e impsts. Pel relatóri emitid através d PRA de utubr de 2009, períd n qual fi realizada a pesquisa de camp é pssível bter infrmações das bras cm um td. Ns gráfics abaix se bservam as cmparaçã cm s valres d planejad anterirmente pel planejament anual PO 2009, nde s dads sã apenas prevists, em relaçã s dads reais até mês de utubr e prevists até dezembr n PRA de utubr de Os gráfics abaix se baseiam na análise apresentada as gerentes de bra, cnselh administrativ e a presidência da empresa líder ds cnsórcis, prém ns gráfics apresentads riginalmente aparecem s dads de prjeções de tdas as bras smas pr regiões. Assim, para este estud, aqui apresentad, fram pegs s dads enviads pelas bras e criads nvas representações. Os valres apresentads estã em uma meda fictícia chamada de NBR$ adtada pela cnstrutra Andrade Gutierrez, cuja ctaçã é baseada em índices desenvlvids pela Fundaçã Getuli Vargas. Ns gráfics 1 e 2 bservam-se as prjeções de faturament das bras, u seja quant estas executaram n an de 2009 em valres acumulads. Na prjeçã da bra de Manguinhs pdems ver que a diferença d acumulad de faturament entre PO 2009 e PRA utubr de 2009 é de NBR$ ,00 psitivamente, u seja, a bra faturu mais d que previst. Esse fat crreu pr diverss fatres, principal dele é que fi pedid pel cliente adiantament da entrega da bra que frçu a gerência a acelerar td prcess de cnstruçã d empreendiment cnseqüentemente faturand mais que previst.

55 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 53 Gráfic 1 - Prjeçã de Faturament MANGUINHOS Para a bra d RODOANEL alg parecid deveria ter acntecid, pis cliente também encurtu praz de entrega da bra para quatr meses que levu a um replanejament da bra. Prém, a cntrári da utra bra estudada esse remanejament já estava previst n PO 2009 nde se antevia acelerament da bra e aument da prdutividade e faturament que nã se cncretizu já que devid a chuvas cnstantes, nde grande parte das bras de mvimentaçã de terra tiveram de ser interrmpidas prejudicand andament da bra. Iss se reflete n gráfic 2 através da diferença negativa de faturament de NBR$ ,00 n acumulad de Gráfic 2 - Prjeçã de faturament 2009 RODOANEL Cm frma de avaliar a real desempenh ds investiments d empreendiment, é calculada a EVA (Ecnmic Value Added) da bra. Cavalcante (2006) define a EVA cm send O lucr resultante da diferença entre as receitas mens tds s custs da peraçã e tds s custs d capital empregad. É também chamad de lucr ecnômic.. Cm esses valres s gestres pdem avaliar se investiment feit na bra é válid.

56 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 54 Pr ter elevad seu faturament através, principalmente, d acelerament da bra, EVA da bra de manguinhs supera muit valr previst n PO 2009, cm se bserva n gráfic 3, prém utrs fatres também influenciam neste resultad. Gráfic 3 - Prjeçã de EVA MANGUINHOS Cm relaçã a RODOANEL, pde-se ver um declíni muit cnsiderável n EVA da bra, prvand que esta nã cnseguiu apresentar um desempenh cm previst. Dentre s fatres que culminaram neste resultad, além d fat da bra nã ter faturad cm previst a frma de pagament d cliente fi ttalmente alterada causand um declíni n caixa da bra, cm verems na prjeçã de sald de caixa. Gráfic 4 - Prjeçã EVA RODOANEL Nas prjeções de sald de caixa tem-se cm referencia, essencialmente, s valres de desencaixes e recebiments ds caixas das bras. Em ambas as bras estudadas crreram mdificações na frma de recebiment pel cliente. N cas da bra d gráfic 5 crreram desencaixes muit alts ns meses de julh e agst que causaram alt desvi n gráfic. Outr fat que influenciu fi fat de que cliente alteru as dadas de pagament cncentrand recebiment em setembr e

57 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 55 dezembr. Também crreu um reajuste n cntrat d empreendiment que nã estava previst, ajudand a alavancar valr acumulad d sald de caixa. Gráfic 5 - Prjeçã de Sald de Caixa - MANGUINHOS Cm relaçã a sald de caixa d rdanel puca cisa se diferenciu d planejad anterirmente. Prém, também crreu uma mudança na frma de pagament pel cliente que decidiu pagar a mair parte da bra smente após a cnclusã da mesma, assim ficu prgramad que existiria apenas um recebiment pela bra a final de cada an e um recebiment final a términ da bra. Gráfic 2 - Prjeçã de Sald de Caixa 2009 RODOANEL Os dads apresentads sã avaliads pela alta gerência da bra cm fatres dminantes nas tmadas de decisões para futur d empreendiment. Além dessas mudanças fundamentais, diversas interferências em váris níveis da bra influenciam para um resultad psitiv u nã da mesma.

58 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada COMPARAÇÃO DOS RESULTADOS E METODOS GERÊNCIAIS ENTRE AS OBRAS A bservar s dads das prjeções ds EVA s pde-se ser levad a pensar que a bra RODOANEL nã é uma bra lucrativa a cntrári da bra de Manguinhs. Prém, nã é exatamente iss que acntece já que ambas as bras sã lucrativas pr diverss fats um deles pde ser percebid pelas curvas de faturament e sald de caixa que nã se distanciam tant d previst anterirmente, quand vist s valres acumulads ttais. Pde-se, n entant levar em cnta que n cas da bra RODOANEL a gestã nã fi tã eficiente quant na utra bra pr diverss fatres. Um deles é que nã fram levads em cnta fatres externs, cm chuvas, em seu planejament já que ba parte da primeira bra é relacinada a mvimentaçã de terras. Os prblemas diáris presentes ns canteirs das bras também refletem ns resultads da bra. Relacinand s mtivs de paralisações das bras, têm-se características bem distintas entre s acnteciments. Em Manguinhs semanalmente crrem paralisações de serviçs devids a cnflits armads entre criminss que residem nas imediações da bra, que nã crre na bra de Sã Paul. Essas intervenções n planejament acabam prejudicand crngrama da bra frçand a extensã de jrnadas de trabalh elevand cust de mã de bra e muitas vezes de materiais, cm desperdíci de cncret, quand crrem interrupções de cncretagens. Já na bra d rdanel as interrupções crrem essencialmente pr causa das chuvas. A bra chegu a ser interrmpida pr dis meses n fim de 2008 devid as intempéries. N âmbit ds planejaments das bras bserva-se uma significante diferença entre as bras. Cm relaçã a bra d RODOANEL existe uma única equipe alinhada de planejament que segue crngrama da bra prcurand sempre atualizá-l cm freqüência, prcurand desenvlver um melhr atendiment as serviçs prestads na bra. Na bra de Manguinhs planejament, assim cm a mairia das seções da bra, é separad entre a cnstruçã ds cnjunts habitacinais e a cnstruçã da linha férrea e a estaçã ferrviária. O planejament da linha férrea segue a mesma linha da bra d RODOANEL nde a diretria de engenharia mantém sempre um alinhament entre real e planejad, já planejament ds cnjunts habitacinais, apesar de existir, nã cnsegue suprir a demanda da bra que sfre muitas alterações durante a execuçã. Observa-se assim que tip de cnstruçã a ser executada influencia muit n planejament e andament da bra. Cnstruçã de bras de habitaçã detém de muits

59 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 57 detalhes cnstrutivs nã inserids na cnstruçã de bras de infra-estrutura, que apesar de serem mais cmplexas sã mens imprevisíveis. O fat da bra de Manguinhs ter suas seções divididas em duas partes, cm se fssem duas bras distintas, influi diretamente n resultad gerencial da prduçã da bra. Um ds prblemas bservads na bra é a questã gás gerencias de que existe apenas uma central de cncret para atender as duas partes da bra, que acaba pr interferir em crngramas das duas partes. As gerências de QMSS das bras puc se diferem uma da utra, técnics respnsáveis pelas inspeções percrrem as bras averiguand as cndições de trabalh. Os gerentes, a final de cada mês, apresentam relatóris cm indicadres para s funcináris acmpanharem andament de seus trabalhs cm relaçã as nã cnfrmidades de serviçs. Vale frisar que na bra d RODOANEL s aspects ambientais têm maires influencia ns indicadres. Uma das seções que mais influenciam ns resultads da bra cm certeza é a gerência de cntrle e mediçã. A adçã de sftwares avançads e métds de apntament eletrônic aparecem em destaque na cmparaçã entre as bras. A bra d RODOANEL adtu n mei d an de 2009 um métd de apntament de serviç eletrônic, nde tdas as frentes de serviçs da bra eram mnitradas e atualizadas cnstantemente. Apesar d elevad gast inicial da aplicaçã d sistema, esse métd mstru um aument de prduçã significativ já n mês de agst, além de uma ecnmia n recrutament de mã-de-bra. Ambas as bras utilizavam ds mesms recurss de infrmática, mas se bservu um melhr entendiment pr partes ds gestres de cntrle na bra de Manguinhs, já que s dads reais de custs estavam muit bem alinhads as valres prevists. Cm intuit de manter uma ba relaçã de cust benefici nas bras, as gestões de aquisiçã e de cntrataçã de subempreiteirs calculam e pnderam as pssibilidades de cntrataçã u nã de determinads materiais, equipaments u serviçs. Quant mair númer de tips de atividades impstas pela bra, mair a necessidade da cntrataçã de subempreiteirs e aquisições, cnseqüentemente mair a dificuldade nessa gestã. A bra de Manguinhs pr ser mais ampla cm relaçã as tips de serviçs e atividades detém de uma plítica de gestã de cntrats mais apurada e desenvlta. Para garantir um bm desempenh nas plíticas de aquisiçã a bra mantém uma equipe que trabalha cnjuntamente cm as subempreiteiras cntratadas para garantir que preç pag pr materiais u serviçs executads seja melhr pssível.

60 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 58 Na analise cmparativa que apresentu a mair significância cm relaçã a maneira de se gerir determinada área fi a gestã de pessas, nde na bra d Ri de Janeir a brigatriedade de se cntratar mã-de-bra da regiã acarretu em maires gasts cm cntrats de pessas e de treinament de mã-de-bra desqualificada. O que nã fi tã prblemátic na bra d RODOANEL, nde a grande mairia ds peráris já pssuía experiência em bras dessa natureza. 9.2 ASPECTOS RELEVANTES ENTRE PRÁTICA E TEORIA Observand as práticas impstas pel PMBOK em cmparaçã as sistemas adtads pels empreendiments estudads pde-se traçar um alinhament entre a prática e a teria. Quand sã bservads sbre aspects de custs puc se diferencia cm relaçã a estudad na teria e bservad na pratica, cm se pde ver pela Tabela 1. D pnt de vista administrativ em geral parâmetrs cm a legislaçã lcal e nrmas precnizadas pr instituições brasileiras frçam desalinhament e aplicabilidade de métds estrangeirs ns empreendiments. Assim, tant gerenciament de pessas quant de aquisições tem imprtantes diferenças entre as práticas d PMBOK e as práticas das bras.

61 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 59 Tabela 1 - Alinhament entre PMBOK e práticas das bras Fase Planejament Cntrle Acmpanhaments e Encerrament Grup de prcess Escp Temp Cust Escp Prática PMBOK Planejament d escp Definiçã d escp Criaçã da EAP Definiçã das atividades Seqüenciament das atividades Estimativa de recurss das atividades Estimativa de duraçã das atividades Desenvlviment d crngrama Estimativa de custs Orçamentaçã Verificaçã d escp Cntrle d escp Prática aplicadas pelas bras Igual a PMBOK Resum d Edital Cnfrme a planilha prédefinida pel cliente. Assim, a EAP segue as estruturas da bra baseads ns cnceits d PMBOK. Cnfrme a planilha prédefinida pel cliente. As atividades sã geradas a partir d planejament executiv das cnstrutras. Igual a PMBOK Igual a PMBOK Igual a PMBOK Igual a PMBOK Puc usual, send mais cmum a Orçamentaçã pr sftwares das empresas cnsrciadas. Usualmente feita através de estimativa pr sftwares da empresa. Gestã de cntrats Gestã de cntrats Temp Cntrle d crngrama Engenharia Técnica Cust Cntrle de custs Cntrle Qualidade Gestã da qualidade QMSS Integraçã Encerrament d prjet Aplicaçã d Sistema de Gestã Integrad

62 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada CONCLUSÃO Os atuais estuds e pesquisas em gerenciament de prjets demnstram cada vez mais a necessidade de se implementar crretamente a integraçã entre s elements administrativs teórics e s reais apresentads em um empreendiment. A adçã de uma bibligrafia base para desenvlviment de um métd própri de gestã aplicad a realidade d empreendiment fi exatamente apresentad e analisad pelas bras de cnstruçã pesada presentes neste trabalh. Cntud, a decrrer da pesquisa e análise elabrada pde-se bservar a dificuldade para se manter um gerenciament 100% eficaz adequad a realidade das bras desse prte n Brasil. Exigências e mudanças na frma de trabalh atrapalham um bm planejament e dificulta andament d prjet, exempls dessas interferências sã as mudanças na frma de pagament ds serviçs pel cliente e brigatriedade de cntrataçã de mã-de-bra lcal para realizaçã ds serviçs. Além d adiantament da entrega final das bras, que acnteceu ns dis cass estudads. N dia-a-dia das bras se pde perceber também utrs fatres que nã cntribuem para desenvlviment das bras, fatres cm a mudança de plans u detalhes cnstrutivs pels clientes, fatres externs cm chuva e ações de criminss na regiã, incapacidade prdutiva de equipaments ruins u cm defeits e atrass na entrega de materiais pr frnecedres. Clcand assim em primrdial, a tmada de decisões a serem tmadas pels gestres das bras, e principalmente pel gerente da bra. Cnclui-se entã a necessidade de se gerir melhr e prever pequens imprevists ns empreendiments, u entã a criaçã de uma equipe que mnitre, cheque e avalie esses imprevists pdend assim diminuir risc de crrência ds mesms. Da mesma frma a gestã de perigs e riscs se caracterizam pela mesma necessidade de acmpanhament, apesar desse serviç já ser realizad, nã cm a intensidade e rigrsidade que pderia ter, pela equipe de QMSS das bras. N estud pntal das bras pdem-se bservar as maires dificuldade encntradas pelas bras. Na bra de manguinhs a falta de integraçã entre as duas unidades (cnjunts habitacinais e bras ferrviárias) administrativas gera muits prblemas que pderiam ser evitads cas huvesse uma interligaçã melhr entre as equipes de engenharia técnica, planejament e cntrle entre as unidades. Já na bra d RODOANEL, que mais dificulta andament da gerencia da bra é a grande distancia entre s pnts de serviçs da bra, prém a ampliaçã d us de apntaments eletrônics para cntrle

63 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 61 de serviçs, mã-de-bra e equipaments ajudaria muit para um melhr acmpanhament da bra. Mesm nã atingind exatamente s númers prevists pels planejaments, as duas bras estudadas demnstraram bns resultads ecnômics, resultad esse refletid de uma qualidade administrativa de ba qualidade quand bservad cm um td. Vê-se entã a cnfrmidade das funções designadas as gerentes das bras tant relacinad as tmadas de decisões quant as relações mantidas cm s clientes e subempreiteirs. A análise ds resultads apresentads pela gerência, a cmparaçã e alinhament das práticas aplicadas cm as teóricas e a cmparaçã entre as bras estudadas mstram que a visã glbal ds sistemas de gestã incrprads a um empreendiment é fundamental para desenvlviment d trabalh de um gerente de bra. A integraçã é assim, a base estrutural de um gerenciament eficaz, pdend assim antever prblemas que pderiam ser cntrnads u simplesmente slucinads sem interferência significante na bra.

64 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS SACOMANO, J. B. Administraçã de prduçã na cnstruçã civil: gerenciament de bras basead em critéris cmpetitivs. Sã Paul: Arte & Ciência, p. NETTO, A. V. Cm gerenciar cnstruções. Sã Paul: Pini, p. THOMAZ, E. Tecnlgia, gerenciament e qualidade na cnstruçã. Sã Paul: Pini, p. EGGENSPERGER, M. Planejament e gestã de bras: um resultad prátic da cperaçã técnica Brasil - Alemanha. 2ª ed. Curitiba: CEFET, p. HALPIN, D. W.; WOODHEAD, R. W. Administraçã da cnstruçã civil. Orland Cels Lng (Trad.). 2 ed. Ri de Janeir: LTC, p. BERNARDES, M. M. e S. Planejament e cntrle da prduçã para empresas de cnstruçã civil. Ri de Janeir: LTC, p. FILHO, E. E. Gerenciament na cnstruçã civil. Sã Carls: EESC/USP, p. FELLOWS, R. Cnstructin management in practice. 2 ed. Oxfrd: Blackwell, p. CHOMA, A. A.; CHOMA, A.C. Cm gerenciar cntrats cm empreiteirs: manual de gestã de empreiteirs na cnstruçã civil. Sã Paul: Pini, p. NOVAES, C.C. Simpósi brasileir de gestã e ecnmia da cnstruçã p. Resums, ANTAC/UFSCar/USP/UNICAMP, Sã Carls, UCHOA, A. Crdenaçã de prjets em empresas de médi prte da indústria da cnstruçã civil: estud de cas p. Prjet final de curs Departament de engenharia civil, Universidade de Pernambuc, Recife, ASSUMPÇÃO, J.F. P. Gerenciament de empreendiments na cnstruçã civil: mdel para planejament estratégic da prduçã de edifícis p. / J.F.P. Sã Paul, EPUSP, CODAS, M. M. B. Revista de Administraçã de Empresas. Gerência de prjets uma reflexã histórica p. Ri de Janeir, CARDOSO, F. F. Aspects da gestã da prduçã de bras p. Sã Paul, Departament de Engenharia de Cnstruçã Civil PCCUSP, SILVA, M. F. S. Gerenciament de Obras: um prblema de cgniçã individual u cletiva?. 24 p. Ensai Acadêmic. Brasília, Universidade de Brasília. PMI STANDARDS COMMITTEE. A guide t the prject management bdy f knwledge Third Editin (PMBOK Guide). USA: Prject Management Institute, LORA, C. Gestã de Custs: gestã de bras para executivs. 2.ed. Ri de Janeir: Ri de janeir: Kichu: Fundaçã Getuli Vargas, 2001.

65 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 63 HERZBERG, F. The Mtivatin t Wrk. 2. ed. New Yrk: J Wiley, MASLOW, A. Maslw n Gerenciament. Ri de Janeir: Qulalitymark, Pritchard, C. L. Risk Management: Cncepts and Guidance. ESI Internatinal, Salles, Jr. C. Gerência de Riscs em Prjets. 1. ed. Ri de Janeir: Fundaçã Getúli Vargas, p. Rdrigues, R. Gerência de Cntrats na AG. 1. Ed. Ri de Janeir: Fundaçã Getúli Vargas, p.

66 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada Anexs Anex I - EAP de RODO

67 Análise Prática de Gerenciament de Obras na Cnstruçã Pesada 65 Anex II - Crngrama de RODO

Gestão do Escopo 1. Planejamento da Gestão do Escopo: 2. Definição do Escopo: 3. Elaboração da EDT(EAP): 4. Verificação do Escopo:

Gestão do Escopo 1. Planejamento da Gestão do Escopo: 2. Definição do Escopo: 3. Elaboração da EDT(EAP): 4. Verificação do Escopo: Gestã d Escp 1. Planejament da Gestã d Escp: i. Autrizaçã d prjet ii. Definiçã d escp (preliminar) iii. Ativs em cnheciments rganizacinais iv. Fatres ambientais e rganizacinais v. Plan d prjet i. Plan

Leia mais

Projetos, Programas e Portfólios

Projetos, Programas e Portfólios Prjets, Prgramas e Prtfólis pr Juliana Klb em julianaklb.cm Prjet Segund PMBOK (2008): um prjet é um esfrç temprári empreendid para criar um nv prdut, serviç u resultad exclusiv. Esta definiçã, apesar

Leia mais

Anexo V. Software de Registro Eletrônico em Saúde. Implantação em 2 (duas) Unidades de Saúde

Anexo V. Software de Registro Eletrônico em Saúde. Implantação em 2 (duas) Unidades de Saúde Anex V Sftware de Registr Eletrônic em Saúde Implantaçã em 2 (duas) Unidades de Saúde Índice 1 INTRODUÇÃO... 3 2 ESTRATÉGIAS E PROCEDIMENTOS DE IMPLANTAÇÃO... 3 4 INFRAESTRUTURA NAS UNIDADES DE SAÚDE -

Leia mais

GESTÃO DE PROJETOS. Uma visão geral Baseado nas diretrizes do PMI

GESTÃO DE PROJETOS. Uma visão geral Baseado nas diretrizes do PMI GESTÃO DE PROJETOS Uma visã geral Bead n diretrizes d PMI 1 Intrduçã Objetiv da Apresentaçã O bjetiv é frnecer uma visã geral ds prcesss de Gestã de Prjets aplicads à Gestã de Empreendiments. O que é Prjet?

Leia mais

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO II PROJETO BÁSICO: JORNADA AGIR

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO II PROJETO BÁSICO: JORNADA AGIR CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO II PROJETO BÁSICO: JORNADA AGIR 1. Históric da Jrnada AGIR Ns ambientes crprativs atuais, a adçã de um mdel de gestã integrada é uma decisã estratégica n api às tmadas

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL Intrduçã O presente Regulament cnstitui um dcument intern d curs de Ciências Cntábeis e tem pr bjetiv reger as atividades relativas a Estági de Iniciaçã

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS Versã 0.0 25/10/2010 Sumári 1 Objetivs... 3 2 Cnceits... 3 3 Referências... 3 4 Princípis... 3 5 Diretrizes d Prcess... 4 6 Respnsabilidades... 5 7

Leia mais

PLATAFORMA EMPRESAS PELO CLIMA

PLATAFORMA EMPRESAS PELO CLIMA PLATAFORMA EMPRESAS PELO CLIMA CAMINHO PARA ELABORAÇÃO DE AGENDAS EMPRESARIAIS EM ADAPTAÇÃO ÀS MUDANÇAS DO CLIMA Prpsta de Framewrk Resultad d diálg crrid em 26 de junh de 2013, n Fórum Latin-American

Leia mais

SEGURANÇA NO TRABALHO CONTRATADOS E TERCEIROS DO CLIENTE

SEGURANÇA NO TRABALHO CONTRATADOS E TERCEIROS DO CLIENTE Flha 1 de 8 Rev. Data Cnteúd Elabrad pr Aprvad pr 0 16/06/2004 Emissã inicial englband a parte técnica d GEN PSE 004 Luiz C. Sants Cmitê da Qualidade 1 31/01/2006 Revisã geral Luiz C. Sants Cmitê da Qualidade

Leia mais

TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PIAUÍ. PROJETO OTIMIZAR Plano do Programa

TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PIAUÍ. PROJETO OTIMIZAR Plano do Programa 1. Escp u finalidade d prjet PROJETO OTIMIZAR Plan d Prgrama O Prjet Otimizar visa aprimrar ações implantadas que têm pr bjetiv a reduçã de cnsum de materiais e criar mecanisms de avaliaçã que pssam medir

Leia mais

é a introdução de algo novo, que atua como um vetor para o desenvolvimento humano e melhoria da qualidade de vida

é a introdução de algo novo, que atua como um vetor para o desenvolvimento humano e melhoria da qualidade de vida O que é invaçã? Para a atividade humana: é a intrduçã de alg nv, que atua cm um vetr para desenvlviment human e melhria da qualidade de vida Para as empresas: invar significa intrduzir alg nv u mdificar

Leia mais

5. PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO:

5. PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO: 5. PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO: 5.1 INTRODUÇÃO A rganizaçã da manutençã era cnceituada, até há puc temp, cm planejament e administraçã ds recurss para a adequaçã à carga de trabalh esperada.

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos

Relatório de Gerenciamento de Riscos Relatóri de Gerenciament de Riscs 2º Semestre de 2014 1 Sumári 1. Intrduçã... 3 2. Gerenciament de Riscs... 3 3. Risc de Crédit... 4 3.1. Definiçã... 4 3.2. Gerenciament... 4 3.3. Limites de expsiçã à

Leia mais

3 Formulação da Metodologia 3.1. Considerações Iniciais

3 Formulação da Metodologia 3.1. Considerações Iniciais 53 3 Frmulaçã da Metdlgia 3.1. Cnsiderações Iniciais O presente capítul tem cm finalidade prpr e descrever um mdel de referencia para gerenciament de prjets de sftware que pssa ser mensurável e repetível,

Leia mais

A atuação do Síndico Profissional é a busca do pleno funcionamento do condomínio. Manuel Pereira

A atuação do Síndico Profissional é a busca do pleno funcionamento do condomínio. Manuel Pereira A atuaçã d Síndic Prfissinal é a busca d plen funcinament d cndmíni Manuel Pereira Missã e Atividades Habilidade - Cnhecems prfundamente a rtina ds cndmínis e seus prblemas administrativs. A atuaçã é feita

Leia mais

REGULAMENTO 1- OBJETIVO

REGULAMENTO 1- OBJETIVO REGULAMENTO 1- OBJETIVO O Prgrama Nv Temp é um iniciativa da Cargill Agricla SA, que visa ferecer as seus funcináris e das empresas patrcinadras ds plans de previdência sb a gestã da CargillPrev Sciedade

Leia mais

Pessoal, vislumbro recursos na prova de conhecimentos específicos de Gestão Social para as seguintes questões:

Pessoal, vislumbro recursos na prova de conhecimentos específicos de Gestão Social para as seguintes questões: Pessal, vislumbr recurss na prva de cnheciments específics de Gestã Scial para as seguintes questões: Questã 01 Questã 11 Questã 45 Questã 51 Questã 56 Vejams as questões e arguments: LEGISLAÇÃO - GESTÃO

Leia mais

3. TIPOS DE MANUTENÇÃO:

3. TIPOS DE MANUTENÇÃO: 3. TIPOS DE MANUTENÇÃO: 3.1 MANUTENÇÃO CORRETIVA A manutençã crretiva é a frma mais óbvia e mais primária de manutençã; pde sintetizar-se pel cicl "quebra-repara", u seja, repar ds equipaments após a avaria.

Leia mais

Regulamento para realização do Trabalho de Conclusão de Curso

Regulamento para realização do Trabalho de Conclusão de Curso Universidade Federal d Ceará Campus de Sbral Curs de Engenharia da Cmputaçã Regulament para realizaçã d Trabalh de Cnclusã de Curs Intrduçã Este dcument estabelece as regras básicas para funcinament das

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos

Relatório de Gerenciamento de Riscos Relatóri de Gerenciament de Riscs 2º Semestre de 2015 1 Sumári 1. Intrduçã... 3 2. Gerenciament de Riscs... 3 2.1. Organgrama... 4 3. Risc de Crédit... 4 3.1. Definiçã... 4 3.2. Gerenciament... 4 3.3.

Leia mais

Passo 1 - Conheça as vantagens do employeeship para a empresa

Passo 1 - Conheça as vantagens do employeeship para a empresa Manual Cm intrduzir emplyeeship na empresa Índice Intrduçã Pass 1 - Cnheça as vantagens d emplyeeship para a empresa Pass 2 - Saiba que é a cultura emplyeeship Pass 3 - Aprenda a ter "bns" empregads Pass

Leia mais

Gerenciamento do Escopo

Gerenciamento do Escopo Pós-graduaçã Gestã Empresarial Módul GPE Gestã de Prjets Empresariais Prf. MSc Jsé Alexandre Mren prf.mren@ul.cm.br agst_setembr/2009 1 Gerenciament d Escp 3 Declaraçã d escp Estrutura Analítica d Prjet

Leia mais

ISO 9001:2008 alterações à versão de 2000

ISO 9001:2008 alterações à versão de 2000 ISO 9001:2008 alterações à versã de 2000 Já passaram quase it ans desde que a versã da ISO 9001 d an 2000 fi publicada, que cnduziu à necessidade de uma grande mudança para muitas rganizações, incluind

Leia mais

MASTERCOMP ESCOLA DE INFORMÁTICA

MASTERCOMP ESCOLA DE INFORMÁTICA www.mastercmp.net 1 www.mastercmp.net www.mastercmp.net INFORMAÇO ES ADICIONAIS DO CURSO DE PROMODEL E MS PROJECT Prgramaçã: Carga hrária: 32 Hras Lcal: Sã Sebastiã d Paraís MG Prgramas usads n curs: MS

Leia mais

PROCESSO EXTERNO DE CERTIFICAÇÃO

PROCESSO EXTERNO DE CERTIFICAÇÃO 1 de 7 1. OBJETIVO Este prcediment estabelece prcess para cncessã, manutençã, exclusã e extensã da certificaçã de sistema de segurança cnfrme ABNT NBR 15540. 2. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES - ABNT NBR 15540:2013:

Leia mais

Vensis PCP. Rua Américo Vespúcio, 71 Porto Alegre / RS (51) 3012-4444 comercial@vensis.com.br www.vensis.com.br

Vensis PCP. Rua Américo Vespúcio, 71 Porto Alegre / RS (51) 3012-4444 comercial@vensis.com.br www.vensis.com.br Vensis PCP Vensis PCP O PCP é módul de planejament e cntrle de prduçã da Vensis. Utilizad n segment industrial, módul PCP funcina de frma ttalmente integrada a Vensis ERP e permite às indústrias elabrar

Leia mais

GESTÃO DE LABORATÓRIOS

GESTÃO DE LABORATÓRIOS Seminári Luanda, 26,27,28,29 e 30 de Mai de 2014 - Htel **** Guia Prática GESTÃO DE LABORATÓRIOS Finanças Assegure uma gestã eficaz de tdas as áreas 40 hras de Frmaçã Especializada Cnceits ecnómic-financeirs

Leia mais

PROJETO 22ª MOSTRA ESTUDANTIL TECNOLÓGICA Dias 22 e 23 DE OUTUBRO DE 2014 CURSO: GESTÃO EMPRESARIAL

PROJETO 22ª MOSTRA ESTUDANTIL TECNOLÓGICA Dias 22 e 23 DE OUTUBRO DE 2014 CURSO: GESTÃO EMPRESARIAL PROJETO 22ª MOSTRA ESTUDANTIL TECNOLÓGICA Dias 22 e 23 DE OUTUBRO DE 2014 CURSO: GESTÃO EMPRESARIAL Objetivs: Gestã Empresarial Desenvlver cmpetências para atuar n gerenciament de prjets, prestand cnsultria

Leia mais

Capítulo VII Projetos de eficiência energética em iluminação pública Por Luciano Haas Rosito*

Capítulo VII Projetos de eficiência energética em iluminação pública Por Luciano Haas Rosito* 20 Api O Setr Elétric / Julh de 2009 Desenvlviment da Iluminaçã Pública n Brasil Capítul VII Prjets de eficiência energética em iluminaçã pública Pr Lucian Haas Rsit* Neste capítul abrdarems s prjets de

Leia mais

Proposta. Treinamento Lean Thinking Mentalidade Enxuta. Apresentação Executiva

Proposta. Treinamento Lean Thinking Mentalidade Enxuta. Apresentação Executiva Treinament Lean Thinking Mentalidade Enxuta www.masterhuse.cm.br Prpsta Cm Treinament Lean Thinking Mentalidade Enxuta Apresentaçã Executiva Treinament Lean Thinking Mentalidade Enxuta Cpyright 2011-2012

Leia mais

O desafio da regulação econômico-financeira dos operadores públicos de serviços de saneamento básico no Brasil: primeiras experiências

O desafio da regulação econômico-financeira dos operadores públicos de serviços de saneamento básico no Brasil: primeiras experiências O desafi da regulaçã ecnômic-financeira ds peradres públics de serviçs de saneament básic n Brasil: primeiras experiências Karla Bertcc Trindade VI Fr Iber American de Regulación 11/11/2013 - Mntevide,

Leia mais

Os novos usos da tecnologia da informação nas empresas Sistemas de Informação

Os novos usos da tecnologia da informação nas empresas Sistemas de Informação Os nvs uss da tecnlgia da infrmaçã nas empresas Sistemas de Infrmaçã Prf. Marcel da Silveira Siedler siedler@gmail.cm SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC PELOTAS Planejament

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS Cidade Universitária de Limeira

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS Cidade Universitária de Limeira DIRETRIZES PARA ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO DOS CURSOS DE GESTÃO 1 Sumári I. O Estági em Gestã...3 II. O Estági curricular...4 III. Acmpanhament e avaliaçã...5 IV. Mdels de Plan de Atividades e de Relatóri...5

Leia mais

Software Utilizado pela Contabilidade: Datasul EMS 505. itens a serem inventariados com o seu correspondente registro contábil;

Software Utilizado pela Contabilidade: Datasul EMS 505. itens a serem inventariados com o seu correspondente registro contábil; TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS ESPECIALIZADOS DE ANÁLISE DA REDUÇÃO AO VALOR RECUPERÁVEL DE ATIVO PARA CÁLCULOS DO VALOR DO IMPAIRMENT E VIDA ÚTIL RESIDUAL, EM CONFORMIDADE COM O DISPOSTO

Leia mais

Nome do programa, pesquisa ou produto: Projeto Censo GIFE 2005/2006

Nome do programa, pesquisa ou produto: Projeto Censo GIFE 2005/2006 1 GIFE Grup de Instituts, Fundações e Empresas Dads da rganizaçã Data de elabraçã da ficha: Fev 2008 Nme: GIFE Grup de Instituts, Fundações e Empresas Endereç: Av. Brigadeir Faria Lima, 2.413 1º andar

Leia mais

Anexo 03 Recomendação nº 3: estatuto padrão, estatuto fundamental e contrato social

Anexo 03 Recomendação nº 3: estatuto padrão, estatuto fundamental e contrato social Anex 03 Recmendaçã nº 3: estatut padrã, estatut fundamental e cntrat scial 1. Resum 01 Atualmente, Estatut da Crpraçã da Internet para a atribuiçã de nmes e númers (ICANN) tem um mecanism únic para alterações.

Leia mais

Academia FI Finanças

Academia FI Finanças Academia FI Finanças A Academia é melhr caminh para especializaçã dentr de um tema n ERP da SAP. Para quem busca uma frmaçã cm certificaçã em finanças, mais indicad é participar da próxima Academia de

Leia mais

táxis compartilhados Shared-transport / Shared-taxi

táxis compartilhados Shared-transport / Shared-taxi Benefícis ds serviçs de transprte de táxis cmpartilhads Shared-transprt / Shared-taxi Reuniã de Especialistas sbre Transprte Urban Sustentável: Mdernizand e Trnand Eclógicas as Frtas de Táxis nas Cidades

Leia mais

GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisão: 000

GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisão: 000 GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisã: 000 A Mercur S.A., empresa estabelecida desde 1924, se precupa em cnduzir as suas relações de acrd cm padrões étics e cmerciais, através d cumpriment da legislaçã

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE RESOLUÇÃO N 379, DE 19 DE OUTUBRO DE 2006 Cria e regulamenta sistema de dads e infrmações sbre a gestã flrestal n âmbit d Sistema Nacinal

Leia mais

Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas

Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas Guia d Prcess de Sftware d MAPA Metdlgia de Desenvlviment de Sistemas Versã 1.0 Dcument cnfidencial e prprietári Versã d mdel: 1.1 Históric das Revisões Data Versã Descriçã Autr 24/03/2008 1.0 Iníci da

Leia mais

Resumo Executivo - Funcionalidades 1 INTRODUÇÃO

Resumo Executivo - Funcionalidades 1 INTRODUÇÃO 1 INTRODUÇÃO A crescente cmplexidade ds prjets, a quantidade de infrmaçã que lhes está assciada e aument d númer de intervenientes n prcess cnstrutiv, transfrmaram a indústria da cnstruçã numa indústria

Leia mais

Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher E s c r i t ó r i o R e g i o n a l p a r a o B r a s i l e o C o n e S u l

Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher E s c r i t ó r i o R e g i o n a l p a r a o B r a s i l e o C o n e S u l Fund de Desenvlviment das Nações Unidas para a Mulher E s c r i t ó r i R e g i n a l p a r a B r a s i l e C n e S u l Fnd de Desarrll de las Nacines Unidas para la Mujer O f i c i n a R e g i n a l p

Leia mais

Apresentação do Curso

Apresentação do Curso At endi m ent acl i ent e Apr es ent aç ãdc ur s Apresentaçã d Curs O curs Atendiment a Cliente fi elabrad cm bjetiv de criar cndições para que vcê desenvlva cmpetências para: Identificar s aspects que

Leia mais

Plano de curso Planejamento e Controle da Manutenção de Máquinas e Equipamentos

Plano de curso Planejamento e Controle da Manutenção de Máquinas e Equipamentos PLANO DE CURSO MSOBRPCMME PAG1 Plan de curs Planejament e Cntrle da Manutençã de Máquinas e Equipaments Justificativa d curs Nã é fácil encntrar uma definiçã cmpleta para Gestã da manutençã de máquinas

Leia mais

CAPÍTULO IV. Valores, Crenças, Missão, Visão.e Política da Qualidade. Waldemar Faria de Oliveira

CAPÍTULO IV. Valores, Crenças, Missão, Visão.e Política da Qualidade. Waldemar Faria de Oliveira CAPÍTULO IV Valres, Crenças, Missã, Visã.e Plítica da Qualidade. Waldemar Faria de Oliveira Há alguns ans, quand tínhams ótims atletas, perdíams a Cpa d Mund de futebl, as Olimpíadas, errand em cisas básicas.

Leia mais

CIRCULAR. Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007. Gestão do Currículo na Educação Pré-Escolar. Contributos para a sua Operacionalização

CIRCULAR. Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007. Gestão do Currículo na Educação Pré-Escolar. Contributos para a sua Operacionalização CIRCULAR Data: 2007/10/10 Númer d Prcess: DSDC/DEPEB/2007 Assunt: GESTÃO DO CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007 Para: Inspecçã-Geral de Educaçã Direcções Reginais de Educaçã

Leia mais

Sistema de Gestão de BPM

Sistema de Gestão de BPM 1/13 ESTA FOLHA ÍNDICE INDICA EM QUE REVISÃO ESTÁ CADA FOLHA NA EMISSÃO CITADA R. 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 R. 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 FL. FL. 01 X 26 02 X 27 03 X 28 04 X 29 05 X 30 06 X

Leia mais

REQUISITOS PRINCIPAIS: Regulamentação final sobre controles preventivos de alimentos para consumo humano Visão rápida

REQUISITOS PRINCIPAIS: Regulamentação final sobre controles preventivos de alimentos para consumo humano Visão rápida O FDA ferece esta traduçã cm um serviç para um grande públic internacinal. Esperams que vcê a ache útil. Embra a agência tenha tentad bter uma traduçã mais fiel pssível à versã em inglês, recnhecems que

Leia mais

CONTROLE INTERNO NA INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA: Um Estudo de Caso

CONTROLE INTERNO NA INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA: Um Estudo de Caso CONTROLE INTERNO NA INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA: Um Estud de Cas Camila Gmes da Silva 1, Vilma da Silva Sant 2, Paul César Ribeir Quintairs 3, Edsn Aparecida de Araúj Querid Oliveira 4 1 Pós-graduada em

Leia mais

PADRÃO DE RESPOSTA. Pesquisador em Informações Geográficas e Estatísticas A I PROVA 3 FINANÇAS PÚBLICAS

PADRÃO DE RESPOSTA. Pesquisador em Informações Geográficas e Estatísticas A I PROVA 3 FINANÇAS PÚBLICAS Questã n 1 Cnheciments Específics O text dissertativ deve cmtemplar e desenvlver s aspects apresentads abaix. O papel d PPA é de instrument de planejament de médi/lng praz que visa à cntinuidade ds bjetivs

Leia mais

Gestão ambiental de zonas de amortecimento de unidades de conservação em áreas urbanas

Gestão ambiental de zonas de amortecimento de unidades de conservação em áreas urbanas Gestã ambiental de znas de amrteciment de unidades de cnservaçã em áreas urbanas Marta Feppel Ribeir Instituiçã: Universidade d Estad d Ri de Janeir IVIG/COPPE/Universidade Federal d Ri de Janeir Email:

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS REALIZAR MANUTENÇÃO PREDIAL

MANUAL DE PROCEDIMENTOS REALIZAR MANUTENÇÃO PREDIAL Códig: MAP-DILOG-002 Versã: 00 Data de Emissã: 01/01/2013 Elabrad pr: Gerência de Instalações Aprvad pr: Diretria de Lgística 1 OBJETIVO Estabelecer cicl d prcess para a manutençã predial crretiva e preventiva,

Leia mais

Novas Salvaguardas Ambientais e Sociais

Novas Salvaguardas Ambientais e Sociais Nvas Salvaguardas Ambientais e Sciais Discussões Técnicas de Gvern ESS1 Avaliaçã e Gerenciament de Riscs e Impacts Sciais e Ambientais 15 de utubr, 2014 Objetivs da ESS1 Identificar, avaliar e gerir s

Leia mais

INSTITUTO DE EXCELÊNCIA EM EDUCAÇÃO DE SAÚDE IEES. Excelência na Formação através da Experiência e Aplicação MARKETING FARMACÊUTICO PRÁTICO

INSTITUTO DE EXCELÊNCIA EM EDUCAÇÃO DE SAÚDE IEES. Excelência na Formação através da Experiência e Aplicação MARKETING FARMACÊUTICO PRÁTICO E IEES I EDUCAÇÃO DE SAÚDE INSTITUTO DE EXCELÊNCIA EM EDUCAÇÃO DE SAÚDE IEES Excelência na Frmaçã através da Experiência e Aplicaçã MARKETING FARMACÊUTICO PRÁTICO 1.CARGA HORÁRIA 32 Hras 2.DATA E LOCAL

Leia mais

REGULAMENTO CONCURSO DE IDEIAS OESTECIM A MINHA EMPRESA

REGULAMENTO CONCURSO DE IDEIAS OESTECIM A MINHA EMPRESA 1. Intrduçã e Objetivs a) O Cncurs de Ideias OESTECIM a minha empresa pretende ptenciar apareciment de prjets invadres na regiã d Oeste sempre numa perspetiva de desenvlviment ecnómic e scial. b) O Cncurs

Leia mais

DIRETRIZES E CRITÉRIOS PARA APLICAÇÃO DOS RECURSOS

DIRETRIZES E CRITÉRIOS PARA APLICAÇÃO DOS RECURSOS DIRETRIZES E CRITÉRIOS PARA APLICAÇÃO DOS RECURSOS Prjets n Bima Amazônia A Critéris Orientadres B C D E F Cndicinantes Mínims para Prjets Mdalidades de Aplicaçã ds Recurss Restriçã de Us ds Recurss Critéris

Leia mais

DISSERTAÇÃO NOS MESTRADOS INTEGRADOS NORMAS PARA O SEU FUNCIONAMENTO

DISSERTAÇÃO NOS MESTRADOS INTEGRADOS NORMAS PARA O SEU FUNCIONAMENTO DISSERTAÇÃO NOS MESTRADOS INTEGRADOS NORMAS PARA O SEU FUNCIONAMENTO 1. PREÂMBULO... 1 2. NATUREZA E OBJECTIVOS... 1 3. MODO DE FUNCIONAMENTO... 2 3.1 REGIME DE ECLUSIVIDADE... 2 3.2 OCORRÊNCIAS... 2 3.3

Leia mais

Vensis Manutenção. Rua Américo Vespúcio, 71 Porto Alegre / RS (51) 3012-4444 comercial@vensis.com.br www.vensis.com.br

Vensis Manutenção. Rua Américo Vespúcio, 71 Porto Alegre / RS (51) 3012-4444 comercial@vensis.com.br www.vensis.com.br Vensis Manutençã Vensis Manutençã É módul que permite gerenciament da manutençã de máquinas e equipaments. Prgramaçã de manutenções preventivas u registr de manutenções crretivas pdem ser feits de frma

Leia mais

Projeto de Arquitetura Objetivos. Tópicos abordados. Arquitetura de software. Vantagens da arquitetura explícita

Projeto de Arquitetura Objetivos. Tópicos abordados. Arquitetura de software. Vantagens da arquitetura explícita Prjet de Arquitetura Objetivs Apresentar prjet de arquitetura e discutir sua imprtância Explicar as decisões de prjet de arquitetura que têm de ser feitas Apresentar três estils cmplementares de arquitetura

Leia mais

PIM TECNOLOGIA EM GERENCIAMENTO DE REDES DE COMPUTADORES (GR3P30)

PIM TECNOLOGIA EM GERENCIAMENTO DE REDES DE COMPUTADORES (GR3P30) UNIP Brasília - Crdenaçã CG/CW/GR/AD Senhres Aluns, Seguem infrmações imprtantes sbre PIM: 1. O QUE É? - Os PIM (Prjet Integrad Multidisciplinar) sã prjets brigatóris realizads els aluns ds curss de graduaçã

Leia mais

Artigo 12 Como montar um Lava Jato

Artigo 12 Como montar um Lava Jato Artig 12 Cm mntar um Lava Jat Antigamente era cmum bservar as pessas, n final de semana, cm seus carrs, bucha e sabã nas mãs. Apesar de ainda haver pessas que preferem fazer serviç suj szinhas, s lava

Leia mais

Uma nova proposta para a Agenda Ambiental Portuária

Uma nova proposta para a Agenda Ambiental Portuária Uma nva prpsta para a Agenda Ambiental Prtuária Marcs Maia Prt Gerente de Mei Ambiente O grande desafi a tratar cm as questões ambientais prtuárias é bter um resultad equilibrad que harmnize s cnflits

Leia mais

ARQUITETURA E INSTALAÇÃO PROTHEUS 11

ARQUITETURA E INSTALAÇÃO PROTHEUS 11 ARQUITETURA E INSTALAÇÃO PROTHEUS 11 OBJETIVO Infraestrutura e tecnlgia d Prtheus sã a base de uma sluçã de gestã empresarial rbusta, que atende a tdas as necessidades de desenvlviment, persnalizaçã, parametrizaçã

Leia mais

Prefeitura Municipal de Belo Horizonte Vox Mercado Pesquisa e Projetos Ltda. Dados da organização

Prefeitura Municipal de Belo Horizonte Vox Mercado Pesquisa e Projetos Ltda. Dados da organização Data de elabraçã da ficha: Jun 2007 Prefeitura Municipal de Bel Hriznte Vx Mercad Pesquisa e Prjets Ltda. Dads da rganizaçã Nme: Prefeitura Municipal de Bel Hriznte Endereç: Av. Afns Pena, 1212 - Cep.

Leia mais

Faculdade de Tecnologia SENAI Florianópolis e Faculdade de Tecnologia SENAI Jaraguá do Sul EDITAL DE PROCESSO SELETIVO

Faculdade de Tecnologia SENAI Florianópolis e Faculdade de Tecnologia SENAI Jaraguá do Sul EDITAL DE PROCESSO SELETIVO Faculdade de Tecnlgia SENAI Flrianóplis e Faculdade de Tecnlgia SENAI Jaraguá d Sul EDITAL DE PROCESSO SELETIVO Pós-Graduaçã Lat Sensu em Gestã da Segurança da Infrmaçã em Redes de Cmputadres A Faculdade

Leia mais

MODALIDADE DE FORMAÇÃO

MODALIDADE DE FORMAÇÃO CURSO 7855 PLANO DE NEGÓCIO - CRIAÇÃO DE PEQUENOS E MÉDIOS NEGÓCIOS Iníci ------ Duraçã 50h Hrári(s) ------ OBJECTIVOS GERAIS - Identificar s principais métds e técnicas de gestã d temp e d trabalh. -

Leia mais

AULA 3 GERENCIAMENTO DE CUSTOS E GESTÃO DE OPERAÇÕES PARA A QUALIDADE TOTAL. Prof. Glauce Almeida Figueira

AULA 3 GERENCIAMENTO DE CUSTOS E GESTÃO DE OPERAÇÕES PARA A QUALIDADE TOTAL. Prof. Glauce Almeida Figueira AULA 3 GERENCIAMENTO DE CUSTOS E GESTÃO DE OPERAÇÕES PARA A QUALIDADE TOTAL Prf. Glauce Almeida Figueira EMENTA AULA TÓPICOS 31/08 Intrduçã a Cntabilidade de Custs ; Terminlgia Cntábil; Tips de Custei;

Leia mais

Proposta. Projeto: VENSSO. Data 25/05/2005. Andrade Lima Damires Fernandes Andrade Lima Damires Fernandes. Responsável. Autor (s)

Proposta. Projeto: VENSSO. Data 25/05/2005. Andrade Lima Damires Fernandes Andrade Lima Damires Fernandes. Responsável. Autor (s) Prpsta Prjet: Data 25/05/2005 Respnsável Autr (s) Dc ID Andrade Lima Damires Fernandes Andrade Lima Damires Fernandes Lcalizaçã Versã d Template

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS CST em Análise e Desenvlviment de Sistemas 3ª série Fundaments de Sistemas Operacinais A atividade prática supervisinada (ATPS) é um métd de ensinaprendizagem desenvlvid

Leia mais

1.1.3.1 Ausência de processo de monitoramento e avaliação da execução do PDTI.

1.1.3.1 Ausência de processo de monitoramento e avaliação da execução do PDTI. Cnstatações 1.1.3.1 Ausência de prcess de mnitrament e avaliaçã da execuçã d PDTI. 1.1.3.2 Cmitê de TI nã atuante e inefetiv. 1.1.3.3 Quantidade insuficiente de servidres para a gestã de TI. 1.1.3.4 Falhas

Leia mais

Ministério da Justiça. Orientações para a preparação dos Policiais que atuam na Região

Ministério da Justiça. Orientações para a preparação dos Policiais que atuam na Região Ministéri da Justiça Departament da Plícia Federal Academia Nacinal de Plícia Secretaria Nacinal de Segurança Pública Departament de Pesquisa, Análise da Infrmaçã e Desenvlviment Humanan Orientações para

Leia mais

PLATAFORMA EMPRESAS PELO CLIMA

PLATAFORMA EMPRESAS PELO CLIMA PLATAFORMA EMPRESAS PELO CLIMA CICLO DE ELABORAÇÃO DE AGENDAS EMPRESARIAIS EM ADAPTAÇÃO ÀS MUDANÇAS DO CLIMA Prpsta de Framewrk A partir d diálg crrid em 26 de junh de 2013, n Fórum Latin-American de Adaptaçã

Leia mais

Curso de Extensão: Finanças Corporativas

Curso de Extensão: Finanças Corporativas 1. Apresentaçã Curs de Extensã: Finanças Crprativas Uma crpraçã é, genericamente, caracterizada pela tmada de duas decisões fundamentais, a de financiament e a de investiment. O prcess de seleçã, análise

Leia mais

Unidade 7: Sínteses de evidências para políticas

Unidade 7: Sínteses de evidências para políticas Unidade 7: Sínteses de evidências para plíticas Objetiv da Unidade Desenvlver um entendiment cmum d que é uma síntese de evidências para plíticas, que inclui e cm pde ser usada 3 O que é uma síntese de

Leia mais

Florianópolis, 25 de janeiro de 2016 EDITAL PARA CANDIDATURA À SEDE DO 6º ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA CIVIL 2017

Florianópolis, 25 de janeiro de 2016 EDITAL PARA CANDIDATURA À SEDE DO 6º ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA CIVIL 2017 Flrianóplis, 25 de janeir de 2016 EDITAL PARA CANDIDATURA À SEDE DO 6º ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA CIVIL 2017 1) Cnsiderações Gerais: A Federaçã Nacinal ds Estudantes de Engenharia Civil

Leia mais

PROJETO CADASTRO DE FONTES DE ABASTECIMENTO POR ÁGUA SUBTERRÂNEA

PROJETO CADASTRO DE FONTES DE ABASTECIMENTO POR ÁGUA SUBTERRÂNEA IINNTTRRODDUUÇÇÃÃO I As decisões sbre a implementaçã de ações de cnvivência cm a seca exigem cnheciment básic sbre a lcalizaçã, caracterizaçã e dispnibilidade das fntes de água superficiais e subterrâneas.

Leia mais

TESTE DE SOFTWARE (Versão 2.0)

TESTE DE SOFTWARE (Versão 2.0) Universidade Luterana d Brasil Faculdade de Infrmática Disciplina de Engenharia de Sftware Prfessr Luís Fernand Garcia www.garcia.pr.br TESTE DE SOFTWARE (Versã 2.0) 9 Teste de Sftware Imprtância Dependência

Leia mais

Por favor, considere a proteção ao meio ambiente antes de imprimir esse documento

Por favor, considere a proteção ao meio ambiente antes de imprimir esse documento Interbrs Tecnlgia e Sluções de Internet Ltda. Rua Dr. Guilherme Bannitz, 126 2º andar Cnj. 21 /179 Itaim Bibi - Sã Paul- SP - 04532-060 Fne: 55 11 9209-3717 / 55 11 8162-0161 Pr favr, cnsidere a prteçã

Leia mais

Advisory. Audit. Corporate. BPO / Accounting

Advisory. Audit. Corporate. BPO / Accounting BPO / Accunting Audit Advisry TAX Labr Crprate A JCG Cnsultria Para se trnarem cmpetitivas n mund glbalizad e se estabelecerem num mercad em crescente evluçã, a tendência atual nas empresas é a terceirizaçã

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA TR DIRETORIA INSTITUCIONAL

TERMO DE REFERÊNCIA TR DIRETORIA INSTITUCIONAL TERMO DE REFERÊNCIA TR RETORIA INSTITUCIONAL CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE GESTÃO DE PROJETOS DO PLANO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL SUSTENTÁVEL DO XINGU PDRSX UHE BELO MONTE S/A ALTAMIRA PARÁ Janeir, 2016

Leia mais

Faculdade de Tecnologia SENAI Florianópolis e Faculdade de Tecnologia SENAI Jaraguá do Sul EDITAL DE PROCESSO SELETIVO

Faculdade de Tecnologia SENAI Florianópolis e Faculdade de Tecnologia SENAI Jaraguá do Sul EDITAL DE PROCESSO SELETIVO Faculdade de Tecnlgia SENAI Flrianóplis e Faculdade de Tecnlgia SENAI Jaraguá d Sul EDITAL DE PROCESSO SELETIVO Pós-Graduaçã Lat Sensu MBA em Gestã de Prjets A Faculdade de Tecnlgia SENAI/SC em Flrianóplis

Leia mais

Modelagem, qualificação e distribuição em um padrão para geoinformações

Modelagem, qualificação e distribuição em um padrão para geoinformações Mdelagem, qualificaçã e distribuiçã em um padrã para geinfrmações Julia Peixt 14h, 14 de junh de 2010. Mtivaçã Acerv de dads desde 1994 em diferentes áreas de pesquisa; Muitas pessas fazend muits trabalhs

Leia mais

PRÊMIO INOVAÇÃO PGQP 2014

PRÊMIO INOVAÇÃO PGQP 2014 QUALIDADE RS PGQP PROGRAMA GAÚCHO DA QUALIDADE E PRODUTIVIDADE PRÊMIO INOVAÇÃO PGQP 2014 GUIA PARA CANDIDATURA SUMÁRIO 1. O PRÊMIO INOVAÇÃO PGQP... 3 1.1 Benefícis... 3 2. PREMIAÇÃO... 3 2.1 Diretrizes

Leia mais

Glossário das Metas Prioritárias 2010 Versão 1.2.14 Agosto/2010

Glossário das Metas Prioritárias 2010 Versão 1.2.14 Agosto/2010 Meta Priritária 5 Implantar métd de gerenciament de rtinas (gestã de prcesss de trabalh) em pel mens 50% das unidades judiciárias de 1º grau. Esclareciment da Meta Nã estã sujeits a esta meta s tribunais

Leia mais

Implantação do Escritório de Projetos na área de RH: Um olhar estratégico

Implantação do Escritório de Projetos na área de RH: Um olhar estratégico Implantaçã d Escritóri de Prjets na área de RH: Um lhar estratégic Regina Buzetti Meneghelli UO-ES/RH Alexandre de Castr Faria Fidelis UO-ES/RH O gerenciament de prjets é utilizad pr rganizações ds mais

Leia mais

Aliança Estratégica com a Delta Dezembro, 2011. Uma Consistente História de Investimento

Aliança Estratégica com a Delta Dezembro, 2011. Uma Consistente História de Investimento Aliança Estratégica cm a Delta Dezembr, 2011 Uma Cnsistente História de Investiment 1 Agenda Resum da Operaçã 1 Benefícis da Operaçã 2 2 Disclaimer O material a seguir é uma apresentaçã cnfidencial cntend

Leia mais

Workflow. José Palazzo Moreira de Oliveira. Mirella Moura Moro

Workflow. José Palazzo Moreira de Oliveira. Mirella Moura Moro Pdems definir Wrkflw cm: Wrkflw Jsé Palazz Mreira de Oliveira Mirella Mura Mr "Qualquer tarefa executada em série u em paralel pr dis u mais membrs de um grup de trabalh (wrkgrup) visand um bjetiv cmum".

Leia mais

VENDAS CONTRATADAS NO 1S10 ULTRAPASSAM R$507 MILHÕES, RESULTADO 73% ACIMA DO OBTIDO NO MESMO PERÍODO DE 2009.

VENDAS CONTRATADAS NO 1S10 ULTRAPASSAM R$507 MILHÕES, RESULTADO 73% ACIMA DO OBTIDO NO MESMO PERÍODO DE 2009. PARA DIVULGAÇÃO IMEDIATA: Sã Paul, 14 de julh de 2010: A CAMARGO CORRÊA DESENVOLVIMENTO IMOBILIÁRIO ( CCDI u Cmpanhia ; Bvespa: CCIM3) anuncia seus resultads peracinais referentes a segund trimestre de

Leia mais

1. Objetivo Geral. Página 1 de 5 CURSO LEADER COACH BELÉM. SESI Serviço Social da Indústria. IEL Instituto Euvaldo Lodi

1. Objetivo Geral. Página 1 de 5 CURSO LEADER COACH BELÉM. SESI Serviço Social da Indústria. IEL Instituto Euvaldo Lodi O país d futur parece estar chegand para muits brasileirs que investiram em qualidade e prdutividade prfissinal, empresarial e pessal ns últims ans. O gigante adrmecid parece estar despertand. Dads d Centr

Leia mais

O fornecedor deverá maximizar o uso de tintas, vernizes e adesivos a base de água ou óleo vegetal;

O fornecedor deverá maximizar o uso de tintas, vernizes e adesivos a base de água ou óleo vegetal; Requeriments de Obstáculs Hipism Crss Cuntry: Requeriments Mandatóris: Tda madeira e demais prduts flrestais utilizads devem ser cmpsts de fibra reciclada (us n pós-cnsum) u vir de fntes legais e respnsáveis,

Leia mais

1ª EDIÇÃO. Regulamento

1ª EDIÇÃO. Regulamento 1ª EDIÇÃO Regulament 1. OBJETIVO O Prêmi BRASILIDADE é uma iniciativa d Serviç de Api às Micr e Pequenas Empresas n Estad d Ri de Janeir SEBRAE/RJ, idealizad pr Izabella Figueired Braunschweiger e cm a

Leia mais

PM 3.5 Versão 2 PdC Versão 1

PM 3.5 Versão 2 PdC Versão 1 Prcediment de Cmercializaçã Cntrle de Alterações SAZONALIZAÇÃO DE CONTRATO INICIAL E DE ENERGIA ASSEGURADA PM 3.5 Versã 2 PdC Versã 1 Alterad Layut d dcument. Alterad term de Prcediment de Mercad para

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM WEB SITE PARA A BASE DE CONHECIMENTOS DO PROGRAMA DE APOIO AOS ACTORES NÃO ESTATAIS ANGOLA

DESENVOLVIMENTO DE UM WEB SITE PARA A BASE DE CONHECIMENTOS DO PROGRAMA DE APOIO AOS ACTORES NÃO ESTATAIS ANGOLA DESENVOLVIMENTO DE UM WEB SITE PARA A BASE DE CONHECIMENTOS DO PROGRAMA DE APOIO AOS ACTORES NÃO ESTATAIS ANGOLA REQUISITOS TECNICOS O Prgrama de Api as Actres Nã Estatais publica uma slicitaçã para prestaçã

Leia mais

CONSIDERAÇÕES DA CAPGEMINI

CONSIDERAÇÕES DA CAPGEMINI CONSIDERAÇÕES DA CAPGEMINI 6.1 Requisits de Capacidade e Experiência d Prestadr A ANEEL deveria exigir um puc mais quant a estes requisits, de frma a garantir uma melhr qualificaçã da empresa a ser cntratada.

Leia mais

MANUAL dos LABORATÓRIOS De INFORMÁTICA

MANUAL dos LABORATÓRIOS De INFORMÁTICA MANUAL ds LABORATÓRIOS De INFORMÁTICA Objetiv 1. Oferecer as aluns a infra-estrutura e suprte necessári à execuçã de tarefas práticas, slicitadas pels prfessres, bservand s prazs estabelecids. 2. Oferecer

Leia mais

ENCONTROCAS 2º SEMESTRE 2012 - ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O CURSO DE PEDAGOGIA. O ENCONTROCAS é um evento semestral realizado pelo Instituto Superior de

ENCONTROCAS 2º SEMESTRE 2012 - ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O CURSO DE PEDAGOGIA. O ENCONTROCAS é um evento semestral realizado pelo Instituto Superior de Faculdade de Ciências Sciais Aplicadas de Bel Hriznte Institut Superir de Educaçã Curs de Pedaggia ENCONTROCAS 2º SEMESTRE 2012 - ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O CURSO DE PEDAGOGIA O ENCONTROCAS é um event semestral

Leia mais

PARCERIA PÚBLICO PRIVADA SETOR HABITACIONAL JARDINS MANGUEIRAL

PARCERIA PÚBLICO PRIVADA SETOR HABITACIONAL JARDINS MANGUEIRAL PARCERIA PÚBLICO PRIVADA SETOR HABITACIONAL JARDINS MANGUEIRAL Jardins Mangueiral Primeira Parceria Públic-Privada d Brasil Jardins Mangueiral Famílias beneficiadas: 8.000. Casas de dis e três quarts

Leia mais

PLANIFICAÇÃO MODULAR ANO LECTIVO 2012 / 2013

PLANIFICAÇÃO MODULAR ANO LECTIVO 2012 / 2013 Inserir data e Hra 08/10/2012 N.º PLANIFICAÇÃO MODULAR ANO LECTIVO 2012 / 2013 CURSO/CICLO DE FORMAÇÃO: Técnic De Turism 2010/2013 DISCIPLINA: Operações Técnicas em Empresas Turísticas An: 3º N.º TOTAL

Leia mais