Clipping Nacional. Educação

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1 Clipping Nacional de Educação Quinta-feira, 05 de Dezembro de 2013 Capitare Assessoria de Imprensa SHN, Quadra 2 Bloco F Edifício Executive Tower - Brasília Telefones: (61) (61)

2 JORNAL DO SENADO 05/12/13 00 EDUCAÇÃO Osvaldo Sobrinho aponta baixa qualidade do ensino no Brasil países latino-americanos, como o México, Uruguai e Costa Rica. Estamos à frente apenas da Argentina, Colômbia e Peru. Para Sobrinho, esses resultados refletem uma quase sabotagem por que passa a educação. Ele advertiu que o país não pode comemorar enquanto vê a educação escorrer ralo abaixo. Osvaldo Sobrinho (PTB-MT) apresentou terça-feira os resultados dos alunos brasileiros no Programa Internacional de Avaliação dos Estudantes (Pisa). O exame avalia estudantes de 15 anos em matemática, leitura e ciências. Apesar de a média de desempenho, entre 2003 e 2012, ter passado de 356 para 391 pontos, o Brasil ocupa a 58ª posição entre os 65 países. Ainda assim, ficamos com duas posições a menos do que em 2009 e continuamos atrás de outros Sabemos que a educação é uma coisa séria. Sabemos da gigantesca e quase impagável dívida do Estado para com todos nós, cidadãos, nesta área vital do desenvolvimento afirmou. O senador também lamentou a morte do ex-governador de Sergipe, Marcelo Déda, lembrando que foram colegas na Câmara. Um homem íntegro, lutador, convicto daquilo que falava. Uma pessoa que marcou época destacou.

3 JORNAL DO SENADO 05/12/13 00 EDUCAÇÃO Governo e oposição negociam 50 itens do Plano de Educação Mais de 50 das 101 alterações no projeto do Plano Nacional de Educação (PNE) feitas pelo relator na Comissão de Educação (CE), senador Alvaro Dias (PSDB-PR), são objeto de discordância entre governo e oposição. Para tentar contornar as divergências, líderes partidários se reuniram ontem na Presidência do Senado. Segundo Alvaro Dias, governistas e oposicionistas buscam encontrar um texto mais afinado até sexta-feira, fim do prazo para apresentação de emendas. O parlamentar confirmou que o PNE (PLC 103/2012) deve ser votado no Plenário na quartafeira, quando a ordem do dia deverá ser antecipada para 14h, a fim de garantir mais tempo para discussão da matéria. Vamos reunir agora as assessorias para verificar quais são os pontos e depois tentar um entendimento para reduzir as discordâncias e evitar um grande número de destaques no dia da votação do Plenário explicou. Uma das divergências mais agudas, e que dificilmente encontrará consenso, segundo Alvaro Dias, está relacionada à Meta 4, que visa garantir o acesso à educação básica para os estudantes com deficiência (os alunos especiais) de 4 a 17 anos. O senador resgatou na CE os repasses do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) às instituições que oferecem ensino especial (como substitutas da escola regular). Na versão aprovada pela CCJ, esses repasses seriam encerrados em Outro ponto que divide governo e oposição são os mecanismos de responsabilização para garantir cumprimento das metas do PNE. Entre eles, o envolvimento dos Tribunais de Contas da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios.

4 JORNAL DO SENADO 05/12/13 00 EDUCAÇÃO Anibal Diniz pede aos senadores que reflitam antes de votar PNE Anibal Diniz (PT-AC) disse anteontem que o Plano Nacional de Educação (PNE), principalmente em relação à Meta 4, sobre educação inclusiva, não pode ser votado apressadamente, como ocorreu, em sua avaliação, quando da votação na Comissão de Educação. Ele pediu aos senadores que reflitam para encontrar a redação que possibilite mais igualdade e pluralismo para as crianças com deficiência. O esforço tem que ser empreendido no melhor dos sentidos para que a gente garanta a inclusão plena de todos os alunos. O objetivo da comemoação do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência é provocar a reflexão sobre as questões relacionadas à deficiência e buscar a inclusão dos deficientes na sociedade. E uma das principais lutas é justamente pela educação inclusiva afirmou o senador. Anibal lembrou que o atendimento às pessoas com qualquer tipo de deficiência na rede pública não pode se opor a atuação de entidades que oferecem ensino especial. Para ele, o Senado não pode retroceder em relação ao tema e deve, portanto, dar uma atenção especial à Meta 4 a fim de evitar qualquer tipo de segregação entre os alunos.

5 JORNAL DA CÂMARA 05/12/13 00 GERAL

6 Valor Econômico 05/12/13 00 BRASIL Greves de professores somam mais de 400 dias úteis sem aula no país em 2013 Por Luciano Máximo De São Paulo A realidade de salários baixos e de carreira fragilizada e pouco atrativa do magistério público levou cerca de 100 mil professores de 11 redes estaduais e de escolas municipais de São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Velho a cruzar os braços em Levantamento do Valor com base em dados do Censo escolar, de Secretarias de Educação e sindicatos aponta que as greves, somadas, resultaram em 400 dias úteis sem aula e mais de 1,5 milhão de alunos prejudicados. O Ministério da Educação (MEC) teme que as paralisações influenciem negativamente os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que tiveram avaliações aplicadas recentemente. A onda de greves também amplifica o problema do descumprimento, por parte de muitos Estados e municípios, da lei nacional do piso do magistério, de 2008, que prevê reajustes salariais anuais entre 15% e 25% na folha de pagamento docente. As principais reivindicações dos professores em todos os casos são reajustes salariais e estruturação de planos de carreira. As paralisações mais longas ocorreram em cinco redes estaduais: Rio de Janeiro, com 56 dias de greve, Mato Grosso (52 dias), Pará (42 dias), Maranhão (27 dias) e Rondônia. No Mato Grosso o movimento chegou a afetar 80% das escolas; no Pará e em Sergipe 70%; e em Rondônia, 40%. Nas capitais pesquisadas, a adesão de professores municipais de Porto Velho à paralisação atingiu 80%. O pico das greves no Rio e em São Paulo ficou entre 19% e 25%, o que significa mais de 10 mil docentes de braços cruzados. O MEC monitorou com preocupação as greves nas redes estaduais e municipais. O ministro Aloizio Mercadante criticou em várias ocasiões o comportamento "corporativista" dos sindicatos, que usam longas paralisações como moeda de troca para ganhos salariais. Mercadante pondera que os salários dos professores da educação básica brasileira são baixos, mas "é preciso chegar a um pacto para minimizar greves prolongadas". A maior polêmica é o reajuste da lei do piso do magistério. "Na questão do salário, precisamos de uma negociação compatível com a realidade das finanças de Estados e municípios, mas também dar ganho real aos professores." O ministro não esconde que as paralisações podem influenciar indicadores de qualidade. "Não pode acontecer essa vitimização de professores e essas greves de dois, três meses, porque o que o estudante deixa de aprender nesse período não aprenderá nunca mais", reclamou Mercadante. A Prova Brasil foi aplicada a mais de 5 milhões de alunos do ensino fundamental e médio em novembro. Baixo desempenho nessa avaliação significa Ideb em baixa. Em outubro ocorreu a edição 2013 do Enem, que foi feita por mais de 2 milhões de jovens regularmente matriculados no ensino médio das redes estaduais, muitos deles afetados pelas greves deste ano. A Secretaria Municipal do Rio de Janeiro afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que os quase 80 dias de paralisação poderão afetar o desempenho das escolas na Prova Brasil. Em São Paulo, onde a greve municipal durou 16 dias úteis, a situação não é diferente. "Mesmo com a reposição de aulas e a compensação do conteúdo perdido, o efeito [sobre o Ideb] será negativo, mas não dá para precisar esse impacto", diz Cesar Callegari, secretário municipal de Educação da capital paulista. Maria Eulalia Nascimento, secretária-adjunta de Educação do Rio Grande do Sul, onde a greve de professores durou 16 dias úteis com adesão de 3 mil professores, não acredita que o Estado será penalizado no Ideb. "Não dá pra fazer uma relação linear, a não ser que a greve dure 60, 90, 112 dias, Continua

7 Continuação 05/12/13 como foi na Bahia em 2012", afirma. Maria Eulalia, integrante do governo Tarso Genro (PT), criticou o movimento de professores. "A greve foi um fiasco. Os professores se organizaram para criticar o governo com um viés mais partidário, com vistas ao debate eleitoral do ano que vem, e não propuseram conteúdo educacional em seus protestos. Nesse contexto um desafio é repensar a greve enquanto instrumento de luta", opina ela. Em nota, a Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro classificou a paralisação de 56 dias úteis dos professores de "injusta e abusiva". "Os docentes e demais servidores da educação já haviam recebido reajuste neste ano [em 1º de junho] de 8%; no início do ano haviam recebido auxílio-alimentação, benefício novo para a categoria; e greve no segundo semestre prejudica muito alunos, pois afeta o tempo de reposição, já que restam poucos sábados no ano." O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Leão Franklin, argumenta que as greves de professores em todo o país têm "apenas conteúdo educacional". "Antes de criticar os professores é preciso que se trate da questão legal, defendemos o cumprimento da lei: que seja aplicado o reajuste legal para o piso salarial do magistério, hoje em R$ Não é nenhum salário exorbitante, nenhuma reivindicação extravagante, mesmo assim, os governadores fazem chicana jurídica para não cumprir as regras da lei", afirmou. Leão cobra maior participação do governo federal na complementação financeira a Estados e municípios que não têm capacidade para cumprir a lei do piso e no debate para aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE), em tramitação no Congresso há três anos. O sindicalista disse ainda que as paralisações buscam a implantação de planos de carreiras e adoção de períodos de planejamento de aula ao longo da jornada semanal, medidas também previstas em legislação nacional. O sindicalista explica ainda que as greves chamam atenção para a questão da atratividade da carreira. "Ninguém quer ser professor hoje em dia. As dificuldades são tantas que a juventude se afasta cada vez mais da carreira."

8 Valor Econômico 05/12/13 00 POLÍTICA Cota para negros em concurso público avança Por De Brasília A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados aprovou ontem o Projeto de Lei (PL) 6738/ 13, do Executivo, que destina aos negros 20% das vagas oferecidas nos concursos públicos da administração pública federal, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista controladas pela União. A sessão, acompanhada por militantes do movimento negro, teve um debate entre o deputado Silvio Costa (PSC-PE), único a votar contra o projeto, e os parlamentares favoráveis ao texto. Para o pernambucano, a presidente Dilma Rousseff fez "demagogia" ao enviar a proposta com regime de urgência em novembro. "Ela tem 40 ministros, mas só um é negro. Se não fosse demagogia, pela cota de 20%, ela deveria ter, pelo menos, oito ministros negros", afirmou Costa, que tentou negociar para que apenas os negros que estudaram em escolas públicas tivessem direito à cota nos concursos públicos, mas foi derrotado. O deputado Vicentinho (PT-SP), relator da proposta na comissão, defendeu o projeto como uma reparação histórica. "As pesquisas mostram que a renda do trabalhador negro é inferior à do branco. Este é um projeto provisório, com validade de 10 anos, e espero que seja tempo suficiente para diminuir esta diferença", afirmou. A proposta ainda tem que passar por votação nas comissões de Direitos Humanos - em que o relator é o deputado Marcos Feliciano (PSC-SP) - e de Constituição e Justiça antes de ir à votação em plenário. (RDC)

9 Valor Econômico 05/12/13 00 POLÍTICA Meia-entrada vai à sanção presidencial Por Yvna Sousa De Brasília Após seis anos de tramitação, o Senado aprovou, ontem, um projeto de lei que regulamenta a concessão de meia-entrada em eventos culturais e esportivos no país. Os senadores fizeram ajustes na redação do texto para garantir que não haja limite de meia-entrada para idosos, como estabelece o Estatuto do Idoso. O texto segue para sanção presidencial. A proposta estipula que deve ser reservada às meias-entradas uma cota de 40% do total de ingressos do evento. O benefício é assegurado a estudantes, pessoas com deficiência (inclusive seus acompanhantes, quando necessário) e jovens de 15 a 29 anos de baixa renda inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do governo. O projeto também inclui os idosos entre os que têm direito a pagar 50% do valor do ingresso. Mas o senador Paulo Paim (PT-RS) argumentou que a proposta estava contrariando a determinação do Estatuto do Idoso de que essa categoria sempre tem direito à meia. Pelo texto que estava em votação, os idosos entrariam na cota de 40% do total. O impasse atrasou a apreciação do projeto em um dia. Ontem, as bancadas fecharam acordo para retirar os trechos que davam a entender essa restrição, viabilizando a aprovação da proposta, por votação simbólica. Também são estabelecidas regras para que as categorias comprovem o direito ao benefício. Os estudantes precisarão apresentar carteirinha emitida pela Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), União Nacional dos Estudantes (UNE), União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), diretórios centrais de estudantes (DCEs) ou centros acadêmicos.

10 Valor Econômico 05/12/13 00 EMPRESAS Kroton e Anhanguera vão negociar com o Cade Por Juliano Basile, Thiago Resende e Beth Koike De Brasília e São Paulo A superintendência-geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) solicitou a adoção de medidas de restrição concorrencial para que a fusão entre Anhanguera e Kroton seja aprovada. Na avaliação de analistas do setor, as restrições não põem a fusão em risco. "Na graduação presencial foram identificadas preocupações concorrenciais em três municípios. Na graduação a distância há problemas apontados em cursos, tanto em nível nacional quanto local, em pouco mais de 50 municípios", informa o órgão antitruste. Segundo comunicado dos dois grupos educacionais, caso as restrições sugeridas sejam efetivadas haverá um impacto em 2,7% no total de alunos dos cursos presenciais de graduação da Anhanguera e Kroton. Já no segmento de ensino a distância, a superintendência do Cade pede a intervenção em 171 cursos localizados em 55 municípios. Esses cursos têm alunos e representam 6,9% dos estudantes da Anhanguera e 6,2% dos matriculados na Kroton. Nos cursos a distância já era esperada uma restrição, uma vez que os dois grupos educacionais juntos detém, no âmbito nacional, cerca de 50% deste mercado que conta com aproximadamente 1 milhão de alunos. Os analistas do Morgan Stanley, BofA Merril Lynch, Fator e Coinvalores informaram em seus relatórios que já esperavam a adoção de algumas medidas restritivas por parte do Cade. As restrições foram sugeridas pela superintendência-geral do Cade que enviou relatório para o Tribunal do órgão antitruste que conta com sete conselheiros. Agora, inicia-se uma nova etapa do processo em que os dois grupos educacionais negociarão com os conselheiros do Tribunal do Cade. Os primeiros passos desse acordo serão debatidos com a relatora do processo, Ana Frazão, cujo nome foi escolhido ontem após um sorteio. Caberá a Ana dar o seu voto e elaborar um relatório a ser apresentado aos demais conselheiros que tomarão a decisão final sobre a fusão. A partir do parecer da relatora, Anhanguera e Kroton terão duas opções. A primeira é tentar convencer os conselheiros de que as preocupações da superintendênciageral não têm fundamento e, por isso, a associação deveria ser aprovada. A segunda opção é a de tentar chegar a um entendimento com os integrantes do Cade pelo qual as empresas venderiam ativos à concorrência em troca da aprovação do negócio. A tendência é que essa segunda alternativa seja seguida. Anhanguera e Kroton informaram, por meio de comunicado, que pretendem negociar com o órgão antitruste a fim de "afastar preocupações concorrenciais identificadas e obter a aprovação". Os dois grupos destacaram ainda que "eventuais restrições que venham a ser exigidas ou negociadas com o Cade poderão envolver um número maior ou menor de alunos do que o mencionado." O Cade aplicou ontem duas multas à Anhanguera. Uma delas foi no valor de R$ 1 milhão devido ao envio incorreto de dados envolvendo a aquisição do Grupo Anchieta. A outra multa foi de R$ 500 mil também por causa de informações erradas sobre a participação do professor Gabriel Rodrigues em um fundo de investimento que é acionista da Anhanguera. Ambas as multas originalmente eram de R$ 2 milhões e foram reduzidas porque segundo o Cade não houve má intenção da empresa. A companhia pretende recorrer das duas decisões. "A Anhanguera reafirma que não houve em momento algum enganosidade ou omissão na prestação de informações ao referido órgão regulador", informa comunicado da empresa.

11 Valor Econômico 05/12/13 00 EU & CARREIRA Bons ventos sopram para as escolas europeias Por Della Bradshaw Do Financial Times Após cinco anos de incerteza e pessimismo, as maiores escolas de negócios da Europa esperam que 2014 seja de recuperação para o ensino executivo. Pelos sinais surgidos em 2013, as coisas devem mesmo melhorar. A atividade, frequentemente vista como termômetro da recuperação econômica, está mostrando uma melhora real, segundo Kai Peters, diretor da Ashridge Business School, do Reino Unido. "Após cinco anos horríveis, o mercado está mais aquecido", diz. Dominique Turpin, um dos maiores especialistas em ensino executivo da Europa e reitor da escola suíça IMD, concorda. "Todas as empresas com as quais tenho conversado falam sobre a necessidade de atrair talentos. Há muita oferta de trabalho na média gerência, mas é preciso conseguir fazer a diferença em condições incertas", afirma. Há outros sinais de que o mercado está se recuperando. Dois dos acontecimentos mais surpreendentes dos últimos meses são o aumento da filantropia em relação às escolas de negócios, especialmente no Reino Unido, e a capacidade das maiores instituições de ensino europeias de atrair professores dos Estados Unidos. Após vários anos fracos de captação de recursos, a London Business School (LBS) anunciou em setembro que seu fundo de doações recebeu 10 milhões de libras esterlinas do empresário Nathan Kirsh. Logo em seguida, ela ganhou 25 milhões de libras de Idan Ofer, que já foi o homem mais rico de Israel, e mais 34 milhões de libras de uma série de investidores para a reforma do prédio mais novo da escola, o Old Marylebone Town Hall. Também este ano, a escola de negócios do Imperial College London recebeu mais de 20 milhões de libras do Brevan Howard, o fundo de hedge criado por Alan Howard, exaluno do Imperial College. Enquanto isso, na Saïd School, da Universidade de Oxford, a Pershing Square Foundation, de Bill Ackman, doou 4,5 milhões de libras para bolsas de estudo. A Saïd e a escola do Imperial College também estão conseguindo atrair professores altamente capacitados de fora para a Europa. "Isso é particularmente importante porque a maior parte dos grandes talentos estão nos Estados Unidos", diz Peter Tufano, reitor da Saïd - e ele mesmo formado por Harvard. O encanto do Brevan Howard vem possibilitando ao Imperial College atrair excelentes professores de finanças do território americano, sem mencionar seu novo reitor, Anand Anandalingam. Franklin Allen, professor de finanças e economia de Wharton, a escola de negócios da Universidade da Pensilvânia, será o diretor-executivo do Brevan Howard Centre e Douglas Gale, professor de economia da Universidade de Nova York (NYU) será o diretor de pesquisas. Ambos foram educados no Reino Unido. Nos programas de graduação, as principais escolas também estão voltando a se animar, após alguns anos muito ruins. "O número de alunos aumentou este ano e o de solicitação de matrículas também", diz o professor Tufano. Algumas das maiores áreas de crescimento têm sido as de "mestrados pré-experiência", e não as de "MBAs pós-experiência". Elas incluem licenciatura em marketing, contabilidade, finanças e administração geral. Os estudantes da Ásia, especialmente da China, estão conduzindo o crescimento dos programas. Mesmo no Sul da Europa, onde a recuperação da economia tem sido lenta, as solicitações de matrícula de estudantes estrangeiros para programas de mestrado estão vigorosas, afirma João Amaro de Matos, reitor-associado de desenvolvimento internacional da Nova School of Business and Continua

12 Continuação 05/12/13 Economics, de Portugal. "As inscrições de alunos de fora da Europa aumentaram em 50%", afirma. Mas o MBA ainda é o principal programa para a maioria das escolas de negócios europeias, segundo Bernard Ramanantsoa, reitor da HEC Paris. "Quando conversamos com colegas dos EUA, percebemos que simplesmente não existimos se não tivermos um bom programa de MBA", afirma. Com o mercado saindo da recessão, está claro que os empregos que os estudantes buscam, especialmente os de MBA, estão mudando. Oxford, a LBS e a HEC, por exemplo, afirmam que cada vez mais alunos estão indo para pequenas empresas ou startups. Três anos após a graduação, entre 15% e 20% dessas pessoas terão se tornado empreendedores, afirma Ramanantsoa, sem contar os que voltam para os negócios de suas famílias. Além disso, boa parte dos estudantes que procuram as grandes corporações estão fazendo isso em outros lugares. Segundo a LBS, menos da metade de seus alunos de MBA estavam trabalhando no Reino Unido em 2012 após a formatura e apenas 65% ainda estavam na Europa - em comparação com quase todos os alunos uma década antes. As áreas que estão crescendo como fontes de emprego incluem América do Sul e Ásia, e é para estas regiões que um punhado de grandes escolas - LBS, Iese, HEC, Insead, IMD, Roterdam - estão direcionando seu foco competitivo.

13 Valor Econômico 05/12/13 00 EU & CARREIRA Como foi a criação do primeiro curso de MBA há 50 anos Por Do Financial Times Foi em 1967, poucos meses antes de os estudantes tomarem as ruas de Paris, que François Vachey se matriculou em um curso que à primeira vista parecia ser um anátema aos rebeldes da Sorbonne. Era o primeiro programa de MBA da Europa e o primeiro com duração de um ano no mundo, e estava sendo oferecido pela Insead, nos arredores da capital francesa. O programa era revolucionário à sua própria maneira, diz Vachey, presidente da Cedep, uma organização de ensino executivo sediada em Fontainebleau. Ele reuniu estudantes de todas as partes da Europa e sinalizou o começo de uma nova era para o continente. "Nossa classe era um verdadeiro caldeirão de nacionalidades e origens. Em 1967, isso era algo maravilhoso para os jovens franceses e abriu meus olhos para o mundo." A turma de Vachey foi a primeira do campus da Insead construído para aquele propósito, contrariando o "monastério" local - o que significou que mulheres também podiam se matricular, embora apenas duas tenham feito isso na ocasião. Mas embora o MBA da Insead, que teve início em 1959, seja o mais antigo da Europa, foram os programas que vieram depois que conseguiram reproduzir a diversidade que se tornou marca registrada da escola. Andrew Likierman, reitor da London Business School (LBS), trabalhou pela primeira vez na escola entre 1974 e 1976 e, na época, as escolas de negócios eram "um animal muito novo", diz. A diversidade era uma raridade mesmo nos anos de 1970: 90% do corpo docente da LBS era britânico, sendo que hoje 90% é de fora do Reino Unido. A situação era parecida para os estudantes: 85% eram do Reino Unido, número hoje que é exatamente o inverso. Assim como a LBS, a Manchester Business School foi estabelecida em Gary Davies, um professor de renome, entrou para a escola há mais de 20 anos, quando 90% dos alunos eram da região. Naquele tempo, o setor também era muito voltado para o sexo masculino. "Havia 41 acadêmicos e apenas uma mulher", lembra. Esse chauvinismo persistiu pela Europa na década de Joaquim Garralda começou seu MBA em 1980, naquela que é hoje a IE Business School, quando havia pouco mais de 20 alunos matriculados. Todos eram homens, espanhóis, e apenas dois eram de fora de Madri, lembra o professor, que é diretor de atendimento aos alunos da IE. O foco localizado também afetava o currículo, afirma Bernard Ramanantsoa, reitor da HEC Paris. "Há 50 anos, 'internacional' significava vender para fora", diz. Uma das mudanças mais significativas nas escolas nos últimos 50 anos foi a internacionalização dos alunos e dos professores, além do foco globalizado do currículo. Ramanantsoa diz que uma das razões dessa mudança foi a maior demanda por pesquisas acadêmicas, que passaram a ser dominadas por periódicos dos Estados Unidos. O aumento de escala das operações nas principais escolas de negócios tem sido dramático. A LBS tinha 80 alunos de MBA, hoje tem mais de 400. Na década de 1970, ela funcionava durante 30 semanas por ano, hoje fica aberta por pelo menos 50 semanas. O crescimento do número de estudantes de outros países e das pesquisas sinalizou a necessidade de as maiores escolas de negócios europeias ensinarem em inglês. "Para o MBA, saber o idioma é fundamental", diz Ramanantsoa. O professor Garralda concorda. "Este é um negócio globalizado. Os professores sabem que se não conseguirem fazer um seminário em inglês, não haverá espaço para eles." Houve ainda grandes mudanças no que é ensinado e como é ensinado. "Hoje, o conhecimento está amplamente disponível. Agregamos valor acrescentando a atitude apropriada", ressalta Dominique Turpin, reitor da suíça Continua

14 Continuação 05/12/13 IMD. Likierman recorda que havia uma ênfase maior nos números. "Achávamos que a ciência poderia resolver por si só os problemas", conta. A liderança e as habilidades das pessoas nunca eram consideradas. Ramanantsoa diz que as escolas de negócios costumavam ensinar "receitas" para o sucesso. "Agora, estamos ensinando sobre a incerteza." Uma relação ambígua ainda existe entre os programas de MBA dos Estados Unidos e Europa. Quando Likierman entrou para a LBS na década de 1970, as escolas de negócios estavam encontrando seu próprio caminho. "Os EUA eram a força dominante, mas a questão era o quanto deveríamos adotar deles e o quanto deveríamos fazer por conta própria." Os estudos de casos eram uma abordagem nova de ensino e frequentemente tratada com suspeita. Os fundadores da Insead vieram de Harvard, mas rejeitaram o modelo americano de dois anos por razões pragmáticas, diz Claude Janssen, presidente honorário do conselho de administração da Insead. "Seria muito difícil para os participantes europeus deixar seus empregos por dois anos para fazer um MBA em uma escola, na época, completamente desconhecida. Um programa de um ano era mais atraente e fazia sentido." Os preços eram uma fração dos cobrados hoje e, no Reino Unido, os estudantes frequentemente eram subsidiados pelo governo. Na verdade, eles levavam uma vida digna de inveja. Na LBS, as acomodações ficavam em um edifício tombado pelo patrimônio histórico no centro de Londres. "As pessoas se lembram com carinho de morar no Regent's Park", diz o professor Likierman. Vachey também se lembra das manifestações estudantis de 1968, quando estava na Insead. "Ouvíamos as notícias em rádios que tínhamos nos quartos e corríamos ao aparelho de TV do restaurante". Após as aulas, alguns alunos corriam para as manifestações para ficar mais perto da ação. (DB)

15 05/12/13 00 EDITORIAL Os ainda insuficientes esforços na Educação Seria irreal esperar que o Brasil, de 2009 a 2012, desse um salto elástico no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), de que participam estudantes com 15 anos de idade de 66 países. Este não é um exame qualquer. Por sua abrangência, o Pisa, realizado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) a cada três anos, serve de radar para definir as sociedades que melhor enfrentam o desafio da Educação, e, assim, apontar os países que tendem a ganhar mais competitividade nb mundo globalizado. O Brasil tem avançado. Neste último teste, de 2012, conseguiu ser o que mais evoluiu em Matemática (17,1%) em relação ao primeiro exame, em Em Ciências, evolução de 8% e, Leitura, 3,5%. O problema é que a proficiência demonstrada pelo estudante brasileiro do ensino básico continua nas piores colocações no ranking do Pisa. Desta vez, no 58() lugar, a poucas posições do último lugar. Melhor que Argentina, Albânia, Colômbia, Peru, mas abaixo de Uruguai, México, Chile, Cazaquistão, Emirados Árabes Unidos, numa lista liderada pela China (cidade de Xangai), um dos asiáticos que ocupam os primeiros lugares. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, considerou o resultado uma "grande vitória" referindose ao teste específico de Matemática. Ressaltou, ainda, o fato de o país ter avançado mesmo com o aufriento na matrícula de alunos com 15 anos. Ou seja, cresceu a população escolar e mesmo assim a qualificação evoluiu. Mercadante, porém, reconhece que ainda falta muito. Por suposto. Andreas Schleicher, vice-diretor de Educação da OCDE, por exemplo, reconhece o esforço brasileiro, mas afirma que, no ritmo atual, a qualificação do estudante chegará à média dos países ricos apenas em 2030 e não em 2022, meta pactuada pelo poder público com organismos da sociedade atuantes no setor. É preciso, portanto, aumentar a velocidade da melhoria do ensino. E, para isso, dinheiro não é tudo, apesar de importante. Estima-se que, em que pese o crescimento dos gastos com Educação de 2000 a 2010, a despesa por aluno, no Brasil, representa menos de um terço da realizada no bloco da OCDE. Defensores da elevação dos gastos no setor de 5% a 6% do PIB para 10% parecem considerar esta uma solução mágica. Pois o Vietnã se situou neste Pisa em 13e lugar, com um gasto de US$ por aluno contra US$ do Brasil, o 58^ colocado. Deduz-se que, para se ganhar a velocidade necessária, a fim de se compensar estes oito anos de atraso potencial em busca da meta de 2022, é imperioso haver uma ampla política educacional que não esteja subjugada apenas a questões de orçamento. A qualificação do professorado, o prêmio ao mérito, a atenuação do corporativismo sindical da classe, a definição de parâmetros para um currículo nacional são temas que precisam ganhar espaço na agenda desta discussão. G tempo corre contra o país.

16 05/12/13 00 O PAÍS Ruim até entre emergentes Brasil tem só quatro universidades entre as 100 melhores dos Brics e de países em desenvolvimento Leonardo Vieira Eduardo Vanini Um dos países que formam os Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e dono da 6ª. maior economia do mundo, o Brasil não tem nenhuma universidade entre as dez melhores de 22 países emergentes, segundo um ranking internacional feito pela consultoria britânica de educação superior Times Higher Education (THE). A inédita pesquisa Brics & Economias Emergentes gerou uma lista das cem instituições mais fortes das nações em desenvolvimento. Para o estudo, a THE levou em conta não só os cinco membros dos Brics, mas também 17 outras economias emergentes. Das cem instituições de ensino da lista, apenas quatro são brasileiras. A melhor posicionada no ranking entre as nacionais é a USP, em 11 lugar, seguida pela Unicamp, em 24. Bem mais abaixo na tabela estão as outras duas universidades brasileiras: UFRJ, em 60, e Universidade Estadual Paulista (Unesp), em 87. No topo da lista, nenhuma surpresa. Além de ostentar as duas primeiras colocações, com a Universidade de Pequim e a Universidade de Tsinghua, respectivamente, a China é o país com maior número de instituições da lista, com 23. Sua vizinha Taiwan vem em seguida, acumulando 21 universidades dentre as cem. Numa comparação entre as nações que compõem os Brics, depois dos chineses, os indianos aparecem com dez instituições, seguidos pela África do Sul, com cinco universidades, pelo Brasil, com quatro nomes, e pela Rússia, com duas instituições. D E S E M P E N H O DECEPCIONANTE DO BRASIL Para o editor da THE, Phil Baty, o desempenho do Brasil não condiz com o tamanho de sua economia. Mesmo elogiando o programa federal Ciência sem Fronteiras que dá bolsas de intercâmbios para brasileiros estudarem no exterior, e dizendo que o programa pode gerar indicadores positivos em longo prazo, Baty definiu o resultado nacional como decepcionante. Segundo ele, os pontos fracos das universidades brasileiras estão na pesquisa e na publicação de artigos em inglês, fatos que estariam entrelaçados: As pesquisas do Brasil não têm o mesmo impacto que alguns concorrentes dos Brics. Não são tão amplamente lidas e compartilhadas, o que sugere que sejam de qualidade inferior. E parte do problema pode ser a falta do inglês: muitos países adotaram a publicação em língua inglesa para garantir que a investigação seja compartilhada e compreendida em todo o mundo, e que suas universidades recebam o devido reconhecimento pelo seu trabalho inovador ressalta o editor da THE. A pró-reitora de Pós-graduação e Pesquisa da UFRJ, Debora Foguel, comemorou a presença da instituição no ranking, mas não deixou de salientar como o ensino no Brasil precisa evoluir: o país ainda não tem uma política destinada a colocar suas universidades entre as seletas instituições de classe mundial. Há gargalos que precisamos encarar. E um dos principais deles está justamente relacionado à pesquisa. A disponibilização de recursos voltados diretamente a essa área ainda não é uma realidade nas universidades federais. Precisamos investir maciçamente nisso comentou. o reitor da USP, João Grandino Rodas destacou que o fato de se tratar de uma universidade onde se fala um idioma que não é internacional dificulta o alcance das primeiras posições em rankings. Entretanto, medidas adotadas recentemente devem mudar esse quadro. Continua

17 Continuação 05/12/13 Criamos o programa USP Internacional, para fortalecer a presença da universidade no exterior. Também foi estabelecido um programa de bolsas de intercâmbio para alunos de graduação, no qual mais de dois mil estudantes tiveram oportunidade de desenvolver atividades acadêmicas em instituições estrangeiras. Esse projeto abrange as não contempladas pelo Ciência sem Fronteiras mencionou. Entre os Brics, o Brasil tem a segunda maior economia do grupo, somente atrás dos chineses. Entretanto, essa realidade segue em descompasso com os indicadores educacionais. Segundo o professor de Relações Internacionais da PUC Rio João Nogueira, que é membro do Brics Policy Center, isso acontece porque os resultados na Educação dependem de políticas públicas consistentes e de longo prazo. Os chineses há muito têm priorizado o crescimento rápido do ensino superior como caminho para estimular a inovação e enfrentar os problemas futuros de oferta de mão de obra. Dezenas de milhares de estudantes de países como a Coreia do Sul vão estudar nas universidades chinesas atualmente. Ao lado da ampliação do sistema, a China investiu na qualificação de seus pesquisadores em centros de excelência no exterior, com os resultados que vemos nas pesquisas. No caso brasileiro, o dinamismo econômico não foi suficiente para vencer a complacência de seus governantes quando se trata de Educação, tratada mais como política social do que como estratégia associada ao desenvolvimento do país concluiu. Por continente, África e Américas aparecem com nove universidades cada. Para a consultoria, o grande destaque do ranking ficou com a Turquia, que não só tem sete instituições na lista como também três delas aparecem dentre as dez primeiras: Universidade de Boaziçi (5 ), Universidade Técnica de Istambul (7 ) e Universidade Técnica do Oriente Médio (9 ). PESQUISA CONSIDERA 13 INDICADORES Assim como em outros rankings elaborados pela Times Higher Education, a metodologia da pesquisa foi baseada em 13 indicadores divididos entre as seguintes áreas: ensino (30% da pontuação geral do ranking) leva em consideração qualidade e reputação do ensino praticado; pesquisa (30%) mede a relevância das pesquisas desenvolvidas; citações (30%) é a frequência com que trabalhos da universidade são apresentados em pesquisas ao redor do mundo; presença na indústria (2,5%) mede a utilização de tecnologias e ideias desenvolvidas pelas universidades nas indústrias; e perspectiva internacional (7,5%) leva em consideração a diversidade de alunos de diferentes origens dentro da universidade. Continua

18 Continuação 05/12/13

19 05/12/13 00 O PAÍS Uma janela para seguir o Plano Nacional de Educação Grupo de ONGs lança portal na internet que vai permitir acompanhamento diario de indicadores Um grupo de 20 organizações não governamentais lançou ontem o Observatório do Plano Nacional de Educação (PNE), um portal na internet que permitirá a qualquer pessoa o acompanhamento diário dos indicadores da Educação no país; especialmente das 20 metas do plano. O portal (observatoriodopne.org.br) contém um vasto banco de dados e análises sobre a Educação no país. Com as informações disponíveis, pais, alunos, especialistas, gestores e políticos poderão comparar os sistemas de cada cidade e fiscalizar a implementação das metas do PNE. Para o presidente da Comissão de Educação da Câmara, Gabriel Chalita (PMDB-SP), o Observatório deverá ser um importante instrumento de mobilização da sociedade na busca por avanços na Educação. Ou a sociedade acompanha o PNE, ou algumas metas, que são ótimas, não serão executadas afirmou o deputado. O representante do Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) no Brasil, Gary Stahl, destaca a importância do Observatório na difusão de informações e na mobilização da sociedade em torno de objetivos comuns na Educação. Segundo ele, o país tem hoje 3,8 milhões de crianças de 4 a 17 anos fora das salas de aula, e isso não pode ser considerado normal em lugar algum do mundo. o Observatório está ao alcance de todos. Os pais poderão entrar (no site) e acompanhar a situação da Educação em seu município e comparar com a situação do município vizinho. Espero que essas informações tenham o efeito de mobilizar a sociedade disse Stahl. Entre as entidades que participaram da criação do Observatório estão Capes, Cedac, Cenpec, Fundação Itaú Social, Fundação Lemann e Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal. Estão no grupo ainda: Fundação Roberto Marinho/Canal Futura, Fundação Victor Civita, Instituto Avisa Lá, Instituto Natura, Instituto Paulo Montenegro, Instituto Rodrigo Mendes, Instituto Unibanco, Ipea, Mais Diferenças, Todos Pela Educação, SBPC, Unesco e Unicef.

20 05/12/13 00 O PAÍS China recebe críticas por selecionar alunos no Pisa Nos Estados Unidos, revista Time acusa país de trapacear no exame Além de terem as melhores universidades entre os emergentes, os chineses já haviam se destacado nesta semana pela liderança dos alunos da província de Xangai no ranking do Pisa, exame da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) que compara o ensino em 65 países, divulgado ontem. Neste caso, no entanto, a boa posição dos chineses é alvo de críticas. Nos Estados Unidos, a revista Time acusou a China de trapacear ao selecionar apenas os alunos de Xangai, província mais rica do país, para fazer o exame. Além disso, Hong Kong, que é uma região autônoma da China, envia seus próprios dados e teve também bons resultados. Conforme a revista, estudantes de Xangai e Hong Kong são muito mais bem-educados do que as outras partes da China e, por isso, não refletem necessariamente a realidade da nação. O site americano Slate ouviu o especialista Tom Loveless sobre o caso. Ele afirmou que aproximadamente 84% dos formandos em escolas de ensino médio em Xangai chegam à universidade, contra 24% em escala nacional.

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