USO DA VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA NO TRATAMENTO DE PORTADORES DE DOENÇA OBSTRUTIVA CRÔNICA DURANTE O EXERCÍCIO FÍSICO

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1 USO DA VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA NO TRATAMENTO DE PORTADORES DE DOENÇA OBSTRUTIVA CRÔNICA DURANTE O EXERCÍCIO FÍSICO Autoria: Inácia Regina Barbosa Leal (FCM-CG) Rosa Suênia da Camara Melo (Orientadora) - Faculdade de Ciências Médicas de Campina Grande (FCM) RESUMO ESTENDIDO Introdução - Nos últimos anos a DPOC tornou-se caso de saúde pública com crescente preocupação mundial, visto que está prevista para o ano de 2020 ela irá ocupar o 3º lugar causa morte e 5º em prevalência (CARVALHO et al, 2012). Caracterizada por limitação do fluxo aéreo pulmonar, que não é totalmente reversível e geralmente progressiva decorrente de uma resposta inflamatória anormal do pulmão a partículas ou gases nocivos (BRASIL, 2010, p.47). Essa limitação é causada por uma associação entre doença de pequenos brônquios (bronquite crônica obstrutiva) e destruição de parênquima (enfisema). Dessa forma a doença obstrutiva crônica é constituída pela bronquite crônica e pelo enfisema pulmonar (GARDENGHI et al, 2009, p. 263). A obstrução do fluxo aéreo é geralmente progressiva e está associada a uma resposta inflamatória anormal dos pulmões à inalação de partículas ou gases tóxicos, causada primariamente pelo tabagismo (MARCHIORI et al, 2010, p. 214). Gardenghi et al, (2009, p. 264) nesses portadores a Capacidade Residual Funcional (CRF) está constantemente alterada, apresentando hiper-reatividade das vias aéreas causando hiperinsuflação pulmonar tornando o tempo expiratório insuficiente, diminuindo as áreas de

2 troca gasosa e consequentemente dispneia e déficits ventilatório durante o esforço (TOLEDO et al, 2007 apud GARDENGHI et al, 2009, p. 264). A inatividade crônica descondiciona a musculatura locomotora resultando em perca de peso, e massa muscular, intolerância das atividades de vida diárias (AVDs) (DOURADO et al, 2006 apud GARDENGHI et al, 2009, p. 264). Com o avançar da doença, os pacientes apresentam assincronia toracoabdominal, aumento do consumo de oxigênio e da ventilação/minuto, padrão respiratório irregular, superficial e rápido, seguido por dispneia durante pequenas atividades (PESSOA et al, 2012, 62). A ventilação não-invasiva (VNI) consta na aplicação de pressão positiva, por meio de geradores de fluxo, com adaptação de máscara no paciente, ou seja, não invasiva (PRESTO; DAMÁZIO, 2009, p. 153). De acordo com Carvalho et al (2012) a VNI é utilizada com o objetivo de diminuir o recrutamento de músculos inspiratórios, minimizar o trabalho elástico e prevenir o colabamento dinâmico precoce das vias aéreas, reduzindo assim a hiperinsuflação dinâmica durante o esforço. Uma das modalidades de VNI é a pressão positiva contínua nas vias aéreas (CPAP), que consiste na manutenção de uma pressão positiva durante todo o ciclo respiratório, sendo necessario o uso o drive respitatório do paciente (DENEHY, 2001 apud PEREIRA et al, 2009, p. 78). Outro modalidade do VNI é a pressão positiva bifásica nas vias aéreas (BIPAP), nesse tipo há dois níveis de pressão. Uma pressão positiva na inspiração (IPAP) auxiliando a inspiração, a outra e a pressão positiva expiratória (PEEP) gerando um retardo expiratório (PRESTO; DAMÁZIO, 2009, p. 172). Metodologia - Tratase de estudo de revisão sistemática. Uma revisão sistemática, assim como outros tipos de estudo de revisão, é uma forma de pesquisa que utiliza como fonte de dados a literatura sobre determinado tema (SAMPAIO; MANCINE, 2010, p. 84). A busca de artigos incluiu pesquisa em bases eletrônicas e busca manual de citações nas publicações inicialmente identificadas. As bases eletrônicas pesquisadas foram LILACS (Literatura Latino-Americano em Ciências de Saúde), SCIELO Scientific Electronic Library Online, site da Biblioteca Virtual em Saúde e Google acadêmico. Artigos em português e inglês. Os critérios de inclusão foram: artigos de pesquisa publicados em que houvesse dados sobre a ventilação mecânica não invasiva em portadores de doenças obstrutivas crônicas, relacionados ao exercício físico, no período de abrangência retroativo a 5 anos. Foram encontrados um total de 14 artigos relacionados ao tema. Dentre os quais selecionamos 5 que estavam de acordo com o limite de anos abrangente

3 da pesquisa. O objetivo deste trabalho foi avaliar os benefícios da VNI durante a realização de exercícios em DPOC. Resultados AUTOR / ANO Carvalho et al, 2012 Borghi et al, 2010 Vargas, Fernanda. Et al, Pessoa et al, 2012 Longuini et al, PARTICIPANTES INTERVENÇÕES RESULTADOS 08 portadores de DPOC adultos, de ambos os sexos com e sem uso de VNI 27 pacientes com DPOC (68 8,3 anos) com volume expiratório forçado no 1o segundo (VEF1) < 50% do previsto e sintomas de dispnéia aos esforços. publicação entre janeiro de 2005 e julho de 2010, em idioma inglês ou português em pacientes adultos portadores de DPOC, estágio grave a muito grave. 32 pacientes com DPOC moderada a muito grave, com idades entre 54 a 87 anos. 22 indivíduos com DPOC de moderado a grave Mensuração de pacientes submetidos a atividade aeróbica em cicloergômetro vertical de MMII durante 30 minutos. Com o pacientes utilizando CPAP (PEEP=8 cmh2o), BIPAP (IPAP=12 cmh2o; EPAP= 8 cmh2o) e em respiração espontânea. Dois testes de caminhada de 6 minutos em esteira (TC6E); um com a aplicação do BiPAP, com níveis pressóricos inspiratórios de 14 +ou - 1cmH2O e expiratórios de 6 +ou - cmh2o, e outro sem o BiPAP Pacientes submetidos à utilização de VMNI, modo BIPAP, durante o exercício. Elevação de potes com peso de 0,5 a 5 kg, durante 5 minutos, iniciando a elevação apartir dacintura pélvica em direção a uma prateleira localizada acima da cabeça com e sem VNI. (BiPAP; IPAP 10 cmh 2 O; EPAP 4 cmh 2 O). Foram avaliadas a capacidade inspiratória (CI) e a dispneia (Escala de Borg). Comparar a influência dotreinamento físico (TF) associado ou não à ventilação não invasiva (VNI) sobre a distância percorrida (DP), oxigenação e sensação de dispneia no teste A utilização de VNI melhorou a performance resiratória dos portadoresde DPOC deste estdo, com ausência de dispneia durante o exercício aeróbico. Comparando o TCE6 com o BiPAP com o TC6E sem o BiPAP constatou-se maiores valores na distância percorrida (338,72 versus 300,5 84 metros), da SpO2 final (90+ou-3 versus 84,+ou-5%) e menores valores de dispnéia (1=ou- 1 versus 3+ou 2), respectivamente, com p < 0,05. Entretanto, a FC foi semelhante entre os testes. A VMNI, modo BIPAP, durante o exercício, pode aumentar a tolerância ao mesmo. Bem como sua utilização durante a realização de exercícios pode reduzir a fragilidade dos músculos esqueléticos, promovendo melhores adaptações fisiológicas ao esforço físico desses indivíduos A simulação da AVD com os MMSS resultou em diminuição da CI, aumento da HD e dispneia sem VNI. A VNI ofertada com pressões preestabelecidas foi suficiente para diminuir a dispneia. Concluiu-se que o TF pode aumentar a tolerância ao exercício, verificado pelo aumento da DP e manutenção da sensação de dispnéia para maiores distâncias percorridas e pelo aumento da oxigenação;

4 cardiopulmonar limitado por sintomas (TCP), teste de caminhada de seis minutos em esteira rolante (TC6E)e teste de caminhada de seis minutos em corredor (TC6C). demonstrando a eficácia do TF associado ou não a VNI no tratamento de indivíduos com DOPC de moderada a grave obstrução. Conclusões - Ao término deste trabalho podemos constatar que a VNI, principalmente BiPAP pode aumentar a tolerância ao exercício, manter a oxigenação e reduzir a dispneia em pacientes com DPOC, constituindo um novo método a ser empregado pelo fisioterapeuta como coadjuvante ao treinamento físico. Palavras-chave: Ventilação não invasiva. Doença Obstrutiva Crônica. Exercício físico Referências BRASIL, Ministério da Saúde. Doenças respiratórias crônicas. Caderno de atenção básica. Brasilia: DF, 2010 BORGHI, A. S. Efeitos agudos da aplicação do bipap sobre a tolerância ao exercício físico em pacientes com DPOC. Rev. bras. fisioter. Vol. 9, No. 3, p , CARVALHO, J. et al. Resposta cardiorrespiratória ao exercício aeróbico com ventilação não-invasiva em portadores de DPOC. Disponível em <http://www.fiepbulletin.net/index.php/fiepbulletin/article/view/2380/0>. Acesso em: 22 mar GUARDENGHI, G. et al. Reabilitação Pulmonar na doença pulmonar obstrutiva crônica. Revista Integração. São Paulo. v. 15, n. 58, p , LONGUINI, A. F. A. Efeitos do treinamento físico em indivíduos com doença pulmonar obstrutiva crônica. Fisioterapia movimento. São Paulo. v. 22, n.4, p , out.-dez PEREIRA, M. O. C. et al. Efeito da pressão positiva contínua nas vias aéreas sobre os volumes pulmonares em portadores de doença pulmonar obstrutiva crônica. Rio de Janeiro. Pulmão. v. 18, n. 2, p Disponível em< >. Acesso em 21 mar PESSOA, Isabela M. B. Sclauser et al. Efeitos da ventilação não-invasiva sobre a hiperinsuflação dinâmica de pacientes com DPOC durante atividade da vida diária com os membros superiores. Rev. Bras. fisioterapia. vol.16, n.1, p.61-67, 2013.

5 PRESTO, B; DAMAZIO, L. Ventilação não invasiva. In: Fisioterapia na UTI. 2. Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, SAMPAIO, R.F; MANCINI, M.C. Estudos de revisão sistemática: um guia para síntese criteriosa da evidência científica. Rev. bras. fisioterapia. São Carlos, v. 11, n. 1, p , jan./fev SANQUES, T. S.; DUARTE, M. S. Prevenção à ventilação invasiva em pacientes portadores de doença pulmonar obstrutiva crônica, através do uso da ventilação não-invasiva com pressão positiva. Disponível em:< tifica/vni_no_dpoc.pdf>. Acesso em 21 mar VARGAS, Fernanda. Et al. Ventilaçao mecânica não invasiva aumenta a tolerância ao exercício em portadores doença pulmonar obstrutiva crônica grave a muito grave. Rev. Inspirar. Rio de Janeiro. v. 14, set-out, 2011.

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