MC404: Organização de Computadores e Linguagem de Montagem Lista de Exercícios

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MC404: Organização de Computadores e Linguagem de Montagem Lista de Exercícios"

Transcrição

1 MC404: Organização de Computadores e Linguagem de Montagem Lista de Exercícios 2 o semestre de Turmas E/F Prof. Edson Borin Questão 1. Qual a diferença entre as formas de armazenamento de dados little-endian e big-endian? Qual é a forma correta de armazenar dados? Questão 2. O que é ABI? Questão 3. O que é o modo de endereçamento pré-indexado com writeback? Como ele é indicado em uma instrução? Questão 4. O que são pseudo-instruções? Dê um exemplo de uma pseudo-instrução na linguagem de montagem do ARM. Questão 5. Quais os maiores e menores números que podem ser representados com 16 bits utilizando a notação posicional em complemento de 2? Questão 6. Qual é o significado e para que servem as flags N, V, C e Z nos processadores ARM? Questão 7. Qual(s) a(s) diferença(s) e semelhança(s) entre as codificações de texto ASCII, ISO (latin-1) e UTF-8? Questão 8. Como o programador pode detectar se houve overflow ao executar uma operação aritmética? Mostre um exemplo. Questão 9. Por que precisamos usar sufixos distintos para testar a condição menor que quando estamos lidando com números com e sem sinal? Quais são esses sufixos? Questão 10. Escreva um trecho de programa na linguagem de montagem do ARM que realize a soma de dois números de 128 bits armazenados nas posições de memória apontadas pelos registradores r1 e r2. O resultado deve ser armazenado na posição de memória apontada por r0. Questão 11. ou LSB)? Nas arquiteturas ARM, o bit 31 de um registrador é o mais ou o menos significativo (MSB Questão 12. Para quais tipos de dados da arquitetura ARM (byte, halfword e word) são mapeados os tipos char, short, int, long e long long da linguagem C? Questão 13. O que é um barramento? Por que é interessante conectar a memória e dispositivos de processamento gráfico em um barramento exclusivo, distinto dos outros barramentos utilizados para conectar dispositivos como portas serial e paralela e interfaces de rede? Questão 14. O que é um SoC (System-on-Chip)? Quais as vantagens e desvantagens dessa abordagem em relação à implementação de sistemas computacionais com múltiplos circuitos integrados? Questão 15. S? O que acontece com a flag carry após a execução de uma instrução aritmética sem o sufixo

2 Questão 16. Questão 17. Como os processadores ARM utilizam a flag carry nas instruções ADCS e SBCS? A flag C é uma das flags do processador ARM. a) Por que não é possível, na linha 3, recuperar a flag C gerada pela linha 1 no código abaixo? b) Em qual registrador a flag C fica armazenada? 1. ADDS r1, r2, r3 2. ADDS r4, r5, r6 3. BEQ rotulo Questão 18. Qual a diferença entre os mecanismos de chamada de função das arquiteturas ARM e família x86? Quais instruções são utilizadas e onde ficam armazenados os endereços de retorno? Questão 19. Por que não devemos escrever ou ler dados de um endereço mapeado para dispositivos de E/S quando estamos executando código em modo usuário? Descreva uma situação em que o não cumprimento dessa regra poderia gerar problemas. Questão 20. Qual instrução do ARM gera uma trap? Questão 21. O trecho de código abaixo desabilita interrupções no processador ARM. Se executado por um programa em modo usuário, ele pode fazer com que o sistema operacional nunca mais retome o controle sobre o processador, pois o dispositivo de relógio (exemplo: GPT) não conseguiria interromper o processador. Que mecanismos no processador ARM impedem que isso aconteça? msr r0, CPSR orr r0, r0, #0xC0 msr CPSR, r0 Questão 22. Questão 23. Cite três causas para a geração de exceções. Diferencie interrupções, exceções e traps. Questão 24. O que acontece se o fluxo de execução atingir uma posição de memória que não contém instruções válidas? Questão 25. O que o sistema operacional deve fazer para garantir que seu código será chamado para tratar interrupções, exceções e traps? Questão 26. Questão 27. Questão 28. O que significa o termo busy waiting? O que é uma interrupção? O que acontece em um processador ARM quando uma interrupção é gerada? Questão 29. A seguinte sequência de bytes representa uma cadeia de caracteres terminada em zero. Quais são as palavras representadas nesta cadeia? 4D f 63 6b Questão 30. neste código? O código abaixo deveria chamar a função foo count vezes. O que pode acontecer de errado

3 LDR r1, =count LDR r1, um contador comeco: BL foo SUB r1, #1 CMP r1, #0 BEQ exit B comeco Para que servem os barramentos de controle, endereço e dados? O que significa memory-mapped IO? Quais os registradores salvos automaticamente pelo hardware quando ocorre uma inter- Por que não é possível, em modo de usuário, modificar os bits menos significativos do O que o tratador de IRQ deve tratar? Questão 31. Questão 32. Questão 33. rupção? Questão 34. CPSR? Questão 35. Questão 36. Para que serve o tzic? Questão 37. Ao tentarmos executar uma instrução com opcode inválido isso causa uma interrução ou uma exceção? Por quê? Questão 38. Por que é necessário ajustar o PC e o CPSR ao mesmo tempo quande retornamos do modo supervisor para o modo user? Questão 39. Enumere os três modos de endereçamento de memória das instruções de load e store do ARM. Cite as diferenças e descreva suas sintaxes. Questão 40. O código a seguir atualiza o conteúdo do registrador base r0? Qual o modo de endereçamento utilizado? ldr r5, [r0],#+4 Questão 41. O que é o modo de endereçamento de memória indireto? Classifique as arquiteturas ARM e IAS em modo de endereçamento direto e indireto. Questão 42. Nos processadores ARM, instruções de leitura da memória (LDR) podem vir acompanhadas dos sufixos B e SB. Qual(s) a(s) diferença(s) entre eles? Questão 43. Escreva código em linguagem de montagem ARM para os seguintes trechos de código na linguagem de alto nível C. a) for(i=0;i<10;i++) y = y + i; b) for(k=10;k>0;--k) y = y - k;

4 Questão 44. Estime quanto tempo a aplicação abaixo leva para gerar overflow no registrador r1 quando executada em um computador com registradores de 64 bits e capacidade para executar 4 bilhões de instruções por segundo. E se o registrador tiver apenas 32 bits? signed long long i; MOV r1, 20 i = 20; while: do{ ADD r2, r2, #2 y = y + 2; ADD r1, r1, #1 i = i + 1; CMP r1, #0 } while (i>0); BGE while Questão 45. Preencha a tabela a seguir com o sufixo das instruções ARM corretos. com sinal sem sinal condição sufixo condição sufixo igual igual diferente diferente maior que maior que menor que menor que maior ou igual maior ou igual menor ou igual menor ou igual Questão 46. Qual a diferença entre as instruções BLO e BL? Questão 47. Escreva código em linguagem de montagem ARM para o seguinte trecho de código na linguagem de alto nível C. Utilize os modos de endereçamento de memória pré- e/ou pós-indexados. int y[10]; for(i=0;i<10;i++) y[i] = i; Questão 48. Uma chamada de sistema, ou syscall, é um mecanismo que permite a uma aplicação se comunicar com o sistema operacional. Que tipo de suporte os processadores ARM disponibilizam para facilitar a implementação deste mecanismo? Questão 49. Escreva um código em linguagem de montagem do ARM que aloque na pilha um registro do tipo descrito a seguir e inicie o valor do campo b com o valor 2. struct x{ int a; int b; } Questão 50. Qual é o papel dos registradores R11 e R14? Questão 51. Questão 52. em C: O que é o FP? Qual a sua utilidade? Onde ele é armazenado na arquitetura ARM? Como você traduziria para linguagem de montagem do ARM o código e estrutura de dados y.valor = &x;

5 Onde y e x são variáveis do tipo struct no, definido abaixo. struct no{ int valor; struct no * proximo; } Questão 53. Considere a estrutura em linguagem de montagem do ARM: id:.space 12 que representa em C : struct id{ int cpf; char cod[4]; int idade; } Escreva um trecho de código em linguagem de montagem do ARM para colocar o valor 21 no campo idade. Questão 54. Qual o tamanho, em bytes, de cada uma das estruturas abaixo? Justifique. struct s1{ struct s2{ struct s3{ int x; int x; int x; int y; int y; double y; char z[256]; char *z; float z; } } } Questão 55. Na arquitetura ARM, por que não conseguimos acessar endereços de memória longínquos com uma única instrução de leitura (load) verdadeira? Que método utilizamos, na linguagem de montagem do ARM, para contornar esse problema? Questão 56. O que acontece quando um programa executando em modo usuário (User) tenta acessar uma posição de memória inválida ou protegida? Questão 57. Segundo a ABI do ARM, a pilha de execução é decrescente e cheia. Descreva uma pilha crescente e vazia. Apresente trechos de código para empilhamento e desempilhamento de elementos. Questão 58. Com relação à arquitetura dos processadores ARM: a) O que é e para que serve a pilha de execução? b) Descreva sua implementação distinguindo o que faz parte do hardware e o que faz parte do software. c) Como a pilha é inicializada? Questão 59. Em termos da organização dos dados na memória, qual a diferença entre usar os seguintes métodos para inserir e remover da pilha de execução? stmfd sp!, {r4,r5,r1} str r4, [sp,#-4]!... str r5, [sp,#-4]! ldmfd sp!, {r4,r5,r1} str r1, [sp,#-4]!... ldr r1, [sp],#+4 ldr r5, [sp],#+4 ldr r4, [sp],#+4

6 Questão 60. De quem é o papel de desempilhar os valores armazenados na pilha para passagem de parâmetros? Da função chamada ou da função que a chama (chamadora)? Questão 61. Nos processadores da família x86 da Intel, não existe um registrador dedicado ao armazenamento do endereço de retorno de uma chamada de função (como o registrador LR no ARM). Nessa família, o endereço de retorno é automaticamente salvo na pilha pela instrução para chamada de funções (CALL) e automaticamente recuperado da pilha pela instrução de retorno (RET). Cite um caso em que esse comportamento pode gerar perda de desempenho na execução de programas. Questão 62. Suponha um sistema computacional desenhado para mostrar o andar atual onde se encontra um elevador de um prédio comercial em Manhattan. Esse sistema conta com um processador ARM capaz de executar 300 milhões de instruções por segundo e com o seguinte código (polling) para consulta ao sensor de andar atual: ldr r0, =sensor_status busy_wait: ldr r1, [r0] cmp r1, r2 beq busy_wait bne compare with old status Qual a velocidade máxima, em andares por segundo, que o elevador do prédio nova-iorquino pode atingir, sem que o mostrador perca um andar? Questão 63. Descreva os métodos de passagem de parâmetros por valor e referência em termos de linguagem de montagem. Questão 64. Qual a diferença entre variáveis locais e globais, em termos de linguagem de montagem? Questão 65. O que são chamadas de sistema e por que elas são importantes? Como realizamos chamadas de sistema de acordo com a ABI do ARM? Dê um exemplo. Questão 66. Na arquitetura ARM: a) como sabemos quantos valores estão armazenados na pilha na chamada de funções com número fixo de parâmetros? b) e na chamada de função com quantidade variável de parâmetros? Questão 67. Como podemos desempilhar 5 palavras armazenadas na pilha com uma única instrução, levando em consideração que não precisamos mais dos dados armazenados nas palavras? Questão 68. O que são registradores caller save e callee save? O que define a convenção de chamada de funções do ARM (APCS)? Questão 69. ARM? Questão 70. Por que temos dois tipos de interrupções de hardware (FIQ e IRQ) nos processadores Diferencie os conceitos de pilha e heap em memória. Questão 71. O que é o vetor de interrupções? Qual a diferença entre armazenar um endereço ou uma instrução no vetor de interrupções? Como funciona o vetor de interrupções dos processadores ARM? Questão 72. Em qual destes trechos de código estamos passando um valor por referência?

7 Trecho1: LDR R0, =a BL funcao Trecho2: LDR R0, =a LDR R0, [R0] BL funcao Questão 73. Quando não é necessário guardar o valor de LR na pilha em uma chamada de função? Questão 74. Qual o valor que será armazenado no topo da pilha após a execução da instrução STMDB SP!, {R5, R4, LR}? Questão 75. Dado que o código pode ler e modificar dados que estão armazenados no meio da pilha do programa por que a chamamos de pilha? Questão 76. Questão 77. interrupção? Quantos modos possuem os processadores ARM? Liste-os e descreva as suas funções. Para que servem os registradores lr irq e lr fiq? Quem os preenche no evento de uma Questão 78. Como podemos determinar qual dispositivo gerou uma interrupção na plataforma usada durante o curso? Questão 79. Qual o endereço da primeira instrução executada pelo processador ARM após o evento de reset? Em um computador com processador ARM, para onde é tipicamente mapeada esse endereço? Questão 80. Questão 81. Onde e por quem é salvo o contexto de execução de um processo? No âmbito de um sistema operacional, o que significa a expressão salvar o contexto? Questão 82. Desviar o fluxo de execução para uma rotina de tratamento, quando uma interrupção ocorre, é papel do software ou do hardware? E salvar o contexto? Questão 83. Como alocamos uma variável local na pilha?

ENTRADA E SAÍDA (I/O)

ENTRADA E SAÍDA (I/O) MICROPROCESSADORES II (EMA864315) ENTRADA E SAÍDA (I/O) 1 O SEMESTRE / 2015 Alexandro Baldassin MATERIAL DIDÁTICO Patterson & Hennessy (4a edição) Capítulo 6 (Tópicos I/O) 6.1 Introduction 6.5 Connecting

Leia mais

Arquitetura de Computadores. Tipos de Instruções

Arquitetura de Computadores. Tipos de Instruções Arquitetura de Computadores Tipos de Instruções Tipos de instruções Instruções de movimento de dados Operações diádicas Operações monádicas Instruções de comparação e desvio condicional Instruções de chamada

Leia mais

Organização e Arquitetura de Computadores

Organização e Arquitetura de Computadores Organização e Arquitetura de Computadores Entrada e saída Alexandre Amory Edson Moreno Nas Aulas Anteriores Foco na Arquitetura e Organização internas da Cleo Modelo Von Neuman Circuito combinacional Circuito

Leia mais

3/9/2010. Ligação da UCP com o barramento do. sistema. As funções básicas dos registradores nos permitem classificá-los em duas categorias:

3/9/2010. Ligação da UCP com o barramento do. sistema. As funções básicas dos registradores nos permitem classificá-los em duas categorias: Arquitetura de Computadores Estrutura e Funcionamento da CPU Prof. Marcos Quinet Universidade Federal Fluminense P.U.R.O. Revisão dos conceitos básicos O processador é o componente vital do sistema de

Leia mais

Sistemas Operacionais. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com

Sistemas Operacionais. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Sistemas Operacionais Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Estruturas de Sistemas de Computação O sistema operacional precisa garantir a operação correta do sistema de computação. Operação

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Sistemas de Entrada/Saída Princípios de Hardware Sistema de Entrada/Saída Visão Geral Princípios de Hardware Dispositivos de E/S Estrutura Típica do Barramento de um PC Interrupções

Leia mais

MIPS. Prof. Carlos Bazilio http://www.ic.uff.br/~bazilio bazilio@ic.uff.br

MIPS. Prof. Carlos Bazilio http://www.ic.uff.br/~bazilio bazilio@ic.uff.br MIPS Prof. Carlos Bazilio http://www.ic.uff.br/~bazilio bazilio@ic.uff.br Introdução Plataforma projetada da parceria entre NEC, Nintendo, Silicon Graphics e Sony Possui um conjunto de instruções que e

Leia mais

Componentes básicos de um sistema computacional. Cap. 1 (Stallings)

Componentes básicos de um sistema computacional. Cap. 1 (Stallings) Componentes básicos de um sistema computacional Cap. 1 (Stallings) 1 Sistema de Operação Explora recursos de hardware de um ou mais processadores Provê um conjunto de serviços aos utilizadores Gerencia

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS - Nro. 01

LISTA DE EXERCÍCIOS - Nro. 01 Professor responsável: Fernando Santos Osório Semestre: 2010/2 Horário: Quarta 21h00 [Arquiteturas Clássicas] USP ICMC SSC SSC0510 - Arquitetura de Computadores E-mail: fosorio icmc.usp.br fosorio gmail.com

Leia mais

Visão Geral de Sistemas Operacionais

Visão Geral de Sistemas Operacionais Visão Geral de Sistemas Operacionais Sumário Um sistema operacional é um intermediário entre usuários e o hardware do computador. Desta forma, o usuário pode executar programas de forma conveniente e eficiente.

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Aula 5 Estrutura de Sistemas de Computação Prof.: Edilberto M. Silva http://www.edilms.eti.br Baseado no material disponibilizado por: SO - Prof. Edilberto Silva Prof. José Juan Espantoso

Leia mais

Estrutura de um Computador

Estrutura de um Computador SEL-0415 Introdução à Organização de Computadores Estrutura de um Computador Aula 7 Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira MODELO DE VON NEUMANN PRINCÍPIOS A arquitetura de um computador consiste de

Leia mais

CAPÍTULO 3 NÍVEL ISA. 3.1 Introdução ao Nível de Arquitetura do Conjunto de Instruções

CAPÍTULO 3 NÍVEL ISA. 3.1 Introdução ao Nível de Arquitetura do Conjunto de Instruções CAPÍTULO 3 NÍVEL ISA 3.1 Introdução ao Nível de Arquitetura do Conjunto de Instruções O Nível de Arquitetura do Conjunto de Instruções (ISA - Instruction Set Architecture) é a interface entre software

Leia mais

Entradas/Saídas. Programação por interrupções Conceitos gerais Programação da porta série Transmissão

Entradas/Saídas. Programação por interrupções Conceitos gerais Programação da porta série Transmissão Entradas/Saídas Programação por interrupções Conceitos gerais Programação da porta série Transmissão Problemas a resolver Como identificar a interrupção? Motivo da interrupção Que rotina executar? Como

Leia mais

Arquitetura de Computadores - Revisão -

Arquitetura de Computadores - Revisão - Arquitetura de Computadores - Revisão - Principais funções de um Sistema Operacional Componentes básicos da Arquitetura Barramentos Registradores da CPU Ciclo de Instruções Interrupções Técnicas de E/S

Leia mais

Arquitetura de Computadores. Prof. João Bosco Jr.

Arquitetura de Computadores. Prof. João Bosco Jr. Arquitetura de Computadores Prof. João Bosco Jr. Unidade II Aula 1 Nível ISA Posicionado entre a microarquitetura e o SO Define a arquitetura (Conjunto de Instruções) É a interface entre o Software e o

Leia mais

ENTRADA E SAÍDA DE DADOS

ENTRADA E SAÍDA DE DADOS ENTRADA E SAÍDA DE DADOS Os dispositivos de um computador compartilham uma única via de comunicação BARRAMENTO. BARRAMENTO Elétrica/Mecânica + Protocolo. GERENCIAMENTO DE E/S O controle da troca de dados

Leia mais

Introdução. INF1005 Programação I 33K Prof. Gustavo Moreira gmoreira@inf.puc-rio.br

Introdução. INF1005 Programação I 33K Prof. Gustavo Moreira gmoreira@inf.puc-rio.br Introdução INF1005 Programação I 33K Prof. Gustavo Moreira gmoreira@inf.puc-rio.br introdução Tópicos conceitos básicos o que é um programa um programa na memória decifrando um código referência Capítulo

Leia mais

ArchC. Wesley Nunes Gonçalves

ArchC. Wesley Nunes Gonçalves Implementação do Processador ARM7 em ArchC Wesley Nunes Gonçalves 23 de novembro de 2007 ARM7 Instruções Implementadas O ARM possui 37 registradores, sendo 31 registradores de propósito geral e 6 registradores

Leia mais

Arquitetura de Computadores I

Arquitetura de Computadores I Arquitetura de Computadores I Pipeline -- Execções -- Edson Moreno edson.moreno@pucrs.br http://www.inf.pucrs.br/~emoreno Exceções Exceções (ou interrupções ou falta) Desvio para um endereço que não faz

Leia mais

Nível da Arquitetura do Conjunto das Instruções

Nível da Arquitetura do Conjunto das Instruções Nível da Arquitetura do Conjunto das Instruções (Aula 13) Fluxo de Controle Fluxo Seqüencial de Controle e Desvios (1) Fluxo de Controle: É a seqüência na qual instruções são dinamicamente executadas Isto

Leia mais

Primeiro nível desenvolvido, historicamente Atualmente existente entre o nível da microarquitetura e do sistema operacional

Primeiro nível desenvolvido, historicamente Atualmente existente entre o nível da microarquitetura e do sistema operacional Capítulo 5 Nível ISA Primeiro nível desenvolvido, historicamente Atualmente existente entre o nível da microarquitetura e do sistema operacional Compatibilidade com os níveis ISA anteriores!! => Pressão

Leia mais

Componentes do Computador e. aula 3. Profa. Débora Matos

Componentes do Computador e. aula 3. Profa. Débora Matos Componentes do Computador e modelo de Von Neumann aula 3 Profa. Débora Matos O que difere nos componentes que constituem um computador? Princípios básicos Cada computador tem um conjunto de operações e

Leia mais

BARRAMENTO DO SISTEMA

BARRAMENTO DO SISTEMA BARRAMENTO DO SISTEMA Memória Principal Processador Barramento local Memória cachê/ ponte Barramento de sistema SCSI FireWire Dispositivo gráfico Controlador de vídeo Rede Local Barramento de alta velocidade

Leia mais

Introdução à Arquitetura de Computadores

Introdução à Arquitetura de Computadores 1 Introdução à Arquitetura de Computadores Hardware e software Organização de um computador: Processador: registradores, ALU, unidade de controle Memórias Dispositivos de E/S Barramentos Linguagens de

Leia mais

Mecanismo de Interrupção

Mecanismo de Interrupção Mecanismo de Interrupção Paralelismo de Operação Num sistema multiprogramado a CPU está sempre apta a compartilhar o seu tempo entre os vários programas e os diferentes dispositivos periféricos que necessitam

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS ABERTOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br

SISTEMAS OPERACIONAIS ABERTOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br - Módulo 4 - ENTRADAS E SAIDAS Uma das principais funções dos sistemas operacionais é controlar os dispositivos de entrada e saída (E/S ou I/O). O Sistema Operacional deve ser capaz de enviar comandos

Leia mais

SO - Conceitos Básicos. Introdução ao Computador 2010/01 Renan Manola

SO - Conceitos Básicos. Introdução ao Computador 2010/01 Renan Manola SO - Conceitos Básicos Introdução ao Computador 2010/01 Renan Manola Definição de SO É uma camada de software que opera entre o hardware e os programas aplicativos voltados ao usuário final. É uma estrutura

Leia mais

Estruturas do Sistema de Computação

Estruturas do Sistema de Computação Estruturas do Sistema de Computação Prof. Dr. José Luís Zem Prof. Dr. Renato Kraide Soffner Prof. Ms. Rossano Pablo Pinto Faculdade de Tecnologia de Americana Centro Paula Souza Estruturas do Sistema de

Leia mais

Tipos de sistemas operacionais

Tipos de sistemas operacionais Tipos de sistemas operacionais Sistemas Operacionais de Computadores de Grande Porte Sistemas Operacionais para Servidores Sistemas Operacionais de Multiprocessadores Sistemas Operacionais para Computadores

Leia mais

discos impressora CPU memória AULA 04 - Estruturas de Sistemas Computacionais Operação dos sistemas de computação Controlador de disco

discos impressora CPU memória AULA 04 - Estruturas de Sistemas Computacionais Operação dos sistemas de computação Controlador de disco AULA 04 - Estruturas Sistemas Computacionais Nosso objetivo é apenas revisar conceitos relacionados a estrutura geral um sistema computacional para pois explicarmos os talhes operação do sistema e como

Leia mais

Conceitos de Linguagens de Programação

Conceitos de Linguagens de Programação Conceitos de Linguagens de Programação Aula 07 Nomes, Vinculações, Escopos e Tipos de Dados Edirlei Soares de Lima Introdução Linguagens de programação imperativas são abstrações

Leia mais

LABORATÓRIO DE LINGUAGEM DE MONTAGEM INTERRUPÇÕES DO DOS E DA BIOS

LABORATÓRIO DE LINGUAGEM DE MONTAGEM INTERRUPÇÕES DO DOS E DA BIOS LABORATÓRIO DE LINGUAGEM DE MONTAGEM INTERRUPÇÕES DO DOS E DA BIOS Capítulo 15 do livro-texto, págs. 309 a 330 Impressora Scanner Monitor Flop Disk Modem Floppy drive "CPU" HD CD ROM Teclado Mouse Dispositivos

Leia mais

NOTAS DE AULA Prof. Antonio Carlos Schneider Beck Filho (UFSM) Prof. Júlio Carlos Balzano de Mattos (UFPel) Arquitetura de Von Neumann

NOTAS DE AULA Prof. Antonio Carlos Schneider Beck Filho (UFSM) Prof. Júlio Carlos Balzano de Mattos (UFPel) Arquitetura de Von Neumann Universidade Federal de Santa Maria NOTAS DE AULA Prof. Antonio Carlos Schneider Beck Filho (UFSM) Prof. Júlio Carlos Balzano de Mattos (UFPel) Arquitetura de Von Neumann O modelo (ou arquitetura) de von

Leia mais

Conjunto de Instruções. Conjunto de Instruções

Conjunto de Instruções. Conjunto de Instruções Conjunto de Instruções It is easy to see by formal-logical methods that there exist certain [instruction sets] that are in abstract adequate to control and cause the execution of any sequence of operations...

Leia mais

Memória Cache. Prof. Leonardo Barreto Campos 1

Memória Cache. Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Memória Cache Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Sumário Introdução; Projeto de Memórias Cache; Tamanho; Função de Mapeamento; Política de Escrita; Tamanho da Linha; Número de Memórias Cache; Bibliografia.

Leia mais

Conjunto de instruções do CPU. Arquitectura de um computador. Definição das instruções (1) Definição das instruções (2)

Conjunto de instruções do CPU. Arquitectura de um computador. Definição das instruções (1) Definição das instruções (2) Arquitectura de um computador Caracterizada por: Conjunto de instruções do processador (ISA Estrutura interna do processador (que registadores existem, etc Modelo de memória (dimensão endereçável, alcance

Leia mais

Introdução à programação em linguagem assembly

Introdução à programação em linguagem assembly Introdução à programação em linguagem assembly Espaço de endereçamento Instruções de acesso à memória Modos de endereçamento Diretivas Tabelas Pilha Rotinas Arquitetura de Computadores Introdução à programação

Leia mais

Dispositivos de Entrada e Saída

Dispositivos de Entrada e Saída SEL-0415 Introdução à Organização de Computadores Dispositivos de Entrada e Saída Aula 9 Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira ENTRADA e SAÍDA (E/S) (I/O - Input/Output) n Inserção dos dados (programa)

Leia mais

Arquitetura de Computadores I

Arquitetura de Computadores I Arquitetura de Computadores I Pipeline -- Conflito de dados paradas e adiantamentos -- Conflito de controle detecção de desvios e descarte de instruções -- Edson Moreno edson.moreno@pucrs.br http://www.inf.pucrs.br/~emoreno

Leia mais

Unidade Central de Processamento (CPU) Processador. Renan Manola Introdução ao Computador 2010/01

Unidade Central de Processamento (CPU) Processador. Renan Manola Introdução ao Computador 2010/01 Unidade Central de Processamento (CPU) Processador Renan Manola Introdução ao Computador 2010/01 Componentes de um Computador (1) Computador Eletrônico Digital É um sistema composto por: Memória Principal

Leia mais

CAPÍTULO 7 NÍVEL DE LINGUAGEM DE MONTAGEM

CAPÍTULO 7 NÍVEL DE LINGUAGEM DE MONTAGEM CAPÍTULO 7 NÍVEL DE LINGUAGEM DE MONTAGEM 71 Introdução Difere dos níveis inferiores por ser implementado por tradução A tradução é usada quando um processador está disponível para uma mensagem fonte mas

Leia mais

Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com /

Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com / Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com / andre.belini@ifsp.edu.br MATÉRIA: ICO Aula N : 09 Tema: Unidade Central de

Leia mais

MODOS DE ENDEREÇAMENTO

MODOS DE ENDEREÇAMENTO UNINGÁ UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR INGÁ FACULDADE INGÁ DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ERINALDO SANCHES NASCIMENTO MODOS DE ENDEREÇAMENTO MARINGÁ 2014 SUMÁRIO 6 MODOS DE ENDEREÇAMENTO...2 6.1 ENDEREÇAMENTO

Leia mais

Trabalho 3. MC404, 1 o semestre de 2012, turmas A e B 19 de junho de 2012

Trabalho 3. MC404, 1 o semestre de 2012, turmas A e B 19 de junho de 2012 Trabalho 3 MC404, 1 o semestre de 2012, turmas A e B 19 de junho de 2012 O trabalho 3 é dividido em duas partes: código de sistema e código de usuário. Estas partes estão descritas nas seções abaixo. Você

Leia mais

CAPÍTULO 2 CARACTERÍSTICAS DE E/S E PORTA PARALELA

CAPÍTULO 2 CARACTERÍSTICAS DE E/S E PORTA PARALELA 8 CAPÍTULO 2 CARACTERÍSTICAS DE E/S E PORTA PARALELA A porta paralela, também conhecida por printer port ou Centronics e a porta serial (RS-232) são interfaces bastante comuns que, apesar de estarem praticamente

Leia mais

Linguagem de Montagem

Linguagem de Montagem Linguagem de Montagem Procedimentos e a Pilha Slides baseados em material associado ao livro Introduction to Assembly Language Programming, Sivarama Dandamudi 1 O que é a pilha? A pilha é uma estrutura

Leia mais

SIS17-Arquitetura de Computadores

SIS17-Arquitetura de Computadores Sistema de Computação SIS17-Arquitetura de Computadores Apresentação da Disciplina Peopleware Hardware Software Carga Horária: 40 horas 2 Computadores atuais Unidade Central de Processamento Entrada Computadores

Leia mais

Arquitetura de Computadores para. Sistemas Operacionais. Sistemas Operacionais. Sumário

Arquitetura de Computadores para. Sistemas Operacionais. Sistemas Operacionais. Sumário Arquitetura de Computadores para Sistemas Operacionais Arquitetura de Computadores para Sistemas Operacionais Tecnologias em Informática 2o Semestre Sistemas Operacionais Prof. Cid R Andrade Sumário Conhecer

Leia mais

PROFESSOR ÉVERSON MATIAS DE MORAIS SISTEMAS OPERACIONAIS. Sistemas operacionais (so) Roteiro

PROFESSOR ÉVERSON MATIAS DE MORAIS SISTEMAS OPERACIONAIS. Sistemas operacionais (so) Roteiro PROFESSOR ÉVERSON MATIAS DE MORAIS Graduação em Processamento de Dados Especialização em Ciência da Computação Mestrado em Ciência da Computação SISTEMAS OPERACIONAIS Aula 1 Sistemas operacionais (so)

Leia mais

Objetivos Gerais. Arquitetura de Computadores. Arquiteturas estudadas. O Computador Neander

Objetivos Gerais. Arquitetura de Computadores. Arquiteturas estudadas. O Computador Neander Objetivos Gerais Arquitetura de Computadores Prof. Fábio M. Costa Instituto de Informática UFG 1S/2005 ISA Parte II: Arquiteturas-Exemplo Simuladores e Máquinas Reais Demonstrar os conceitos genéricos

Leia mais

ARQUITETURA DE COMPUTADORES

ARQUITETURA DE COMPUTADORES 01001111 01110010 01100111 01100001 01101110 01101001 01111010 01100001 11100111 11100011 01101111 00100000 01100100 01100101 00100000 01000011 01101111 01101101 01110000 01110101 01110100 01100001 01100100

Leia mais

William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição

William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição Capítulo 7 Entrada/saída Os textos nestas caixas foram adicionados pelo Prof. Joubert slide 1 Problemas de entrada/saída Grande variedade

Leia mais

4-1. Parte2: A Arquitetura do Conjunto de Instruções

4-1. Parte2: A Arquitetura do Conjunto de Instruções 4-1 Parte2: A Arquitetura do Conjunto de Instruções 4-2 Bibliografia [1] Miles J. Murdocca e Vincent P. Heuring, Introdução à Arquitetura de Computadores [2] Marcelo Rubinstein Transparências do curso

Leia mais

Interrupções. As interrupções são casos especiais de chamadas de procedimentos.

Interrupções. As interrupções são casos especiais de chamadas de procedimentos. Interrupções Uma interrupção é equivalente a uma chamada de procedimento. A chamada é equivalente a um CALL gerado pela execução de uma instrução. As interrupções são casos especiais de chamadas de procedimentos.

Leia mais

Organização de Computadores 1

Organização de Computadores 1 Organização de Computadores 1 5 CONJUNTO DE INSTRUÇÕES Prof. Luiz Gustavo A. Martins Introdução O que é um conjunto de instruções? Coleção completa das instruções que a CPU é capaz de executar (entende).

Leia mais

Infraestrutura de Hardware. Memória Virtual

Infraestrutura de Hardware. Memória Virtual Infraestrutura de Hardware Memória Virtual Perguntas que Devem ser Respondidas ao Final do Curso Como um programa escrito em uma linguagem de alto nível é entendido e executado pelo HW? Qual é a interface

Leia mais

Capítulo 3 Processadores de Propósito Geral: Software

Capítulo 3 Processadores de Propósito Geral: Software Capítulo 3 Processadores de Propósito Geral: Software Prof. Romis Attux EA075 2015 Obs: Os slides são parcialmente baseados nos dos autores do livro texto Processadores de Propósito Geral Um processador

Leia mais

2 Formalidades referentes ao trabalho

2 Formalidades referentes ao trabalho Bacharelado em Ciência da Computação DINF / UFPR Projetos Digitais e Microprocessadores 1 o Semestre de 2006 MICO-v12.r0 07/03/2006 Profs. Luis Allan Künzle e Armando Luiz Nicolini Delgado Atenção: Este

Leia mais

Arquitetura de computadores - Endianness

Arquitetura de computadores - Endianness Arquitetura de computadores - Endianness Há diversos sistemas computacionais existentes no mercado. É de extrema importância destacar um ponto de diferenciação entre eles, que são as plataformas e arquiteturas.

Leia mais

PROJETO LÓGICO DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br

PROJETO LÓGICO DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br - Aula 5 - O NÍVEL DA LINGUAGEM DE MONTAGEM 1. INTRODUÇÃO É relativamente fácil compreender os fundamentos da programação de computadores, sob o ponto de vista da inteligibilidade dos comandos de alto

Leia mais

Software Básico. nível de linguagem de montagem (assembly) Tanembaum, capítulo 7

Software Básico. nível de linguagem de montagem (assembly) Tanembaum, capítulo 7 Software Básico nível de linguagem de montagem (assembly) Tanembaum, capítulo 7 Linguagem de montagem (Assembly) Abstração simbólica da linguagem de máquina Traduzida pelo programa assembler Mapeada diretamente

Leia mais

Máquina de estados UNIX O

Máquina de estados UNIX O Estruturas Processos de Controle (Aula 5) Aula Interrupções Profa. Patricia Gerência fluxo, execução D. O Abstração passada Criação podendo de gerar hw e transição sw (mudança de CostaLPRM/DI/UFES que

Leia mais

Máquina de estados UNIX O. Sistemas Operacionais 2008/1Profa. Patricia S.O. computação: recursos D. S.O S.O. controla eventos no sistema de

Máquina de estados UNIX O. Sistemas Operacionais 2008/1Profa. Patricia S.O. computação: recursos D. S.O S.O. controla eventos no sistema de Estruturas Processos de Controle (Aula 5) Aula Interrupções Profa. Patricia Gerência fluxo, execução D. O Abstração passada Criação podendo de gerar hw e transição sw (mudança de CostaLPRM/DI/UFES que

Leia mais

Programando o computador IAS

Programando o computador IAS Programando o computador IAS Edson Borin e Rafael Auler 21 de março de 2012 1 Introdução O computador IAS foi um dos primeiros computadores a implementar o conceito do programa armazenado. Neste paradigma,

Leia mais

LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO PARA ENGENHARIA INTRODUÇÃO À ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES

LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO PARA ENGENHARIA INTRODUÇÃO À ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO PARA ENGENHARIA INTRODUÇÃO À ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1 Objetivos Apresentar o funcionamento do computador Apresentar a função da memória e dos dispositivos

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: ARQUITETURA DE COMPUTADORES

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: ARQUITETURA DE COMPUTADORES FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: ARQUITETURA DE COMPUTADORES Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos cpgcarlos@yahoo.com.br www.oficinadapesquisa.com.br Conceito de Computador Um computador digital é

Leia mais

Visão Geral de Pipelining

Visão Geral de Pipelining Pipeline Visão Geral de Pipelining Instruções MIPS têm mesmo tamanho Mais fácil buscar instruções no primeiro estágio e decodificar no segundo estágio IA-32 Instruções variam de 1 byte a 17 bytes Instruções

Leia mais

PROVA ESPECÍFICA Cargo 24

PROVA ESPECÍFICA Cargo 24 17 PROVA ESPECÍFICA Cargo 24 QUESTÃO 36 Considere que, no algoritmo em alto nível a seguir, V seja um vetor de inteiros contendo 10 posições indexadas de 0 a 9, e as demais variáveis sejam inteiras. 1.

Leia mais

28/9/2010. Unidade de Controle Funcionamento e Implementação

28/9/2010. Unidade de Controle Funcionamento e Implementação Arquitetura de Computadores Unidade de Controle Funcionamento e Implementação Prof. Marcos Quinet Universidade Federal Fluminense P.U.R.O. Operação da Unidade de Controle Unidade de controle: parte do

Leia mais

Sistemas Operacionais 2014 Introdução. Alexandre Augusto Giron alexandre.a.giron@gmail.com

Sistemas Operacionais 2014 Introdução. Alexandre Augusto Giron alexandre.a.giron@gmail.com Sistemas Operacionais 2014 Introdução Alexandre Augusto Giron alexandre.a.giron@gmail.com Roteiro Sistemas Operacionais Histórico Estrutura de SO Principais Funções do SO Interrupções Chamadas de Sistema

Leia mais

Sistemas Operacionais. Revisando alguns Conceitos de Hardware

Sistemas Operacionais. Revisando alguns Conceitos de Hardware Sistemas Operacionais Revisando alguns Conceitos de Hardware Sumário Hardware Processador Memória principal Cache Memória secundária Dispositivos de E/S e barramento Pipelining Arquiteturas RISC e CISC

Leia mais

CONSTRUÇÃO DE UMA UCP HIPOTÉTICA M++ INTRODUÇÃO

CONSTRUÇÃO DE UMA UCP HIPOTÉTICA M++ INTRODUÇÃO CONSTRUÇÃO DE UMA UCP HIPOTÉTICA M++ INTRODUÇÃO O seguinte artigo apresenta uma UCP hipotética construída no software simulador DEMOWARE Digital Works 3.04.39. A UCP (Unidade Central de Processamento)

Leia mais

Sistemas Operacionais Entrada / Saída. Carlos Ferraz (cagf@cin.ufpe.br) Jorge Cavalcanti Fonsêca (jcbf@cin.ufpe.br)

Sistemas Operacionais Entrada / Saída. Carlos Ferraz (cagf@cin.ufpe.br) Jorge Cavalcanti Fonsêca (jcbf@cin.ufpe.br) Sistemas Operacionais Entrada / Saída Carlos Ferraz (cagf@cin.ufpe.br) Jorge Cavalcanti Fonsêca (jcbf@cin.ufpe.br) Tópicos Princípios do hardware de E/S Princípios do software de E/S Camadas do software

Leia mais

Algoritmos e Estruturas de Dados I 01/2013. Estruturas Condicionais e de Repetição (parte 2) Pedro O.S. Vaz de Melo

Algoritmos e Estruturas de Dados I 01/2013. Estruturas Condicionais e de Repetição (parte 2) Pedro O.S. Vaz de Melo Algoritmos e Estruturas de Dados I 01/2013 Estruturas Condicionais e de Repetição (parte 2) Pedro O.S. Vaz de Melo Problema 1 Suponha que soma (+) e subtração (-) são as únicas operações disponíveis em

Leia mais

Sistemas Operacionais Cap 2 Estruturas de Sistemas Computacionais

Sistemas Operacionais Cap 2 Estruturas de Sistemas Computacionais Estruturas de Sistemas Computacionais Por que estudar a arquitetura de sistemas computacionais? Talvez porque o comportamento de um sistema operacional está ligado aos mecanismos de E/S de um computador.

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS CAPÍTULO 3 CONCORRÊNCIA

SISTEMAS OPERACIONAIS CAPÍTULO 3 CONCORRÊNCIA SISTEMAS OPERACIONAIS CAPÍTULO 3 CONCORRÊNCIA 1. INTRODUÇÃO O conceito de concorrência é o princípio básico para o projeto e a implementação dos sistemas operacionais multiprogramáveis. O sistemas multiprogramáveis

Leia mais

Aula 3. Sistemas Operacionais. Prof: Carlos Eduardo de Carvalho Dantas (carloseduardoxpto@gmail.com) http://carloseduardoxp.wordpress.

Aula 3. Sistemas Operacionais. Prof: Carlos Eduardo de Carvalho Dantas (carloseduardoxpto@gmail.com) http://carloseduardoxp.wordpress. Sistemas Operacionais Aula 3 Prof: Carlos Eduardo de Carvalho Dantas (carloseduardoxpto@gmail.com) http://carloseduardoxp.wordpress.com Nunca cone em um computador que você não pode jogar pela janela.

Leia mais

SIS17 - Arquitetura de Computadores

SIS17 - Arquitetura de Computadores SIS17 - Arquitetura de Computadores Organização Básica B de Computadores (Parte I) Organização Básica B de Computadores Composição básica b de um Computador eletrônico digital Processador Memória Memória

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Aula 13 Gerência de Memória Prof.: Edilberto M. Silva http://www.edilms.eti.br Baseado no material disponibilizado por: SO - Prof. Edilberto Silva Prof. José Juan Espantoso Sumário

Leia mais

Organização e Arquitetura de Computadores I

Organização e Arquitetura de Computadores I Organização e Arquitetura de Computadores I Caminho de Dados Slide 1 Sumário Introdução Convenções Lógicas de Projeto Construindo um Caminho de Dados O Controle da ULA Projeto da Unidade de Controle Principal

Leia mais

MC102 Algoritmos e programação de computadores Aula 3: Variáveis

MC102 Algoritmos e programação de computadores Aula 3: Variáveis MC102 Algoritmos e programação de computadores Aula 3: Variáveis Variáveis Variáveis são locais onde armazenamos valores na memória. Toda variável é caracterizada por um nome, que a identifica em um programa,

Leia mais

Organização de Computadores. (Aula 5) Entrada/Saída

Organização de Computadores. (Aula 5) Entrada/Saída Organização de Computadores (Aula 5) Entrada/Saída Entrada e Saída (Input/Output I/O) Computador: Processador, Memória (principal e secundária) Equipamentos (dispositivos, elementos, unidades,...) de Entrada/Saída

Leia mais

Análises Geração RI (representação intermediária) Código Intermediário

Análises Geração RI (representação intermediária) Código Intermediário Front-end Análises Geração RI (representação intermediária) Código Intermediário Back-End Geração de código de máquina Sistema Operacional? Conjunto de Instruções do processador? Ambiente de Execução O

Leia mais

Processadores BIP. Conforme Morandi et al (2006), durante o desenvolvimento do BIP, foram definidas três diretrizes de projeto:

Processadores BIP. Conforme Morandi et al (2006), durante o desenvolvimento do BIP, foram definidas três diretrizes de projeto: Processadores BIP A família de processadores BIP foi desenvolvida por pesquisadores do Laboratório de Sistemas Embarcados e Distribuídos (LSED) da Universidade do Vale do Itajaí UNIVALI com o objetivo

Leia mais

LP II Estrutura de Dados. Introdução e Linguagem C. Prof. José Honorato F. Nunes honorato.nunes@ifbaiano.bonfim.edu.br

LP II Estrutura de Dados. Introdução e Linguagem C. Prof. José Honorato F. Nunes honorato.nunes@ifbaiano.bonfim.edu.br LP II Estrutura de Dados Introdução e Linguagem C Prof. José Honorato F. Nunes honorato.nunes@ifbaiano.bonfim.edu.br Resumo da aula Considerações Gerais Introdução a Linguagem C Variáveis e C Tipos de

Leia mais

Informática I. Aula 4. http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Aula 4-11/09/2006 1

Informática I. Aula 4. http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Aula 4-11/09/2006 1 Informática I Aula 4 http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Aula 4-11/09/2006 1 Ementa Histórico dos Computadores Noções de Hardware e Software Microprocessadores Sistemas Numéricos e Representação

Leia mais

Capítulo 4. MARIE (Machine Architecture Really Intuitive and Easy)

Capítulo 4. MARIE (Machine Architecture Really Intuitive and Easy) Capítulo 4 João Lourenço Joao.Lourenco@di.fct.unl.pt Faculdade de Ciências e Tecnologia Universidade Nova de Lisboa 2007-2008 MARIE (Machine Architecture Really Intuitive and Easy) Adaptado dos transparentes

Leia mais

Conjunto de Instruções

Conjunto de Instruções Conjunto de Instruções Para comandar o hardware do computador, é necessário que falemos sua língua: As palavras da linguagem de máquina são chamadas de instruções; O vocabulário forma o conjunto de instruções,

Leia mais

Notas da Aula 4 - Fundamentos de Sistemas Operacionais

Notas da Aula 4 - Fundamentos de Sistemas Operacionais Notas da Aula 4 - Fundamentos de Sistemas Operacionais 1. Threads Threads são linhas de execução dentro de um processo. Quando um processo é criado, ele tem uma única linha de execução, ou thread. Esta

Leia mais

Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais

Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais 1. Software de Entrada e Saída: Visão Geral Uma das tarefas do Sistema Operacional é simplificar o acesso aos dispositivos de hardware pelos processos

Leia mais

PROJETO LÓGICO DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br

PROJETO LÓGICO DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br - Aula 3 - O NÍVEL DA ARQUITETURA DO CONJUNTO DAS INSTRUÇÕES (ISA) (Nível Convencional de Máquina) 1. INTRODUÇÃO Este é o nível responsável por fazer a ligação entra a parte de hardware e a parte de software

Leia mais

Organização de Computadores Hardware

Organização de Computadores Hardware Organização de Computadores Hardware Professor Marcus Vinícius Midena Ramos Colegiado de Engenharia de Computação (74)3614.1936 marcus.ramos@univasf.edu.br www.univasf.edu.br/~marcus.ramos Computador Ferramenta

Leia mais

Arquitetura e Organização de Computadores I

Arquitetura e Organização de Computadores I Arquitetura e Organização de Computadores I Interrupções e Estrutura de Interconexão Prof. Material adaptado e traduzido de: STALLINGS, William. Arquitetura e Organização de Computadores. 5ª edição Interrupções

Leia mais